Anime: Dragon Ball Super

Toda minha infância e adolescência fui completamente viciada em Dragon Ball e todas as suas temporadas. Esse mês foi lançado aqui no Brasil, no canal pago Cartoon Network, Dragon Ball Super, que trás de volta Goku e sua “trupe” para derrotar mais um grande e poderoso inimigo.

Para quem não conhece, o anime Dragon Ball foi criado por Akira Toriyama e possui 4 temporadas, Dragon Ball, Dragon Ball Z, Dragon Ball GT e agora Dragon Ball Super. Dessas temporadas a mais conhecida é a Z, em que Goku, um extraterrestre da raça Saiyajin, precisa defender a Terra de terríveis inimigos como Freeza, Cell e Majin Boo.

Nessa nova temporada, tão esperada pelos fãs, o novo inimigo de Goku é o deus da destruição, Bills, que está a procura do deus Super Saiyajin, uma lenda que conheceu e agora está em busca para enfrenta-lo. Porém não há nenhum deus desse tipo e então Goku e Vegeta tentam enfrentar Bills para proteger a Terra da destruição.

Além de Bills, o anime irá trazer de volta um dos piores inimigos da temporada Z, Freeza irá ressuscitar com a ajuda das esferas do dragão e irá atrás de vingança. Como é característica marcada de Dragon Ball, também terá muito treino, torneio de artes marciais e talvez uma nova transformação de Goku.

fonte: Omelete

O desenho está com os mesmos traços característicos da equipe de Akira, porém em alguns episódios o traço fica um pouco diferente, segundo o próprio Akira Toriyama é por causa dos novos ilustradores contratados. A abertura trás uma música bem empolgante, mas na minha opinião a melhor continua sendo a abertura de Dragon Ball GT, que em português é uma das versão mais bonitas.

É muita nostalgia ter de volta esse anime que marcou minha vida, e acredito que de muitas outras pessoas. Quem quiser acompanhar essa nova temporada, é só ficar atento a programação do Cartoon, transmitida de segunda à sábado as 15:30 e com reprise as 23h.

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Game: Exploding Kittens

Mais uma vez estou trazendo para vocês um joguinho de cartas, como o And Then, We Held Hands, bem divertido e ótimo para passar o tempo. Comprei o jogo Exploding Kittens nos EUA, na Target, na seção tipo “adultos bêbados” e logo de cara já me conquistou, na verdade meu namorido, porque eu estava no Brasil, mas assim que o vi, fiquei doida para jogar.

O jogo é “recomendado” para pessoas com 30 anos ou mais, claro que não precisa ter 30, mas não é recomendado para crianças. Pode ser jogado por 2 até 5 pessoas, porém é possível comprar a extensão do jogo e assim dá para até 6 pessoas, para aprender se leva 2 minutos e 15 minutos para jogar, ele é bem rapidinho mesmo, mas muito divertido!

Exploding Kittens possui 56 cartas e o seu objetivo é explodir seu adversário, para isso é necessário saber utilizar as cartas ao seu favor, de forma estratégica. Todas as cartas são ilustradas com gatinhos, seres humanos bizarros e umas cenas estranhas, lembra bastante o desenho Comichão e Coçadinha de Os Simpsons, por essa questão eu acredito que ele não é recomendado para menores de idade.

As principais cartas são Explodin Kitten que faz com que você exploda e perca o jogo, Defuse é a carta que te salva de explodir e você já começa com ela, Attack que você utiliza para seu adversário jogar mais de uma vez, Nope que cancela qualquer ação, menos explosão, porém se você jogar um Nop e seu adversário rebater com outro Nop, a jogada vira um Yep e você é obrigado a fazer o que ele está pedindo.

Tem também a carta Skip para pular a jogada, Favor para pegar uma carta do seu adversário, Shuffle para embaralhar as cartas e See The Future para ver as 3 cartas do topo do baralho, inclusive essa é uma das mais importantes para você evitar de explodir! As demais cartas podem ser combinadas entre elas para conseguir atacar o outro jogador.

Cada jogador começa com 5 cartas, sendo uma delas o Defuse e vai jogando e comprando cartas no monte, o ideal é tentar roubar outra carta Defuse do seu adversário, ou tentar achar no monte, mas é arriscado pegar a carta de explosão. Se pegar a carta Exploding Kittens, mas tiver o Defuse, você continua no jogo, pode devolver a carta de explosão em qualquer lugar do baralho e tem que descartar o Defuse, na próxima vez que pegar explosão e não tiver a carta para desarmar a bomba você perde o jogo e ganha o último que restar.

O jogo parece bem bobo e realmente é, mas é muito divertido, sério! Joguei várias vezes só eu e meu namorado e também algumas vezes em grupo, todo mundo se diverte. O Exploding Kittens também está disponível para o celular, o app é pago e custa em torno de R$ 8,00.

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Livro: A Garota no Trem

Recentemente terminei de ler o livro “A Garota no Trem” da escritora Paula Hawkins, editora Record, e posso dizer que foi uma das melhores leituras para mim. É um suspense sobre uma garota que presencia o desaparecimento de uma pessoa e ela é a única capaz de desvendar esse mistério.

Paula Hawkins escreveu esse suspense com uma narrativa inteligente e envolvente, os capítulos são divididos entre as três personagens envolvidas na trama, Rachel, Megan e Anna, cada uma contando a visão de uma mesma cena, mas com os olhares diferentes. Dentro dos capítulos a narrativa é dividida em dias, nos períodos da manhã  e noite, o que deixa a leitura mais dinâmica e é necessário prestar atenção nas datas para entender melhor os acontecimentos.

Sinopse 

Rachel é uma mulher recém divorciada e com problemas com álcool. Todos os dias ela pega um trem para Londres e fica observando as pessoas que moram perto da linha do trem, tentando imaginar seus nomes, como elas são e gosta principalmente de imaginar como são os moradores da casa número 15, que parecem ter a vida dos sonhos.

Por causa do seu problema com o álcool, Rachel está sempre fazendo besteiras e nem consegue se lembrar de tudo que faz, mas sempre acaba atormentando a vida de seu ex-marido Tom e da atual esposa Anna. Em uma noite de bebedeira ela decide ir pegar o trem e parar perto da casa 15, onde vive o casal que ela sempre observa, mas também é perto da casa de seu ex-marido, porém no dia seguinte ela acorda com sangue na cabeça e sem se lembrar de nada do que aconteceu.

Rachel descobre que nesse mesmo dia em que ela esteve perto da casa número 15, Megan, moradora da casa junto com Scott, está desaparecida. Ela tem uma sensação de que sabe de alguma coisa desse desaparecimento e tenta investigar por conta própria e resgatar as lembranças do que aconteceu naquele dia.

O desfecho desse incrível suspense é surpreendente! “A Garota no Trem” é um livro para ser devorado de tão intrigante e envolvente, sendo um dos livros mais vendidos na lista do New York Times. Eu amo esse estilo de livro e sua narrativa me conquistou por completo, sendo fácil de ler e deixando um gostinho de quero mais no final.

O livro entrou para as telonas do cinema e já pode ser visto online!

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Encontrei no Etsy: Adventure Time

Eu conheci o Etsy em uma lista de coisinhas de Harry Potter feitas há mão e, há um tempo atrás, eu fiz um post especial apresentando o Etsy pra vocês, mostrando como comprar pela ferramenta e também as comprinhas de Harry Potter que fiz por lá! Mas, eu não me contive e, sempre que posso, procuro coisinhas novas.

O site se tornou praticamente uma lista de desejos infinita, porque tem um montão de produtinhos colecionáveis (ou não) temáticos que meu lado nerd ama! Não que eu ache legal sair comprando de forma desenfreada, mas quem coleciona sabe como é prazeroso ter um produtinho novo relacionado ao tema gosta.

Enfim, de tanto passear por lá, eu decidi criar essa séries de posts, intitulada “Encontrei no Etsy”, pra compartilhar com vocês alguns itens de temas específicos e, pra começar, vou mostrar o que encontrei de Adventure Time no site:

Tapete fofinho do Jake – SeamsGeeky

Pra deixar na entrada de casa, do lado da cama, na cozinha ou onde quiser, esse tapete do do Jake parece ser super macio e fofinho.

U$ 45

Broche do BMO – MombiAndTed

Como não morrer de amores por esse broche lindinho do BMO? É tão, mas tão fofinho!!

U$ 8,19

Bottons Best Friends – TootsieCool

Pra levar os melhores amigos pra onde quiser!

U$ 4 – com 2 unidades

Colar Mordomo Menta – geeniejay

Com esse colarzinho lindinho você terá sempre a companhia do Mordomo Menta.

U$ 13,65

O misterioso Enchiridion – Indrasideas

Imagina poder escrever os seus segredos nas páginas do Enchiridion? No Etsy tem uma versão inspirada no misterioso livro, com 140 páginas para você escrever o que quiser e você ainda pode escolher alguns acessórios pra completar.

U$ 190

Ecobag Princesa Jujuba – GizmoMachine

U$ 14,69

Brinquinhos Marceline – CuteKawaiiCuriosity

Todo o estilo gótico e vampiresco da Marceline nesse parzinho de brincos fofos.

U$ 8,19

Vela Princesa Jujuba – SnowsCutSoaps

Que sonho deixar a casa com cheirinho de chiclete inspirado na Princesa Jujuba! Presente ideal pra eu dar pra Anne, né?

U$ 8,50

Posters Hora de Aventura – Cloud9Craftss

Hora de Aventura na decoração da casa deixa tudo mais divertido. Já até escolhi um cantinho da sala pra colocar os 4.

U$ 30 – 4 unidades

Toalhinha Finn – SeamsGeeky

Até o momento de secar as mãos fica mais divertido com essa toalhina do Finn.

U$ 13

Qual foi o item preferido de vocês? Contem pra mim nos comentários. Confesso que estou em dúvida até agora.

Lembrando que não é muito fácil fazer as comprinhas lá, já que é um site internacional, mas alguns produtores entregam no Brasil e hoje também há várias opções de empresas de redirecionamento de entregas, como a Yellowbox USA, que é a que eu uso atualmente.

*Todas as fotos são dos vendedores do Etsy 
** Os valores estão em dólar e foram pesquisados em julho/2017
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Séries e Filmes do mês #julho

Aqui mostramos as séries e os filmes que acompanhamos no mês de julho!

Anne With an E – 1ª Temporada

Não sabemos descrever o quanto amamos essa série desde o primeiro segundo. Ela tem uma mistura de elementos que despertam um pouquinho de tristeza e bastante alegria. A abertura, a fotografia e os cenários são incríveis, alguns dos melhores que já vimos e séries.

A produção Canadense é baseada no livro “Anne of Green Gables”, o qual nós já havíamos visto e nos apaixonado pela capa, mas ainda não sabíamos do que se tratava.

A séries conta a história de Anne (Amybeth McNulty), uma menina de 13 anos, ruiva, com sardas e que gosta de deixar bem claro que há um E no final de seu nome. Anne teve um passado difícil, se tornou órfã muito cedo e precisou viver em um orfanato e na casa de pessoas que a “adotavam” para que ela trabalhasse para conseguir sobreviver, mas ela acaba precisando voltar ao orfanato  e é adotada por engano por Matthew Cuthbert (R. H. Thomson) que precisava de um menino que o ajudasse nas atividades da fazenda, na qual vive com a irmã, Marilla Cuthbert (Geraldine James).

Matthew acaba se encantando por Anne e a leva para casa, para que a irmã a conheça, o que não deu muito certo no começo, mas a garotinha faz de tudo para demonstrar que é capaz de fazer as mesmas atividades que um menino. Sim, ela é uma menina de 13 anos já toda empoderada. E um laço de amor acaba se formando entre eles.

Anne tem diversos desafios em sua jornada e é muito difícil ter que provar que mesmo sendo uma órfã, feia (segundo a sociedade da época) e sem muitos recursos, ela se preocupa com o próximo e, mesmo quando acaba aprontando, está tentando algo para tentar agradar aos outros.

Conseguimos acompanhar as mudanças da personagem e também o seu amadurecimento, na personalidade, nas atitudes e na vida. Ela desenvolve uma amizade linda e verdadeira com Diana Barry (Dalila Bela), com a qual até faz um pacto e é lindo de ver o quando essa união dá forças pra Anne.

Com certeza o que mais gostamos foi a personalidade de Anne. Forte e sonhadora, a menina nos encantou com seu jeitinho, seu amor pelos livros e sua forte imaginação. A atriz merece um grande destaque, porque se expressa muito bem e nos emociona com seu papel.

Não tem como não nos identificar com algumas coisas! A Anne se identifica de cara, já pelo nome, exatamente igual ao dela e também, porque é meio ruivinha e tem sardinhas. A Eve, com a mente sem limites, imaginação fértil e com a coisa de criar um mundo único para se sentir livre dos problemas e das coisas chatas da vida, pois era assim quando criança.

Nem precisamos dizer o quanto recomendamos, né? São 7 capítulos lindos do início ao fim, disponíveis na Netflix.

