Séries: Maratona Dia das Crianças

Oba! É dias das crianças!!!

Todo mundo, não importa a idade, ainda tem uma criança dentro de si e isso torna esse dia mais especial. Claro que nós também amamos a data, porque somos super nostálgicas com as coisas que marcaram a nossa infância e por ser um feriado, quase sempre prolongado!

Então resolvemos dar dicas de 5 séries que tem crianças como protagonistas ou personagens importantes para fazer maratona nesse feriadão!

Stranger Things 

A série é protagonizada por 5 crianças, Eleven, Dustin, Mike, Lucas e Will que se metem em perigo por causa de um experimento super secreto, que abre um portal para um mundo paralelo cheio de criaturas monstruosas. Will é capturado por uma dessas criaturas e fica sumido, dando apenas alguns sinais de que ainda esta vivo.

Eleven, que foi cobaia por muitos anos desse experimento secreto, é a única pessoa que pode proteger seus amigos e ajudar no resgate de Will, com seus super poderes telecinéticos. Uma história cheia de mistérios e muito suspense que já conquistou milhares de pessoas e com certeza vai te conquistar também!

Stranger Things só tem uma temporada, mas a segunda estreia neste dia 27 e estamos ansiosas para ver essa criançada em ação!

Two and a Half Man

Série protagonizada por dois adultos, Alan Harper e Charlie Harper e uma criança,  Jake Harper. É uma comédia americana que conquistou o mundo todo com o cotidiano de um solteirão e seu irmão recém divorciado, com um filho para criar.

Alan e o filho Jake passam a morar com Charlie, irmão rico de Alan e que vive em Malibu. Os dois irmãos são muito diferentes na personalidade o que acaba gerando algumas confusões, mas ambos amam muito Jake e estão sempre pensando em seu futuro.

A série é muito boa, super engraçada e o nosso protagonista mirim, Angus T. Jones, tem grande presença com seu papel. Ao longo das temporadas é possível acompanhar sua evolução como ator e também como pessoa, já que na primeira temporada ele tem apenas 9 anos de idade e ao final da série ele está com 19 anos.

Game Of Thrones

A série não é recomendada para crianças, mas está no nosso top 5 por causa de alguns de seus protagonistas, na verdade dois deles tem grande destaque na série e começaram bem crianças, Arya Stark e Bran Stark. Os dois irmãos apareceram na primeira temporada bem crianças e sem criar muita expectativa ao púbico, o que foi mudando completamente ao longo das temporadas, mostrando que eles tinham um grande destino a seguir.

Arya que sempre foi muito corajosa, conseguiu sobreviver a toda a decadência e perseguição que sua família sofreu, se tornando uma grande guerreira e que tem sede de vingança. Bran, ficou aleijado na primeira temporada, mas isso não o impediu de se tornar uma peça fundamental em toda a trama, ele se tornou O Corvo de Três Olhos, uma incrível habilidade de poder ver o passado e o presente, além de conseguir entrar na mente de pessoas e animais.

Não podemos esquecer também de citar outras crianças que tem ou tiveram funções importantes na série: Lyanna Moromon, Lady da Casa Mormon que precisa cuidar de todos de sua casa e tomar decisões importantes; Shireen Baratheon, filha de Stanis, a menina é rejeitada por ter escamagris e seu único amigo verdadeiro é Sor Davos, ela também sofre fortemente as consequências das loucuras do pai; Rickon Stark, que não tem muita ação na série, mas completa a família Stark como irmão mais novo e é peça chave em um do melhores episódios de GOT; Tommem Baratheon, que na verdade é um Lannister, parece ser a pessoa de coração mais puro da família e precisa assumir o Trono de Ferro ainda muito jovem; Olly perdeu sua família pelas mão dos rebeldes e se vê fazendo parte da Patrulha da Noite, onde desenvolve um sentimento de ódio por Jon Snow; Hot Pie, o garoto que escapou com Arya e Gendry das torturas de Tywin e ajudou a encontrar a garota posteriormente;

Modern Family

A série de comédia mais premiada dos últimos tempos, mostra a vida de 3 famílias que, na verdade, forma uma só, cheia de pessoas divertidas e diferentes, trazendo às vezes até um pouquinho de dramas da vida real ao longo dos episódios.

As crianças da família são personagens super importantes e ajudam a deixar o enredo mais legal. Haley Dunphy, Alex Dunphy e Luke Dumphy são irmãos de personalidades completamente diferentes: Haley já não mais criança,  é uma jovem popular, que se preocupa muito com a aparência,  Alex é a irmã do meio, super inteligente e tem como prioridade estudar, mas sempre ajuda a resolver os problemas da família, Luke é muito engraçado e está sempre metido em alguma confusão ou alguma coisa que dá errado.

Manny Delgado é um jovem super a frente da sua idade, está sempre envolvido com os problemas dos adultos e é viciado em café, por ser uma das especialidades de sua terra natal, a Colômbia. Ele é filho de Gloria Pritchett e enteado de Jay Pritchett e irmão de Joe Pritchett, que nasce ao longo das últimas temporadas.

Lily Tucker-Pritchett é filha de Cameron Tucker e Mitchell Pritchett, que ela foi adotada ainda bebê pelo casal diretamente do Vietnã. Ela é super fofa, inteligente e tem as melhores reações e atitudes sobre sua vida com dois pais.

Como a produção já está na sua 9ª temporada, as crianças foram crescendo ao longo da série, uma coisa que é legal de acompanhar.

Full House 

E não podia faltar uma série das antigas na nossa listinha! Pensamos em Punky, a Levada da Breca, Eu a Patroa e as Crianças, Todo Mundo Odeia o Chris e muitas outras, mas optamos por uma que está disponível na Netflix e teve até uma spin-off recente.

Full House conta a história de Danny Tenner, um pai que perde a esposa em um acidente de carro e precisa cuidar de suas 3 filhas sozinho. Mas ele acaba contando com a ajuda do cunhado, Jesse e do melhor amigo Joey, para encarar a difícil tarefa de criar as 3 meninas, DJ, Stephanie e Michelle.

DJ é a filha mais velha e a que mais sente a ausência da mãe e a que mais se constrange com as atitudes do pai e dos tios, diante dos acontecimentos da fase de sua vida, se revoltando muitas vezes, mas ela também sempre se mostra sensível quando precisa ajudar e cuidar das irmãs mais novas.

Stephanie é a irmã do meio e a que tem a personalidade mais interessante, ela é muito tagarela e divertida e às vezes tem atitudes ousadas. A menina sempre disputa um pouco a atenção com a irmã mais velha e adora xeretar suas coisas e ler seu diário, reflexo da falta da mãe, mas as duas acabam se tornando muito mais próximas ao longo dos episódios e ajudam na criação da irmãnzinha mais nova.

Michelle era ainda um bebê quando tudo começou (interpretada pelas gêmeas Olsen) e, por isso não se lembra da mãe, tendo como exemplo as duas irmãs mais velhas, herdando traços da personalidade de cada uma, é um pouco revoltadinha como DJ e super tagarela como Stephanie. Ela é tão lindinha que todos se derretem por sua carinha fofa e acabam fazendo suas vontades.

Full House também é uma série que teve um número relativo de temporadas e podemos acompanhar o crescimento e desenvolvimento das crianças ao longo dos episódios. O spin-off  Fuller House mostra a vida das irmãs (exceto Michelle, pois as irmãs Olsen não se interessaram em participar) já adultas, precisando enfrentar seus problemas e buscando o carinho e apoio na família.

Gostaram da nossa listinha? Quais séries com crianças marcantes vocês também gostam? Contem pra nós nos comentários!!

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!!!

 

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Séries e Filmes do mês #setembro

Aqui contamos um pouco sobre as séries e filmes que vimos durante o mês de setembro!

The Mist (O Nevoeiro) – 1 ª Temporada

Uma série original da Netflix inspirada na obra de Stephen King, traz muito suspense e terror que vão conquistar os amantes desse gênero! Ainda não da para afirmar se a série será um sucesso, mas a primeira temporada nos deixou com vontade de quero mais.

A história se passa na cidade de Bridgton, no Maine, na qual uma densa névoa toma conta de toda a cidade e com ela, coisas estranhas começam a acontecer, as pessoas começam a ser mortas por animais, monstros e seres macabros que estão presentes nessa névoa. Alguns grupos de pessoas conseguem se proteger em lugares fechados como igreja e shopping, porém elas começam a surtar sem entender o que está acontecendo, precisam enfrentar seus “demônios” internos e a falta de suprimentos.

