Séries e Filmes #novembro

Novembro foi um mês com muitas séries e filmes bons! Alguns começamos a assistir e ainda não terminamos, outras devoramos em poucos dias, então confira aqui no post tudo o que assistimos de séries e filmes.

Stranger Things – 2ª Temporada 

Uma das séries mais aguardadas do ano chegou com tudo na sua segunda temporada, dando continuidade ao mistério que rola na cidade de Hawkins. Stranger Things conseguiu manter aquele suspense da primeira temporada, mas com um pouco mais de humor, uma trilha sonora impecável e agora com alguns personagens novos.

A segunda temporada revela o que aconteceu de fato com Eleven depois do incidente da escola e também nos mostra como Will ficou após passar todo aquele trauma no Upside Down. Contamos também com alguns personagens novos, Kali uma “irmã” de laboratório de El que também possui poderes sobrenaturais, Max que é uma menina nova na cidade e ótima nos games, seu meio irmão Billy, um cara bem rock’n’roll mas no estilo valentão, provocando e desafiando todo mundo, por último temos o Bob, namorado de Joyce e que acaba fazendo um papel de herói.

O nosso quarteto favorito continua se metendo em missões super perigosas para proteger a cidade das terríveis criaturas do mundo invertido, para isso eles contam com a ajuda de Steve, que continua com seu taco de basebol personalizado para enfrentar essas feras. Nancy e Jonathan fazem uma gravação comprometedora de uma conversa com o Dr. Owens  e levam a fita para um jornalista divulgar e assim denunciar as atividades realizadas no laboratório em Hawkins.

Já deu para perceber que a segunda temporada está super agitada, com muitas novidades e ainda com mistério sobre as atividades do laboratório da cidade e sobre Eleven. Agora é segurar a ansiedade para ver a terceira temporada!!!

Mindhunter – 1ª Temporada

Baseado no livro de mesmo nome, Mindhunter mostra a origem do perfil dos serial killers, lá na década de 70, contando a história do negociador do FBI, Holden Ford, um jovem que possui uma forte curiosidade sobre os fatores psicológicos que levaram os criminosos a cometerem seus atos hediondos. Com isso, Ford acaba indo trabalhar no setor de Ciência Comportamental, junto ao experiente Bill Tench, que viaja o país ensinando outras autoridades a caçarem assassinos.

Depois de se estranharem e de alguma resistência do FBI, a dupla acaba se engajando em um estudo para traçar o perfil dos criminosos, avaliando casos terríveis e ficando cara a cara com perigosos e perturbados assassinos, incluíndo torturadores e estupradores, para entrevistas detalhadas sobre cada caso e sobre as motivações dos seus atos.

A série é um mergulho na mente humana, nos seus mistérios e complexidade, fazendo a gente refletir um pouco sobre nós mesmos, entender alguns traumas do passado e ver como cada indivíduo responde de uma forma diferente a essas situações da vida, podendo se tornar uma pessoa normal ou um psicopata.

The Sinner – 1ª Temporada 

Uma série baseada no livro de Petra Hammesfahr, conta com a atriz Jessica Biel no papel principal como Cora, uma mãe de família perturbada pelo seu passado e Bill Pullman como o investigador Ambrose, que quer entender e ajudar Cora.

A história começa com um assassinato na praia, a luz do dia e na frente de todos que estavam ali presentes. Cora, uma mãe tradicional, que está curtindo o dia junto com sua família, acaba surtando ao ouvir uma música que um casal apaixonado coloca em volume alto, ela acaba cometendo o assassinato e é presa em flagrante.

Como o crime não faz o menor sentido, o investigador Ambrose não consegue dar por encerrado o assassinato, então ele tenta juntar as peças da memória confusa de Cora e descobrir o que a motivou a cometer esse crime.

A série é legal, mas tem alguns pontos que não fazem muito sentido, como porque abrir uma investigação de um crime já resolvido? O investigador faz uns comentários bem sem noção e a série simplesmente termina de forma conclusiva para Cora, podendo não haver uma segunda temporada, ou trabalhar em uma segunda parte focada na história do investigador, que é mostrada de forma superficial, mas deixando a entender que há mistérios envolvidos.

