Séries: O Senhor dos Anéis pela Amazon, o que esperar?

Quem já não leu os livros do Senhor dos Anéis e O Hobbit, assistiu aos filmes ou pelo menos já ouviu falar nesses títulos?

Senhor dos Anéis, A Série

Há poucas semanas surgiram rumores de que algumas companhias de audiovisual estariam disputando os direitos para a criação de uma série baseada na obra de J.R.R. Tolkien, O Senhor dos Anéis e, na semana passada a Amazon comunicou que será a responsável pela adaptação desse clássico e a série será transmitida em sua plataforma de streaming de vídeos, a Amazon Prime Vídeo.

Após diversos acordos e um alto investimento, a Amazon oficializou os diretos para a produção e exibição da série, que contará com várias temporadas, além de possíveis spin-offs.

Além da gigante Amazon, a Tolkien Estate and Trust, a editora HarperCollins e a New Line Cinema, que é responsável pelos filmes do “Senhor dos Anéis” também estarão envolvidas.

Ainda não foram revelados muitos detalhes, mas sabemos que a história se passará na Terra Média e trará acontecimentos anteriores ao filme Sociedade do Anel.

Nós como fãs não sabemos exatamente o que esperar.

De um lado rola uma expectativa alta de ver uma produção tão maravilhosa e cheia de detalhes a serem explorados em formato de série, onde poderemos acompanhar tudo de uma forma ainda mais próxima.

Por outro lado, ficamos com receio de como os fatos e todas as coisas descritas por Tolkien possam ser mostradas na produção, que vem para competir diretamente com Game Of Thrones.

Particularmente, eu espero que seja pelo menos tão boa quanto séries como Game Of Thrones e Vikings e que o elenco escalado seja de peso.

O serviço de streaming da Amazon já está disponível no Brasil e está com uma super promoção, onde os usuários podem experimentar  plataforma gratuitamente por uma semana, os próximos 6 meses serão R$ 7,90 e, após esse período, o valor passa a R$ 14,90.

O streaming conta com séries como Mr. Robot, Seinfeld, American Gods e The Man in High Castle, as duas últimas produzidas pela Amazon.

Quem mais está esperando pra ver como será essa série baseada em O Senhor do Anéis que promete ser um sucesso? Eu já li os livros e vi todos os filmes, então estou em dúvida se conseguirão fazer algo realmente espetacular que honre essa obra maravilhosa!

Eu e o Coffee estamos aguardando mais detalhes dessa novidade!

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Séries e Filmes #novembro

Novembro foi um mês com muitas séries e filmes bons! Alguns começamos a assistir e ainda não terminamos, outras devoramos em poucos dias, então confira aqui no post tudo o que assistimos de séries e filmes.

Stranger Things – 2ª Temporada 

Uma das séries mais aguardadas do ano chegou com tudo na sua segunda temporada, dando continuidade ao mistério que rola na cidade de Hawkins. Stranger Things conseguiu manter aquele suspense da primeira temporada, mas com um pouco mais de humor, uma trilha sonora impecável e agora com alguns personagens novos.

A segunda temporada revela o que aconteceu de fato com Eleven depois do incidente da escola e também nos mostra como Will ficou após passar todo aquele trauma no Upside Down. Contamos também com alguns personagens novos, Kali uma “irmã” de laboratório de El que também possui poderes sobrenaturais, Max que é uma menina nova na cidade e ótima nos games, seu meio irmão Billy, um cara bem rock’n’roll mas no estilo valentão, provocando e desafiando todo mundo, por último temos o Bob, namorado de Joyce e que acaba fazendo um papel de herói.

O nosso quarteto favorito continua se metendo em missões super perigosas para proteger a cidade das terríveis criaturas do mundo invertido, para isso eles contam com a ajuda de Steve, que continua com seu taco de basebol personalizado para enfrentar essas feras. Nancy e Jonathan fazem uma gravação comprometedora de uma conversa com o Dr. Owens  e levam a fita para um jornalista divulgar e assim denunciar as atividades realizadas no laboratório em Hawkins.

Já deu para perceber que a segunda temporada está super agitada, com muitas novidades e ainda com mistério sobre as atividades do laboratório da cidade e sobre Eleven. Agora é segurar a ansiedade para ver a terceira temporada!!!

Mindhunter – 1ª Temporada

Baseado no livro de mesmo nome, Mindhunter mostra a origem do perfil dos serial killers, lá na década de 70, contando a história do negociador do FBI, Holden Ford, um jovem que possui uma forte curiosidade sobre os fatores psicológicos que levaram os criminosos a cometerem seus atos hediondos. Com isso, Ford acaba indo trabalhar no setor de Ciência Comportamental, junto ao experiente Bill Tench, que viaja o país ensinando outras autoridades a caçarem assassinos.

Depois de se estranharem e de alguma resistência do FBI, a dupla acaba se engajando em um estudo para traçar o perfil dos criminosos, avaliando casos terríveis e ficando cara a cara com perigosos e perturbados assassinos, incluíndo torturadores e estupradores, para entrevistas detalhadas sobre cada caso e sobre as motivações dos seus atos.

A série é um mergulho na mente humana, nos seus mistérios e complexidade, fazendo a gente refletir um pouco sobre nós mesmos, entender alguns traumas do passado e ver como cada indivíduo responde de uma forma diferente a essas situações da vida, podendo se tornar uma pessoa normal ou um psicopata.

The Sinner – 1ª Temporada 

Uma série baseada no livro de Petra Hammesfahr, conta com a atriz Jessica Biel no papel principal como Cora, uma mãe de família perturbada pelo seu passado e Bill Pullman como o investigador Ambrose, que quer entender e ajudar Cora.

A história começa com um assassinato na praia, a luz do dia e na frente de todos que estavam ali presentes. Cora, uma mãe tradicional, que está curtindo o dia junto com sua família, acaba surtando ao ouvir uma música que um casal apaixonado coloca em volume alto, ela acaba cometendo o assassinato e é presa em flagrante.

Como o crime não faz o menor sentido, o investigador Ambrose não consegue dar por encerrado o assassinato, então ele tenta juntar as peças da memória confusa de Cora e descobrir o que a motivou a cometer esse crime.

A série é legal, mas tem alguns pontos que não fazem muito sentido, como porque abrir uma investigação de um crime já resolvido? O investigador faz uns comentários bem sem noção e a série simplesmente termina de forma conclusiva para Cora, podendo não haver uma segunda temporada, ou trabalhar em uma segunda parte focada na história do investigador, que é mostrada de forma superficial, mas deixando a entender que há mistérios envolvidos.

Alias Grace

Adaptação do romance homônimo da grande escritora Margaret Atwood, escritora também de The Handmaid’s Tale, a minisérie original da Netflix nos mostra a história de Grace Marks (Sarah Gadon), uma jovem imigrante irlandesa, que chega ao Canadá no começo do século XIX e precisa trabalhar como criada para sobreviver. A moça, porém, é condenada a prisão perpétua pelo duplo assassinato de Nancy Montgomery (Anna Paquin) e Thomas Kinnear (Paul Gross), mas perde a memória e não consegue se lembrar dos fatos que acabaram por condená-la.