A série lembra bastante Under the Dome, que foi outra série baseada em uma história diferente de Stephen King e que foi cancelada, por não agradar muito ao público com sua adaptação. Esperamos muito que isso não aconteça e que The Mist consiga ser mais fiel a história original.

Para quem curte um suspense com mortes bem assustadoras nós super recomendamos essa série!

Orphan Black – 1ª, 2ª e 3ª Temporada

Orphan Black eu comecei a assistir faz um tempo, mas acabei deixando acumular para escrever aqui, então vou falar um pouco das três primeiras temporadas, já que ainda estou terminando a terceira. A série é produzida pela Temple Street Productions, em associação com a BBC America e o canal Space e recentemente a Netflix adquiriu os direitos de exibição.

Sarah Manning ( Tatiana Maslany ), uma garota órfã, encontra em uma estacão de metrô uma mulher igualzinha a ela, e que acaba cometendo suicídio bem na sua frente. Sarah, intrigada pela semelhança entre elas, decide assumir a identidade dessa mulher e se passa então pela detetive Elizabeth Childs. Conforme ela vive a vida da detetive Beth, acaba descobrindo que exitem mais mulheres com a mesma aparência que ela, suas irmãs clones.

Porém há uma diferença genética entre elas, apenas Sarah conseguiu engravidar e ter uma filha, Kira (Skyler Wexler), a qual acaba sendo perseguida pela organização responsável pelos clones. Sarah se une a suas irmãs para conseguir escapar dessa organização e proteger sua filha.

Quando menos se espera, todas as irmãs são surpreendidas pela existência de mais um grupo de clones, mas dessa vez masculinos e de outro projeto secreto, realizado pelo exercito. Uma das irmãs de Sarah é sequestrada pelo exercito e agora elas correm contra o tempo para tentar resgata-la e acabam descobrindo mais sobre o passado.

Orphan Black é uma série intrigante e muito bem executada, créditos para a atriz Tatiana Maslany que interpreta todos os clones femininos, ela consegue deixar cada uma delas com uma personalidade totalmente diferente e ainda fazer o mais difícil, um clone se passando por outro, então é um trabalho de atuação incrível.

La La Land

Um filme musical de 2016, ganhador de vários prêmios, estrelado por  Ryan Gosling e Emma Stone, dirigido e escrito por Damien Chazelle. A história se passa em Los Angeles e gira em torno de Sebastian (Ryan Gosling), um pianista de jazz e Mia (Emma Stone) uma atriz em ascensão que está buscando crescer em sua profissão.

Os dois, apesar de serem muito bons no que fazem, não tem muita sorte na vida profissional e isso acabou os unindo. Ambos se apoiam e se incentivam a ir atrás dos sonhos, porém o problema financeiro falou mais alto e obrigou Sebastian a topar um trabalho de pianista em uma banda de pop, o que tomou todo o seu tempo.

Mia se manteve atrás dos seus sonhos e montou sua própria peça de teatro, porém no dia da inauguração de sua peça, não havia quase ninguém e Sebastian não conseguiu comparecer por causa da banda. Isso foi a gota d’água para o relacionamento dos dois que acabaram se separando. Com a separação Sebastian percebe que estava no caminho errado e volta a se dedicar ao que ama, o Jazz, Mia é chamada para um entrevista por uma produtora que esteve em sua peça e gostou de sua atuação e roteiro.

Os dois se encontram novamente 5 anos depois, Sebastian conseguiu abrir seu club de Jazz e Mia se tornou uma grande atriz, casada e com um filho. Ao se reencontrarem por acaso, a história dos dois repassa de uma forma diferente em que tudo poderia ter dado certo para eles ficarem juntos e realizarem seus sonhos, porém a realidade é outra, eles sorriem um para o outro e seguem suas vidas.

O musical é realmente lindo, envolve muitas cores, sapateado, ritmos diferentes o que deixa o filme cativante. É uma obra de arte completa, recebeu 14 indicações ao Oscar e recebeu 6 prêmios, além de outras premiação.

Death Note (Filme)

O anime Death Note foi adaptado para filme e lançado pela Netflix recentemente, ele é um terror/suspense dirigido por  Adam Wingard e elenco composto por Nat Wolff, Keith Stanfield, Margaret Qualley, Shea Whigham, Paul Nakauchi e Willem Dafoe.

O filme conta a historia de um estudante,  Light Turner, que encontra um livro místico, chamado “Livro da Morte”, em que a pessoa portadora do livro pode escrever o nome de quem quer tirar a vida e escolher a forma como isso irá acontecer. Ao abrir o livro, o deus da morte, Ryuk, aparece para Light e mostra como funciona, fazendo com que o estudante elimine sua primeira vítima, um colega da escola que adora atormentar a vida dos outros.

Light não gosta da ideia de tirar a vida das pessoas, mas junto com sua nova namorada, Mia Sutton uma líder de torcida da escola, eles decidem acabar com a vida de criminosos, assim estariam fazendo um “bem para o mundo”. Com tantas mortes de criminosos causadas pelo livro, Light e sua namorada decidem criar um nome, Kira, assim eles tentam despistar os policiais, deixando a entender as mortes são obras de uma organização.

Um detetive especial, chamado L, acaba ajudando a policia a tentar encontrar essa tal organização, porém L descobre que é Light quem está por trás de tudo e começa uma perseguição. No meio dessa confusão Mia tenta ficar com o livro e escreve o nome de Light para caso ele não deixe ela ficar com ele, porém Light é mais esperto e consegue virar o jogo e se safar de Mia e do detetive L, continuando a ser o portador do “livro da morte”.

A adaptação possui muitos pontos semelhantes com o anime, mas fica bem longe de toda a obra original e tudo o que ela representa. É uma espécie típica de filme adolescente americano mas, ainda assim, consegue passar uma ideia geral da história.

The Founder (Fome de Poder)

Um filme de John Lee Hancock que apresenta o conceituado ator Michael Keaton como o protagonista Ray Kroc, “fundador” da rede americana de fast food Mc Donald’s e conta a história do surgimento e ascensão da empresa dos irmãos Richard e Maurice McDonald.

Ray Krock era um homem de negócios um pouco frustrado que, na época, vendia máquinas de milkshakes e descobriu uma lanchonete na cidade de San Bernadino, com um método de funcionamento ágil, através de uma linha de montagem que tornava todo o preparo rápido, além de dispensar os garçons  e as embalagens. Logo ficou impressionado e super interessado na ideia e no público que a lanchonete atraía, formado por famílias, que pareciam estar super satisfeitas e contentes com o serviço, com isso, Krock quis fazer parte do negócio.

Ray conseguiu convencer os dois irmãos a aceitá-lo como sócio, com o argumento de que a lanchonete deveria estar presente em toda a extensão dos Estados Unidos e passar a ser um símbolo do país. Richard e Maurice aceitaram, com a condição de que o serviço devia manter o seu formato e novas ideias só seriam aderias se aprovadas por eles. Franquias foram abertas por diversas cidades e as propostas eram coordenadas por ele que, aos poucos, passou a apresentar a ideia como de sua autoria e os irmãos começaram a se ver cada vez mais fora do projeto que criaram.

As franquias passaram a fazer tanto sucesso, que Ray expandiu o formato e começou a incrementar as lojas com novos conceitos, desagradando cada vez mais os donos da lanchonete. Vendo o crescimento rápido dos negócios, Harry J. Sonneborn, que viria a ser o primeiro presidente e chefe executivo da rede, aconselhou Ray a focar na parte imobiliária e de licenciamento da marca, o que foi acatado e se transformou na criação da Mc Donald’s Corporation, deixando os irmãos Mc Donald’s sem escolha, a não ser vender a marca para Ray. Eles também foram obrigados a deixar de usar o nome de seu próprio restaurante (seu próprio sobrenome) e declararam falência pouco tempo depois de Ray abrir um Mc Donald’s bem em frente a sua lanchonete .Ele também simplesmente deixou os irmãos Mc Donald’s de escanteio, se declarando fundador da marca.

A história se mostra bastante triste ao expor a forma como essa marca tão conhecida por todos nós chegou a todas as partes do mundo, a partir da apropriação de ideias e conceitos. Apesar disso, o filme é muito elaborado e recomendamos a todos.

 

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Trilha Sonora: Séries de terror e suspense

Quando você gosta muito de músicas e de filmes, séries e etc, acaba associando uma coisa a outra através das trilhas sonoras dessas produções, seja pela abertura, música tema ou qualquer outra música que componha essa trilha ou que esteja presente.

Eu me encaixo exatamente na descrição aqui de cima e hoje trouxe músicas que fazem parte da trilha sonora ou de momentos musicais icônicos de 6 séries de terror e suspense que eu gosto bastante:

Twin Peaks

Uma série dos anos 90 que está entre o clássico e o cult, Twin Peaks, de David Lynch e Mark Frost é adorada por muitos e não entendida por muitos outros. Trata-se de uma produção investigativa com toques de suspense e com muitas coisas bizarras envolvendo terror psicológico, personagens esquisitões e bastante surrealismo lúdico.

A trilha sonora é muito boa e super importante na série, marcando os principais acontecimentos. Ainda não vi a nova temporada, mas já soube que tem Nine Inch Nails, banda famosa de rock industrial que eu adoro. Mas, para este post, escolhi a música “Into the Night”, da Julee Cruise, que também canta a música tema da série. A música que faz parte do “Episode 5”, 6º episódio da primeira temporada.

True Blood

True Blood foi uma daquelas séries que eu amava e quase todo mundo não gostava. É uma série de horror (nada assustador) e ficção que mostra a existência de vampiros no mundo dos homens e os relacionamentos entre eles. Ao longo dos episódios também passamos a conhecer outros tipos de seres encantados como lobisomens, bruxas e fadas.

Na trilha sonora encontramos diversos tipos de músicas que ilustram bem o clima da série e o estilo country é o que mais aparece, acredito que por conta do local no qual a história se passa, no interior dos Estados Unidos, onde esse estilo predomina. Para minha listinha, escolhi a musica de abertura, “Bad Things” do Jace Everett, porque combina demais com a série e eu amei tanto que adicionei na minha playlist da vida!

The Mist – Nevoeiro

A série é baseada no conto de mesmo nome de Stephen King, que fala sobre uma cidade americana que é envolta repentinamente por um nevoeiro que esconde seres estranhos de outro mundo, os quais os moradores do local precisam enfrentar. A série segue exatamente a mesma linha de forma bem executada.

Ainda não encontrei a trilha sonora completa, não sei se já existe, mas quando eu estava assistindo ao segundo episódio, uma música me chamou a atenção ao final, “Riverside”, da Agnes Obel, da qual eu já falei pra vocês no post de músicas pra relaxar. O momento é muito tenso e a música calma surgindo para dar o desfecho, deixou tudo mais interessante. Eu gostei tanto da música que fui procurar conhecer melhor o trabalho da cantora e amei!

Salem

Salem é uma série que traz mais uma versão fictícia da perseguição às bruxas, que aconteceram na cidade de Salem, nos Estados Unidos, no final do século XVII. A produção mostra todos os acontecimentos da cidade na época e traz John Alden e Mary Sibley como protagonistas. Ele é um herói da guerra, que retorna a cidade em meio ao caos da caça às bruxas e ela é a bruxa mais poderosa de Salem.

A partir do segundo episódio a abertura da série passou a ser a música “Cupid Carries a Gun”, do Marilyn Manson. E como sou super fã dele, a abertura me deixou ainda mais interessada pela série, que eu acompanhei até o seu final, que aconteceu em janeiro deste ano.

Hannibal

A história de Hannibal praticamente dispensa apresentações, né? E a série é baseada no livro Dragão Vermelho, que descreve a relação entre o agente do FBI Will Graham e o Dr. Hannibal Lecter. A série começa majestosa, com interpretações fantásticas e uma fotografia maravilhosa mas, com o passar das temporadas, a história não conseguiu se fortalecer o suficiente e foi cancelada em 2015, o que é uma pena!

A trilha sonora é de extremo bom gosto e é composta por muitas músicas clássicas, com participação de artistas como David Garret, mas o que eu realmente amei e me surpreendeu foi a canção escrita para o final da série pela Siouxsie Sioux, cantora que fez grade sucesso nos anos 80 e que eu amo. Ela não lançava nada novo desde 2007, então foi emocionante ver o quanto a série foi inspiradora para ela nessa canção que fez com Brian Reitzell, “Love Crime”.

American Horror Story

Uma das produções mais doidas dos últimos tempos, se não for a mais doida mesmo, American Horror Story é uma série antológica de terror, que aborda um tema novo a cada temporada e trabalha com o psicológico, o medo e o bizarro.

A trilha sonora é extensa e acompanha os temas em questão e teve até uma temporada com números musicais, onde os personagens interpretavam músicas famosas. Eu escolhi uma música que ficou marcante pra mim quando ouvi na segunda temporada, Asylum, “Dominique”, uma música popular francesa, que é originalmente católica, mas que tem um lado todo macabro e assustador, que combinou perfeitamente com a série.

Claro que eu fiz uma playlist com as músicas lá no nosso perfil no Spotify:

Gostaram da minha listinha? Vocês também se ligam nas músicas das séries que assistem?
Me contem quais são as que mais gostam.

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Black Mirror: San Junipero

Esse é o segundo post sobre um episódio da série Black Mirror, então já deu para perceber o quanto eu gosto dessa série né? Mas se você não curte ou nunca viu, tente ver San Junipero, que não apenas eu, mas como muitas outras pessoas e sites consideram o melhor episódio de Black Mirror!

San Junipero é o quarto episódio da terceira temporada e se passa em “vários anos”, mas vamos considerar que ele é predominantemente anos 80, com o melhor da moda e da música, com certeza vocês vão amar a trilha sonora dele. Esse lugar nada mais é do que um paraíso do futuro, quem está assistindo só vai compreender isso ao final, mas San Junipero é um espaço virtual criado para as pessoas que estão em fase terminal poderem continuar vivendo, como se fosse um sonho induzido e mesmo quando morrerem podem ficar para sempre nesse “paraíso”.

As protagonistas são duas jovens garotas, Yorkie (Mackenzie Davis) e Kelly (Gugu Mbatha-Raw), que se encontram em uma festa e se tornam mais do que amigas, Yorkie acaba se apaixonando por Kelly, porem Kelly não busca um relacionamento sério, apenas diversão. Por um tempo, Yorkie não consegue mais encontrar sua amiga e então ela a procura passando por várias décadas, anos 80, anos 90, 2000 e por ai vai, até que uma hora ela consegue encontrar Kelly e as duas abrem o jogo sobre suas vidas.

Yorkie na verdade é uma senhora que sofreu um acidente quando nova e nunca mais teve os movimentos do corpo, viveu toda sua vida como um “vegetal” e agora quer viver tudo o que perdeu em San Junipero, já Kelly, também uma senhora, viveu muito bem sua vida, foi casada e teve filhos, porém todos já partiram dessa vida e ela sonha em um dia reencontra-los.

Kelly se sente tocada pela história da amiga, então decide abandonar seu sonho de morrer e encontrar as almas de sua família para viver o sonho de Yorkie e viver uma nova vida no “paraíso”. Elas se casam na vida real e ao morrer, vivem para sempre uma grande história de amor em San Junipero.

O único episódio de Black Mirror com um final realmente feliz, possui a melhor trilha sonora e figurino, todos de acordo com a década que se passa no momento. A música Heaven Is a Place on Earth da Belinda Carlisle foi a escolha perfeita para San Junipero, o que acabou revivendo a música no Youtube, ganhando vários comentários no clipe.

Pessoas, assistam esse episódio! Sério, é muito bom e tenho certeza que todo mundo vai amar, está disponível na Netflix, então é só dar o play e preparar a pipoca.

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Séries e Filmes do mês #agosto

Gypsy – 1ª Temporada

Essa série original Netflix, estreou no finzinho de junho e, para nossa frustração, já foi cancelada mas assistimos recentemente. É um suspense psicológico que conta a história da terapeuta Jean Halloways (Naomi Watts), leva uma vida aparentemente tranquila com o marido e a filha e tem uma carreira estável. Aos poucos notamos que Jean começa a se envolver de uma maneira estranha na vida de seus pacientes, envolvendo-se também com a vida das pessoas próximas a eles, criando relações complicadas e um tanto quanto perigosas para sua carreira e sua vida. Além disso, ela também enfrenta seus próprios dilemas, como a convivência conturbada com sua própria mãe e também com sua filha, que começa a despertar sinais de diferenças de gênero, fato com o qual ela e o marido lidam bem, porém geram reações estranhas entre algumas pessoas.

No envolvimento com as pessoas mais próximas de seus pacientes, Jean desenvolve uma nova personalidade, de acordo com o perfil de cada uma, na qual ela muda de atitudes, visual e até de opção sexual e usa sempre o seu alter-ego, Diane. São três os principais pacientes com os quais ela se envolve, Sam, Claire e Allison. Allisson é uma jovem usuária de drogas com a qual Jean desenvolve uma relação maternal, colocando em risco até mesmo sua profissão, quebrando protocolos e envolvendo a polícia. Claire é uma mulher obcecada pela filha, com a qual ela tem um árduo relacionamento e, com ela, Jean cria um laço de amizade a fim de descobrir o que gera essa difícil relação. E Sam é um rapaz que terminou um namoro muito difícil, com Sidney, uma barista e cantora, que mantém sua liberdade acima de tudo, mas ele ainda é fixado na moça, dentro desse quadro, Jean se envolve com a moça de forma que, às vezes parece querer manipulá-la, às vezes parece que está realmente apaixonada. Sidney se envolve com Diane, mas a relação das duas sempre envolve alguns mistérios de ambas as partes, que aos poucos são revelados, fazendo com que Jean/Diane seja descoberta.  Aparentemente, Jean sofre de distúrbios psicológicos e sua “vida dupla” resgata nela um sentimento de liberdade, de ser alguém que ela gostaria de ter sido.

Em uma visão egoísta, a série parece fazer com que os acontecimentos da vida normal de Jean sejam os motivos para suas reações psicológicas. Mas a série desperta muito interesse e tem uma ótima produção. Os 10 episódios dessa primeira temporada foram criados por Lisa Rubin e produzidos por Sam Taylor-Johnson, diretora do famoso filme Cinquenta Tons de Cinza.

The Handmaid’s Tale – 1ª Temporada

Essa é uma das séries mais comentadas mundo afora e uma das que mais me surpreenderam nos últimos tempos. Realizada pela plataforma de transmissão streaming Hulu e criada por Bruce Miller, a série é uma adaptação do livro original de mesmo nome, no Brasil “O Conto da Aia”.

A história é uma ficção crítica que se passa em um futuro distópico após um ataque terrorista nos Estados Unidos, que acaba viabilizando um grupo católico poderoso a a criar novas leis a fim de, segundo eles, restaurar paz. Com isso, acontece uma forte revolução, na qual as minorias perderam seus direitos, precisando correr para buscar refugio em outros países. As mulheres são as mais afetadas, elas são restritas a rezar, fazer compras para a casa, não podem nem ao menos ler e perderam até mesmo seus nomes originais, mas a função básica dessas mulheres é serem aias, ou seja, basicamente são mantidas nas casas para reproduzirem em nome de suas “senhoras” e do novo governo e, para isso, elas são treinadas por outras mulheres, denominadas “Tias”, passando por humilhações e torturas para serem extremamente obedientes e se contentar em seguir suas funções.

Elas usam praticamente um uniforme, que as identifica de longe, um vestido vermelho, touca branca e um chapéu com abas, que usam para sair, o qual as impede de olhar para os lados e de serem vistas pelas pessoas ao redor e as demais Aias. Nessa sociedade, há também as Marthas, que são as mulheres responsáveis pela limpeza e organização da casa do Comandante e sua esposa.

June (Elisabeth Moss), que vivia com o marido e a filha, tenta escapar da nova instituição teocrática na qual seu pais se transformou, mas é pega pelo Centro Vermelho e acredita que seu marido foi morto na tentativa de fuga. Sua filha é levada e ela passa a ser treinada para ser uma Aia e servir à casa do comandante Fred Waterford (Joseph Fiennes), passando a se chamar, Offred, que significa Do Fred, em inglês, Of Fred. Sim, elas se tornam propriedades desses comandantes.

Acompanhamos tudo pela perspectiva de Offred e sofremos com ela em todos os momentos dessa primeira temporada, na qual ela precisa se submeter aos mais diversos tipos de humilhações, “em nome de Deus”, sem nenhum tipo de escolha. Vemos também detalhes de alguns personagens secundários, como Janine (Madeline Brewer), Ofglen (Alexis Bledel) e Moira (Samira Wiley).

A série faz muitas críticas aos modelos de sociedades que são movidos pela religião, seja ela qual for, e também a toda a forma de opressão que as mulheres já sofreram e, por mais que não pareça, ainda sofrem de alguma forma.

O elenco está maravilhoso com atuações brilhantes. Elisabeth Moss entregou a alma ao papel e nos faz ter uma explosão de sentimentos em sua interpretação. Também preciso destacar Alexis Bledel, pois eu ainda não havia gostado de nenhuma produção na qual ela havia trabalhado, além de Gilmore Girls.

A segunda temporada já foi confirmada e eu estou recomendando a série para todo mundo, por ser daquele tipo que te faz refletir bastante.

Ozark – 1ª Temporada

Uma série original da Netflix que lembra muito o estilo de Breaking Bad, assim como Walter White, Marty Byrde (Jason Bateman) é um homem “certinho” que acaba se envolvendo com lavagem de dinheiro para Del (Esai Morales), representante de um cartel mexicano. Porém o sócio de Marty, Bruce Liddell (Josh Randall), se acha capaz de roubar de Del, botando a vida dos dois e de suas famílias em perigo.

Para salvar sua vida e de sua família, Marty convence Del a apostar nele e em seu plano de lavar muito mais dinheiro em um tempo menor, para isso ele se muda para o Lago de Ozarks, um lugar onde gente com muito dinheiro costuma passar as férias e tem baixa fiscalização da policia local. Aparentemente a chegada dos Byrde em Ozark não agrada muito alguns moradores, pois Marty precisa comprar alguns estabelecimentos para por seu plano de lavagem em ação e isso acaba atrapalhando o esquema de de distribuição de drogas de um narcotraficante local.

A série apesar de parecer um pouco rápida de mais, possui bastante cenas de flash back que explicam melhor as histórias envolvidas. A trama é bem desenvolvida e bem narrada o que acaba nos envolvendo do início ao fim, Marty conquista o telespectador com seu drama para proteger sua família e também com a traição de sua esposa, que mesmo após descobrir, ele a protege e a mantem ao lado de seus filhos.

Um detalhe importante de destacar é que na abertura da série aparece a letra O destacada com quatro elementos presentes dentro dela, cada elemento significa uma parte da história contada no episódio, então vale a pena prestar atenção e ligar os pontos.

Game of Thrones – 7ª temporada

Nossa série em comum favorita chegou a sua 7ª, penúltima e tão esperada temporada e claro que não podíamos deixar de acompanhar nenhum episódio! A série oficialmente ultrapassou os livros que deram origem a ela, deixando o roteiro nas mãos dos produtores e da HBO, que prometeu um número menor de episódios, porém maiores com mais emoções, o que levou nossas expectativas às alturas.

Vimos o retorno de personagens importantes mas, ao mesmo tempo, os núcleos foram mostrados muito isolados, o que nos fez ter que fixar ligando alguns pontos. Após retornar para Winterfell com Sansa e se tornar o Rei do Norte, Joh Snow tem como foco derrotar o Rei da Noite e conseguir aliados importantes para a Grande Guerra e isso causa um climinha chato entre os dois, mas Snow deixa Sansa cuidando de tudo e vai ao encontro de Daenerys, que pretende criar uma aliança com o Rei do Norte para derrotar os inimigos e tomar o seu trono, cabendo ao Jon, provar para ela que há uma batalha muito mais importante a ser vencida para que todos permaneçam vivos.

Em Porto Real, Cersei junta alguns aliados para derrotar a Daenerys e suas principais armas, seus dragões, além de bolar estratégias para se manter no trono ao mesmo tempo em que Jaime dá alguns sinais de que não concorda 100% com a irmã, mostrando até alguns momentos que nos fazem acreditar que ele ainda pode tentar se redimir.

O exército de Caminhantes Brancos cresce em enorme proporção e, após indicação de Sam, Jon Snow reúne bastante vidro de dragão, cedido por Daenerys e junta um supergrupo com grandes nomes como Jorah Mormont e Sandor Clegane para partir além da Muralha em busca de uma prova para convencer Cersei conseguir mais aliados na guerra contra os Outros, mas o plano parece ser meio estúpido e Daenerys precisa resgatá-los com seus dragões e acaba acontecendo uma trágica perda, um dos pontos principais e o mais marcante da temporada toda.

Jon, Daenerys e Cersei se reúnem pela primeira vez, em um encontro épico, para discutir sobre  o inimigo em comum, mas mesmo provando a existência dos Caminhantes Brancos, Cersei se mostra relutante em cooperar. Outro diálogo de grande importância nessa temporada é de Sam com Bran, que juntos descobrem toda a história escondida com o nascimento de Jon Snow, ou melhor, Aegon Targaryen.

Muita coisa acontece nessa nos episódios de GoT, nos surpreendemos com Arya e principalmente com a união das irmãs Starks contra o Mindinho, também rolou um dos momentos mais esperados de Jon e Daenerys juntos, mas apesar de tantos acontecimentos importantes, muitas falhas também aconteceram, o que deixa a impressão de que os produtores estão correndo com a história. Criticas a parte, ainda com tantos erros, não tem como não pirar com essa temporada e ainda ficar mais ansiosas do que nunca com a continuação que está prometida para 2019! Não sabemos como lidar com isso.

Os Sonhadores

Os Sonhadores é um filme de 2003 do conceituado Bernardo Bertolucci, baseado no romance The Holy Innocents, de Gilbert Adair, que eu já assisti algumas vezes, mas ainda não havia trazido aqui para o blog, até que resolvi assistir novamente em um fim de semana de agosto.

A história se passa na França, em maio 1968, em meio aos movimentos políticos e estudantis e a grande greve geral que dominavam o país. Em meio a tudo isso, o norte americano Mattew (Michael Pitt) está em Paris para aprender Francês e se interessa intensamente pelo cinema, passando a frequentar a cinemateca local, até que o dono é demitido e o local para de funcionar. Nessa confusão, o rapaz conhece Isabelle (Eva Green) uma jovem linda, misteriosa e meio blasé, que tem um irmão gêmio, Theo (Louis Garrel). Ambos frequentavam as sessões de cinema e acabam puxando assunto sobre isso. Os três iniciam uma amizade forte que vem a se tornar um triângulo amoroso, após Mattew ser convidado para jantar com a família dos irmãos e, posteriormente, se juntar a eles em seu apartamento, onde sim, acontece um amor proibido, descrito de forma estranhamente romântica no filme, mostrando os irmãos como se fossem uma só pessoa, movidos pelos mesmos objetivos e com o mesmo sangue revolucionário. Apesar de ser aceito pelos dois, Mattew é apenas uma figura secundária na vida deles, Theo deixa isso bem claro para o rapaz e Isabelle, apesar de parecer interessada em algum tipo de relacionamento com ele, também não consegue se ver com outro sem o irmão. Há muita sensualidade no filme e muitas cenas de sexo, que são abordadas de uma certa forma poética e lúdica.

O cinema é parte fundamental da construção do enredo, que é recheado de referências a grandes clássicos e nos faz conhecer um pouco mais sobre o assunto, cheio de metáforas realizadas de forma impecáveis e citações marcantes. A fotografia é linda e a ambientação nos mostra exatamente o cenário que se passava na França de 68, nos fazendo conhecer um pouco mais dessa história, de uma forma tão diferente.

Apesar de ser considerado bastante polêmico, é um filme que eu gosto muito, pelo estilo, pelo tema, pelo elenco, enfim… pela produção completa. Ele trata de coisas que são consideradas tabus pela sociedade e tudo isso em meio a um fato histórico conhecido mundialmente, com falas ricas e muita cultura. Pra mim, os personagens merecem ser interpretados por cada expectador individualmente, em um sentido filosófico.

Outra coisa que amo demais em Os Sonhadores é a trilha sonora. Muita música boa do final dos anos 60, com Janis Joplin, The Doors e Jimmy Handrix. Super recomendado!

 

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Anime: Dragon Ball Super

Toda minha infância e adolescência fui completamente viciada em Dragon Ball e todas as suas temporadas. Esse mês foi lançado aqui no Brasil, no canal pago Cartoon Network, Dragon Ball Super, que trás de volta Goku e sua “trupe” para derrotar mais um grande e poderoso inimigo.

Para quem não conhece, o anime Dragon Ball foi criado por Akira Toriyama e possui 4 temporadas, Dragon Ball, Dragon Ball Z, Dragon Ball GT e agora Dragon Ball Super. Dessas temporadas a mais conhecida é a Z, em que Goku, um extraterrestre da raça Saiyajin, precisa defender a Terra de terríveis inimigos como Freeza, Cell e Majin Boo.

Nessa nova temporada, tão esperada pelos fãs, o novo inimigo de Goku é o deus da destruição, Bills, que está a procura do deus Super Saiyajin, uma lenda que conheceu e agora está em busca para enfrenta-lo. Porém não há nenhum deus desse tipo e então Goku e Vegeta tentam enfrentar Bills para proteger a Terra da destruição.

Além de Bills, o anime irá trazer de volta um dos piores inimigos da temporada Z, Freeza irá ressuscitar com a ajuda das esferas do dragão e irá atrás de vingança. Como é característica marcada de Dragon Ball, também terá muito treino, torneio de artes marciais e talvez uma nova transformação de Goku.

fonte: Omelete

O desenho está com os mesmos traços característicos da equipe de Akira, porém em alguns episódios o traço fica um pouco diferente, segundo o próprio Akira Toriyama é por causa dos novos ilustradores contratados. A abertura trás uma música bem empolgante, mas na minha opinião a melhor continua sendo a abertura de Dragon Ball GT, que em português é uma das versão mais bonitas.

É muita nostalgia ter de volta esse anime que marcou minha vida, e acredito que de muitas outras pessoas. Quem quiser acompanhar essa nova temporada, é só ficar atento a programação do Cartoon, transmitida de segunda à sábado as 15:30 e com reprise as 23h.

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Séries e Filmes do mês #julho

Aqui mostramos as séries e os filmes que acompanhamos no mês de julho!

Anne With an E – 1ª Temporada

Não sabemos descrever o quanto amamos essa série desde o primeiro segundo. Ela tem uma mistura de elementos que despertam um pouquinho de tristeza e bastante alegria. A abertura, a fotografia e os cenários são incríveis, alguns dos melhores que já vimos e séries.

A produção Canadense é baseada no livro “Anne of Green Gables”, o qual nós já havíamos visto e nos apaixonado pela capa, mas ainda não sabíamos do que se tratava.

A séries conta a história de Anne (Amybeth McNulty), uma menina de 13 anos, ruiva, com sardas e que gosta de deixar bem claro que há um E no final de seu nome. Anne teve um passado difícil, se tornou órfã muito cedo e precisou viver em um orfanato e na casa de pessoas que a “adotavam” para que ela trabalhasse para conseguir sobreviver, mas ela acaba precisando voltar ao orfanato  e é adotada por engano por Matthew Cuthbert (R. H. Thomson) que precisava de um menino que o ajudasse nas atividades da fazenda, na qual vive com a irmã, Marilla Cuthbert (Geraldine James).

Matthew acaba se encantando por Anne e a leva para casa, para que a irmã a conheça, o que não deu muito certo no começo, mas a garotinha faz de tudo para demonstrar que é capaz de fazer as mesmas atividades que um menino. Sim, ela é uma menina de 13 anos já toda empoderada. E um laço de amor acaba se formando entre eles.

Anne tem diversos desafios em sua jornada e é muito difícil ter que provar que mesmo sendo uma órfã, feia (segundo a sociedade da época) e sem muitos recursos, ela se preocupa com o próximo e, mesmo quando acaba aprontando, está tentando algo para tentar agradar aos outros.

Conseguimos acompanhar as mudanças da personagem e também o seu amadurecimento, na personalidade, nas atitudes e na vida. Ela desenvolve uma amizade linda e verdadeira com Diana Barry (Dalila Bela), com a qual até faz um pacto e é lindo de ver o quando essa união dá forças pra Anne.

Com certeza o que mais gostamos foi a personalidade de Anne. Forte e sonhadora, a menina nos encantou com seu jeitinho, seu amor pelos livros e sua forte imaginação. A atriz merece um grande destaque, porque se expressa muito bem e nos emociona com seu papel.

Não tem como não nos identificar com algumas coisas! A Anne se identifica de cara, já pelo nome, exatamente igual ao dela e também, porque é meio ruivinha e tem sardinhas. A Eve, com a mente sem limites, imaginação fértil e com a coisa de criar um mundo único para se sentir livre dos problemas e das coisas chatas da vida, pois era assim quando criança.

Nem precisamos dizer o quanto recomendamos, né? São 7 capítulos lindos do início ao fim, disponíveis na Netflix.

Pretty Little Liars – 7ª Temporada – Final

Uma das séries de maior sucesso nos Estados Unidos e no Mundo e a que teve um dos maiores suspenses, tipo novela da Globo, chegou a sua sétima e última temporada e acompanhamos os últimos episódios dessa história de Aria (Lucy Hale), Hanna (Ashley Benson), Spencer (Troian Bellisario), Emily (Shay Mitchell) e Alison (Sasha Pieterse).

Já mostramos a série por aqui e acho que a maioria das pessoas conhece, principalmente as mais novinhas, porque sim, a série é Teen, mas gosto e assumo.

Vou até repetir o que escrevi em setembro do ano passado:  A série, baseada nos livros de Sara Shepard, é muito famosa e talvez dispense apresentações, mas basicamente conta a história de 5 amigas da cidade de Rosewood que eram super unidas e foram manipuladas por Alison, a mais popular da turma, a agir de forma um tanto quanto cruel. Alison some em um determinado encontro das amigas e é dada como morta por muitos anos, mas um assassino chamado “A”, que as meninas associam a ao nome de Alison, começa a cometer vários crimes pela cidade e a perseguir Aria, Hanna, Emily e Spencer, as 4 amigas que permaneceram vivas e guardam inúmeros segredos e mentiras. No decorrer das temporadas, descobrimos que Alison está viva e sofreu bastante durante o tempo em que esteve longe. “A” também é revelado e a vida das amigas passam por muitas transformações e temos um novo inimigo, AD.

Após as meninas voltarem a Rosewood, já mais velhas, elas passam por coisas que são decisivas em suas vidas. Spencer descobre que é filha de Mary Drake e, consequentemente, irmã de Charlotte e isso mexe muito com ela. Aria e Ezra estão organizando o seu casamento e a liar fica com os nervos a flor da pele, preocupada com acontecimentos do passado que podem atrapalhar esse momento especial e acaba tomando atitudes assustadoras e até se juntando ao inimigo por um tempo. Alison, que está grávida, descobre que o filho é, na verdade de Emily, que teve seus óvulos usados para a inseminação, por AD. Apesar de estar se acertando com Paige, Emily decide apoiar Alison e as duas acabam firmando uma relação e têm as filhas juntas, sim, são gêmeas, Lily e Grace. Hanna está em uma relação estável com Caleb e parece ser a que mais se compromete em proteger o grupo de amigas.

Em meio a tudo isso, AD começa um jogo com as meninas, em um tabuleiro que tem consequências na vida real, onde cada uma delas tem sua vez de jogar e devem montar as peças do quebra cabeças. Prestes a irem para a cadeia pelo assassinato de Rollins, Spencer parece retomar aos poucos a sua relação com sua verdadeira mãe, Mary e se reaproxima de Toby, que voltou. Hanna e Caleb se casam. Emily e Alison decidem ter as filhas juntas, sim, são gêmeas, Lily e Grace. E Aria revela seus segredos. Porém, Mary assume a culpa pela morte de Rollins e livras as meninas da prisão, mas o jogo continua. O casamento de Aria e Ezra não sai como o esperado e, com a ajuda de Mona, as liars descobrem finalmente a pessoa responsável por todas as torturas e coisas ruins que vinham acontecendo em suas vidas.

Não vamos revelar aqui, apesar de estar em toda a internet, quem é AD, mas não chega a ser chocante se você já conhece um pouquinho do universo de Pretty Little Liars.

O casamento finalmente acontece e as 5 amigas terminam a série em uma despedida, com Hanna revelando que está grávida. Também surge um novo grupo de meninas que deixam a entender que são a nova geração de liars, o que não achamos muito necessário.

Foram muitos parágrafos, mas quando  uma série chega ao final, é difícil poupar palavras.

Orange is The New Black – 5ª Temporada

Uma das séries mais queridinhas da Netflix chegou à sua 5ª temporada, com mais maturidade e até um pouquinho de enrolação, na nossa opinião, mas ainda assim, muito bem estruturada e com muitas mensagens importantes.

Após a morte de uma das detentas mais queridas, as mulheres da penitenciária de Litchfield travam uma forte rebelião em busca de direitos humanos da responsabilidade e punição pela morte da amiga. Os 13 episódios que compõem essa temporada mostram os 3 dias dessa rebelião, onde as negociações são feitas principalmente por Taystee (Danielle Brooks), inclusive, todo o núcleo afro-americano passa a ganhar mais destaque nessa temporada e a protagonista Piper Chapman (Taylor Schilling), aparece bastante apagada, apesar de ainda um pouco perturbada. Seu relacionamento com Alex Vause (Laura Prepon) parece que chega a um ponto ideal, na medida do possível, e as duas estão se dando muito bem.

Durante a rebelião, alguns guardas são mantidos reféns e também Caputo (Nick Sandow) e um assessor de imprensa do complexo e todo acabam experimentando um pouco do que é a vida dentro da prisão e também são usados para as negociações. A famosa Judy King (Blair Brown), que estava prestes a encontrar a liberdade quando a rebelião se iniciou, também entra como moeda de troca para as negociações, mas acaba sendo liberta. Red (Kate Mulgrew) está obcecada com o passado de Piscatella (Brad William Henke) e o guarda acaba se tornando o grande vilão da temporada.

Cada personagem age de uma forma diferente diante da rebelião, algumas estão em busca de vingança do sistema, outras querem a sua liberdade e outras estão só ali, vivendo a sua maneira mesmo em meio ao caos, como por exemplo Flaca (Jackie Cruz) e Maritza (Diane Guerrero), que viram YouTubers e Leanne (Emma Myles) e Angie (Julie Lake), que só querem ser mais loucas do que nunca. Frieda (Dale Soules) também aparece como destaque e conhecemos suas origens, sua força e também o seu esconderijo secreto, que ajuda outras detentas no momento da confusão.

O final da temporada e da rebelião é triste, pois, como era previsto, as detentas não conseguem alcançar os objetivos que buscavam e são transferidas e separadas.

Percebemos que a a série, apesar de ainda ser maravilhosa, tomou um rumo um pouco mais raso, e muito episódios poderiam ter sido menores ou compilados, mas também, depois de uma 4ª temporada arrebatadora como foi a última, seria muito difícil conseguir manter o padrão.

Glow – 1ª Temporada

Glow, a nova produção da Netflix, trás uma história muito legal e engraçada, que se passa nos anos 80 em Los Angeles. A série conta sobre Ruth Wilder (Alison Brie), uma atriz que quer ter um grande papel nas telas da TV,  mas nessa época as mulheres eram pouco valorizadas e, na maioria das vezes os papeis eram para atuar como secretária, garçonete ou algo do tipo.

Ruth participa de um teste para atuar na série Gorgeous Ladies of Wrestling, ou melhor Glow, do diretor Sam Sylvia (Marc Maron), que nada mais é do que aquela famosa luta livre com golpes ensaiados que fez muito sucesso nos anos 80. Apesar de conseguir o papel, Ruth acaba sendo removida do elenco, porém ela não desiste do papel e ensaia alguns golpes para mostrar ao diretor e reconquistar seu lugar.

No dia em que ela resolve tentar reconquistar seu lugar em Glow, por azar ou sorte, sua melhor amiga Debbie (Betty Gillpin) descobre que Ruth transou com seu marido e vai até  o local dos ensaios tirar satisfação com ela. Elas acabam brigando de verdade, o que deixa Sam empolgado em utilizar as duas em sua série, então ele consegue convencer Dabbie e Ruth a serem, respectivamente, Heroína e Vilã de Glow.

A série é feita pelos mesmos produtores de Orange is the New Black e tem até um pouco do mesmo estilo, mas definitivamente Glow se apresentou uma obra prima. A fotografia é bem característica dos anos 80, assim como os figurinos e trilha sonora, a trama é muito bem pensada e bem elaborada, deixando cada episódio mais empolgante que o outro.

Gente não resistimos a essa versão de Glow com a Gretchen vs Cadillac, então vamos deixar o trailer original e essa versão muito engraçada que a própria Netflix fez com nossas “musas” do Brasil!

Okja

Um filme do cineasta sul-coreano Bong Joon-ho, produzido pela Netflix, trás uma fábula satírica sobre a super produção de carne no mundo. Na história eles utilizam um “super porco” fictício, um animal bem grande e que tem um olhar meigo, tipo o de um cachorrinho, mas essa nova espécie de animal foi criada apenas para ser a carne mais saborosa que o mundo já viu.

Lucy Mirando (Tilda Swinton), CEO da Mirando Corporation, lança ao mundo com orgulho seu mais novo produto, o “super porco”, que em 10 anos estará pronto para ser comprado e consumido. Ela lança um concurso em que o pequeno produtor que conseguir o melhor resultado na criação do “super porco”, receberá um prêmio e seu animal será mostrado ao mundo em um desfile.

Depois de 10 anos, quem conseguiu o melhor resultado foi de Okja, a porca de Mija (Ahn Seo-hyun), uma filha de fazendeiro que a criou como um membro da família, dando amor, carinho e atenção. O pessoal da Mirando Corporation tenta levar Okja para a empresa e Mija começa uma grande corrida para impedi-los, no meio do caminho aparece um grupo de defensores dos animais que ajudam Mija, porém o plano deles é utilizar Okja para registrar todos os abusos com animais que essa grande corporação faz.

O plano deles dá certo, conseguem mostrar durante o festival do “super porco” todas as cenas de abuso e maus tratos para toda a população, mas na hora de tentar resgatar Okja e devolver para Mija, o plano dá errado e ela é levada para a fábrica, onde todos os porcos estão sendo abatidos. Mija consegue impedir que Okja seja abatida e leva-la de volta para casa junto com um bebezinho “super porco”, porém todos os outros não tiveram esse final feliz.

Foi muito difícil de assistir esse filme, mesmo eles utilizando de um animal fictício, Okja representa todos os animais, toda essa criação em massa e super produção de carne. Não consegui comer carne por uns 3 dias depois que vi o filme e agora estou mudando minha alimentação.

Todo mundo sabe que essa crítica que o filme trás é real, mas estamos sempre ignorando essa questão da carne, eu ignorei por muitos anos, até que nesse filme me deu um “estralo” e decidi mudar, por essa questão de produção em massa, não por achar que é mais saudável ou não. O legal é que nesse formato que foi feito o filme, eles conseguem atingir todas as pessoas, homem, mulher, idoso e criança, assim a mensagem é entregue a todos e fica critério de cada um se que achar que é apenas um filme ou algo mais.

Só um aviso importante, se você não aguenta ver um animalzinho sofrer, acho que esse filme é um pouco pesado, não tem nada explicito, mas só de deixar subentendido eu chorei bastante.

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Black Mirror: Nosedive

Black Mirror é uma série super atual que mostra de forma futurísticas o caminho que a sociedade tem seguido, é uma critica a nossa dependência da tecnologia e redes sociais. Os episódios não estão conectados entre si, sendo que cada um trás  uma visão diferente do nosso “futuro”.

Um dos episódios mais marcantes para mim e acredito que para todos também é o Nosedive, nele é abordado essa questão de redes sociais, seguidores, likes, toda essa loucura que já vivemos, mas é mostrado de um jeito exagerado.

A história é sobre Lacie Pound (Bryce Dallas Howard) que possui 4.2 estrelas em sua rede social e com essa pontuação ela tem uma vida boa, pois nessa realidade é super importante ter uma boa avaliação, isso significa sua “qualidade de vida” e “classificação” na sociedade. Visando uma melhoria de padrão de vida, Lacie quer comprar uma casa luxuosa em um bairro nobre, mas para isso ela precisa der 4.5 estrelas.

Uma “amiga” antiga, Naomi (Alice Eve), irá se casar em breve e chama Lacie para ser sua madrinha, como Naomi possui 4.8 estrelas, ela acredita que se fizer um lindo discurso em seu casamento, sua pontuação irá subir até o necessário para comprar a tão sonhada casa de luxo. Porém acontecem muitos contratempos que faz com que Lacie perca muitos pontos, sendo barrada no casamento da amiga por ser uma pessoa de baixa avaliação e acaba na cadeia com zero estrelas.

O que esse episódio tem haver com a vida real? TUDO, pelo menos no mundo do marketing e blogs é exatamente assim que funciona, as redes sociais ganharam grande poder com o tempo, sendo o melhor marketing que temos hoje em dia. Mas a grande maioria das marcas e empresas só enxergam os influenciadores por números de seguidores e não por conteúdo ou qualidade, o que faz com que muitas das pessoas desse meio acabem comprando seguidores ou buscando outros meios como, por exemplo, foto com alguém famoso só para crescer nas redes.

No final das contas, o que era para ser um marketing mais real do que esses de televisão, na verdade está ficando tão falso quanto e ainda deixando as pessoas igual a personagem Lacie de Black Mirror. Mesmo pessoas que não estão nesse universo de influenciadores, as pessoas comuns, estão se importando em conseguir seguidores, em ter o feed bonito e muitas outras coisas que muitas vezes não são “naturais” delas.

Eu me vejo muitas vezes nessa personagem, pois trabalho com blog e esse meio é assim mesmo, mas fico muito feliz de conhecer marcas que se importam mais com o conteúdo do que com os números e são elas que nos motivam a continuar com esse trabalho que amamos e buscamos fazer com qualidade.

Acredito que Nosedive não irá se tornar uma realidade, pois um mundo assim seria horrível, e por mais que tenha esse lado ruim que surgiu com as redes sociais, elas nos trouxeram principalmente uma coisa maravilhosa, o compartilhamento de informações e idéias, o que faz com que mais pessoas valorizem o que é realmente bom, verdadeiro e tem qualidade.

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Duas comédias britânicas curtinhas pra você conhecer

Eu não sou uma pessoa que ama a séries de humor. Ok, gosto de Friends até hoje e já tive minha fase de How I Met Your Mother e The Big Bang Theory, mas acabo me apegando a outras coisas nessas séries, que vão além do humor.

Há alguns anos atrás, assim como várias outras pessoas, eu comecei a me interessar cada vez mais pelas séries britânicas, sempre as mais complexas ou com dramas, mas a Netflix me recomendou alguns títulos de comédias e eu resolvi dar uma chance.

O humor britânico tem a tendência de não ser especificamente ou exclusivamente engraçado. Eu sei que parece estranho e soa preconceituoso, mas é que muitas pessoas, com as quais eu já conversei e também pelo que já li internet afora, não conseguem entender muito bem o humor britânico ou acham bobo. Eu, sempre do contra, acabei me rendendo às séries engraçadas da terra da rainha, então resolvi separar 2, que são parecidinhas, em geral, pra apresentar pra vocês. Elas já apareceram aleatoriamente nos posts de Séries e Filmes do Mês:

Lovesick

Essa sitcom, inicialmente do Channel 4 e agora da Netflix,  tem um formato muito legal de assistir, tem 2 temporadas, a primeira tem 6 episódios e a segunda 8 e eles tem mais ou menos 25 minutos de duração cada. Em uma maratona curtinha dá pra zerar tudo.

O que mais gostei nessa série de cara foi o nome de uma das protagonistas, Evie, que é uma das milhares de variações do meu apelido. A produção conta a história de 3 amigos Dylan (Johnny Flynn) , Evie (Antonia Thomas) e Luke (Daniel Ings), com foco na vida amorosa de Dylan, mais especificamente sua vida sexual, pois o rapaz contrariou clamídia e precisa contar a todas as ex parceiras que elas também correm o risco de estarem contaminadas. Tarefa nada fácil, né? Ele resolve fazer uma lista alfabética e sair em busca das garotas para dar a notícia.

Os acontecimentos não são mostrados de forma linear, outro ponto que gostei bastante. Os fatos aparecem a partir dos flashbacks que Dylan tem de seu relacionamento com cada garota que ele precisa contar sobre a doença e também mostra a forma como esses relacionamentos acabaram e cada episódio leva o nome de uma delas, nas duas temporadas. Por estarem sempre juntos, Luke e Evie também acabando fazendo parte dos flashbacks. 

Pelo episódio piloto já é possível perceber o tipo de humor que vai levar a série e já conhecemos 2 das parcerias de Dylan, no casamento de um amigo do grupo, do qual Evie é a fotógrafa. Também podemos ver que os dois nutrem uma amizade especial e que, ao mesmo tempo, rola uma friendzone ali. Luke é um cara debochado, machista..enfim, um verdadeiro cretino, desde o começo, mas também é responsável por alguns dos melhores momentos de humor da série.

A segunda temporada segue exatamente o mesmo caminho da primeira, mas o grupo está um pouco maior, pois o amigo que casou no piloto, Angus (Joshua McGuire), está convivendo mais com eles e Evie está em um relacionamento sério, ficando noiva, o que acaba abalando um pouquinho Dylan que, por sua vez, acaba se envolvendo novamente com uma de suas antigas parcerias.

Os diálogos são muito tranquilos e bem elaborados, sem nenhum conteúdo muito profundo, o que torna muito fácil de entender. Eu amo assistir a séries e filmes britânicos, porque tenho um amor especial pelo sotaque e Lovesick me fez amar mais ainda, porque geralmente eu via coisas mais complexas no idioma e comédias, só acompanhava as americanas, mas a série é leve e despretenciosa e com humor na medida ideal. Então, tudo isso, com o charme do sotaque britânico, me encantou.

Mais uma coisa que eu gosto muito no enredo, é a amizade deles. Apesar de terem personalidades super diferentes e de ter um romance ali no meio, eles se apoiam diante dessa situação delicada que acontece com Dylan. Também acho legal acompanhar os passeios que eles fazem e poder conhecer um pouquinho mais da Inglaterra. 

Outro ponto que preciso destacar e que sempre reparo em séries e filmes é a trilha sonora. A de Lovesick é muito boa, com músicas que passeiam entre o pop e o indie e que combinam perfeitamente com o clima da série.

Uma curiosidade é que o título da série era “Scrotal Recall”, mas a Netflix resolveu deixar mais leve e escolheu Lovesick.

Como eu falei ali em cima, a série é bem curtinha. Eu assisti a primeira temporada no meu horário de almoço, porque sempre busco algo gostosinho e rápido de ver nesses momentos e a segunda eu maratonei em uma tarde. Agora estou aguardando uma terceira temporada, que ainda não foi anunciada.

 

Eu recomendo muito que vocês assistam, mesmo se não forem super fãs de comédia, porque é realmente muito levinha e divertida.

Pontos positivos: A série é rapidinha e envolvente, com um humor leve e gostoso.
Pontos negativos: O roteiro é muito aberto e pouco explorado.
Personagem preferida: Evie, porque ela é linda e tem um nome lindo. <3

Crashing

Eu comentei no início do post que as séries eram meio parecidinhas e foram os poucos pontos semelhantes com Lovesick que fizeram com que eu me interessasse por Crashing. E gente, tem uma comédia recente da HBO que tem o mesmo nome, mas não é essa viu! Assim como Lovesick, Crashing também tem um conteúdo raso e sem acontecimentos que mudam a vida, mas é esse climinha descontraído que me fez incluir a série neste post. Também falei um pouquinho sobre ela no último post de séries e filmes aqui no blog.  

A série conta a história de um grupo de jovens que vive em um hospital abandonado, onde são guardiões, o que significa que eles protegem o lugar em troca de um aluguel bem barato. Também existem várias regras de convivência e de bem estar, que praticamente ninguém respeita.

Acompanhamos primeiro, um grupo principal de 5 moradores do hospital, Kate (Louise Ford) e Anthony (Damien Molony), um casal que está juntando dinheiro pra casar, Sam (Jonathan Bailey ), um rapaz que vive o luto pelo falecimento do pai e alguns dramas sobre sua vida e opção sexual, além de querer pegar todas as mulheres que vê. Melody (Julie Dray), uma artista em busca de inspiração e muito blasé e Fred (Amit Shah), um jovem indiano e homosexual que está se descobrindo.

Em paralelo, vemos Lulu (Phoebe Waller-Bridge), uma jovem que está em um ônibus indo encontrar um amigo de infância e também em busca de novas aventuras, pouco tempo depois, descobrimos que esse amigo é o Anthony. Lulu passa a fazer parte do grupo, a partir do momento que começa a morar no hospital também e percebemos no ar um clima entra ela e Anthony e fica bem claro que os dois sempre tiveram sentimentos além da amizade e Kate também acaba percebendo.

Lulu é bem doidinha, largadona e cômica, ela toca ukulele e faz músicas engraçadas sobre a vida dos outros. Logo ela já está toda enturmada e passa a fazer parte da rotina dos moradores, principalmente do casal, Anthony e Kate. Ao contrário de Lulu, Kate é mais conservadora e um pouco neurótica, apesar de bem brincalhona e é aquela que vive resolvendo as coisas no grupo, fazendo as festas, consertando as coisas, quase a mãe de todos.

Também entra em cena Colin (Adrian Scarborough), um cara mais velho e colega de trabalho de Kate, que vive deprimido por conta de seu divórcio e que acaba se tornando a “musa inspiradora” de Melody, para a criação de suas obras e ele também leva um pouco mais de humor ao grupo.

As coisas giram mais em torno de Anthony, Kate e Lulu, mas a série mostra várias situações inusitadas e as muitas cagadas que esses jovens fazem, enquanto vivem a beira do despejo.

Phoebe Waller-Bridge, além de protagonista, também é uma das criadoras da série e eu fiquei numa séria dúvida se gostei mais dela como criadora ou personagem, mas no geral, achei bastante engraçada.

O tom de humor  é leve durante a maior parte do tempo, mas às vezes fica um pouco forçado e o enredo se perde um pouquinho em alguns pontos, mas nada disso chega a prejudicar o andamento da série ou me fez desistir dela, muito pelo contrário, estou curiosa pela próxima temporada.

Uma das coisas que mais gostei e que, na verdade eu acho que é um toc meu, é que fiquei identificando traços da personalidade dos personagens com meus amigos e até comigo.

A série é bem curtinha, só tem uma temporada até agora e está na Netflix. Cada episódio tem vinte e poucos minutos e eu assisti tudinho em um dia. Se recomendo? Simmm!

Pontos positivos: série curtinha e descontraída.
Pontos negativos: enredo raso.
Personagem preferida: Melody, ela é ruiva e super blasé.. oi! praticamente eu.

Vocês já chegaram a assistir a alguma dessas duas séries? Gostaram? Me contem nos comentários e, se tiverem mais dicas de séries nesses estilo, me contem também, que vou adorar saber.

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Nossas séries: TAG #seriados

Nós ja declaramos, em outro post de tag que não somos muito fãs de tags rsrsr, mas vimos uma que é muito a nossa cara e resolvemos responder. É a TAG SERIADOS, criada pela Lia, do Just Lia e sua irmã.

Somos simplesmente viciadas em séries e não passamos 1 dia se quer sem assistir a pelo menos um episódio de alguma produção legal, então foi um pouquinho difícil responder, mas tentamos deixar eleger apenas uma série pra cada pergunta mesmo.

Aperta o play pra ver nossas respostas:

1. Qual seu seriado atual favorito?
Game of Throne e Vikings

2. Qual seu seriado antigo favorito?
Friends e Smallville

3. Cite um seriado que todos gostam e você não gosta.
Gossip Girl e House of Cards

4. Qual seu personagem favorito de um seriado? Qual personagem você odeia?
Lorelai (Gilmore Girls) e Tyrion (Game of Thrones). Rory (Gilmore Girls) e Wes (How to get Away with Murder).

5. Qual seriado você recomenda para todo mundo?
Breaking Bad e Vikings.

6. Qual seriado tem o melhor figurino?
Viking e Game of Thrones.
7. Qual foi o último seriado que você assistiu?
Anne with an E.

8. Já ficou triste com o final de alguma série?
Sim! How I Met Your Mother e Dexter.

9. Melhor abertura ou música tema?
Game of Thrones e Anne with an E.

10. Qual seriado você tem vontade de assistir?!
Orphan Black e Suits.

E aí, gostaram de saber um pouquinho mais sobre nossas séries? Como as respostas podem mudar acabar mudando pelo tanto de séries que assistimos, estamos pensando em atualizar a tag mais pra frente, com algumas variações nas perguntas. O que acham?

Conhece outra tag parecida? Conta pra gente. Ficou com vontade de responder à TAG também? Responde aqui nos comentários, que vamos adorar!

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