Pretty Little Liars – 7ª Temporada – Final

Uma das séries de maior sucesso nos Estados Unidos e no Mundo e a que teve um dos maiores suspenses, tipo novela da Globo, chegou a sua sétima e última temporada e acompanhamos os últimos episódios dessa história de Aria (Lucy Hale), Hanna (Ashley Benson), Spencer (Troian Bellisario), Emily (Shay Mitchell) e Alison (Sasha Pieterse).

Já mostramos a série por aqui e acho que a maioria das pessoas conhece, principalmente as mais novinhas, porque sim, a série é Teen, mas gosto e assumo.

Vou até repetir o que escrevi em setembro do ano passado:  A série, baseada nos livros de Sara Shepard, é muito famosa e talvez dispense apresentações, mas basicamente conta a história de 5 amigas da cidade de Rosewood que eram super unidas e foram manipuladas por Alison, a mais popular da turma, a agir de forma um tanto quanto cruel. Alison some em um determinado encontro das amigas e é dada como morta por muitos anos, mas um assassino chamado “A”, que as meninas associam a ao nome de Alison, começa a cometer vários crimes pela cidade e a perseguir Aria, Hanna, Emily e Spencer, as 4 amigas que permaneceram vivas e guardam inúmeros segredos e mentiras. No decorrer das temporadas, descobrimos que Alison está viva e sofreu bastante durante o tempo em que esteve longe. “A” também é revelado e a vida das amigas passam por muitas transformações e temos um novo inimigo, AD.

Após as meninas voltarem a Rosewood, já mais velhas, elas passam por coisas que são decisivas em suas vidas. Spencer descobre que é filha de Mary Drake e, consequentemente, irmã de Charlotte e isso mexe muito com ela. Aria e Ezra estão organizando o seu casamento e a liar fica com os nervos a flor da pele, preocupada com acontecimentos do passado que podem atrapalhar esse momento especial e acaba tomando atitudes assustadoras e até se juntando ao inimigo por um tempo. Alison, que está grávida, descobre que o filho é, na verdade de Emily, que teve seus óvulos usados para a inseminação, por AD. Apesar de estar se acertando com Paige, Emily decide apoiar Alison e as duas acabam firmando uma relação e têm as filhas juntas, sim, são gêmeas, Lily e Grace. Hanna está em uma relação estável com Caleb e parece ser a que mais se compromete em proteger o grupo de amigas.

Em meio a tudo isso, AD começa um jogo com as meninas, em um tabuleiro que tem consequências na vida real, onde cada uma delas tem sua vez de jogar e devem montar as peças do quebra cabeças. Prestes a irem para a cadeia pelo assassinato de Rollins, Spencer parece retomar aos poucos a sua relação com sua verdadeira mãe, Mary e se reaproxima de Toby, que voltou. Hanna e Caleb se casam. Emily e Alison decidem ter as filhas juntas, sim, são gêmeas, Lily e Grace. E Aria revela seus segredos. Porém, Mary assume a culpa pela morte de Rollins e livras as meninas da prisão, mas o jogo continua. O casamento de Aria e Ezra não sai como o esperado e, com a ajuda de Mona, as liars descobrem finalmente a pessoa responsável por todas as torturas e coisas ruins que vinham acontecendo em suas vidas.

Não vamos revelar aqui, apesar de estar em toda a internet, quem é AD, mas não chega a ser chocante se você já conhece um pouquinho do universo de Pretty Little Liars.

O casamento finalmente acontece e as 5 amigas terminam a série em uma despedida, com Hanna revelando que está grávida. Também surge um novo grupo de meninas que deixam a entender que são a nova geração de liars, o que não achamos muito necessário.

Foram muitos parágrafos, mas quando  uma série chega ao final, é difícil poupar palavras.

Orange is The New Black – 5ª Temporada

Uma das séries mais queridinhas da Netflix chegou à sua 5ª temporada, com mais maturidade e até um pouquinho de enrolação, na nossa opinião, mas ainda assim, muito bem estruturada e com muitas mensagens importantes.

Após a morte de uma das detentas mais queridas, as mulheres da penitenciária de Litchfield travam uma forte rebelião em busca de direitos humanos da responsabilidade e punição pela morte da amiga. Os 13 episódios que compõem essa temporada mostram os 3 dias dessa rebelião, onde as negociações são feitas principalmente por Taystee (Danielle Brooks), inclusive, todo o núcleo afro-americano passa a ganhar mais destaque nessa temporada e a protagonista Piper Chapman (Taylor Schilling), aparece bastante apagada, apesar de ainda um pouco perturbada. Seu relacionamento com Alex Vause (Laura Prepon) parece que chega a um ponto ideal, na medida do possível, e as duas estão se dando muito bem.

Durante a rebelião, alguns guardas são mantidos reféns e também Caputo (Nick Sandow) e um assessor de imprensa do complexo e todo acabam experimentando um pouco do que é a vida dentro da prisão e também são usados para as negociações. A famosa Judy King (Blair Brown), que estava prestes a encontrar a liberdade quando a rebelião se iniciou, também entra como moeda de troca para as negociações, mas acaba sendo liberta. Red (Kate Mulgrew) está obcecada com o passado de Piscatella (Brad William Henke) e o guarda acaba se tornando o grande vilão da temporada.

Cada personagem age de uma forma diferente diante da rebelião, algumas estão em busca de vingança do sistema, outras querem a sua liberdade e outras estão só ali, vivendo a sua maneira mesmo em meio ao caos, como por exemplo Flaca (Jackie Cruz) e Maritza (Diane Guerrero), que viram YouTubers e Leanne (Emma Myles) e Angie (Julie Lake), que só querem ser mais loucas do que nunca. Frieda (Dale Soules) também aparece como destaque e conhecemos suas origens, sua força e também o seu esconderijo secreto, que ajuda outras detentas no momento da confusão.

O final da temporada e da rebelião é triste, pois, como era previsto, as detentas não conseguem alcançar os objetivos que buscavam e são transferidas e separadas.

Percebemos que a a série, apesar de ainda ser maravilhosa, tomou um rumo um pouco mais raso, e muito episódios poderiam ter sido menores ou compilados, mas também, depois de uma 4ª temporada arrebatadora como foi a última, seria muito difícil conseguir manter o padrão.

Glow – 1ª Temporada

Glow, a nova produção da Netflix, trás uma história muito legal e engraçada, que se passa nos anos 80 em Los Angeles. A série conta sobre Ruth Wilder (Alison Brie), uma atriz que quer ter um grande papel nas telas da TV,  mas nessa época as mulheres eram pouco valorizadas e, na maioria das vezes os papeis eram para atuar como secretária, garçonete ou algo do tipo.

Ruth participa de um teste para atuar na série Gorgeous Ladies of Wrestling, ou melhor Glow, do diretor Sam Sylvia (Marc Maron), que nada mais é do que aquela famosa luta livre com golpes ensaiados que fez muito sucesso nos anos 80. Apesar de conseguir o papel, Ruth acaba sendo removida do elenco, porém ela não desiste do papel e ensaia alguns golpes para mostrar ao diretor e reconquistar seu lugar.

No dia em que ela resolve tentar reconquistar seu lugar em Glow, por azar ou sorte, sua melhor amiga Debbie (Betty Gillpin) descobre que Ruth transou com seu marido e vai até  o local dos ensaios tirar satisfação com ela. Elas acabam brigando de verdade, o que deixa Sam empolgado em utilizar as duas em sua série, então ele consegue convencer Dabbie e Ruth a serem, respectivamente, Heroína e Vilã de Glow.

A série é feita pelos mesmos produtores de Orange is the New Black e tem até um pouco do mesmo estilo, mas definitivamente Glow se apresentou uma obra prima. A fotografia é bem característica dos anos 80, assim como os figurinos e trilha sonora, a trama é muito bem pensada e bem elaborada, deixando cada episódio mais empolgante que o outro.

Gente não resistimos a essa versão de Glow com a Gretchen vs Cadillac, então vamos deixar o trailer original e essa versão muito engraçada que a própria Netflix fez com nossas “musas” do Brasil!

Okja

Um filme do cineasta sul-coreano Bong Joon-ho, produzido pela Netflix, trás uma fábula satírica sobre a super produção de carne no mundo. Na história eles utilizam um “super porco” fictício, um animal bem grande e que tem um olhar meigo, tipo o de um cachorrinho, mas essa nova espécie de animal foi criada apenas para ser a carne mais saborosa que o mundo já viu.

Lucy Mirando (Tilda Swinton), CEO da Mirando Corporation, lança ao mundo com orgulho seu mais novo produto, o “super porco”, que em 10 anos estará pronto para ser comprado e consumido. Ela lança um concurso em que o pequeno produtor que conseguir o melhor resultado na criação do “super porco”, receberá um prêmio e seu animal será mostrado ao mundo em um desfile.

Depois de 10 anos, quem conseguiu o melhor resultado foi de Okja, a porca de Mija (Ahn Seo-hyun), uma filha de fazendeiro que a criou como um membro da família, dando amor, carinho e atenção. O pessoal da Mirando Corporation tenta levar Okja para a empresa e Mija começa uma grande corrida para impedi-los, no meio do caminho aparece um grupo de defensores dos animais que ajudam Mija, porém o plano deles é utilizar Okja para registrar todos os abusos com animais que essa grande corporação faz.

O plano deles dá certo, conseguem mostrar durante o festival do “super porco” todas as cenas de abuso e maus tratos para toda a população, mas na hora de tentar resgatar Okja e devolver para Mija, o plano dá errado e ela é levada para a fábrica, onde todos os porcos estão sendo abatidos. Mija consegue impedir que Okja seja abatida e leva-la de volta para casa junto com um bebezinho “super porco”, porém todos os outros não tiveram esse final feliz.

Foi muito difícil de assistir esse filme, mesmo eles utilizando de um animal fictício, Okja representa todos os animais, toda essa criação em massa e super produção de carne. Não consegui comer carne por uns 3 dias depois que vi o filme e agora estou mudando minha alimentação.

Todo mundo sabe que essa crítica que o filme trás é real, mas estamos sempre ignorando essa questão da carne, eu ignorei por muitos anos, até que nesse filme me deu um “estralo” e decidi mudar, por essa questão de produção em massa, não por achar que é mais saudável ou não. O legal é que nesse formato que foi feito o filme, eles conseguem atingir todas as pessoas, homem, mulher, idoso e criança, assim a mensagem é entregue a todos e fica critério de cada um se que achar que é apenas um filme ou algo mais.

Só um aviso importante, se você não aguenta ver um animalzinho sofrer, acho que esse filme é um pouco pesado, não tem nada explicito, mas só de deixar subentendido eu chorei bastante.

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Black Mirror: Nosedive

Black Mirror é uma série super atual que mostra de forma futurísticas o caminho que a sociedade tem seguido, é uma critica a nossa dependência da tecnologia e redes sociais. Os episódios não estão conectados entre si, sendo que cada um trás  uma visão diferente do nosso “futuro”.

Um dos episódios mais marcantes para mim e acredito que para todos também é o Nosedive, nele é abordado essa questão de redes sociais, seguidores, likes, toda essa loucura que já vivemos, mas é mostrado de um jeito exagerado.

A história é sobre Lacie Pound (Bryce Dallas Howard) que possui 4.2 estrelas em sua rede social e com essa pontuação ela tem uma vida boa, pois nessa realidade é super importante ter uma boa avaliação, isso significa sua “qualidade de vida” e “classificação” na sociedade. Visando uma melhoria de padrão de vida, Lacie quer comprar uma casa luxuosa em um bairro nobre, mas para isso ela precisa der 4.5 estrelas.

Uma “amiga” antiga, Naomi (Alice Eve), irá se casar em breve e chama Lacie para ser sua madrinha, como Naomi possui 4.8 estrelas, ela acredita que se fizer um lindo discurso em seu casamento, sua pontuação irá subir até o necessário para comprar a tão sonhada casa de luxo. Porém acontecem muitos contratempos que faz com que Lacie perca muitos pontos, sendo barrada no casamento da amiga por ser uma pessoa de baixa avaliação e acaba na cadeia com zero estrelas.

O que esse episódio tem haver com a vida real? TUDO, pelo menos no mundo do marketing e blogs é exatamente assim que funciona, as redes sociais ganharam grande poder com o tempo, sendo o melhor marketing que temos hoje em dia. Mas a grande maioria das marcas e empresas só enxergam os influenciadores por números de seguidores e não por conteúdo ou qualidade, o que faz com que muitas das pessoas desse meio acabem comprando seguidores ou buscando outros meios como, por exemplo, foto com alguém famoso só para crescer nas redes.

No final das contas, o que era para ser um marketing mais real do que esses de televisão, na verdade está ficando tão falso quanto e ainda deixando as pessoas igual a personagem Lacie de Black Mirror. Mesmo pessoas que não estão nesse universo de influenciadores, as pessoas comuns, estão se importando em conseguir seguidores, em ter o feed bonito e muitas outras coisas que muitas vezes não são “naturais” delas.

Eu me vejo muitas vezes nessa personagem, pois trabalho com blog e esse meio é assim mesmo, mas fico muito feliz de conhecer marcas que se importam mais com o conteúdo do que com os números e são elas que nos motivam a continuar com esse trabalho que amamos e buscamos fazer com qualidade.

Acredito que Nosedive não irá se tornar uma realidade, pois um mundo assim seria horrível, e por mais que tenha esse lado ruim que surgiu com as redes sociais, elas nos trouxeram principalmente uma coisa maravilhosa, o compartilhamento de informações e idéias, o que faz com que mais pessoas valorizem o que é realmente bom, verdadeiro e tem qualidade.

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Duas comédias britânicas curtinhas pra você conhecer

Eu não sou uma pessoa que ama a séries de humor. Ok, gosto de Friends até hoje e já tive minha fase de How I Met Your Mother e The Big Bang Theory, mas acabo me apegando a outras coisas nessas séries, que vão além do humor.

Há alguns anos atrás, assim como várias outras pessoas, eu comecei a me interessar cada vez mais pelas séries britânicas, sempre as mais complexas ou com dramas, mas a Netflix me recomendou alguns títulos de comédias e eu resolvi dar uma chance.

O humor britânico tem a tendência de não ser especificamente ou exclusivamente engraçado. Eu sei que parece estranho e soa preconceituoso, mas é que muitas pessoas, com as quais eu já conversei e também pelo que já li internet afora, não conseguem entender muito bem o humor britânico ou acham bobo. Eu, sempre do contra, acabei me rendendo às séries engraçadas da terra da rainha, então resolvi separar 2, que são parecidinhas, em geral, pra apresentar pra vocês. Elas já apareceram aleatoriamente nos posts de Séries e Filmes do Mês:

Lovesick

Essa sitcom, inicialmente do Channel 4 e agora da Netflix,  tem um formato muito legal de assistir, tem 2 temporadas, a primeira tem 6 episódios e a segunda 8 e eles tem mais ou menos 25 minutos de duração cada. Em uma maratona curtinha dá pra zerar tudo.

O que mais gostei nessa série de cara foi o nome de uma das protagonistas, Evie, que é uma das milhares de variações do meu apelido. A produção conta a história de 3 amigos Dylan (Johnny Flynn) , Evie (Antonia Thomas) e Luke (Daniel Ings), com foco na vida amorosa de Dylan, mais especificamente sua vida sexual, pois o rapaz contrariou clamídia e precisa contar a todas as ex parceiras que elas também correm o risco de estarem contaminadas. Tarefa nada fácil, né? Ele resolve fazer uma lista alfabética e sair em busca das garotas para dar a notícia.

Os acontecimentos não são mostrados de forma linear, outro ponto que gostei bastante. Os fatos aparecem a partir dos flashbacks que Dylan tem de seu relacionamento com cada garota que ele precisa contar sobre a doença e também mostra a forma como esses relacionamentos acabaram e cada episódio leva o nome de uma delas, nas duas temporadas. Por estarem sempre juntos, Luke e Evie também acabando fazendo parte dos flashbacks. 

Pelo episódio piloto já é possível perceber o tipo de humor que vai levar a série e já conhecemos 2 das parcerias de Dylan, no casamento de um amigo do grupo, do qual Evie é a fotógrafa. Também podemos ver que os dois nutrem uma amizade especial e que, ao mesmo tempo, rola uma friendzone ali. Luke é um cara debochado, machista..enfim, um verdadeiro cretino, desde o começo, mas também é responsável por alguns dos melhores momentos de humor da série.

A segunda temporada segue exatamente o mesmo caminho da primeira, mas o grupo está um pouco maior, pois o amigo que casou no piloto, Angus (Joshua McGuire), está convivendo mais com eles e Evie está em um relacionamento sério, ficando noiva, o que acaba abalando um pouquinho Dylan que, por sua vez, acaba se envolvendo novamente com uma de suas antigas parcerias.

Os diálogos são muito tranquilos e bem elaborados, sem nenhum conteúdo muito profundo, o que torna muito fácil de entender. Eu amo assistir a séries e filmes britânicos, porque tenho um amor especial pelo sotaque e Lovesick me fez amar mais ainda, porque geralmente eu via coisas mais complexas no idioma e comédias, só acompanhava as americanas, mas a série é leve e despretenciosa e com humor na medida ideal. Então, tudo isso, com o charme do sotaque britânico, me encantou.

Mais uma coisa que eu gosto muito no enredo, é a amizade deles. Apesar de terem personalidades super diferentes e de ter um romance ali no meio, eles se apoiam diante dessa situação delicada que acontece com Dylan. Também acho legal acompanhar os passeios que eles fazem e poder conhecer um pouquinho mais da Inglaterra. 

Outro ponto que preciso destacar e que sempre reparo em séries e filmes é a trilha sonora. A de Lovesick é muito boa, com músicas que passeiam entre o pop e o indie e que combinam perfeitamente com o clima da série.

Uma curiosidade é que o título da série era “Scrotal Recall”, mas a Netflix resolveu deixar mais leve e escolheu Lovesick.

Como eu falei ali em cima, a série é bem curtinha. Eu assisti a primeira temporada no meu horário de almoço, porque sempre busco algo gostosinho e rápido de ver nesses momentos e a segunda eu maratonei em uma tarde. Agora estou aguardando uma terceira temporada, que ainda não foi anunciada.

 

Eu recomendo muito que vocês assistam, mesmo se não forem super fãs de comédia, porque é realmente muito levinha e divertida.

Pontos positivos: A série é rapidinha e envolvente, com um humor leve e gostoso.
Pontos negativos: O roteiro é muito aberto e pouco explorado.
Personagem preferida: Evie, porque ela é linda e tem um nome lindo. <3

Crashing

Eu comentei no início do post que as séries eram meio parecidinhas e foram os poucos pontos semelhantes com Lovesick que fizeram com que eu me interessasse por Crashing. E gente, tem uma comédia recente da HBO que tem o mesmo nome, mas não é essa viu! Assim como Lovesick, Crashing também tem um conteúdo raso e sem acontecimentos que mudam a vida, mas é esse climinha descontraído que me fez incluir a série neste post. Também falei um pouquinho sobre ela no último post de séries e filmes aqui no blog.  

A série conta a história de um grupo de jovens que vive em um hospital abandonado, onde são guardiões, o que significa que eles protegem o lugar em troca de um aluguel bem barato. Também existem várias regras de convivência e de bem estar, que praticamente ninguém respeita.

Acompanhamos primeiro, um grupo principal de 5 moradores do hospital, Kate (Louise Ford) e Anthony (Damien Molony), um casal que está juntando dinheiro pra casar, Sam (Jonathan Bailey ), um rapaz que vive o luto pelo falecimento do pai e alguns dramas sobre sua vida e opção sexual, além de querer pegar todas as mulheres que vê. Melody (Julie Dray), uma artista em busca de inspiração e muito blasé e Fred (Amit Shah), um jovem indiano e homosexual que está se descobrindo.

Em paralelo, vemos Lulu (Phoebe Waller-Bridge), uma jovem que está em um ônibus indo encontrar um amigo de infância e também em busca de novas aventuras, pouco tempo depois, descobrimos que esse amigo é o Anthony. Lulu passa a fazer parte do grupo, a partir do momento que começa a morar no hospital também e percebemos no ar um clima entra ela e Anthony e fica bem claro que os dois sempre tiveram sentimentos além da amizade e Kate também acaba percebendo.

Lulu é bem doidinha, largadona e cômica, ela toca ukulele e faz músicas engraçadas sobre a vida dos outros. Logo ela já está toda enturmada e passa a fazer parte da rotina dos moradores, principalmente do casal, Anthony e Kate. Ao contrário de Lulu, Kate é mais conservadora e um pouco neurótica, apesar de bem brincalhona e é aquela que vive resolvendo as coisas no grupo, fazendo as festas, consertando as coisas, quase a mãe de todos.

Também entra em cena Colin (Adrian Scarborough), um cara mais velho e colega de trabalho de Kate, que vive deprimido por conta de seu divórcio e que acaba se tornando a “musa inspiradora” de Melody, para a criação de suas obras e ele também leva um pouco mais de humor ao grupo.

As coisas giram mais em torno de Anthony, Kate e Lulu, mas a série mostra várias situações inusitadas e as muitas cagadas que esses jovens fazem, enquanto vivem a beira do despejo.

Phoebe Waller-Bridge, além de protagonista, também é uma das criadoras da série e eu fiquei numa séria dúvida se gostei mais dela como criadora ou personagem, mas no geral, achei bastante engraçada.

O tom de humor  é leve durante a maior parte do tempo, mas às vezes fica um pouco forçado e o enredo se perde um pouquinho em alguns pontos, mas nada disso chega a prejudicar o andamento da série ou me fez desistir dela, muito pelo contrário, estou curiosa pela próxima temporada.

Uma das coisas que mais gostei e que, na verdade eu acho que é um toc meu, é que fiquei identificando traços da personalidade dos personagens com meus amigos e até comigo.

A série é bem curtinha, só tem uma temporada até agora e está na Netflix. Cada episódio tem vinte e poucos minutos e eu assisti tudinho em um dia. Se recomendo? Simmm!

Pontos positivos: série curtinha e descontraída.
Pontos negativos: enredo raso.
Personagem preferida: Melody, ela é ruiva e super blasé.. oi! praticamente eu.

Vocês já chegaram a assistir a alguma dessas duas séries? Gostaram? Me contem nos comentários e, se tiverem mais dicas de séries nesses estilo, me contem também, que vou adorar saber.

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Nossas séries: TAG #seriados

Nós ja declaramos, em outro post de tag que não somos muito fãs de tags rsrsr, mas vimos uma que é muito a nossa cara e resolvemos responder. É a TAG SERIADOS, criada pela Lia, do Just Lia e sua irmã.

Somos simplesmente viciadas em séries e não passamos 1 dia se quer sem assistir a pelo menos um episódio de alguma produção legal, então foi um pouquinho difícil responder, mas tentamos deixar eleger apenas uma série pra cada pergunta mesmo.

Aperta o play pra ver nossas respostas:

1. Qual seu seriado atual favorito?
Game of Throne e Vikings

2. Qual seu seriado antigo favorito?
Friends e Smallville

3. Cite um seriado que todos gostam e você não gosta.
Gossip Girl e House of Cards

4. Qual seu personagem favorito de um seriado? Qual personagem você odeia?
Lorelai (Gilmore Girls) e Tyrion (Game of Thrones). Rory (Gilmore Girls) e Wes (How to get Away with Murder).

5. Qual seriado você recomenda para todo mundo?
Breaking Bad e Vikings.

6. Qual seriado tem o melhor figurino?
Viking e Game of Thrones.
7. Qual foi o último seriado que você assistiu?
Anne with an E.

8. Já ficou triste com o final de alguma série?
Sim! How I Met Your Mother e Dexter.

9. Melhor abertura ou música tema?
Game of Thrones e Anne with an E.

10. Qual seriado você tem vontade de assistir?!
Orphan Black e Suits.

E aí, gostaram de saber um pouquinho mais sobre nossas séries? Como as respostas podem mudar acabar mudando pelo tanto de séries que assistimos, estamos pensando em atualizar a tag mais pra frente, com algumas variações nas perguntas. O que acham?

Conhece outra tag parecida? Conta pra gente. Ficou com vontade de responder à TAG também? Responde aqui nos comentários, que vamos adorar!

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Cinema: 5 filmes dos anos 90 pra você amar também

Amo os filmes da década de 80 e até fiz um post sobre isso aqui no blog outro dia, mas também amo muito os filmes dos anos 90, principalmente porque eu cresci assistindo a eles quando estavam no auge, então hoje eu trouxe uma listinha de 5 filmes da época, de gêneros bem diferentes um do outro, que estão na entre os meus favoritos.

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Muitos dos títulos eram e ainda são muito vistos na Sessão da Tarde e alguns já viraram clássicos. Vem acompanhar:

Edward Mãos de Tesoura – 1990

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O filme que me fez conhecer Tim Burton e Jonny Depp, veio a se tornar um dos meus filmes preferidos da vida. “Edward Mãos de Tesoura” estreou em 1990 e eu o conheci na Sessão da Tarde, anos depois. Toda a fotografia e o clima dark, típico do diretor, me encantaram, mas eu morri de medo do Edward, quando assisti ao filme pela primeira vez e depois fiquei besta quando descobri que ele era o Johnny Depp, ator que eu passei a amar na adolescência. Enfim… voltando ao filme, ele é tocante e cheio de sensibilidade, nos faz refletir sobre ser diferente.

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Em um dia de inverno, uma senhora começa a contar uma história para sua netinha sobre a origem da neve, a partir de algo que ela realmente viveu. Edward (Johnny Depp) é um jovem diferente que foi criado por um inventor (Vincent Price), que veio a falecer antes de terminar o seu projeto. O rapaz possui tesouras no lugar das mãos e com elas, esculpe os jardins da mansão onde vive. Peg (Dianne Wiest) era uma revendedora da Avon um pouco frustrada que percorre de porta em porta tentando fazer o seu negócio decolar quando, acidentalmente, conhece Edward. Ao perceber que o jovem viveu sozinho durante todo esse tempo, Peg resolver levá-lo para casa para viver um pouco com sua família, que acha a ideia um pouco estranha, mas vê algo especial no rapaz e o acolhe de bom grado. Ao conhecer Kim (Winona Rider), filha de Peg, Edward se apaixona por ela e, mais tarde, a garota também acaba apaixonada por ele.

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Logo Edward vira fofoca e se torna uma espécie de celebridade entre os vizinhos, realizando os mais diversos tipos de atividades com suas mãos de tesouras, como cortes de cabelos inusitados, jardinagem e até um assalto, a mando de Jim (Anthony Michael Hall), o namorado de Kim, que coloca Edward em uma situação péssima e ele se torna rejeitado por todos os moradores da cidade e então, resolve fugir de volta para a mansão. Jim resolve perseguir o rapaz com o objetivo de matá-lo, mas acaba morrendo e, para que Edward não seja levado pela polícia, Kim resolver forjar a sua morte e leva consigo as tesouras reservas, como prova de que ele morreu, com isso, o casal se despede e nunca mais volta a se ver, mas sempre que Edward esculpe uma estátua de gelo para Kim, neva na cidade.

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O filme é muito, muito lindo e eu, sempre que posso, tento apresentá-lo a outras pessoas, principalmente mais jovens, para que conheçam essa história cheia de significados e com uma mensagem tão importante sobre as diferenças.

O Silencio dos Inocentes – 1991

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Pra mim, esse filme é uma das maiores obras primas cinematográficas já existentes, ao lado de grandes clássicos como “Psicose”, “Taxi Driver” e “Laranja Mêcanica”, além de ter atuações brilhantes e nos apresentar o vilão mais foda que já existiu, Hannibal Lecter. Baseado no romance de mesmo nome, escrito por Thomas Harris, o filme deu origem a outros 3 e foi vencedor de grandes prêmios, com destaque para 5 estatuetas do Oscar.

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A história se inicia quando a jovem estudante e agente do FBI, Clarice Starling (Jodie Foster) tem a chance de  investigar assassinatos em série de mulheres,  cometidos por Buffalo Bill (Ted Levine) e,  para ter ajuda com pistas sobre uma mente psicótica e criar o perfil sociológico de Bill, ela conversa com um psicopata perigoso que está condenado a prisão perpétua por 9 assassinatos envolvendo canibalismo, que nada mais nada menos é o próprio Dr. Hannibal Lecter (Anthony Hopikins). Além de criminoso, Lecter é um antigo psiquiatra, extremamente inteligente e com um forte poder de manipulação e consegue criar uma estratégia de fuga, a partir da sua “ajuda” ao FBI. Enquanto isso, com as pistas de Hannibal, Clarice está cada vez mais próxima de capturar Buffalo Bill e descobre que ele está se tornando uma transsexual que usa a pele de suas vítimas para construir a sua feminilidade, e daí surge a mariposa, como personificação dessa transformação.

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As cenas que acontecem no porão da casa do assassino compõem algumas das mais tensas do cinema e o filme, em geral tem o poder de transmitir uma sensação de medo sem realmente usar elementos ou violência exagerados, os sons e a fotografia por si, já são capazes de criar todo o suspense necessário para o desenrolar da história. É um filme que eu gosto do início ao fim e recomendo pra todo mundo. Já as sequências, eu considero um pouco fracas, e assistir ao último longa, foi uma experiência frustrante. Ainda não li os livros, mas vi por aí que são maravilhosos!

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Anthony Hopkins está radiante nesse papel, acredito que não haveria outro ator para transformar Haniball em referência dos personagens do terror/suspense e foi com esse filme que ele se tornou um dos meus atores preferidos. Jodie Foster também está espetacular e dá um tom feminista ao filme.

Pulp Fiction – 1994

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Esse foi o primeiro filme do Tarantino que eu vi antes mesmo de saber quem era o Tarantino. Me encantei pelas cores e pelos personagens, que me lembravam personagens de desenhos, isso quando eu ainda era bem novinha. Depois eu assisti novamente e vi o quanto a produção era rica em detalhes, falas, atuações e trilha sonora.

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São narradas histórias separadas, que acabam se encontrando em um determinado ponto e 3 delas tem mais destaque e são as que dão sentido ao filme. Vincent (John Travolta) e Jules (Samuel L. Jackson) são dois assassinos profissionais que trabalham para um poderoso gângster Marcellus Wallace (Ving Rhames). Pumpkin (Tim Roth) e Honey Bunny (Amanda Plummer) são um casal que decide assaltar um restaurante durante seu café da manhã no local. Bunch Coolidge (Bruce Willis) é um pugilista frustrado que aceita uma boa quantia de Marcellus para perder sua próxima luta.

Mia (Uma Thurman) é a esposa de Marcellus e acaba conhecendo Vincent meio que sem querer e ele a chama pra sair. Os dois vão ao Jack Rabbit Slim’s, um restaurante com temática dos anos 50, e lá conversam e protagonizam a famosa cena da dancinha, ao som de “You Never Can Tell” de Chuck Berry e é essa a minha cena preferida do filme, mas também gosto de outras, como as que envolvem as falas de Jules citando passagens do livro de Ezequiel da Bíblia e a overdose de Mia, que tornou famosa a música “Girl You’ll be a Woman Soon, do Urge Overkill.

Os diálogos são maravilhosos e o roteiro é bem elaborado, com um dos personagens aparecendo como protagonista em momentos diferentes da história e, apesar de não ter estrutura linear, conseguimos acompanhar as narrativas isoladas associando ao filme como um todo. Eu realmente acho que é um filme muito difícil de descrever, então recomendo que assistam, tenho certeza que não vão se arrepender! Todos os atores são fantásticos e a trilha sonora é uma das melhores do cinema de todos os tempos.

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Jovens Bruxas – 1996

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Desde muito novinha eu sempre me identifiquei com o mundo e com a cultura da magia e sempre busquei pesquisar sobre o tema. Quando eu era adolescente, me deparei com Jovens Bruxas e amei de cara.

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A história começa de uma forma bem clichê, Sarah (Robin Tunney) é uma adolescente que se muda de São Francisco para Los Angeles e precisa também mudar de colégio, onde ela conhece e faz amizade com 3 meninas Nancy (Fairuza Balk), Bonnie (Neve Campbell) e Rochelle (Rachel True),  que lhe ensinam um pouco sobre bruxaria e ela decide se aprofundar no assunto, descobrindo que nasceu com a magia dentro de si, sendo uma espécie de bruxa natural. Juntas, as 4 garotas formam um Coven (grupo de bruxos e bruxas), invocando e representando os 4 elementos naturais. Elas se especializam cada vez mais e se tornam mais poderosas e a amizade corre bem, até que começam a se envolver com magia ruim e, através dela conquistam algumas coisas, que se revertem em coisas negativas com o passar do tempo. Ao ver que a situação estava saindo do controle, Sarah decide se afastar das amigas, causando um forte desequilíbrio no Coven e na vida de cada uma delas.