Dezesseis anos após sua condenação, Grace passa a ter consultas com o psicanalista Simon Jordan (Edward Holcrof), que precisa avaliar as lembranças da moça e seu comportamento para desenvolver um relatório a fim de atestar sua insanidade e a livrar da prisão perpétua, já que a sociedade não acredita 100% em sua culpa. Através das sessões com o médico, conseguimos acompanhar alguns flashbacks de momentos distintos da vida de Grace, com destaque para 3 situações, incluíndo o assassinato e, assim, vamos criando uma interpretação dos fatos, mas jamais uma certeza, pois as coisas passam a ser bastante dúbias.

Grace passou por diversas humilhações e abusos por parte de diferentes homens e, com isso, foi aprendendo a lidar com eles e obter o controle das situações, o que também lhe dá o controle das narrativas na série e nos mostra o quanto as mulheres eram tratadas de um jeito diferente dos homens pela sociedade. Margaret Atwood sempre utiliza de críticas sociais em suas obras, principalmente relacionadas às mulheres, assim como podemos ver em The Handmaid’s Tale e traz bastante reflexão sobre o assunto, que percorre séculos e séculos.

A ambientação da série, a fotografia e os figurinos são lindos e nos ajudam a acompanhar com mais precisão os fatos históricos. Quem gosta de Downtown Abbey e, claro, de The Handmaid’s Tale também pode vir a se interessar por Alias Grace, que é escrita e dirigida por Sarah Polley e Mary Haron.

Thor: Ragnarok

O terceiro filme do Rei do Trovão tem várias conexões com Dr. Estranho e Os Vingadores. Thor (Chris Hemsworth) parte em busca de reunir as Jóias do Infinito para que elas não caiam em mãos erradas e está do outro lado do universo enquanto acredita que seu pai, Odin (Anthony Hopkins), está comandando Asgard e ele precisa voltar logo para seu mundo para evitar os desastres de Ragnarok. Ao retornar ele se depara com seu pai agindo de forma absolutamente estranha e logo percebe que o trono foi usurpado por Loki (Tom Hiddleston) e os dois partem em busca do verdadeiro Odin. Enquanto isso, diversos fatores trazem de volta Hela (Cate Blanchett), a deusa da morte e irmã mais velha de Thor, que está em busca do trono que acredita ser seu, por direito, revelando ações do passado e agindo de forma cruel com o povo.

Com toda essa situação, Thor e Loki se veem obrigados a agir juntos mais uma vez e acabam parando no universo de Sakaar, comandado pelo Grão-Mestre (Jeff Goldblum), viciado em jogos e que transforma seu mundo em uma verdadeira arena. Thor é preso como combatente e precisa lutar contra o vencedor e favorito do Grão-Mestre, que acaba descobrindo que é o seu velho amigo verde, Hulk (Mark Ruffalo). Após resolver as coisas em Sakaar, Thor parte para Asgard contando com a ajuda de seus velhos e novos amigos, para acabar com a ira da poderosa Hela.

No geral o filme é muito bom (principalmente porque o Thor está sem peruca), mas tenta se fixar muito na comédia, que já vem surgindo nas produções da Marvel há algum tempo, o que acaba deixando o roteiro um pouco fraco. Além disso, alguns personagens acabam perdendo sua essência, como Hela, que poderia ter aparecido muito mais, já que Cate fez um trabalho maravilhoso e Hulk, que é mostrado como um herói bobo, também quando está na pele de Banner. Ainda assim, é um excelente filme que traz mais conexões com o universo da Marvel.

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Anime: Sakura Card Captors Volta em 2018!

O anime Sakura Card Captors foi sucesso total aqui no Brasil nos anos 2000 e esse ano, foi anunciado no site oficial do anime que nossa amada Sakura estará de volta ano que vêm, já com data marcada, 07 de Janeiro de 2018!

Vamos refrescar um pouco a memória e relembrar algumas coisas de Sakura Card Captors! O anime é do grupo Clamp (amo os traços deles <3) e foi exibido no Cartoon Network em 2000. Ele conta a história de Sakura Kinomoto, uma estudante de 10 anos que acidentalmente liberta o poder das cartas mágicas, conhecidas como Cartas Clow, e junto com o guardião dessas cartas, Kerberos, ela tem o trabalho de recuperar cada uma das cartas e selar para que o poder liberado seja guardado.

Sakura conta com a ajuda de sua melhor amiga Tomoyo, que é a responsável pelo figurinos mais lindos que Sakura usa durante o anime, e de Syaoran Li, um rival que se torna amigo e acabam tendo uma relação de amor e ódio, típico de jovens apaixonados, mas que tem medo de assumir seus sentimentos.

Além desses personagens, tem o melhor amigo do irmão de Sakura, Yukito, que na verdade não é um ser humano comum, ele é outro guardião das Cartas Clow, mas para Sakura é sua primeira paixão e o responsável pela frase mais marcante do anime “Ai Ai Ai Yukito!”. No decorrer da história outro personagem importante aparece, Eriol, que é a reencarnação do Mago Clow, chega para ajudar Sakura transformas todas as cartas Clow em cartas Sakura, mas também confunde os sentimentos dela.

Além da série, também tiveram 2 filmes e agora o anime volta com uma nova temporada, Sakura Card Captors : Prólogo do Arco da Carta Transparente – Sakura e os Dois Ursos (Cardcaptor Sakura Clear Card-hen Prologue: Sakura to Futatsu no Kuma). Esse nova história irá se passar logo após o confronto com Eriol e já tem o teaser para gente conferir!

Muita nostalgia escrever sobre esse anime que é um dos meus favoritos! Estão para finalizar esse post super especial, vou deixar a famosa frase mágica que a Sakura usa no anime:

“Chave que guarda o poder da minha estrela!

Mostre seus verdadeiros poderes sobre nós,

e ofereça à essa valente Sakura que aceitou esta missão!

Liberte-se!”

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Séries: 3 séries da Netflix e o estilo dos anos 80

Eu sou fanática pelos anos 80 e por todas as produções da época, até fiz um post com os filmes que mais gosto da década.

Uma outra coisa que gosto muito é o visual das pessoas nos anos 80. As roupas tinham estilo variado e traziam ombreiras, cintura alta, drapeados, calças legging, muitas cores, brilho e saia bufantes. Gosto muito da moda “yuppie”, super em alta hoje em dia. Foi uma época em que as mulheres partiram em busca de igualdade de emprego em relação aos homens e os tailleurs refletiam todo esse “girl power”. Muito gel, volume e topetes faziam os penteados da vez e a maquiagem era bem colorida. Os acessórios como óculos Ray Ban, brincões e polainas eram mais do que ícones.

Pensando nisso, eu resolvi trazer algumas séries atuais que se passam em algum momento dos anos 80 e, logo, retratam um pouco da moda daquela época tão maravilhosa:

STRANGER THINGS 

Quem já não está sentindo saudades de acompanhar as crianças mais fofas da Netflix defendendo o mundo dos perigos do mundo mundo invertido? Além de nos trazer várias lembranças dignas dos filmes da Sessão da Tarde, Stranger Things traz muito da moda da época, principalmente entre os adolescentes.

As calças de cintura alta, camisas xadrez e de gola alta, cabelo ondulado curtinho e óculos grandes marcaram o visual de Barb.

Já Nancy faz o estilo mais urbano e romântico, com blusas de linho, uma jaqueta mais legal o que a outra e cabelos presos dos lado.

Os meninos também mostram bem como se vestiam na época. Steve arrasa com seu penteado feito com o laquê da Farrah Fawcett. O novato Billy traz todo o estilo “bad boy roqueiro” da época, com um corte de cabelo composto por um belo (sqn) mullet, anda quase sempre sem camisa ou com regata e camisa e usa um brinco como acessório.

As crianças também retratam bem como se vestiam nos anos 80, com muito moletom, bonés, tênis brancos, meias e camisetas listradas, vestidinhos bufantes e suéteres.

GLOW

A série que conta a história de uma atriz que participa de uma produção televisiva sobre luta livre feminina, traz o lado extravagante e fitness dos anos 80.

As roupas que sempre apareciam nos programas americanos de ginástica dos domingos de manhã tiveram presença marcada na série, principalmente entre o figurino que as atrizes usavam para lutar no programa.

A maquiagem aparece bem forte, colorida e marcante e os cabelos cheios de topetes, gel e laquê.

Fora do ringue, as roupas eram bem simples, e os penteados com um pouco de volume, figurino muito semelhante ao dos filmes Flash Dance e Dirty Dancing.

BLACK MIRROR: SAN JUNIPERO

A série que mais mexeu com a nossa cabeça nos últimos tempos, tem um episódio onde a maior parte do tempo se passa na década de 80 e traz bastante do estilo yuppie na personagem Yorkie, que veste bermuda de alfaiataria, jeans, óculos e usa um penteado mais comportado, assim como a moça, que tem um estilo bem parecido com o da Barb, de Stranger Things.

De outro lado, vemos muito volume, cor, brilho e acessórios, usados por Kelly, que transmite sua personalidade mais ousada e intensa.

Vocês também amam os anos 80 e todo o estilo da época? Me indiquem nos comentários mais séries que se passam na década, que eu vou amar conhecer.

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Séries: Maratona Dia das Crianças

Oba! É dias das crianças!!!

Todo mundo, não importa a idade, ainda tem uma criança dentro de si e isso torna esse dia mais especial. Claro que nós também amamos a data, porque somos super nostálgicas com as coisas que marcaram a nossa infância e por ser um feriado, quase sempre prolongado!

Então resolvemos dar dicas de 5 séries que tem crianças como protagonistas ou personagens importantes para fazer maratona nesse feriadão!

Stranger Things 

A série é protagonizada por 5 crianças, Eleven, Dustin, Mike, Lucas e Will que se metem em perigo por causa de um experimento super secreto, que abre um portal para um mundo paralelo cheio de criaturas monstruosas. Will é capturado por uma dessas criaturas e fica sumido, dando apenas alguns sinais de que ainda esta vivo.

Eleven, que foi cobaia por muitos anos desse experimento secreto, é a única pessoa que pode proteger seus amigos e ajudar no resgate de Will, com seus super poderes telecinéticos. Uma história cheia de mistérios e muito suspense que já conquistou milhares de pessoas e com certeza vai te conquistar também!

Stranger Things só tem uma temporada, mas a segunda estreia neste dia 27 e estamos ansiosas para ver essa criançada em ação!

Two and a Half Man

Série protagonizada por dois adultos, Alan Harper e Charlie Harper e uma criança,  Jake Harper. É uma comédia americana que conquistou o mundo todo com o cotidiano de um solteirão e seu irmão recém divorciado, com um filho para criar.

Alan e o filho Jake passam a morar com Charlie, irmão rico de Alan e que vive em Malibu. Os dois irmãos são muito diferentes na personalidade o que acaba gerando algumas confusões, mas ambos amam muito Jake e estão sempre pensando em seu futuro.

A série é muito boa, super engraçada e o nosso protagonista mirim, Angus T. Jones, tem grande presença com seu papel. Ao longo das temporadas é possível acompanhar sua evolução como ator e também como pessoa, já que na primeira temporada ele tem apenas 9 anos de idade e ao final da série ele está com 19 anos.

Game Of Thrones

A série não é recomendada para crianças, mas está no nosso top 5 por causa de alguns de seus protagonistas, na verdade dois deles tem grande destaque na série e começaram bem crianças, Arya Stark e Bran Stark. Os dois irmãos apareceram na primeira temporada bem crianças e sem criar muita expectativa ao púbico, o que foi mudando completamente ao longo das temporadas, mostrando que eles tinham um grande destino a seguir.

Arya que sempre foi muito corajosa, conseguiu sobreviver a toda a decadência e perseguição que sua família sofreu, se tornando uma grande guerreira e que tem sede de vingança. Bran, ficou aleijado na primeira temporada, mas isso não o impediu de se tornar uma peça fundamental em toda a trama, ele se tornou O Corvo de Três Olhos, uma incrível habilidade de poder ver o passado e o presente, além de conseguir entrar na mente de pessoas e animais.

Não podemos esquecer também de citar outras crianças que tem ou tiveram funções importantes na série: Lyanna Moromon, Lady da Casa Mormon que precisa cuidar de todos de sua casa e tomar decisões importantes; Shireen Baratheon, filha de Stanis, a menina é rejeitada por ter escamagris e seu único amigo verdadeiro é Sor Davos, ela também sofre fortemente as consequências das loucuras do pai; Rickon Stark, que não tem muita ação na série, mas completa a família Stark como irmão mais novo e é peça chave em um do melhores episódios de GOT; Tommem Baratheon, que na verdade é um Lannister, parece ser a pessoa de coração mais puro da família e precisa assumir o Trono de Ferro ainda muito jovem; Olly perdeu sua família pelas mão dos rebeldes e se vê fazendo parte da Patrulha da Noite, onde desenvolve um sentimento de ódio por Jon Snow; Hot Pie, o garoto que escapou com Arya e Gendry das torturas de Tywin e ajudou a encontrar a garota posteriormente;

Modern Family

A série de comédia mais premiada dos últimos tempos, mostra a vida de 3 famílias que, na verdade, forma uma só, cheia de pessoas divertidas e diferentes, trazendo às vezes até um pouquinho de dramas da vida real ao longo dos episódios.

As crianças da família são personagens super importantes e ajudam a deixar o enredo mais legal. Haley Dunphy, Alex Dunphy e Luke Dumphy são irmãos de personalidades completamente diferentes: Haley já não mais criança,  é uma jovem popular, que se preocupa muito com a aparência,  Alex é a irmã do meio, super inteligente e tem como prioridade estudar, mas sempre ajuda a resolver os problemas da família, Luke é muito engraçado e está sempre metido em alguma confusão ou alguma coisa que dá errado.

Manny Delgado é um jovem super a frente da sua idade, está sempre envolvido com os problemas dos adultos e é viciado em café, por ser uma das especialidades de sua terra natal, a Colômbia. Ele é filho de Gloria Pritchett e enteado de Jay Pritchett e irmão de Joe Pritchett, que nasce ao longo das últimas temporadas.

Lily Tucker-Pritchett é filha de Cameron Tucker e Mitchell Pritchett, que ela foi adotada ainda bebê pelo casal diretamente do Vietnã. Ela é super fofa, inteligente e tem as melhores reações e atitudes sobre sua vida com dois pais.

Como a produção já está na sua 9ª temporada, as crianças foram crescendo ao longo da série, uma coisa que é legal de acompanhar.

Full House 

E não podia faltar uma série das antigas na nossa listinha! Pensamos em Punky, a Levada da Breca, Eu a Patroa e as Crianças, Todo Mundo Odeia o Chris e muitas outras, mas optamos por uma que está disponível na Netflix e teve até uma spin-off recente.

Full House conta a história de Danny Tenner, um pai que perde a esposa em um acidente de carro e precisa cuidar de suas 3 filhas sozinho. Mas ele acaba contando com a ajuda do cunhado, Jesse e do melhor amigo Joey, para encarar a difícil tarefa de criar as 3 meninas, DJ, Stephanie e Michelle.

DJ é a filha mais velha e a que mais sente a ausência da mãe e a que mais se constrange com as atitudes do pai e dos tios, diante dos acontecimentos da fase de sua vida, se revoltando muitas vezes, mas ela também sempre se mostra sensível quando precisa ajudar e cuidar das irmãs mais novas.

Stephanie é a irmã do meio e a que tem a personalidade mais interessante, ela é muito tagarela e divertida e às vezes tem atitudes ousadas. A menina sempre disputa um pouco a atenção com a irmã mais velha e adora xeretar suas coisas e ler seu diário, reflexo da falta da mãe, mas as duas acabam se tornando muito mais próximas ao longo dos episódios e ajudam na criação da irmãnzinha mais nova.

Michelle era ainda um bebê quando tudo começou (interpretada pelas gêmeas Olsen) e, por isso não se lembra da mãe, tendo como exemplo as duas irmãs mais velhas, herdando traços da personalidade de cada uma, é um pouco revoltadinha como DJ e super tagarela como Stephanie. Ela é tão lindinha que todos se derretem por sua carinha fofa e acabam fazendo suas vontades.

Full House também é uma série que teve um número relativo de temporadas e podemos acompanhar o crescimento e desenvolvimento das crianças ao longo dos episódios. O spin-off  Fuller House mostra a vida das irmãs (exceto Michelle, pois as irmãs Olsen não se interessaram em participar) já adultas, precisando enfrentar seus problemas e buscando o carinho e apoio na família.

Gostaram da nossa listinha? Quais séries com crianças marcantes vocês também gostam? Contem pra nós nos comentários!!

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!!!

 

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Séries e Filmes do mês #setembro

Aqui contamos um pouco sobre as séries e filmes que vimos durante o mês de setembro!

The Mist (O Nevoeiro) – 1 ª Temporada

Uma série original da Netflix inspirada na obra de Stephen King, traz muito suspense e terror que vão conquistar os amantes desse gênero! Ainda não da para afirmar se a série será um sucesso, mas a primeira temporada nos deixou com vontade de quero mais.

A história se passa na cidade de Bridgton, no Maine, na qual uma densa névoa toma conta de toda a cidade e com ela, coisas estranhas começam a acontecer, as pessoas começam a ser mortas por animais, monstros e seres macabros que estão presentes nessa névoa. Alguns grupos de pessoas conseguem se proteger em lugares fechados como igreja e shopping, porém elas começam a surtar sem entender o que está acontecendo, precisam enfrentar seus “demônios” internos e a falta de suprimentos.

A série lembra bastante Under the Dome, que foi outra série baseada em uma história diferente de Stephen King e que foi cancelada, por não agradar muito ao público com sua adaptação. Esperamos muito que isso não aconteça e que The Mist consiga ser mais fiel a história original.

Para quem curte um suspense com mortes bem assustadoras nós super recomendamos essa série!

Orphan Black – 1ª, 2ª e 3ª Temporada

Orphan Black eu comecei a assistir faz um tempo, mas acabei deixando acumular para escrever aqui, então vou falar um pouco das três primeiras temporadas, já que ainda estou terminando a terceira. A série é produzida pela Temple Street Productions, em associação com a BBC America e o canal Space e recentemente a Netflix adquiriu os direitos de exibição.

Sarah Manning ( Tatiana Maslany ), uma garota órfã, encontra em uma estacão de metrô uma mulher igualzinha a ela, e que acaba cometendo suicídio bem na sua frente. Sarah, intrigada pela semelhança entre elas, decide assumir a identidade dessa mulher e se passa então pela detetive Elizabeth Childs. Conforme ela vive a vida da detetive Beth, acaba descobrindo que exitem mais mulheres com a mesma aparência que ela, suas irmãs clones.

Porém há uma diferença genética entre elas, apenas Sarah conseguiu engravidar e ter uma filha, Kira (Skyler Wexler), a qual acaba sendo perseguida pela organização responsável pelos clones. Sarah se une a suas irmãs para conseguir escapar dessa organização e proteger sua filha.

Quando menos se espera, todas as irmãs são surpreendidas pela existência de mais um grupo de clones, mas dessa vez masculinos e de outro projeto secreto, realizado pelo exercito. Uma das irmãs de Sarah é sequestrada pelo exercito e agora elas correm contra o tempo para tentar resgata-la e acabam descobrindo mais sobre o passado.

Orphan Black é uma série intrigante e muito bem executada, créditos para a atriz Tatiana Maslany que interpreta todos os clones femininos, ela consegue deixar cada uma delas com uma personalidade totalmente diferente e ainda fazer o mais difícil, um clone se passando por outro, então é um trabalho de atuação incrível.

La La Land

Um filme musical de 2016, ganhador de vários prêmios, estrelado por  Ryan Gosling e Emma Stone, dirigido e escrito por Damien Chazelle. A história se passa em Los Angeles e gira em torno de Sebastian (Ryan Gosling), um pianista de jazz e Mia (Emma Stone) uma atriz em ascensão que está buscando crescer em sua profissão.

Os dois, apesar de serem muito bons no que fazem, não tem muita sorte na vida profissional e isso acabou os unindo. Ambos se apoiam e se incentivam a ir atrás dos sonhos, porém o problema financeiro falou mais alto e obrigou Sebastian a topar um trabalho de pianista em uma banda de pop, o que tomou todo o seu tempo.

Mia se manteve atrás dos seus sonhos e montou sua própria peça de teatro, porém no dia da inauguração de sua peça, não havia quase ninguém e Sebastian não conseguiu comparecer por causa da banda. Isso foi a gota d’água para o relacionamento dos dois que acabaram se separando. Com a separação Sebastian percebe que estava no caminho errado e volta a se dedicar ao que ama, o Jazz, Mia é chamada para um entrevista por uma produtora que esteve em sua peça e gostou de sua atuação e roteiro.

Os dois se encontram novamente 5 anos depois, Sebastian conseguiu abrir seu club de Jazz e Mia se tornou uma grande atriz, casada e com um filho. Ao se reencontrarem por acaso, a história dos dois repassa de uma forma diferente em que tudo poderia ter dado certo para eles ficarem juntos e realizarem seus sonhos, porém a realidade é outra, eles sorriem um para o outro e seguem suas vidas.

O musical é realmente lindo, envolve muitas cores, sapateado, ritmos diferentes o que deixa o filme cativante. É uma obra de arte completa, recebeu 14 indicações ao Oscar e recebeu 6 prêmios, além de outras premiação.

Death Note (Filme)

O anime Death Note foi adaptado para filme e lançado pela Netflix recentemente, ele é um terror/suspense dirigido por  Adam Wingard e elenco composto por Nat Wolff, Keith Stanfield, Margaret Qualley, Shea Whigham, Paul Nakauchi e Willem Dafoe.

O filme conta a historia de um estudante,  Light Turner, que encontra um livro místico, chamado “Livro da Morte”, em que a pessoa portadora do livro pode escrever o nome de quem quer tirar a vida e escolher a forma como isso irá acontecer. Ao abrir o livro, o deus da morte, Ryuk, aparece para Light e mostra como funciona, fazendo com que o estudante elimine sua primeira vítima, um colega da escola que adora atormentar a vida dos outros.

Light não gosta da ideia de tirar a vida das pessoas, mas junto com sua nova namorada, Mia Sutton uma líder de torcida da escola, eles decidem acabar com a vida de criminosos, assim estariam fazendo um “bem para o mundo”. Com tantas mortes de criminosos causadas pelo livro, Light e sua namorada decidem criar um nome, Kira, assim eles tentam despistar os policiais, deixando a entender as mortes são obras de uma organização.

Um detetive especial, chamado L, acaba ajudando a policia a tentar encontrar essa tal organização, porém L descobre que é Light quem está por trás de tudo e começa uma perseguição. No meio dessa confusão Mia tenta ficar com o livro e escreve o nome de Light para caso ele não deixe ela ficar com ele, porém Light é mais esperto e consegue virar o jogo e se safar de Mia e do detetive L, continuando a ser o portador do “livro da morte”.

A adaptação possui muitos pontos semelhantes com o anime, mas fica bem longe de toda a obra original e tudo o que ela representa. É uma espécie típica de filme adolescente americano mas, ainda assim, consegue passar uma ideia geral da história.

The Founder (Fome de Poder)

Um filme de John Lee Hancock que apresenta o conceituado ator Michael Keaton como o protagonista Ray Kroc, “fundador” da rede americana de fast food Mc Donald’s e conta a história do surgimento e ascensão da empresa dos irmãos Richard e Maurice McDonald.

Ray Krock era um homem de negócios um pouco frustrado que, na época, vendia máquinas de milkshakes e descobriu uma lanchonete na cidade de San Bernadino, com um método de funcionamento ágil, através de uma linha de montagem que tornava todo o preparo rápido, além de dispensar os garçons  e as embalagens. Logo ficou impressionado e super interessado na ideia e no público que a lanchonete atraía, formado por famílias, que pareciam estar super satisfeitas e contentes com o serviço, com isso, Krock quis fazer parte do negócio.

Ray conseguiu convencer os dois irmãos a aceitá-lo como sócio, com o argumento de que a lanchonete deveria estar presente em toda a extensão dos Estados Unidos e passar a ser um símbolo do país. Richard e Maurice aceitaram, com a condição de que o serviço devia manter o seu formato e novas ideias só seriam aderias se aprovadas por eles. Franquias foram abertas por diversas cidades e as propostas eram coordenadas por ele que, aos poucos, passou a apresentar a ideia como de sua autoria e os irmãos começaram a se ver cada vez mais fora do projeto que criaram.

As franquias passaram a fazer tanto sucesso, que Ray expandiu o formato e começou a incrementar as lojas com novos conceitos, desagradando cada vez mais os donos da lanchonete. Vendo o crescimento rápido dos negócios, Harry J. Sonneborn, que viria a ser o primeiro presidente e chefe executivo da rede, aconselhou Ray a focar na parte imobiliária e de licenciamento da marca, o que foi acatado e se transformou na criação da Mc Donald’s Corporation, deixando os irmãos Mc Donald’s sem escolha, a não ser vender a marca para Ray. Eles também foram obrigados a deixar de usar o nome de seu próprio restaurante (seu próprio sobrenome) e declararam falência pouco tempo depois de Ray abrir um Mc Donald’s bem em frente a sua lanchonete .Ele também simplesmente deixou os irmãos Mc Donald’s de escanteio, se declarando fundador da marca.

A história se mostra bastante triste ao expor a forma como essa marca tão conhecida por todos nós chegou a todas as partes do mundo, a partir da apropriação de ideias e conceitos. Apesar disso, o filme é muito elaborado e recomendamos a todos.

 

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Trilha Sonora: Séries de terror e suspense

Quando você gosta muito de músicas e de filmes, séries e etc, acaba associando uma coisa a outra através das trilhas sonoras dessas produções, seja pela abertura, música tema ou qualquer outra música que componha essa trilha ou que esteja presente.

Eu me encaixo exatamente na descrição aqui de cima e hoje trouxe músicas que fazem parte da trilha sonora ou de momentos musicais icônicos de 6 séries de terror e suspense que eu gosto bastante:

Twin Peaks

Uma série dos anos 90 que está entre o clássico e o cult, Twin Peaks, de David Lynch e Mark Frost é adorada por muitos e não entendida por muitos outros. Trata-se de uma produção investigativa com toques de suspense e com muitas coisas bizarras envolvendo terror psicológico, personagens esquisitões e bastante surrealismo lúdico.

A trilha sonora é muito boa e super importante na série, marcando os principais acontecimentos. Ainda não vi a nova temporada, mas já soube que tem Nine Inch Nails, banda famosa de rock industrial que eu adoro. Mas, para este post, escolhi a música “Into the Night”, da Julee Cruise, que também canta a música tema da série. A música que faz parte do “Episode 5”, 6º episódio da primeira temporada.

True Blood

True Blood foi uma daquelas séries que eu amava e quase todo mundo não gostava. É uma série de horror (nada assustador) e ficção que mostra a existência de vampiros no mundo dos homens e os relacionamentos entre eles. Ao longo dos episódios também passamos a conhecer outros tipos de seres encantados como lobisomens, bruxas e fadas.

Na trilha sonora encontramos diversos tipos de músicas que ilustram bem o clima da série e o estilo country é o que mais aparece, acredito que por conta do local no qual a história se passa, no interior dos Estados Unidos, onde esse estilo predomina. Para minha listinha, escolhi a musica de abertura, “Bad Things” do Jace Everett, porque combina demais com a série e eu amei tanto que adicionei na minha playlist da vida!

The Mist – Nevoeiro

A série é baseada no conto de mesmo nome de Stephen King, que fala sobre uma cidade americana que é envolta repentinamente por um nevoeiro que esconde seres estranhos de outro mundo, os quais os moradores do local precisam enfrentar. A série segue exatamente a mesma linha de forma bem executada.

Ainda não encontrei a trilha sonora completa, não sei se já existe, mas quando eu estava assistindo ao segundo episódio, uma música me chamou a atenção ao final, “Riverside”, da Agnes Obel, da qual eu já falei pra vocês no post de músicas pra relaxar. O momento é muito tenso e a música calma surgindo para dar o desfecho, deixou tudo mais interessante. Eu gostei tanto da música que fui procurar conhecer melhor o trabalho da cantora e amei!

Salem

Salem é uma série que traz mais uma versão fictícia da perseguição às bruxas, que aconteceram na cidade de Salem, nos Estados Unidos, no final do século XVII. A produção mostra todos os acontecimentos da cidade na época e traz John Alden e Mary Sibley como protagonistas. Ele é um herói da guerra, que retorna a cidade em meio ao caos da caça às bruxas e ela é a bruxa mais poderosa de Salem.

A partir do segundo episódio a abertura da série passou a ser a música “Cupid Carries a Gun”, do Marilyn Manson. E como sou super fã dele, a abertura me deixou ainda mais interessada pela série, que eu acompanhei até o seu final, que aconteceu em janeiro deste ano.

Hannibal

A história de Hannibal praticamente dispensa apresentações, né? E a série é baseada no livro Dragão Vermelho, que descreve a relação entre o agente do FBI Will Graham e o Dr. Hannibal Lecter. A série começa majestosa, com interpretações fantásticas e uma fotografia maravilhosa mas, com o passar das temporadas, a história não conseguiu se fortalecer o suficiente e foi cancelada em 2015, o que é uma pena!

A trilha sonora é de extremo bom gosto e é composta por muitas músicas clássicas, com participação de artistas como David Garret, mas o que eu realmente amei e me surpreendeu foi a canção escrita para o final da série pela Siouxsie Sioux, cantora que fez grade sucesso nos anos 80 e que eu amo. Ela não lançava nada novo desde 2007, então foi emocionante ver o quanto a série foi inspiradora para ela nessa canção que fez com Brian Reitzell, “Love Crime”.

American Horror Story

Uma das produções mais doidas dos últimos tempos, se não for a mais doida mesmo, American Horror Story é uma série antológica de terror, que aborda um tema novo a cada temporada e trabalha com o psicológico, o medo e o bizarro.

A trilha sonora é extensa e acompanha os temas em questão e teve até uma temporada com números musicais, onde os personagens interpretavam músicas famosas. Eu escolhi uma música que ficou marcante pra mim quando ouvi na segunda temporada, Asylum, “Dominique”, uma música popular francesa, que é originalmente católica, mas que tem um lado todo macabro e assustador, que combinou perfeitamente com a série.

Claro que eu fiz uma playlist com as músicas lá no nosso perfil no Spotify:

Gostaram da minha listinha? Vocês também se ligam nas músicas das séries que assistem?
Me contem quais são as que mais gostam.

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Black Mirror: San Junipero

Esse é o segundo post sobre um episódio da série Black Mirror, então já deu para perceber o quanto eu gosto dessa série né? Mas se você não curte ou nunca viu, tente ver San Junipero, que não apenas eu, mas como muitas outras pessoas e sites consideram o melhor episódio de Black Mirror!

San Junipero é o quarto episódio da terceira temporada e se passa em “vários anos”, mas vamos considerar que ele é predominantemente anos 80, com o melhor da moda e da música, com certeza vocês vão amar a trilha sonora dele. Esse lugar nada mais é do que um paraíso do futuro, quem está assistindo só vai compreender isso ao final, mas San Junipero é um espaço virtual criado para as pessoas que estão em fase terminal poderem continuar vivendo, como se fosse um sonho induzido e mesmo quando morrerem podem ficar para sempre nesse “paraíso”.

As protagonistas são duas jovens garotas, Yorkie (Mackenzie Davis) e Kelly (Gugu Mbatha-Raw), que se encontram em uma festa e se tornam mais do que amigas, Yorkie acaba se apaixonando por Kelly, porem Kelly não busca um relacionamento sério, apenas diversão. Por um tempo, Yorkie não consegue mais encontrar sua amiga e então ela a procura passando por várias décadas, anos 80, anos 90, 2000 e por ai vai, até que uma hora ela consegue encontrar Kelly e as duas abrem o jogo sobre suas vidas.

Yorkie na verdade é uma senhora que sofreu um acidente quando nova e nunca mais teve os movimentos do corpo, viveu toda sua vida como um “vegetal” e agora quer viver tudo o que perdeu em San Junipero, já Kelly, também uma senhora, viveu muito bem sua vida, foi casada e teve filhos, porém todos já partiram dessa vida e ela sonha em um dia reencontra-los.

Kelly se sente tocada pela história da amiga, então decide abandonar seu sonho de morrer e encontrar as almas de sua família para viver o sonho de Yorkie e viver uma nova vida no “paraíso”. Elas se casam na vida real e ao morrer, vivem para sempre uma grande história de amor em San Junipero.

O único episódio de Black Mirror com um final realmente feliz, possui a melhor trilha sonora e figurino, todos de acordo com a década que se passa no momento. A música Heaven Is a Place on Earth da Belinda Carlisle foi a escolha perfeita para San Junipero, o que acabou revivendo a música no Youtube, ganhando vários comentários no clipe.

Pessoas, assistam esse episódio! Sério, é muito bom e tenho certeza que todo mundo vai amar, está disponível na Netflix, então é só dar o play e preparar a pipoca.

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Séries e Filmes do mês #agosto

Gypsy – 1ª Temporada

Essa série original Netflix, estreou no finzinho de junho e, para nossa frustração, já foi cancelada mas assistimos recentemente. É um suspense psicológico que conta a história da terapeuta Jean Halloways (Naomi Watts), leva uma vida aparentemente tranquila com o marido e a filha e tem uma carreira estável. Aos poucos notamos que Jean começa a se envolver de uma maneira estranha na vida de seus pacientes, envolvendo-se também com a vida das pessoas próximas a eles, criando relações complicadas e um tanto quanto perigosas para sua carreira e sua vida. Além disso, ela também enfrenta seus próprios dilemas, como a convivência conturbada com sua própria mãe e também com sua filha, que começa a despertar sinais de diferenças de gênero, fato com o qual ela e o marido lidam bem, porém geram reações estranhas entre algumas pessoas.

No envolvimento com as pessoas mais próximas de seus pacientes, Jean desenvolve uma nova personalidade, de acordo com o perfil de cada uma, na qual ela muda de atitudes, visual e até de opção sexual e usa sempre o seu alter-ego, Diane. São três os principais pacientes com os quais ela se envolve, Sam, Claire e Allison. Allisson é uma jovem usuária de drogas com a qual Jean desenvolve uma relação maternal, colocando em risco até mesmo sua profissão, quebrando protocolos e envolvendo a polícia. Claire é uma mulher obcecada pela filha, com a qual ela tem um árduo relacionamento e, com ela, Jean cria um laço de amizade a fim de descobrir o que gera essa difícil relação. E Sam é um rapaz que terminou um namoro muito difícil, com Sidney, uma barista e cantora, que mantém sua liberdade acima de tudo, mas ele ainda é fixado na moça, dentro desse quadro, Jean se envolve com a moça de forma que, às vezes parece querer manipulá-la, às vezes parece que está realmente apaixonada. Sidney se envolve com Diane, mas a relação das duas sempre envolve alguns mistérios de ambas as partes, que aos poucos são revelados, fazendo com que Jean/Diane seja descoberta.  Aparentemente, Jean sofre de distúrbios psicológicos e sua “vida dupla” resgata nela um sentimento de liberdade, de ser alguém que ela gostaria de ter sido.

Em uma visão egoísta, a série parece fazer com que os acontecimentos da vida normal de Jean sejam os motivos para suas reações psicológicas. Mas a série desperta muito interesse e tem uma ótima produção. Os 10 episódios dessa primeira temporada foram criados por Lisa Rubin e produzidos por Sam Taylor-Johnson, diretora do famoso filme Cinquenta Tons de Cinza.

The Handmaid’s Tale – 1ª Temporada

Essa é uma das séries mais comentadas mundo afora e uma das que mais me surpreenderam nos últimos tempos. Realizada pela plataforma de transmissão streaming Hulu e criada por Bruce Miller, a série é uma adaptação do livro original de mesmo nome, no Brasil “O Conto da Aia”.

A história é uma ficção crítica que se passa em um futuro distópico após um ataque terrorista nos Estados Unidos, que acaba viabilizando um grupo católico poderoso a a criar novas leis a fim de, segundo eles, restaurar paz. Com isso, acontece uma forte revolução, na qual as minorias perderam seus direitos, precisando correr para buscar refugio em outros países. As mulheres são as mais afetadas, elas são restritas a rezar, fazer compras para a casa, não podem nem ao menos ler e perderam até mesmo seus nomes originais, mas a função básica dessas mulheres é serem aias, ou seja, basicamente são mantidas nas casas para reproduzirem em nome de suas “senhoras” e do novo governo e, para isso, elas são treinadas por outras mulheres, denominadas “Tias”, passando por humilhações e torturas para serem extremamente obedientes e se contentar em seguir suas funções.

Elas usam praticamente um uniforme, que as identifica de longe, um vestido vermelho, touca branca e um chapéu com abas, que usam para sair, o qual as impede de olhar para os lados e de serem vistas pelas pessoas ao redor e as demais Aias. Nessa sociedade, há também as Marthas, que são as mulheres responsáveis pela limpeza e organização da casa do Comandante e sua esposa.

June (Elisabeth Moss), que vivia com o marido e a filha, tenta escapar da nova instituição teocrática na qual seu pais se transformou, mas é pega pelo Centro Vermelho e acredita que seu marido foi morto na tentativa de fuga. Sua filha é levada e ela passa a ser treinada para ser uma Aia e servir à casa do comandante Fred Waterford (Joseph Fiennes), passando a se chamar, Offred, que significa Do Fred, em inglês, Of Fred. Sim, elas se tornam propriedades desses comandantes.

Acompanhamos tudo pela perspectiva de Offred e sofremos com ela em todos os momentos dessa primeira temporada, na qual ela precisa se submeter aos mais diversos tipos de humilhações, “em nome de Deus”, sem nenhum tipo de escolha. Vemos também detalhes de alguns personagens secundários, como Janine (Madeline Brewer), Ofglen (Alexis Bledel) e Moira (Samira Wiley).

A série faz muitas críticas aos modelos de sociedades que são movidos pela religião, seja ela qual for, e também a toda a forma de opressão que as mulheres já sofreram e, por mais que não pareça, ainda sofrem de alguma forma.

O elenco está maravilhoso com atuações brilhantes. Elisabeth Moss entregou a alma ao papel e nos faz ter uma explosão de sentimentos em sua interpretação. Também preciso destacar Alexis Bledel, pois eu ainda não havia gostado de nenhuma produção na qual ela havia trabalhado, além de Gilmore Girls.

A segunda temporada já foi confirmada e eu estou recomendando a série para todo mundo, por ser daquele tipo que te faz refletir bastante.

Ozark – 1ª Temporada

Uma série original da Netflix que lembra muito o estilo de Breaking Bad, assim como Walter White, Marty Byrde (Jason Bateman) é um homem “certinho” que acaba se envolvendo com lavagem de dinheiro para Del (Esai Morales), representante de um cartel mexicano. Porém o sócio de Marty, Bruce Liddell (Josh Randall), se acha capaz de roubar de Del, botando a vida dos dois e de suas famílias em perigo.

Para salvar sua vida e de sua família, Marty convence Del a apostar nele e em seu plano de lavar muito mais dinheiro em um tempo menor, para isso ele se muda para o Lago de Ozarks, um lugar onde gente com muito dinheiro costuma passar as férias e tem baixa fiscalização da policia local. Aparentemente a chegada dos Byrde em Ozark não agrada muito alguns moradores, pois Marty precisa comprar alguns estabelecimentos para por seu plano de lavagem em ação e isso acaba atrapalhando o esquema de de distribuição de drogas de um narcotraficante local.

A série apesar de parecer um pouco rápida de mais, possui bastante cenas de flash back que explicam melhor as histórias envolvidas. A trama é bem desenvolvida e bem narrada o que acaba nos envolvendo do início ao fim, Marty conquista o telespectador com seu drama para proteger sua família e também com a traição de sua esposa, que mesmo após descobrir, ele a protege e a mantem ao lado de seus filhos.

Um detalhe importante de destacar é que na abertura da série aparece a letra O destacada com quatro elementos presentes dentro dela, cada elemento significa uma parte da história contada no episódio, então vale a pena prestar atenção e ligar os pontos.

Game of Thrones – 7ª temporada

Nossa série em comum favorita chegou a sua 7ª, penúltima e tão esperada temporada e claro que não podíamos deixar de acompanhar nenhum episódio! A série oficialmente ultrapassou os livros que deram origem a ela, deixando o roteiro nas mãos dos produtores e da HBO, que prometeu um número menor de episódios, porém maiores com mais emoções, o que levou nossas expectativas às alturas.

Vimos o retorno de personagens importantes mas, ao mesmo tempo, os núcleos foram mostrados muito isolados, o que nos fez ter que fixar ligando alguns pontos. Após retornar para Winterfell com Sansa e se tornar o Rei do Norte, Joh Snow tem como foco derrotar o Rei da Noite e conseguir aliados importantes para a Grande Guerra e isso causa um climinha chato entre os dois, mas Snow deixa Sansa cuidando de tudo e vai ao encontro de Daenerys, que pretende criar uma aliança com o Rei do Norte para derrotar os inimigos e tomar o seu trono, cabendo ao Jon, provar para ela que há uma batalha muito mais importante a ser vencida para que todos permaneçam vivos.

Em Porto Real, Cersei junta alguns aliados para derrotar a Daenerys e suas principais armas, seus dragões, além de bolar estratégias para se manter no trono ao mesmo tempo em que Jaime dá alguns sinais de que não concorda 100% com a irmã, mostrando até alguns momentos que nos fazem acreditar que ele ainda pode tentar se redimir.

O exército de Caminhantes Brancos cresce em enorme proporção e, após indicação de Sam, Jon Snow reúne bastante vidro de dragão, cedido por Daenerys e junta um supergrupo com grandes nomes como Jorah Mormont e Sandor Clegane para partir além da Muralha em busca de uma prova para convencer Cersei conseguir mais aliados na guerra contra os Outros, mas o plano parece ser meio estúpido e Daenerys precisa resgatá-los com seus dragões e acaba acontecendo uma trágica perda, um dos pontos principais e o mais marcante da temporada toda.

Jon, Daenerys e Cersei se reúnem pela primeira vez, em um encontro épico, para discutir sobre  o inimigo em comum, mas mesmo provando a existência dos Caminhantes Brancos, Cersei se mostra relutante em cooperar. Outro diálogo de grande importância nessa temporada é de Sam com Bran, que juntos descobrem toda a história escondida com o nascimento de Jon Snow, ou melhor, Aegon Targaryen.

Muita coisa acontece nessa nos episódios de GoT, nos surpreendemos com Arya e principalmente com a união das irmãs Starks contra o Mindinho, também rolou um dos momentos mais esperados de Jon e Daenerys juntos, mas apesar de tantos acontecimentos importantes, muitas falhas também aconteceram, o que deixa a impressão de que os produtores estão correndo com a história. Criticas a parte, ainda com tantos erros, não tem como não pirar com essa temporada e ainda ficar mais ansiosas do que nunca com a continuação que está prometida para 2019! Não sabemos como lidar com isso.

Os Sonhadores

Os Sonhadores é um filme de 2003 do conceituado Bernardo Bertolucci, baseado no romance The Holy Innocents, de Gilbert Adair, que eu já assisti algumas vezes, mas ainda não havia trazido aqui para o blog, até que resolvi assistir novamente em um fim de semana de agosto.

A história se passa na França, em maio 1968, em meio aos movimentos políticos e estudantis e a grande greve geral que dominavam o país. Em meio a tudo isso, o norte americano Mattew (Michael Pitt) está em Paris para aprender Francês e se interessa intensamente pelo cinema, passando a frequentar a cinemateca local, até que o dono é demitido e o local para de funcionar. Nessa confusão, o rapaz conhece Isabelle (Eva Green) uma jovem linda, misteriosa e meio blasé, que tem um irmão gêmio, Theo (Louis Garrel). Ambos frequentavam as sessões de cinema e acabam puxando assunto sobre isso. Os três iniciam uma amizade forte que vem a se tornar um triângulo amoroso, após Mattew ser convidado para jantar com a família dos irmãos e, posteriormente, se juntar a eles em seu apartamento, onde sim, acontece um amor proibido, descrito de forma estranhamente romântica no filme, mostrando os irmãos como se fossem uma só pessoa, movidos pelos mesmos objetivos e com o mesmo sangue revolucionário. Apesar de ser aceito pelos dois, Mattew é apenas uma figura secundária na vida deles, Theo deixa isso bem claro para o rapaz e Isabelle, apesar de parecer interessada em algum tipo de relacionamento com ele, também não consegue se ver com outro sem o irmão. Há muita sensualidade no filme e muitas cenas de sexo, que são abordadas de uma certa forma poética e lúdica.

O cinema é parte fundamental da construção do enredo, que é recheado de referências a grandes clássicos e nos faz conhecer um pouco mais sobre o assunto, cheio de metáforas realizadas de forma impecáveis e citações marcantes. A fotografia é linda e a ambientação nos mostra exatamente o cenário que se passava na França de 68, nos fazendo conhecer um pouco mais dessa história, de uma forma tão diferente.

Apesar de ser considerado bastante polêmico, é um filme que eu gosto muito, pelo estilo, pelo tema, pelo elenco, enfim… pela produção completa. Ele trata de coisas que são consideradas tabus pela sociedade e tudo isso em meio a um fato histórico conhecido mundialmente, com falas ricas e muita cultura. Pra mim, os personagens merecem ser interpretados por cada expectador individualmente, em um sentido filosófico.

Outra coisa que amo demais em Os Sonhadores é a trilha sonora. Muita música boa do final dos anos 60, com Janis Joplin, The Doors e Jimmy Handrix. Super recomendado!

 

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Anime: Dragon Ball Super

Toda minha infância e adolescência fui completamente viciada em Dragon Ball e todas as suas temporadas. Esse mês foi lançado aqui no Brasil, no canal pago Cartoon Network, Dragon Ball Super, que trás de volta Goku e sua “trupe” para derrotar mais um grande e poderoso inimigo.

Para quem não conhece, o anime Dragon Ball foi criado por Akira Toriyama e possui 4 temporadas, Dragon Ball, Dragon Ball Z, Dragon Ball GT e agora Dragon Ball Super. Dessas temporadas a mais conhecida é a Z, em que Goku, um extraterrestre da raça Saiyajin, precisa defender a Terra de terríveis inimigos como Freeza, Cell e Majin Boo.

Nessa nova temporada, tão esperada pelos fãs, o novo inimigo de Goku é o deus da destruição, Bills, que está a procura do deus Super Saiyajin, uma lenda que conheceu e agora está em busca para enfrenta-lo. Porém não há nenhum deus desse tipo e então Goku e Vegeta tentam enfrentar Bills para proteger a Terra da destruição.

Além de Bills, o anime irá trazer de volta um dos piores inimigos da temporada Z, Freeza irá ressuscitar com a ajuda das esferas do dragão e irá atrás de vingança. Como é característica marcada de Dragon Ball, também terá muito treino, torneio de artes marciais e talvez uma nova transformação de Goku.

fonte: Omelete

O desenho está com os mesmos traços característicos da equipe de Akira, porém em alguns episódios o traço fica um pouco diferente, segundo o próprio Akira Toriyama é por causa dos novos ilustradores contratados. A abertura trás uma música bem empolgante, mas na minha opinião a melhor continua sendo a abertura de Dragon Ball GT, que em português é uma das versão mais bonitas.

É muita nostalgia ter de volta esse anime que marcou minha vida, e acredito que de muitas outras pessoas. Quem quiser acompanhar essa nova temporada, é só ficar atento a programação do Cartoon, transmitida de segunda à sábado as 15:30 e com reprise as 23h.

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