Alias Grace

Adaptação do romance homônimo da grande escritora Margaret Atwood, escritora também de The Handmaid’s Tale, a minisérie original da Netflix nos mostra a história de Grace Marks (Sarah Gadon), uma jovem imigrante irlandesa, que chega ao Canadá no começo do século XIX e precisa trabalhar como criada para sobreviver. A moça, porém, é condenada a prisão perpétua pelo duplo assassinato de Nancy Montgomery (Anna Paquin) e Thomas Kinnear (Paul Gross), mas perde a memória e não consegue se lembrar dos fatos que acabaram por condená-la.

Dezesseis anos após sua condenação, Grace passa a ter consultas com o psicanalista Simon Jordan (Edward Holcrof), que precisa avaliar as lembranças da moça e seu comportamento para desenvolver um relatório a fim de atestar sua insanidade e a livrar da prisão perpétua, já que a sociedade não acredita 100% em sua culpa. Através das sessões com o médico, conseguimos acompanhar alguns flashbacks de momentos distintos da vida de Grace, com destaque para 3 situações, incluíndo o assassinato e, assim, vamos criando uma interpretação dos fatos, mas jamais uma certeza, pois as coisas passam a ser bastante dúbias.

Grace passou por diversas humilhações e abusos por parte de diferentes homens e, com isso, foi aprendendo a lidar com eles e obter o controle das situações, o que também lhe dá o controle das narrativas na série e nos mostra o quanto as mulheres eram tratadas de um jeito diferente dos homens pela sociedade. Margaret Atwood sempre utiliza de críticas sociais em suas obras, principalmente relacionadas às mulheres, assim como podemos ver em The Handmaid’s Tale e traz bastante reflexão sobre o assunto, que percorre séculos e séculos.

A ambientação da série, a fotografia e os figurinos são lindos e nos ajudam a acompanhar com mais precisão os fatos históricos. Quem gosta de Downtown Abbey e, claro, de The Handmaid’s Tale também pode vir a se interessar por Alias Grace, que é escrita e dirigida por Sarah Polley e Mary Haron.

Thor: Ragnarok

O terceiro filme do Rei do Trovão tem várias conexões com Dr. Estranho e Os Vingadores. Thor (Chris Hemsworth) parte em busca de reunir as Jóias do Infinito para que elas não caiam em mãos erradas e está do outro lado do universo enquanto acredita que seu pai, Odin (Anthony Hopkins), está comandando Asgard e ele precisa voltar logo para seu mundo para evitar os desastres de Ragnarok. Ao retornar ele se depara com seu pai agindo de forma absolutamente estranha e logo percebe que o trono foi usurpado por Loki (Tom Hiddleston) e os dois partem em busca do verdadeiro Odin. Enquanto isso, diversos fatores trazem de volta Hela (Cate Blanchett), a deusa da morte e irmã mais velha de Thor, que está em busca do trono que acredita ser seu, por direito, revelando ações do passado e agindo de forma cruel com o povo.

Com toda essa situação, Thor e Loki se veem obrigados a agir juntos mais uma vez e acabam parando no universo de Sakaar, comandado pelo Grão-Mestre (Jeff Goldblum), viciado em jogos e que transforma seu mundo em uma verdadeira arena. Thor é preso como combatente e precisa lutar contra o vencedor e favorito do Grão-Mestre, que acaba descobrindo que é o seu velho amigo verde, Hulk (Mark Ruffalo). Após resolver as coisas em Sakaar, Thor parte para Asgard contando com a ajuda de seus velhos e novos amigos, para acabar com a ira da poderosa Hela.

No geral o filme é muito bom (principalmente porque o Thor está sem peruca), mas tenta se fixar muito na comédia, que já vem surgindo nas produções da Marvel há algum tempo, o que acaba deixando o roteiro um pouco fraco. Além disso, alguns personagens acabam perdendo sua essência, como Hela, que poderia ter aparecido muito mais, já que Cate fez um trabalho maravilhoso e Hulk, que é mostrado como um herói bobo, também quando está na pele de Banner. Ainda assim, é um excelente filme que traz mais conexões com o universo da Marvel.

1

Compartilhe


Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *