Anime: Dragon Ball Super

Toda minha infância e adolescência fui completamente viciada em Dragon Ball e todas as suas temporadas. Esse mês foi lançado aqui no Brasil, no canal pago Cartoon Network, Dragon Ball Super, que trás de volta Goku e sua “trupe” para derrotar mais um grande e poderoso inimigo.

Para quem não conhece, o anime Dragon Ball foi criado por Akira Toriyama e possui 4 temporadas, Dragon Ball, Dragon Ball Z, Dragon Ball GT e agora Dragon Ball Super. Dessas temporadas a mais conhecida é a Z, em que Goku, um extraterrestre da raça Saiyajin, precisa defender a Terra de terríveis inimigos como Freeza, Cell e Majin Boo.

Nessa nova temporada, tão esperada pelos fãs, o novo inimigo de Goku é o deus da destruição, Bills, que está a procura do deus Super Saiyajin, uma lenda que conheceu e agora está em busca para enfrenta-lo. Porém não há nenhum deus desse tipo e então Goku e Vegeta tentam enfrentar Bills para proteger a Terra da destruição.

Além de Bills, o anime irá trazer de volta um dos piores inimigos da temporada Z, Freeza irá ressuscitar com a ajuda das esferas do dragão e irá atrás de vingança. Como é característica marcada de Dragon Ball, também terá muito treino, torneio de artes marciais e talvez uma nova transformação de Goku.

fonte: Omelete

O desenho está com os mesmos traços característicos da equipe de Akira, porém em alguns episódios o traço fica um pouco diferente, segundo o próprio Akira Toriyama é por causa dos novos ilustradores contratados. A abertura trás uma música bem empolgante, mas na minha opinião a melhor continua sendo a abertura de Dragon Ball GT, que em português é uma das versão mais bonitas.

É muita nostalgia ter de volta esse anime que marcou minha vida, e acredito que de muitas outras pessoas. Quem quiser acompanhar essa nova temporada, é só ficar atento a programação do Cartoon, transmitida de segunda à sábado as 15:30 e com reprise as 23h.

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Séries e Filmes do mês #julho

Aqui mostramos as séries e os filmes que acompanhamos no mês de julho!

Anne With an E – 1ª Temporada

Não sabemos descrever o quanto amamos essa série desde o primeiro segundo. Ela tem uma mistura de elementos que despertam um pouquinho de tristeza e bastante alegria. A abertura, a fotografia e os cenários são incríveis, alguns dos melhores que já vimos e séries.

A produção Canadense é baseada no livro “Anne of Green Gables”, o qual nós já havíamos visto e nos apaixonado pela capa, mas ainda não sabíamos do que se tratava.

A séries conta a história de Anne (Amybeth McNulty), uma menina de 13 anos, ruiva, com sardas e que gosta de deixar bem claro que há um E no final de seu nome. Anne teve um passado difícil, se tornou órfã muito cedo e precisou viver em um orfanato e na casa de pessoas que a “adotavam” para que ela trabalhasse para conseguir sobreviver, mas ela acaba precisando voltar ao orfanato  e é adotada por engano por Matthew Cuthbert (R. H. Thomson) que precisava de um menino que o ajudasse nas atividades da fazenda, na qual vive com a irmã, Marilla Cuthbert (Geraldine James).

Matthew acaba se encantando por Anne e a leva para casa, para que a irmã a conheça, o que não deu muito certo no começo, mas a garotinha faz de tudo para demonstrar que é capaz de fazer as mesmas atividades que um menino. Sim, ela é uma menina de 13 anos já toda empoderada. E um laço de amor acaba se formando entre eles.

Anne tem diversos desafios em sua jornada e é muito difícil ter que provar que mesmo sendo uma órfã, feia (segundo a sociedade da época) e sem muitos recursos, ela se preocupa com o próximo e, mesmo quando acaba aprontando, está tentando algo para tentar agradar aos outros.

Conseguimos acompanhar as mudanças da personagem e também o seu amadurecimento, na personalidade, nas atitudes e na vida. Ela desenvolve uma amizade linda e verdadeira com Diana Barry (Dalila Bela), com a qual até faz um pacto e é lindo de ver o quando essa união dá forças pra Anne.

Com certeza o que mais gostamos foi a personalidade de Anne. Forte e sonhadora, a menina nos encantou com seu jeitinho, seu amor pelos livros e sua forte imaginação. A atriz merece um grande destaque, porque se expressa muito bem e nos emociona com seu papel.

Não tem como não nos identificar com algumas coisas! A Anne se identifica de cara, já pelo nome, exatamente igual ao dela e também, porque é meio ruivinha e tem sardinhas. A Eve, com a mente sem limites, imaginação fértil e com a coisa de criar um mundo único para se sentir livre dos problemas e das coisas chatas da vida, pois era assim quando criança.

Nem precisamos dizer o quanto recomendamos, né? São 7 capítulos lindos do início ao fim, disponíveis na Netflix.

Pretty Little Liars – 7ª Temporada – Final

Uma das séries de maior sucesso nos Estados Unidos e no Mundo e a que teve um dos maiores suspenses, tipo novela da Globo, chegou a sua sétima e última temporada e acompanhamos os últimos episódios dessa história de Aria (Lucy Hale), Hanna (Ashley Benson), Spencer (Troian Bellisario), Emily (Shay Mitchell) e Alison (Sasha Pieterse).

Já mostramos a série por aqui e acho que a maioria das pessoas conhece, principalmente as mais novinhas, porque sim, a série é Teen, mas gosto e assumo.

Vou até repetir o que escrevi em setembro do ano passado:  A série, baseada nos livros de Sara Shepard, é muito famosa e talvez dispense apresentações, mas basicamente conta a história de 5 amigas da cidade de Rosewood que eram super unidas e foram manipuladas por Alison, a mais popular da turma, a agir de forma um tanto quanto cruel. Alison some em um determinado encontro das amigas e é dada como morta por muitos anos, mas um assassino chamado “A”, que as meninas associam a ao nome de Alison, começa a cometer vários crimes pela cidade e a perseguir Aria, Hanna, Emily e Spencer, as 4 amigas que permaneceram vivas e guardam inúmeros segredos e mentiras. No decorrer das temporadas, descobrimos que Alison está viva e sofreu bastante durante o tempo em que esteve longe. “A” também é revelado e a vida das amigas passam por muitas transformações e temos um novo inimigo, AD.

Após as meninas voltarem a Rosewood, já mais velhas, elas passam por coisas que são decisivas em suas vidas. Spencer descobre que é filha de Mary Drake e, consequentemente, irmã de Charlotte e isso mexe muito com ela. Aria e Ezra estão organizando o seu casamento e a liar fica com os nervos a flor da pele, preocupada com acontecimentos do passado que podem atrapalhar esse momento especial e acaba tomando atitudes assustadoras e até se juntando ao inimigo por um tempo. Alison, que está grávida, descobre que o filho é, na verdade de Emily, que teve seus óvulos usados para a inseminação, por AD. Apesar de estar se acertando com Paige, Emily decide apoiar Alison e as duas acabam firmando uma relação e têm as filhas juntas, sim, são gêmeas, Lily e Grace. Hanna está em uma relação estável com Caleb e parece ser a que mais se compromete em proteger o grupo de amigas.

Em meio a tudo isso, AD começa um jogo com as meninas, em um tabuleiro que tem consequências na vida real, onde cada uma delas tem sua vez de jogar e devem montar as peças do quebra cabeças. Prestes a irem para a cadeia pelo assassinato de Rollins, Spencer parece retomar aos poucos a sua relação com sua verdadeira mãe, Mary e se reaproxima de Toby, que voltou. Hanna e Caleb se casam. Emily e Alison decidem ter as filhas juntas, sim, são gêmeas, Lily e Grace. E Aria revela seus segredos. Porém, Mary assume a culpa pela morte de Rollins e livras as meninas da prisão, mas o jogo continua. O casamento de Aria e Ezra não sai como o esperado e, com a ajuda de Mona, as liars descobrem finalmente a pessoa responsável por todas as torturas e coisas ruins que vinham acontecendo em suas vidas.

Não vamos revelar aqui, apesar de estar em toda a internet, quem é AD, mas não chega a ser chocante se você já conhece um pouquinho do universo de Pretty Little Liars.

O casamento finalmente acontece e as 5 amigas terminam a série em uma despedida, com Hanna revelando que está grávida. Também surge um novo grupo de meninas que deixam a entender que são a nova geração de liars, o que não achamos muito necessário.

Foram muitos parágrafos, mas quando  uma série chega ao final, é difícil poupar palavras.

Orange is The New Black – 5ª Temporada

Uma das séries mais queridinhas da Netflix chegou à sua 5ª temporada, com mais maturidade e até um pouquinho de enrolação, na nossa opinião, mas ainda assim, muito bem estruturada e com muitas mensagens importantes.

Após a morte de uma das detentas mais queridas, as mulheres da penitenciária de Litchfield travam uma forte rebelião em busca de direitos humanos da responsabilidade e punição pela morte da amiga. Os 13 episódios que compõem essa temporada mostram os 3 dias dessa rebelião, onde as negociações são feitas principalmente por Taystee (Danielle Brooks), inclusive, todo o núcleo afro-americano passa a ganhar mais destaque nessa temporada e a protagonista Piper Chapman (Taylor Schilling), aparece bastante apagada, apesar de ainda um pouco perturbada. Seu relacionamento com Alex Vause (Laura Prepon) parece que chega a um ponto ideal, na medida do possível, e as duas estão se dando muito bem.

Durante a rebelião, alguns guardas são mantidos reféns e também Caputo (Nick Sandow) e um assessor de imprensa do complexo e todo acabam experimentando um pouco do que é a vida dentro da prisão e também são usados para as negociações. A famosa Judy King (Blair Brown), que estava prestes a encontrar a liberdade quando a rebelião se iniciou, também entra como moeda de troca para as negociações, mas acaba sendo liberta. Red (Kate Mulgrew) está obcecada com o passado de Piscatella (Brad William Henke) e o guarda acaba se tornando o grande vilão da temporada.

Cada personagem age de uma forma diferente diante da rebelião, algumas estão em busca de vingança do sistema, outras querem a sua liberdade e outras estão só ali, vivendo a sua maneira mesmo em meio ao caos, como por exemplo Flaca (Jackie Cruz) e Maritza (Diane Guerrero), que viram YouTubers e Leanne (Emma Myles) e Angie (Julie Lake), que só querem ser mais loucas do que nunca. Frieda (Dale Soules) também aparece como destaque e conhecemos suas origens, sua força e também o seu esconderijo secreto, que ajuda outras detentas no momento da confusão.

O final da temporada e da rebelião é triste, pois, como era previsto, as detentas não conseguem alcançar os objetivos que buscavam e são transferidas e separadas.

Percebemos que a a série, apesar de ainda ser maravilhosa, tomou um rumo um pouco mais raso, e muito episódios poderiam ter sido menores ou compilados, mas também, depois de uma 4ª temporada arrebatadora como foi a última, seria muito difícil conseguir manter o padrão.

Glow – 1ª Temporada

Glow, a nova produção da Netflix, trás uma história muito legal e engraçada, que se passa nos anos 80 em Los Angeles. A série conta sobre Ruth Wilder (Alison Brie), uma atriz que quer ter um grande papel nas telas da TV,  mas nessa época as mulheres eram pouco valorizadas e, na maioria das vezes os papeis eram para atuar como secretária, garçonete ou algo do tipo.

Ruth participa de um teste para atuar na série Gorgeous Ladies of Wrestling, ou melhor Glow, do diretor Sam Sylvia (Marc Maron), que nada mais é do que aquela famosa luta livre com golpes ensaiados que fez muito sucesso nos anos 80. Apesar de conseguir o papel, Ruth acaba sendo removida do elenco, porém ela não desiste do papel e ensaia alguns golpes para mostrar ao diretor e reconquistar seu lugar.

No dia em que ela resolve tentar reconquistar seu lugar em Glow, por azar ou sorte, sua melhor amiga Debbie (Betty Gillpin) descobre que Ruth transou com seu marido e vai até  o local dos ensaios tirar satisfação com ela. Elas acabam brigando de verdade, o que deixa Sam empolgado em utilizar as duas em sua série, então ele consegue convencer Dabbie e Ruth a serem, respectivamente, Heroína e Vilã de Glow.

A série é feita pelos mesmos produtores de Orange is the New Black e tem até um pouco do mesmo estilo, mas definitivamente Glow se apresentou uma obra prima. A fotografia é bem característica dos anos 80, assim como os figurinos e trilha sonora, a trama é muito bem pensada e bem elaborada, deixando cada episódio mais empolgante que o outro.

Gente não resistimos a essa versão de Glow com a Gretchen vs Cadillac, então vamos deixar o trailer original e essa versão muito engraçada que a própria Netflix fez com nossas “musas” do Brasil!

Okja

Um filme do cineasta sul-coreano Bong Joon-ho, produzido pela Netflix, trás uma fábula satírica sobre a super produção de carne no mundo. Na história eles utilizam um “super porco” fictício, um animal bem grande e que tem um olhar meigo, tipo o de um cachorrinho, mas essa nova espécie de animal foi criada apenas para ser a carne mais saborosa que o mundo já viu.

Lucy Mirando (Tilda Swinton), CEO da Mirando Corporation, lança ao mundo com orgulho seu mais novo produto, o “super porco”, que em 10 anos estará pronto para ser comprado e consumido. Ela lança um concurso em que o pequeno produtor que conseguir o melhor resultado na criação do “super porco”, receberá um prêmio e seu animal será mostrado ao mundo em um desfile.

Depois de 10 anos, quem conseguiu o melhor resultado foi de Okja, a porca de Mija (Ahn Seo-hyun), uma filha de fazendeiro que a criou como um membro da família, dando amor, carinho e atenção. O pessoal da Mirando Corporation tenta levar Okja para a empresa e Mija começa uma grande corrida para impedi-los, no meio do caminho aparece um grupo de defensores dos animais que ajudam Mija, porém o plano deles é utilizar Okja para registrar todos os abusos com animais que essa grande corporação faz.

O plano deles dá certo, conseguem mostrar durante o festival do “super porco” todas as cenas de abuso e maus tratos para toda a população, mas na hora de tentar resgatar Okja e devolver para Mija, o plano dá errado e ela é levada para a fábrica, onde todos os porcos estão sendo abatidos. Mija consegue impedir que Okja seja abatida e leva-la de volta para casa junto com um bebezinho “super porco”, porém todos os outros não tiveram esse final feliz.

Foi muito difícil de assistir esse filme, mesmo eles utilizando de um animal fictício, Okja representa todos os animais, toda essa criação em massa e super produção de carne. Não consegui comer carne por uns 3 dias depois que vi o filme e agora estou mudando minha alimentação.

Todo mundo sabe que essa crítica que o filme trás é real, mas estamos sempre ignorando essa questão da carne, eu ignorei por muitos anos, até que nesse filme me deu um “estralo” e decidi mudar, por essa questão de produção em massa, não por achar que é mais saudável ou não. O legal é que nesse formato que foi feito o filme, eles conseguem atingir todas as pessoas, homem, mulher, idoso e criança, assim a mensagem é entregue a todos e fica critério de cada um se que achar que é apenas um filme ou algo mais.

Só um aviso importante, se você não aguenta ver um animalzinho sofrer, acho que esse filme é um pouco pesado, não tem nada explicito, mas só de deixar subentendido eu chorei bastante.

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Black Mirror: Nosedive

Black Mirror é uma série super atual que mostra de forma futurísticas o caminho que a sociedade tem seguido, é uma critica a nossa dependência da tecnologia e redes sociais. Os episódios não estão conectados entre si, sendo que cada um trás  uma visão diferente do nosso “futuro”.

Um dos episódios mais marcantes para mim e acredito que para todos também é o Nosedive, nele é abordado essa questão de redes sociais, seguidores, likes, toda essa loucura que já vivemos, mas é mostrado de um jeito exagerado.

A história é sobre Lacie Pound (Bryce Dallas Howard) que possui 4.2 estrelas em sua rede social e com essa pontuação ela tem uma vida boa, pois nessa realidade é super importante ter uma boa avaliação, isso significa sua “qualidade de vida” e “classificação” na sociedade. Visando uma melhoria de padrão de vida, Lacie quer comprar uma casa luxuosa em um bairro nobre, mas para isso ela precisa der 4.5 estrelas.

Uma “amiga” antiga, Naomi (Alice Eve), irá se casar em breve e chama Lacie para ser sua madrinha, como Naomi possui 4.8 estrelas, ela acredita que se fizer um lindo discurso em seu casamento, sua pontuação irá subir até o necessário para comprar a tão sonhada casa de luxo. Porém acontecem muitos contratempos que faz com que Lacie perca muitos pontos, sendo barrada no casamento da amiga por ser uma pessoa de baixa avaliação e acaba na cadeia com zero estrelas.

O que esse episódio tem haver com a vida real? TUDO, pelo menos no mundo do marketing e blogs é exatamente assim que funciona, as redes sociais ganharam grande poder com o tempo, sendo o melhor marketing que temos hoje em dia. Mas a grande maioria das marcas e empresas só enxergam os influenciadores por números de seguidores e não por conteúdo ou qualidade, o que faz com que muitas das pessoas desse meio acabem comprando seguidores ou buscando outros meios como, por exemplo, foto com alguém famoso só para crescer nas redes.

No final das contas, o que era para ser um marketing mais real do que esses de televisão, na verdade está ficando tão falso quanto e ainda deixando as pessoas igual a personagem Lacie de Black Mirror. Mesmo pessoas que não estão nesse universo de influenciadores, as pessoas comuns, estão se importando em conseguir seguidores, em ter o feed bonito e muitas outras coisas que muitas vezes não são “naturais” delas.

Eu me vejo muitas vezes nessa personagem, pois trabalho com blog e esse meio é assim mesmo, mas fico muito feliz de conhecer marcas que se importam mais com o conteúdo do que com os números e são elas que nos motivam a continuar com esse trabalho que amamos e buscamos fazer com qualidade.

Acredito que Nosedive não irá se tornar uma realidade, pois um mundo assim seria horrível, e por mais que tenha esse lado ruim que surgiu com as redes sociais, elas nos trouxeram principalmente uma coisa maravilhosa, o compartilhamento de informações e idéias, o que faz com que mais pessoas valorizem o que é realmente bom, verdadeiro e tem qualidade.

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Duas comédias britânicas curtinhas pra você conhecer

Eu não sou uma pessoa que ama a séries de humor. Ok, gosto de Friends até hoje e já tive minha fase de How I Met Your Mother e The Big Bang Theory, mas acabo me apegando a outras coisas nessas séries, que vão além do humor.

Há alguns anos atrás, assim como várias outras pessoas, eu comecei a me interessar cada vez mais pelas séries britânicas, sempre as mais complexas ou com dramas, mas a Netflix me recomendou alguns títulos de comédias e eu resolvi dar uma chance.

O humor britânico tem a tendência de não ser especificamente ou exclusivamente engraçado. Eu sei que parece estranho e soa preconceituoso, mas é que muitas pessoas, com as quais eu já conversei e também pelo que já li internet afora, não conseguem entender muito bem o humor britânico ou acham bobo. Eu, sempre do contra, acabei me rendendo às séries engraçadas da terra da rainha, então resolvi separar 2, que são parecidinhas, em geral, pra apresentar pra vocês. Elas já apareceram aleatoriamente nos posts de Séries e Filmes do Mês:

Lovesick

Essa sitcom, inicialmente do Channel 4 e agora da Netflix,  tem um formato muito legal de assistir, tem 2 temporadas, a primeira tem 6 episódios e a segunda 8 e eles tem mais ou menos 25 minutos de duração cada. Em uma maratona curtinha dá pra zerar tudo.

O que mais gostei nessa série de cara foi o nome de uma das protagonistas, Evie, que é uma das milhares de variações do meu apelido. A produção conta a história de 3 amigos Dylan (Johnny Flynn) , Evie (Antonia Thomas) e Luke (Daniel Ings), com foco na vida amorosa de Dylan, mais especificamente sua vida sexual, pois o rapaz contrariou clamídia e precisa contar a todas as ex parceiras que elas também correm o risco de estarem contaminadas. Tarefa nada fácil, né? Ele resolve fazer uma lista alfabética e sair em busca das garotas para dar a notícia.

Os acontecimentos não são mostrados de forma linear, outro ponto que gostei bastante. Os fatos aparecem a partir dos flashbacks que Dylan tem de seu relacionamento com cada garota que ele precisa contar sobre a doença e também mostra a forma como esses relacionamentos acabaram e cada episódio leva o nome de uma delas, nas duas temporadas. Por estarem sempre juntos, Luke e Evie também acabando fazendo parte dos flashbacks. 

Pelo episódio piloto já é possível perceber o tipo de humor que vai levar a série e já conhecemos 2 das parcerias de Dylan, no casamento de um amigo do grupo, do qual Evie é a fotógrafa. Também podemos ver que os dois nutrem uma amizade especial e que, ao mesmo tempo, rola uma friendzone ali. Luke é um cara debochado, machista..enfim, um verdadeiro cretino, desde o começo, mas também é responsável por alguns dos melhores momentos de humor da série.

A segunda temporada segue exatamente o mesmo caminho da primeira, mas o grupo está um pouco maior, pois o amigo que casou no piloto, Angus (Joshua McGuire), está convivendo mais com eles e Evie está em um relacionamento sério, ficando noiva, o que acaba abalando um pouquinho Dylan que, por sua vez, acaba se envolvendo novamente com uma de suas antigas parcerias.

Os diálogos são muito tranquilos e bem elaborados, sem nenhum conteúdo muito profundo, o que torna muito fácil de entender. Eu amo assistir a séries e filmes britânicos, porque tenho um amor especial pelo sotaque e Lovesick me fez amar mais ainda, porque geralmente eu via coisas mais complexas no idioma e comédias, só acompanhava as americanas, mas a série é leve e despretenciosa e com humor na medida ideal. Então, tudo isso, com o charme do sotaque britânico, me encantou.

Mais uma coisa que eu gosto muito no enredo, é a amizade deles. Apesar de terem personalidades super diferentes e de ter um romance ali no meio, eles se apoiam diante dessa situação delicada que acontece com Dylan. Também acho legal acompanhar os passeios que eles fazem e poder conhecer um pouquinho mais da Inglaterra. 

Outro ponto que preciso destacar e que sempre reparo em séries e filmes é a trilha sonora. A de Lovesick é muito boa, com músicas que passeiam entre o pop e o indie e que combinam perfeitamente com o clima da série.

Uma curiosidade é que o título da série era “Scrotal Recall”, mas a Netflix resolveu deixar mais leve e escolheu Lovesick.

Como eu falei ali em cima, a série é bem curtinha. Eu assisti a primeira temporada no meu horário de almoço, porque sempre busco algo gostosinho e rápido de ver nesses momentos e a segunda eu maratonei em uma tarde. Agora estou aguardando uma terceira temporada, que ainda não foi anunciada.

 

Eu recomendo muito que vocês assistam, mesmo se não forem super fãs de comédia, porque é realmente muito levinha e divertida.

Pontos positivos: A série é rapidinha e envolvente, com um humor leve e gostoso.
Pontos negativos: O roteiro é muito aberto e pouco explorado.
Personagem preferida: Evie, porque ela é linda e tem um nome lindo. <3

Crashing

Eu comentei no início do post que as séries eram meio parecidinhas e foram os poucos pontos semelhantes com Lovesick que fizeram com que eu me interessasse por Crashing. E gente, tem uma comédia recente da HBO que tem o mesmo nome, mas não é essa viu! Assim como Lovesick, Crashing também tem um conteúdo raso e sem acontecimentos que mudam a vida, mas é esse climinha descontraído que me fez incluir a série neste post. Também falei um pouquinho sobre ela no último post de séries e filmes aqui no blog.  

A série conta a história de um grupo de jovens que vive em um hospital abandonado, onde são guardiões, o que significa que eles protegem o lugar em troca de um aluguel bem barato. Também existem várias regras de convivência e de bem estar, que praticamente ninguém respeita.

Acompanhamos primeiro, um grupo principal de 5 moradores do hospital, Kate (Louise Ford) e Anthony (Damien Molony), um casal que está juntando dinheiro pra casar, Sam (Jonathan Bailey ), um rapaz que vive o luto pelo falecimento do pai e alguns dramas sobre sua vida e opção sexual, além de querer pegar todas as mulheres que vê. Melody (Julie Dray), uma artista em busca de inspiração e muito blasé e Fred (Amit Shah), um jovem indiano e homosexual que está se descobrindo.

Em paralelo, vemos Lulu (Phoebe Waller-Bridge), uma jovem que está em um ônibus indo encontrar um amigo de infância e também em busca de novas aventuras, pouco tempo depois, descobrimos que esse amigo é o Anthony. Lulu passa a fazer parte do grupo, a partir do momento que começa a morar no hospital também e percebemos no ar um clima entra ela e Anthony e fica bem claro que os dois sempre tiveram sentimentos além da amizade e Kate também acaba percebendo.

Lulu é bem doidinha, largadona e cômica, ela toca ukulele e faz músicas engraçadas sobre a vida dos outros. Logo ela já está toda enturmada e passa a fazer parte da rotina dos moradores, principalmente do casal, Anthony e Kate. Ao contrário de Lulu, Kate é mais conservadora e um pouco neurótica, apesar de bem brincalhona e é aquela que vive resolvendo as coisas no grupo, fazendo as festas, consertando as coisas, quase a mãe de todos.

Também entra em cena Colin (Adrian Scarborough), um cara mais velho e colega de trabalho de Kate, que vive deprimido por conta de seu divórcio e que acaba se tornando a “musa inspiradora” de Melody, para a criação de suas obras e ele também leva um pouco mais de humor ao grupo.

As coisas giram mais em torno de Anthony, Kate e Lulu, mas a série mostra várias situações inusitadas e as muitas cagadas que esses jovens fazem, enquanto vivem a beira do despejo.

Phoebe Waller-Bridge, além de protagonista, também é uma das criadoras da série e eu fiquei numa séria dúvida se gostei mais dela como criadora ou personagem, mas no geral, achei bastante engraçada.

O tom de humor  é leve durante a maior parte do tempo, mas às vezes fica um pouco forçado e o enredo se perde um pouquinho em alguns pontos, mas nada disso chega a prejudicar o andamento da série ou me fez desistir dela, muito pelo contrário, estou curiosa pela próxima temporada.

Uma das coisas que mais gostei e que, na verdade eu acho que é um toc meu, é que fiquei identificando traços da personalidade dos personagens com meus amigos e até comigo.

A série é bem curtinha, só tem uma temporada até agora e está na Netflix. Cada episódio tem vinte e poucos minutos e eu assisti tudinho em um dia. Se recomendo? Simmm!

Pontos positivos: série curtinha e descontraída.
Pontos negativos: enredo raso.
Personagem preferida: Melody, ela é ruiva e super blasé.. oi! praticamente eu.

Vocês já chegaram a assistir a alguma dessas duas séries? Gostaram? Me contem nos comentários e, se tiverem mais dicas de séries nesses estilo, me contem também, que vou adorar saber.

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Nossas séries: TAG #seriados

Nós ja declaramos, em outro post de tag que não somos muito fãs de tags rsrsr, mas vimos uma que é muito a nossa cara e resolvemos responder. É a TAG SERIADOS, criada pela Lia, do Just Lia e sua irmã.

Somos simplesmente viciadas em séries e não passamos 1 dia se quer sem assistir a pelo menos um episódio de alguma produção legal, então foi um pouquinho difícil responder, mas tentamos deixar eleger apenas uma série pra cada pergunta mesmo.

Aperta o play pra ver nossas respostas:

1. Qual seu seriado atual favorito?
Game of Throne e Vikings

2. Qual seu seriado antigo favorito?
Friends e Smallville

3. Cite um seriado que todos gostam e você não gosta.
Gossip Girl e House of Cards

4. Qual seu personagem favorito de um seriado? Qual personagem você odeia?
Lorelai (Gilmore Girls) e Tyrion (Game of Thrones). Rory (Gilmore Girls) e Wes (How to get Away with Murder).

5. Qual seriado você recomenda para todo mundo?
Breaking Bad e Vikings.

6. Qual seriado tem o melhor figurino?
Viking e Game of Thrones.
7. Qual foi o último seriado que você assistiu?
Anne with an E.

8. Já ficou triste com o final de alguma série?
Sim! How I Met Your Mother e Dexter.

9. Melhor abertura ou música tema?
Game of Thrones e Anne with an E.

10. Qual seriado você tem vontade de assistir?!
Orphan Black e Suits.

E aí, gostaram de saber um pouquinho mais sobre nossas séries? Como as respostas podem mudar acabar mudando pelo tanto de séries que assistimos, estamos pensando em atualizar a tag mais pra frente, com algumas variações nas perguntas. O que acham?

Conhece outra tag parecida? Conta pra gente. Ficou com vontade de responder à TAG também? Responde aqui nos comentários, que vamos adorar!

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Séries e Filmes do mês #junho

Começamos este post com uma dose de tristeza pelo cancelamento de Sense8, uma das séries que mais gostamos! Ainda não acreditamos, a série não pode morrer assim, sem fim e ainda temos esperanças de que isso é uma jogada de mkt ou que alguém vai bancar uma última temporada que seja!

Desabafos a parte, vamos aos filmes e às séries que assistimos no mês de junho!

Bates Motel 

séries junho bm

A série de Anthony Cipriano, foi um prelúdio moderno do clássico filme e livro Psicose, de Alfred Hitchcock e chegou ao fim em abril, mas só assistimos recentemente e, exatamente no post de séries e filmes de junho do ano passado, falamos sobre ela.

Acompanhamos os últimos episódios que fizeram Norman Bates se tornar aquele rapaz que conhecemos no filme e também tivemos a super conhecida cena da morte no chuveiro, que aqui foi refeita de uma forma a lembrar o clássico e não simplesmente copiá-lo. Marion Crane, a famosa moça da cena icônica é vivida por Rihanna, que desempenha um bom papel, trazendo modernidade e um olhar diferente à personagem.

Norma não está mais fisicamente presente na vida do filho, mas não sai de seu lado, em seus pensamentos e atitudes. Acompanhamos de perto a transformação do filho em sua própria mãe e todos os distúrbios que envolvem esse processo. Os personagens secundários se tornam um pouco dispensáveis, mas ajudam a esticar a série até os seus últimos minutos.

Apesar de ter uma aceitação difícil desde o seu início, Bates Motel conseguiu ser uma série brilhante, sem copiar a sua referência como um todo, agindo mais como uma homenagem. As atuações principais de Vera Farmiga e Freddie Highmore são uma obra à parte e conseguiram ilustrar perfeitamente Norma e Norman Bates.

Crashing 

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Estava passeando pela Netflix vendo algumas recomendações e me apareceu Crashing, relacionada a Lovesick, uma série que já comentamos por aqui também. Enfim, peguei o primeiro episódio pra assistir e quando eu vi, terminei a primeira temporada em um dia. Ela é britânica, do Channel4 e traz aquele tom de humor britânico que muitas pessoas acham difícil de entender ou não gostam mesmo. Crashing sofre de um mesmo problema que Lovesick, é uma série que tem uma ideia geral bacana, mas que poderia oferecer muito mais, ainda assim acho legal pra assistir naqueles momento descontraídos ou quando não queremos esquentar a cabeça com um conteúdo muito pesado.

A série se passa em um hospital abandonado onde várias pessoas moram juntas e pagam um valor super baixo de aluguel por meio de um “guardião” que assina o contrato, mas ainda assim vivem a beira do despejo. De início acompanhamos um grupo principal de jovens divertidos, entre os quais estão Kate (Louise Ford) e Anthony (Damien Molony), um casal que está juntando dinheiro pra casar, Sam (Jonathan Bailey ), um rapaz que vive o luto pelo falecimento do pai e alguns dramas sobre sua vida sexual, Melody (Julie Dray), uma artista em busca de inspiração e Fred (Amit Shah), um jovem indiano que está se encontrando. Posteriormente aparecem Colin (Adrian Scarborough), um colega de trabalho de Kate e Lulu (Phoebe Waller-Bridge, que também é criadora da série), melhor amiga de Anthony desde a infância.

Lulu sai para visitar Anthony em busca de novas experiências e acaba fazendo parte dos moradores do hospital e então, seus sentimentos entre amizade e algo a mais entram em cena. Os dois vivem flertando e Kate começa a ter reações sobre a amizade especial dos dois. Lulu é meio doida, largada e cheia de atitude, enquanto Kate é brincalhona, porém mais reservada e praticamente a mãe do grupo e Anthony se ve meio balançando entre as duas e a trama se concentra bastante aí, com algumas boas cenas dos coadjuvantes.

A série só tem uma temporada de 6 episódios e cada um tem em torno de 20 minutos, facinho de terminar.

Las Chicas Del Cable

series junho chicas

A série é a primeira produção espanhola original Netflix e aborda a luta feminina no finalzinho da década de 20. A trama é bem fácil de acompanhar e, às vezes até lembra uma novela de época, bem mais elaborada. A trilha sonora é muito gostosa e a música de abertura, Salt, da B. Miles é apaixonante.

A história se passa em Madri, quando algumas mulheres vem de diferentes lugares do país para trabalhar em uma grande companhia telefônica, cada uma com objetivos diferentes, mas todas em busca de sua liberdade na sociedade como mulheres.

Alba (Blanca Suárez) é uma moça enigmática que sempre tenta ajudar outras mulheres, ela guarda um passado difícil e cheio de segredos e para conseguir trabalhar, precisa assumir um outro nome e se torna Lidia. Ela se envolve com a polícia e reencontra um grande amor da adolescência, que mudou sua vida, mas ela precisa esconder isso e toma ações que, muitas vez, são tidas como suspeitas pelas amigas. Marg (Nadia de Santiago) a é uma moça simples e tímida, vinda do interior e cheia de sonhos amorosos, que sempre tem uma palavra ou atitude pra ajudar as outras meninas. Carlota (Ana Fernández Garcia) é minha personagem preferida, dona de uma personalidade forte, a moça não tem medo de buscar sua independência, mesmo vivendo com ajuda financeira dos pais, ela começa a se auto-descobrir e se vê em um triângulo amoroso entre seu namorado e outra mulher, pela qual se apaixona. Angéles (Maggie Civantos) é uma ótima mãe e esposa, dedicada ao seu trabalho, mas é traída pelo marido violento. Sara (Ana Polvorosa) é uma mulher decidida, centrada em seu trabalho, mas também é ativista e livre. Em certo momento essas mulheres fortes se tornam amigas, sempre uma fortalecendo a outra e a profissão de telefonista é o que as une de início.

Os homens são personagens super secundários na trama, mas fundamentais, pois sempre aparecem como obstáculos na vida dessas moças, sempre impondo o machismo de forma prepotente e autoritária. Nessa série percebemos ainda mais o quanto as mulheres sofriam. Chega a subir um ódio em muitas cenas.

A narração é envolvente e te faz assistir aos 8 episódios da primeira temporada com muito interesse. Acho até que dá pra maratonar, mas eu levei alguns dias pra ver tudo. Cada capítulo tem em torno de 50 minutos. Recomendo muito que assistam, acho que é uma série bastante necessária.

Corra! (Get Out)

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Fazia tempo que não tinha um suspense assim nos cinemas, sem espirito ou assombração, apenas psicopatas. O filme “Corra!” é um suspense escrito e dirigido pelo comediante Jordan Peele que consegue trazer um formato de terror com uma pitada de comédia.

Tudo se passa em um fim de semana em que Chris (Daniel Kaluuya) é convidado por sua namorada, Rose (Allison Williams), a visitar seus pais e passar o fim de semana com eles. Chris não gosta muita da ideia, pois ele é negro e a família de sua namorada é branca, então acha que os pais dela podem não gostar muito dele.

Ao contrário do que imaginava, os pais de Rose o recebem muito bem e são super simpáticos com ele, porém ele nota algo estranho no ar, principalmente na mãe de Rose e nos dois empregados negros da casa. Na primeira noite de Chris na casa algo esquisito acontece, ele acredita que foi hipnotizado, mas não consegue ter certeza se aconteceu de verdade ou se foi um sonho.

Aos poucos Chris descobre que toda a família de sua namorada, inclusive a própria Rose, são psicopatas que hipnotizam negros e vendem em um leilão para lunáticos que desejam seus corpos para uma espécie de transplante de cérebro.

O suspense é bem envolvente e desperta uma grande curiosidade para entender tudo o que está acontecendo.  O comediante LilRel Howery que interpreta o amigo de Chris dá todo ar cômico a trama deixando o suspense um pouco mais leve e divertido.

Da Magia à Sedução (Practical Magic)

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Um dia eu estava zapiando os canais da TV e me deparei com esse filme, que posso dizer ser um dos nossos favoritos dos anos 90, então não resisti e assisti novamente esse romance maravilhoso! “Da Magia à Sedução” é uma comédia romântica de 1998, foi dirigido por Griffin Dunne e conta com esse elenco maravilhoso, Sandra Bullock, Nicole Kidman, Stockard Channing, Dianne Wiest, Aidan Quinn e Goran Visnjic.

A história gira em torno da família de bruxas Owens, que no passado uma jovem bruxa lançou um feitiço sobre si mesma após uma decepção amorosa, fazendo com que o feitiço se tornasse uma maldição para todos seus descendentes, causando a morte da pessoa amada. Gillian e Sally são descendentes da família Owens e vivem com suas tias bruxas, um dia Sally (Sandra Bullock) lança um feitiço de amor verdadeiro para se proteger da maldição enquanto Gillian (Nicole Kidman) decide se apaixonar e viver intensamente cada paixão que aparecer em sua vida.

Sally um dia acaba se apaixonando e construindo uma família, que anos depois acaba sofrendo a maldição e seu marido morre atropelado. Gillian se envolve com um cara barra pesada e pede ajuda de Sally para se livrar dele, mas as duas acabam cometendo um assassinato e tentam usar a magia para concertar.

As duas ficam em perigo por causa dessa magia, mas logo aparece um policial para ajuda-las e Sally percebe que o policial na verdade é seu feitiço de amor que foi feito quando criança e agora apareceu em sua vida para quebrar a maldição.

O filme é cheio de romance e magia, com uma trilha sonora super gostosa composta por Alan Silvestri. Foi super nostálgico rever esse filme, o figurino anos 90, as músicas e essas duas atrizes que sempre gostei muito! Vale super a pena ver ou rever “Da Magia à Sedução”.

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Séries e Filmes do mês #maio

Aqui mostramos as séries que assistimos em maio. Estamos fracas de filmes esses tempos, precisamos ir mais ao cinema rsrsrs.

Girlboss

séries girlboss

A série, original Netflix, que gerou um super burburinho é derivada do livro de mesmo nome e fez alguns amarem e muitos odiarem. Ela conta a história da criadora da Nasty Gal, Sophia Amouruso e como a menina que vivia trocando de emprego para conseguir se manter, se tornou uma super empreendedora do mundo da moda em apenas 6 anos e construiu um enorme império online.

Tudo começou quando Sophia (Britt Robertson) é demitida pela última vez na vida e tem a ideia de garimpar roupas em brechós antigos, dar uma customizada e vender em sua lojinha no eBay e já a primeira peça, uma jaqueta vintage, foi comprada por um precinho super em conta e vendida por muitas vezes mais. Depois do primeiro insight, a garota cria uma ambição para que seu negócio e ainda mais paixão pela moda, porém Sophia é  bastante impulsiva, egoísta e inconsequente e faz o que acha que deve ser feito para chegar aonde quer.

Seus relacionamentos, namoro e amizades, são abalados pela forma como ela age com as pessoas, muitas vezes as desmerecendo e isso torna a personagem irritante na maior parte da série, porém, é também inspiradora e mostra todo um lado #girlpower cheio de atitude e personalidade.  Aos poucos ela vai se dando conta de que está agindo de forma escrota com as pessoas que estão ao seu redor buscando apenas ajudar, principalmente sua melhor amiga, Annie (Ellie Reed) e busca se redimir.

A série é bastante equilibrada, tem seus pontos negativos, e a protagonista é um deles, mesmo com a atriz fazendo uma ótima interpretação, mas a produção é ótima, os figurinos são incríveis, a trilha sonora é uma volta aos anos 2000, a locação (São Francisco) é a coisa mais linda e gente, tem RuPaul Charles fazendo umas pontinhas maravilhosas! Não li o livro pra comparar, mas acredito que ele seja mais interessante, apensar disso eu  até recomendo a série, mas não comesse assistir esperando se apaixonar loucamete. Os episódios são bem curtinhos, então dá pra maratonar em um dia brincando!

Dear White People

séries dwp

Essa série é ótima que gerou bastante polêmica antes de sua estreia! Ela é baseada em um filme homônimo de 2014, que eu não assisti, e é original Netflix. Ela aborda o racismo de uma forma única e muito real com alguns pontos de comédia e críticas fortes. Uma curiosidade é que o 5º episódio, e mais intenso, foi dirigido por Barry Jenkins, vencedor do Oscar deste ano, com Moonlight como melhor filme.

As coisas acontecem na Universidade de Winchester, formada por uma maioria de estudantes brancos e alguns grupos de estudantes negros que se unem contra os atos racistas. Samantha White (Logan Browning) é a protagonista da história, ela é uma estudante negra e ativista e locutora da rádio universitária e decide criar um programa intitulado “Cara gente branca”, para criticar a forma como o racismo é tratada e mostrar as coisas de um outro ângulo. Além de Sam, a série conta com mais 4 personagens principais que fazem parte de um mesmo grupo, mas tem personalidades completamente diferentes, Lionel (DeRon Horton) faz parte da equipe jornalística da universidade e está descobrindo sua sexualidade, Coco Conners (Antoine Robertson), que buscou mecanismos para se livrar do racismo e, muitas vezes, ignorá-lo, Troy Fairbanks (Brandon P Bell), filho do reitor e precisa esconder quem realmente é, para acatar aos mandamentos do pai e Reggie Green (Marque Richardson), apaixonado pela Sam e um super gênio da programação, além de poeta, mas é visto como uma pessoa potencialmente violenta apenas pela cor de sua pele.

A série não economiza nas sátiras à outras séries como Scandal e Game of Thrones e também faz referências a filmes como Django Livre, de Tarantino e Faça a coisa certa, de Spike Lee. A produção também mostra muitas dificuldades que os negros sofrem por puro racismo e o quanto é difícil para se “encaixarem” em algum grupo que não seja de negros. Tudo parece ser intensificado por conta da cor da pele, a homosexualidade, a violência, o instinto de defesa e a série mostra isso com exemplos bem posicionados. Até mesmo os relacionamentos parecem mais difíceis, principalmente se for de uma pessoa de pele negra com uma de pele branca, caso de Sam e Gabe, seu namorado. Achei muito bacana que mostram que o racismo também existe em relação a outras etnias, por exemplo, orientais e que, sim, os brancos, em sua maioria, acreditam que palavras não importam e não ofendem.

O conteúdo inteiro da série é muito interessante e tem muito o que ser dito, eu ficaria horas escrevendo aqui e não conseguiria dizer tudo o que ela transmite, então recomendo que assistam com o coração aberto. Os episódios são curtinhos, com cerca de 25m cada, então também dá pra maratonar fácil.

Sense8 

séries sense8 2

Depois do que pareceram mil anos, finalmente estreou em maio a segunda temporada completa de Sense8 e está muito boa, porém eu me perdi um pouco e alguns pontos, tenho que confessar, mas acho que foi pela distância de uma temporada a outra. A série dos Irmãos Wachoswski e de J. Michael Straczynski não foi feita pra agradar a todos e traz uma diversidade de temas misturados de uma forma que se encaixam perfeitamente. Mais uma vez, não é uma série que dá pra abordar em poucos parágrafos com precisão, então… assistam!

A segunda temporada começa logo após o especial de Natal e mostra os sensates ainda mais fortes e conectados em uma espécie de esfera global, onde às vezes eles todos parecem se tornar um só com as habilidade dos 8. Eles estão unidos independente do acontecimento, mas sim pelos sentimentos também e se unem desde momentos de alegria pela, como a parada gay em SP, até decisões importantes, como matar o próprio irmão.

Nesta temporada também vemos problemas e conflitos pessoais em uma proporção maior, como a relação de Nomi com a família, o casamento de Kala, a carreira de Lito, vida política na qual Capheus está se inserindo e toda a vida de Sun, que é a personagem mais completa, na minha opinião. Sussurros agora mostra suas fraquezas e intensifica sua busca pelo grupo, não se concentrando somente em Will e outros grupos de sensates aparecem, principalmente para Wolfgang e Riley.

A aparição desses outros sensates traz também informações do passado que se tornam cruciais para a luta contra Sussurros e geram muitos questionamentos no grupo todo, principalmente em relação à Jonas e Angélica e também ao seu primeiro grupo de sensates. Inclusive, esse núcleo me despertou muita raiva e me deixou mais confusa do que nunca. Jonasestava sofrendo nas mãos da equipe dos Sussuros e, de repente, resolve se tornar um traíra, ou ele sempre foi apenas um cara falso que se fazia de duas caras para ajudar a capturar o grupo? Enfim… essa temporada está ainda mais recheada de dúvidas e é necessário prestar muita atenção e lembrar de detalhes fundamentais para entender um pouco mais.

Espero que a terceira temporada não demore tanto e que a série não se perca em sua própria história para que possamos ter uma conclusão bacana.

Better Call Saul

series e filmes better call saul

Uma série original da Netflix que está agora na terceira temporada, mas como até então eu só tinha visto a primeira, resolvi ver tudo de uma vez, emendei a segunda temporada na terceira e agora estou acompanhando os novos episódios.

A série é bem gostosa de assistir pois tem um formato bem contínuo, tanto que nem percebi quando comecei  a terceira temporada, agora as coisas estão começando a se desenvolver melhor e caminhando para o personagem Saul Goodman que conhecemos na série Breaking Bad. Outro personagem que vem se destacando e se transformando no que conhecemos da outra série é o Mike, que começa a se envolver cada vez mais com negócios para traficantes de drogas e acaba conhecendo outro personagem de destaque em BB, Gus Fring dono do Los Pollos Hermanos.

Jimmy tenta seguir o cominho certo e ser um advogado correto, sem dar seus jeitinhos de sempre, mas isso não é para ele, toda vez que tenta fazer o certo ele acaba se dando mal e quando sua amiga/namorada Kim decide atuar por conta própria ele também decide ser o que é de verdade, então os dois começam uma sociedade, abrem um escritório de advocacia, porem seguem separados, dessa forma cada um atua do seu jeito.

Jimmy e Mike continuam trocando alguns favores e aproximando a relação dos dois com o mercado do crime e dos grandes carteis. A trama está ficando cada vez mais envolvente e confesso que está dando muita vontade de rever a série Breaking Bad que consideramos uma das melhores que já vimos!

Sherlock

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Uma versão de Sherlock Holmes bem moderna com uma mistura dos personagem Dexter e Will Graham da série Hannibal na minha opinião, pois a habilidade de Sherlock em deduzir as coisas de forma tão precisa e fria lembra um pouco desses personagens. A série mantem os personagens principais da tão famosa história que possui algumas versões em filmes, o Sherlock Holmes  (Benedict Cumberbatch) e Doutor John Watson (Martin Freeman), sendo que agora tudo se passada nos dias atuais em Londres.

Os episódios são bem longos e cada um tem aborda um vilão ou crime diferente, o legal dá série é que alem de ter um pouco de suspense pois os personagens estão sempre desvendando alguma coisa, tem bastante comédia no meio, com algumas piadas engraçadas o que quebra a tensão dos episódios deixando a série mais leve do que as que eu citei acima, Dexter e Hannibal, que são bastante semelhantes, mas possuem um lado de terror.

Nos episódios da série, mesmo os crimes sendo diferentes exite uma ligação em todos os acontecimentos, um arqui inimigo de Sherlock que a principio não conseguimos identificar qual o jogo dele, pois ele nunca tenta atingir de forma certeira Holmes, mas atua de forma que envolva ele em todos os casos para desvendar e salvar pessoas.

Quem curte um bom mistério essa série é ideal, pois é envolvente e cheia de crimes para serem resolvidos com muito suspense e uma pitada de comédia.

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Séries e Filmes do mês #abril

Aqui mostramos as séries que assistimos em abril.

13 Reasons Why

series 13rw

A série mais falada do mês e uma das mais polêmicas dos últimos tempos aborda temas como, bullying, violência, isolamento e, principalmente, suicídio e fatos que podem indicar tendências ao suicídio. Realmente é um conjunto de fatores fortes, mas que não podem ser passar despercebidos, fato que torna a série, de certa maneira, necessária.

Baseada no livro de mesmo nome do escritor Jay Asher, publicado em 2007, a série gira em torno da personagem Hannah Baker e das 13 razões que a levaram ao suicídio. Ela grava 1 fita para cada um desses motivos e cada uma delas corresponde a uma pessoa e a uma atitude tomada, que de alguma forma, impactou sua vida.

A narrativa acontece através das fitas deixadas por Hannah e que, segundo seu desejo, devem ser repassadas àqueles que são citados nelas e o andamento da série começa quando Clay, um jovem com jeitão de nerd e que sempre foi apaixonado por ela recebe as fitas com indicações dos lugares onde cada coisa aconteceu para que possa acompanhar tudo ainda mais fielmente. Clay demora demais pra chegar em sua fita e ainda mais para terminar todas elas, o que acaba nos irritando um pouco, e ele busca uma forma de fazer justiça com as próprias mãos por tudo o que aconteceu.

Todos os personagens acabam tendo um papel fundamental na história, mesmo Tony, que é o único a não ser citado em nenhuma fita e também os pais de Hannah, que tentam entender como a filha acabou chegando àquele ponto.

A série aborda temas pesados e muitas pessoas podem se identificar de alguma forma, por ter sofrido bullying, ou até mesmo feito bullying com outros colegas na época do colégio. No geral, é uma história reflexiva, que mexe bastante com nossos sentimentos, por tratar de assuntos tão atuais e que podem estar presentes na vida de muitas pessoas, demandando cautela no momento de assistir, não apenas pelas cenas, mas pelo contexto em geral, pois pode desencadear algum tipo de gatilho em pessoas que estejam passando por problemas semelhantes.

Apesar de polêmicas e críticas, a série tem um fundamento bastante importante e teve um retorno positivo em relação as pessoas que precisam ou estão buscando ajuda para enfrentar situações parecidas com as da Hannah e dos demais personagens e a procura pelo CVV (Centro de Valorização da Vida)* teve um aumento de aproximadamente 445%.

Em termos de produção, a série é excelente, com uma fotografia linda e bem elaborada com detalhes que nos ajudam a acompanhar os tempos apresentados na história, além de ter uma trilha sonora maravilhosa!

Quem quiser conferir na integra nossos comentários e opiniões sobre 13 Reasons Why é só conferir nosso vídeo abaixo!

*Fonte: Estadão

Love

series love

Sabe aquela série ideal pra assistir rapidinho, sem muitos objetivos nem expectativas, mais pra distrair mesmo? Pois Love é assim. Criada por Judd Apatow, responsável por produções como, “Girls”, “O Virgem de 40 Anos” e “Ligeiramente Grávidos”, a série segue a linha comédia romântica, mas com um pouquinho de drama.

Não é uma produção que agrega muito conteúdo, mas consegue prender o espectador até o final. Os protagonistas tem um estereótipo americano bastante conhecido e clichê, de um lado temos Gus, um professor de atores mirins de sets de filmagem que sonha em emplacar um roteiro um dia. Ele é bastante sensível, tem um jeito particular de tratar as mulheres e acaba sofrendo uma desilusão amorosa. De outro lado temos a Mickey, uma mulher bonita, independente (apesar dos perrengues) e que já passou por vários tipos de relacionamentos. Mickey é viciada em drogas, sexo e álcool e leva uma vida muito louca e daí temos aquela velha historinha do nerd que se apaixona pela menina linda e louca, exatamente o seu oposto. Gus e Mickey se conheceram meio que do nada e começaram a se envolver, mas enquanto o rapaz leva tudo com mais seriedade e busca comprometimento, a moça não consegue lidar muito bem com um relacionamento e seus vícios.

A segunda temporada traz uma mudança no rumo das coisas e Mickey está em busca de se tornar uma pessoa melhor pra si mesma tentando se curar de seus vícios e, assim, não sabe se Gus pode fazer parte de sua vida nesse momento, mas eles acabam tentando e engatam um relacionamento com mais compromisso, o que às vezes parece um pouco entediante para Mickey. Gus, que parecia sempre pacato e meio passivo na primeira temporada, também começa a expor um pouco de suas fraquezas e também tem que tomar algumas decisões na vida profissional.

Apesar da história já manjada, acho uma série gostosa de ver, principalmente quando não queremos pensar muito e me dá vontade de ser amiga da Mickey, porque adoro ter amigas loucas. As duas temporadas completas estão na Netflix e uma maratona é super válida e rápida, já que cada ep tem em média 25 minutinhos.

The Good Wife

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Às vezes acontece de a gente começar uma série muito boa, se empolgar, maratonar e vibrar com cada episódio novo, mas aí as coisas vão esfriando ao ponto de assistirmos até o final por uma espécie de orgulho, pois bem, foi isso o que aconteceu com The Good Wife. A série de Robert King e Michelle King, começou em 2009, mas eu só comecei a ver em 2014 e me intriguei pela história da Alicia Florrick, uma advogada que resolveu tentar retomar a carreira e a vida após seu marido se envolver em um escândalo com prostituição e corrupção alcançando uma projeção nacional. Eu me apaixonei pela Julianna Margulies há muitos anos atras, quando ela deu vida a Morgana em “As Brumas de Avalon” e a série me despertou ainda mas admiração pela premiada atriz.

Ao longo das primeiras temporadas acompanhamos a evolução da personagem, que mesmo entre constantes altos e baixos estava cada vez mais forte, mas sem deixar de ser uma “boa esposa” para manter as aparências. Cada episódio trouxe uma história diferente em paralelo aos acontecimentos da vida da Alicia e dos personagens principais e algumas delas até duraram do início ao fim, mas, a saída de um dos protagonistas fez com que a série começasse a perder um pouco de brilho e eu fiquei mais de um ano sem vontade de assistir, até que, mês passado resolvi retomar e ir até o final. Alguns outros personagens foram deixando a série aos poucos e a trama foi perdendo o sentido, mas ainda pude acompanhar o ícone da história, Alícia, que agora estava ainda mais forte e, mais uma vez precisando recomeçar de algum ponto.

Apesar de manter alguns pontos positivos, a série se tornou monótona e praticamente fui arrastando as duas últimas temporadas até chegar ao final que, infelizmente foi muito inferior ao que eu esperava e ao que a série merecia em geral, por todos os bons momentos que teve e que não foram poucos. O episódio final em si, foi o que mais me incomodou, foi bastante forçado e não favoreceu a personagem principal de nenhuma forma.

A série acabou no ano passado e, mesmo com um final injusto, eu recomendo, pois é uma boa produção com uma ótima intenção e episódios brilhantes. Também há um spin-off de The Good Wife, “The Good Fight”, que traz a antiga sócia de Alícia, Diane Lockhart, como personagem principal ao lado de alguns nomes conhecidos e outros novos, como Maia Rindell, vivida por Rose Leslie, a Ygritte de “Game of Thrones”, mas eu ainda não cheguei a assistir.

Não achei um vídeo oficial do trailer que desse pra incorporar no post: http://www.adorocinema.com/series/serie-5205/video-19546778/

 

The Walking Dead

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A sétima temporada terminou e no estilo tradicional do TWD, a segunda parte dessa temporada foi bem monótona e com poucos momentos de emoção, mas é claro que eles iriam caprichar no último episódio, e foi bem legal, com emoção perdemos mais um personagem querido.

Como esperávamos desde que o Negan apareceu para a turma do Rick, uma guerra está sendo preparada, a maioria das comunidades estão cansadas dessa ditadura Negan e estão se juntando ao Rick, que com muito esforço está fazendo de tudo para vingar a brutal morte de seus amigos e claro transformar esse apocalipse zumbi em um lugar melhor. Durante toda segunda parte da sétima temporada basicamente não aconteceu nada muito impactante, apenas a tentativa de unir as comunidades para formar um exercito, mas confesso que foi um pouco difícil de acompanhar tudo nesse ritmo.

Como é tradição da série o último episódio da temporada é sempre agitado e com muita emoção, então depois de tanta monotonia finalmente chegou o dia do confronto de Rick e Negan, que acabou virando uma emboscada para a comunidade de Alexandria, mas graças ao sacrifício de Sasha, que sai de um caixão como zumbi e assusta a todos, Rick consegue aproveitar a distração do pessoal e contra-atacar, podendo ter assim mais uma chance de acabar com seu arqui-rival.

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Séries e Filmes do mês #março

Aqui mostramos os filmes que assistimos em março. Normalmente também trazemos séries nesta categoria, mas este mês só demos andamento em algumas que já estávamos assistindo e já mostramos em posts anteriores ou ainda não chegamos ao ponto de fazer uma resenha mais aprofundada.

A Bela e a Fera

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Um clássico da Disney que finalmente recebeu uma versão live action tão boa quanto o desenho e fiel ao original, o remake do filme A Bela e a Fera chegou aos cinemas esse mês e já conquistou a todos os fãs com sua magia, elenco e com uma história mais completa.

Uma produção da Disney com a Pixar, direção de Bill Condon, roteiro de Stephen Chbosky e conta com um elenco incrível, composto por Emma Watson , Luke Evans , Dan Stevens , Ewan McGregor , Ian McKellen e Kevin Kline. Nessa versão Bela, interpretada por Emma Watson, é muito mais parecida com a original e o Gaston, interpretado por Luke Evans, é a melhor atuação do longa, fiel ao personagem e com uma interpretação excepcional.

Outro personagem que ganha destaque na trama é LeFou, fiel companheiro de Gaston e que ganha uma versão mais engraçada e gay. Também é legal ver que o personagem no filme tem um pouco mais de opinião do que no desenho, percebendo as atitudes erradas de Gaston e diferente do final original, LeFou tem um final feliz.

A história todo mundo já conhece bem, mas nesse remake foi adicionado uma nova parte em que conta um pouco sobre a mãe de Bela e o que aconteceu no passado para ela ser criada apenas pelo pai Maurice. Em uma viagem no tempo através de um livro mágico que a feiticeira deu de presente para a Fera, Bela consegue ver o local que seus pais moravam em Paris e descobre que seu pai teve de fugir com ela  para protege-la da peste, que já estava consumindo todo o corpo de sua mãe.

O filme A Bela e a Fera é um dos nossos preferidos devido a simplicidade e a mensagem que passa, nos mostra como é importante valorizar o interior das pessoas, ser alguém menos fútil e mais inteligente, valoriza a leitura, a engenhosidade, enfim são muitos aprendizados que a história nos transmite e por isso esse sucesso no mundo todo.

Logan

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Um filme dirigido por James Mangold focado no personagem Wolverine da Marvel Comics, mostra como esse nosso grande herói chega ao fim de sua longa jornada como um X-Man, Inspirado na série de quadrinhos do Velho Logan por Mark Millar.

Logan, interpretado por Hugh Jackman, está bem velho, alcoólatra e fraco, seu poder de cura já não funciona como antes e está “doente”. Sua vida agora é como motorista de limousine e cuidar de seu grande e velho amigo Professor Xavier, que vive escondido sob os cuidados de Logan e está também com problemas sérios de saúde, necessitam de medicação para controlar suas crises de convulsão que além de fortes causa um trastorno nas pessoas em sua volta.

Tudo estava normal até que uma garotinha com os mesmos dons de Wolverine cruza seu caminho, ela fazia parte de um experimento e que agora ela e outros mutantes estavam sendo caçados. Logan então parte junto com a garotinha Laura e o Professor Xavier na tentativa de protege-los.

Apensar de haver muita ação o filme tem bastante drama também com cenas marcantes, talvez a que mais emocionou foi a morte do Professor Xavier (Patrick Stewar), também há muita emoção na relação de pai e filha que é construída aos poucos durante o longa.

O filme é uma despedida de Wolverine ou talvez apenas dessa versão com o ator Hugh Jackman, explora bastante as características do personagem dos quadrinhos trazendo um Logan mais semelhante ao que conhecemos e encerra com chave de ouro a trilogia do nosso querido X-Man.

Split (Fragmentado)

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Um dos nossos diretores favoritos voltou com tudo,  M. Night Shyamalan, dos filmes O Sexto Sentido, Sinais e Corpo Fechado, volta esse ano com o longa de Terror/Suspense Split, aqui no Brasil Fragmentado.

O filme conta a história de Kevin (James McAvoy), um cara que possui 23 diferentes personalidades que dominam completamente seu corpo. Ele acaba sequestrando três garotas e as mantem em cativeiro, sendo que algumas de suas personalidades entra em contato com elas, deixando-as confusas e mais assustadas.

Apesar de ter esse problema de personalidade múltipla ele se trata com uma senhora psicologa toda semana. Com as garotas em cativeiro ele acaba se sentindo confuso e inseguro, mandando vários email para sua psicóloga solicitando consultas especiais, mas na hora de conversar com ela, ele não consegue dizer o que está acontecendo e apenas transmite que há algo errado.

Em uma das consultas de Kevin com a Dra. Karen Fletcher (Betty Buckley), ele conta que sua 24ª personalidade está prestes a ser solta e é conhecida como “A Besta”. A Dra. sentindo que algo muito estranho estava acontecendo, vai até a casa de seu paciente tentar ajuda-lo e então acaba encontrando as três garotas trancafiadas e fracas, porém não consegue fazer nada para ajudar, pois Kevin a faz dormir.

A Besta toma conta de seu corpo e ele se transforma em uma pessoa com uma força fora do comum, assassinando a Dra. e devorando o estômago de duas das garotas sequestradas. A terceira garota, Casey (Anya Taylor-Joy), consegue fugir e pegar uma arma, a Besta vai atrás dela e mesmo levando 2 tiros nada acontece, então em um momento em que Kevin, a Besta, consegue ver melhor Casey, percebe que ela possui marcas em seu corpo de auto-agressão (devido a seu passado traumático), então ele a considera uma pessoa pura, que não merece ser devorada pela Besta e a deixa viver.

A melhor parte do filme é exatamente o final, em que você pensa que era apenas mais um filme de terror, porém na última cena em que as noticias são transmitidas na TV, aparece Bruce Willis como David Dunn, que para quem não sabe é o nosso herói do filme Corpo Fechado que enfrentou o Sr. Vidro (Samuel L. Jackson) e então podemos concluir que haverá uma sequencia para nosso herói e nosso vilão.

 Kong: A Ilha da Caveira

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Uma superprodução de Hollywood, dirigida por Jordan Vogt-Roberts, traz uma história repaginada do gigante King Kong, com um elenco de peso e fortes referências aos clássicos dos anos 30 e 70.

Os eventos acontecem nos anos 70, quando uma equipe de cientistas busca ajuda para realizar uma inspeção em uma ilha até então não visitada e nem contada no mapa. Na expedição também estão presentes James Conrad (Tom Hiddleston), um guia especializado em aventuras, Mason Weaver (Brie Larson), uma fotógrafa em busca de novas descobertas e um grupo de militares, comandados por Preston Packard (Samuel L. Jackson), um veterano obsessivo com a Guerra do Vietnã.

Já ao entrar nos limites da ilha, os boatos de que criaturas desconhecidas habitam o local se tornam realidade e a expedição se torna uma luta pela sobrevivência, porém nos mostra que a real ameaça contra a natureza e seus mistérios são os seres humanos. Diferente das versões mais clássicas, nessa adaptação não temos uma mocinha indefesa trazendo um drama já conhecido, mas uma mulher forte em busca do desconhecido e da forte relação com sua profissão.

Os atores formam realmente um belo time, apesar de não haver nenhum destaque que se sobressaia. Os efeitos são muito bons no melhor estilo que Hollywood está acostumado a nos mostrar e a trilha sonora foi a minha parte preferida da produção, tem nomes como Bowie,Creedence Clearwater Revival, The Monkees e Black Sabbath.

É um bom filme, apesar de não ser do meu estilo preferido e de ter uns monstros gigantes que são os inimigos do Kong, que eu achei meio nada a ver. Tem alguns pontos semelhantes aos clássicos e é bastante superior ao de 2005 e não faz homenagem ou cópia mal feita das versões anteriores. Tem um toque de quadrinhos e inspiração em filmes como Apocalipse Now e também aos longas orientais.

 

 

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Séries e Filmes do mês #fevereiro

Aqui mostramos as séries e os filmes que assistimos em fevereiro. Muita coisa boa estreou na Netflix e é claro que não poderíamos ficar sem acompanhar.

American Crime Story: The People v. O.J. Simpson

series fev ach

Essa série da FOX ganhou vários prêmios em 2016, ano de sua estreia e estreou na Netflix no dia 02 e conta um caso real, assim como serão todas as outras temporadas da produção que é comandada por Ryan Murphy.

A história se inicia em junho de 94, quando Nicole Brown Simpson, ex mulher do  ex  jogador de futebol americano e astro de cinema, O.J. Simpson (Cuba Gooding Jr.), é encontrada morta em casa junto ao amigo Ron Goldman. Muitas evidências do caso levam a crer que o culpado pelo duplo assassinato é O.J, conhecido entre as celebridades e os fãs como Juice e sua prisão é decretada.Ao ser informado dos fatos, O.J inicia uma fuga pela cidade de Los Angeles, que foi televisionada e exibida ao mesmo que a Copa do Mundo de 94, que ocorreu na mesma época, ganhando repercussão mundial e dividindo opiniões, pois a cidade passava por uma série de conflitos raciais com a polícia desde 92, fato exibido logo no comecinho do primeiro episódio e parte da população tomou a acusação de O.J. como mais uma perseguição racista.

Depois se entregar para a polícia, o julgamento de O.J. Simpsons tem início em setembro de 94 e dura até outubro do ano seguinte, cheio de reviravoltas que nos deixam de boca aberta. De um lado temos a promotoria, representando o povo e comandada por Márcia Clarck (Sarah Pulson <3), uma mulher determinada, muito dedicada ao trabalho, ligada ao empoderamento, que está passando por um processo de divórcio e que se vê atacada pela mídia de diversas formas por conta de sua exposição no julgamento. Ela conta com a ajuda de Christopher Draden (Sterling K. Brown), que é excelente no que faz, mas se encontra em conflitos internos por estar contra as causas raciais que deveria defender.

Do outro lado temos um supergrupo de advogados, Robert Shapiro (John Travolta), Johnnie Cochran (Courtney B. Vance),  F. Lee Bailey (Nathan Lane) e seu melhor amigo Robert Kardashian (David Schwimmer) e diversos auxiliares, todos focados em inocentar O.J. utilizando diversos argumentos, porém focados no preconceito racial, alegando que o ex jogador foi incriminado pela polícia.

Robert Kardashian tem um papel importante em toda a história, pois é amigo pessoal de O.J. Simpson e tenta entender as coisas de outra forma e, muitas vezes, demonstra uma certa desconfiança de que o amigo não seja inocente de fato.

Após quase um ano de julgamento, muitas evidências, testemunhos e um juri cansado, o caso finalmente chega ao fim e temos um último capítulo clássico, mostrando a comparação dos personagens reais com os atores.

Amo séries e filmes criminais e investigativos, mas essa primeira temporada de American Crime Story foi sensacional, umas das melhores produções que vi nos últimos tempos, ela prende o expectador de uma forma surreal, fazendo com que paremos pra pensar e com que duvidemos dos nossos palpites a cada episódio. O elenco é uma sensação a parte, é perfeito! Todos os atores estão incríveis! Assisti tudo em 2 dias e recomendo pra todo mundo!

Santa Clarita Diet 

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A série estrelada por Drew Berrymore também teve sua estreia em fevereiro pela Netflix, que liberou os 10 episódios da primeira temporada de uma vez, e divide opiniões, alguns amaram e acharam super divertidas e outros detestaram.

A produção conta a história de Sheila Hammond (Drew Barrymore), uma corretora de imóveis que leva uma vida pacata e até um pouco entendiante na cidade de Santa Clarita com marido Joel Hammond (Timothy Olyphant), também corretor e a filha Abby (Liv Hewlson). Um dia Sheila acorda se sentindo um pouco diferente e começa a pensar que não tem aproveitado muito a vida de verdade, fazendo coisas que a deixam feliz. O pensamento permanece na cabeça, mas então ela sai com o marido para mostrar uma casa a possíveis compradores e começa a passar intensamente mal até que vomita uma quantidade equivalente ao seu próprio peso e… morre! Minutos depois ela volta a vida completamente diferente, sem pulso ou sangue circulando nas veias e cheia de vontade de aproveitar cada pequeno momento da vida, como o sexo, a diversão e um desejo devorar carne humana.

Joel e Abby tentam se adaptar ao novo estado zumbi de Sheila e contam com a ajuda do vizinho Eric (Skyler Gisondo) e eles passam a ter que lidar com assassinatos, cadáveres e ainda os seus problemas comuns como, escola, vizinhança e relacionamento familiar.

A família até tenta estabelecer uma rotina normal, mas é praticamente impossível já que Sheila começa a perder o controle emocional e sua vontade por carne humana só aumenta. Eles então partem em busca de estudos que possam levar a uma possível cura para reverter a situação e trazer a Sheila de volta à vida.

A série conta com efeitos bem elaborados e traz cenas pesadas de canibalismo e assassinatos, com muito sangue, mas dentro de um tom cômico. É uma comédia que apresenta piadas nem sempre engraçadas ou fáceis de entender e ainda chega a fazer uma certa crítica a um estilo de vida fake e superficial, mas sem se aprofundar no assunto. Aliás, nada na série parece ter profundidade ou senso e é isso o que a torna boa até certo ponto. Um fato curioso é que Drew Berrymore é vegetariana!

Ela é ideal pra assistir quando está procurando por alguma coisa pra distrair a mente, sem muito conteúdo e de forma rápida. Cada episódio tem menos de 30 minutos e eu terminei de assistir a primeira temporada em 2 dias.

Os protagonistas também atuam como produtores executivos de Santa Clarita Diet, que é criação de Victor Fresco e já tem sua segunda temporada praticamente confirmada pela Netflix.

Star Wars Episódio III – A Vingança dos Sith

Séries e filmes Star Wars ep 3

Terceiro filme da série na ordem cronológica e o sexto de lançamento, Star Wars Episódio III mostra como Anakin Skywalker é levado para o lado negro da força e se torna o temido e maior vilão da história, Darth Vader.

Anakin, após voltar de uma missão de resgate do  Chanceler Palpatine, começa a ter pesadelos com sua esposa secreta, Padmé Amidala senadora de Naboo, que está grávida. Nos pesadelos ele a vê morrer, assim como nas visões que teve com sua mãe, falecida no episódio anterior e isso o perturba  muito, causando um desequilíbrio em sua força interior.

Palpatine, um lord Sith camuflado no senado, percebe essa instabilidade em Anakin e tenta trazê-lo para o lado negro como seu aprendiz. Para persuadir o jovem Jedi ele conta como é poderoso os conhecimentos do lado negro, sendo capaz de conseguir tanto poder que pode enganar a morte e salvar vidas, exatamente o que Anakin procura para salvar Padmé.

Anakin decide se juntar a Palpatine e ser seu aprendiz, traindo e eliminando todos os Jedis, sendo conhecido agora como o Sith Darth Vader. Os únicos Jedis sobreviventes são o Mestre Yoda e Obi-Wan, tutor de Skywalker e que decide enfrentá-lo. Porém, no confronto, Anakin mesmo todo mutilado sobrevive graças a ajuda de seu novo mestre, que o resgata e cuida de seus ferimentos, dando um novo corpo e nova aparência para seu pupilo.

Padmé dá a luz a gêmeos, um menino chamado Luke e uma menina chamada Leia, após dar os nomes aos bebês ela não resiste e morre. Obi-Wan resolve esconder as crianças de Anakin, sendo Luke levado para sua própria família e Leia é levada para a corte de Alderaan.

Star Wars Episódio IV – Uma Nova Esperança

Séries e filmes star wars episódio 4

Primeiro filme da saga Star Wars e o quarto na ordem cronológica, Star Wars Uma Nova Esperança nos introduz nesse incrível universo criado por George Lucas, claro que é meio estranho começar pelo meio mas não é que deu certo?! E a saga é sucesso para todas as gerações.

Quem assistiu Rogue One pode perceber que o final do filme é o começo exato de Uma Nova Esperança, no qual a Princesa Leia recebe os planos da Estrela da Morte e, com a a ajuda do R2-D2, envia os planos para Obi-Wan ajudá-la a entregar ao Rebeldes. Na tentativa de cumprir a missão dada pela Princesa, R2 e o C-3Po são capturados e colocados à venda, mas eles acabam sendo comprados justamente por Luke, “sobrinho” de Ben, mas conhecido como Jedi Obi-Wan Kenobi. Luke ao conhecer os segredos do tio, decide ajudá-lo nessa missão de levar os planos até a Aliança Rebelde e se tornar um Jedi.

Luke e Obi-Wan vão atrás de um piloto para chegarem ao planeta Alderaan e contratam os serviços de  Han Solo e seu co-piloto Chewbacca que os levam, a bordo da nave Millennium Falcon, até seu destino. Ao chegar na localização do planeta eles descobrem que o mesmo foi destruído pela Estrela da Morte, a qual atrai a nave com seu campo magnético.

Dentro da Estrela da Morte eles se infiltram na tripulação para tentar resgatar a Princesa Leia que é tida como prisioneira do Império, enquanto Obi-Wan vai atrás de Darth Vader, seu antigo pupilo. Apesar de uns contratempos Han, Luke e Chewie salvam a Princesa, porem Obi-Wan é morto, ou melhor, some na frente de Vader e Luke, durante a batalha.

Agora junto com a Princesa Leia, a Millennium Falcon parte para base da Aliança Rebelde para planejar o ataque ao reator da Estrela da Morte. Luke junta-se a missão Rebelde e, junto com outros pilotos, vão tentar destruir o reator. Com ajuda da força e da voz de Obi-Wan, Luke acerta em cheio o alvo e consegue destruir a arma mais poderosa do Império.

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