Apesar de trazer a bruxaria, inspirada na Wicca, como tema principal, o filme também aborda problemas que costumam ser recorrentes na vida dos adolescentes, através das personagens. Sarah passa pela mudança de cidade, de colégio, a perda dos pais e a auto-descoberta. Nancy é uma jovem problemática que enfrenta dificuldades em casa com a mãe e o padrasto. Bonnie sofreu fortes queimaduras no corpo, o que gerou complexos em sua personalidade e aceitação. Rochelle é vítima de preconceito racial todo o tempo pelos colegas de colégio.

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Eu gosto muito do filme e do tema principal e apesar de ter alguns pontos semelhantes com o que encontrei nas minhas pesquisas da época e com o que conheço da cultura pagã, o filme é uma ficção cheia de referências ao paganismo moderno e foi acompanhado de perto por Pat Devin, uma sacerdotiza real que ajudou o elenco os roteiristas a separar a verdade da ficção para que não fossem criadas coisas possíveis de se reproduzir fielmente. “Jovens Bruxas” foi um fenômeno entre os jovens dos anos 90 e influenciou até a moda, com o que hoje, conhecemos como “gótica suave” e eu confesso que fui fortemente influenciada pelas roupas da Nancy. Amo a trilha sonora e o filme era um dos que mais assistia com as amigas nas tardes da adolescência.

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10 Coisas que Eu Odeio em Você – 1999

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O filme é do finalzinho da década de 90 e é um dos queridinhos de todos os tempos desde então. Ele traz Heath Ledger como um dos personagens principais e foi um dos primeiros filmes do ator, ajudando a impulsionar sua carreira. Ledger interpreta o “bad boy” Patrick Verona, um cara que quase todos tem medo no colégio e dono das 10 coisas mais odiadas.

A história, totalmente baseada na peça “A Megera Domada”, de Shakespeare, não se concentra apenas em Patrick, além do rapaz, temos também Kat Stratford (Julia Stiles), uma jovem inteligente, cheia de atitude e antissocial, que não liga para a moda, o materialismo e a popularidade e também se acha livre das paixões da adolescência. Bianca Stratford (Larisa Oleynik), irmã mais nova de Kat, que é “toda mocinha” e sonha em ser popular, mas que só pode começar a sair e a namorar depois de sua irmã e Cameron James (Joseph Gordon-Levitt), um aluno novo no colégio que se apaixona por Bianca e tenta conquistá-la de várias formas.

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Tanto Patrick quanto Kat são contrários ao lance de paixão na adolescência, inclusive, os dois vivem se desentendendo, mas acabam se tornando amigos de uma forma inesperada e assim também, se dão conta de que estão apaixonados.

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As referências ao conto de Shakespeare são bastante presentes até nos nomes e na personalidade dos personagens. A história é bem clichê, uma comédia romântica feita pra agradar até mesmo às pessoas que, como eu, não gostam tanto do gênero. As duas partes que mais gosto são quando Kat lê um poema listando as 10 coisas que odeia em Patrick e quando o rapaz canta “Can’t Take My Eyes Of You” pra ela na arquibancada no colégio. As atuações são muito boas, Ledger é realmente apaixonante e acho Joseph Gordon-Levitt a coisa mais fofa nesse longa.

Gostaram da minha listinha de filmes dos anos 90? Este foi só o início, não quis trazer muitos títulos pra não ficar tão cansativo, mas me contem nos comentários se gostariam de uma segunda parte deste post, que eu vou adorar saber? Também me digam quais os filmes preferidos de vocês da década de 90.

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Séries e Filmes do mês #junho

Começamos este post com uma dose de tristeza pelo cancelamento de Sense8, uma das séries que mais gostamos! Ainda não acreditamos, a série não pode morrer assim, sem fim e ainda temos esperanças de que isso é uma jogada de mkt ou que alguém vai bancar uma última temporada que seja!

Desabafos a parte, vamos aos filmes e às séries que assistimos no mês de junho!

Bates Motel 

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A série de Anthony Cipriano, foi um prelúdio moderno do clássico filme e livro Psicose, de Alfred Hitchcock e chegou ao fim em abril, mas só assistimos recentemente e, exatamente no post de séries e filmes de junho do ano passado, falamos sobre ela.

Acompanhamos os últimos episódios que fizeram Norman Bates se tornar aquele rapaz que conhecemos no filme e também tivemos a super conhecida cena da morte no chuveiro, que aqui foi refeita de uma forma a lembrar o clássico e não simplesmente copiá-lo. Marion Crane, a famosa moça da cena icônica é vivida por Rihanna, que desempenha um bom papel, trazendo modernidade e um olhar diferente à personagem.

Norma não está mais fisicamente presente na vida do filho, mas não sai de seu lado, em seus pensamentos e atitudes. Acompanhamos de perto a transformação do filho em sua própria mãe e todos os distúrbios que envolvem esse processo. Os personagens secundários se tornam um pouco dispensáveis, mas ajudam a esticar a série até os seus últimos minutos.

Apesar de ter uma aceitação difícil desde o seu início, Bates Motel conseguiu ser uma série brilhante, sem copiar a sua referência como um todo, agindo mais como uma homenagem. As atuações principais de Vera Farmiga e Freddie Highmore são uma obra à parte e conseguiram ilustrar perfeitamente Norma e Norman Bates.

Crashing 

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Estava passeando pela Netflix vendo algumas recomendações e me apareceu Crashing, relacionada a Lovesick, uma série que já comentamos por aqui também. Enfim, peguei o primeiro episódio pra assistir e quando eu vi, terminei a primeira temporada em um dia. Ela é britânica, do Channel4 e traz aquele tom de humor britânico que muitas pessoas acham difícil de entender ou não gostam mesmo. Crashing sofre de um mesmo problema que Lovesick, é uma série que tem uma ideia geral bacana, mas que poderia oferecer muito mais, ainda assim acho legal pra assistir naqueles momento descontraídos ou quando não queremos esquentar a cabeça com um conteúdo muito pesado.

A série se passa em um hospital abandonado onde várias pessoas moram juntas e pagam um valor super baixo de aluguel por meio de um “guardião” que assina o contrato, mas ainda assim vivem a beira do despejo. De início acompanhamos um grupo principal de jovens divertidos, entre os quais estão Kate (Louise Ford) e Anthony (Damien Molony), um casal que está juntando dinheiro pra casar, Sam (Jonathan Bailey ), um rapaz que vive o luto pelo falecimento do pai e alguns dramas sobre sua vida sexual, Melody (Julie Dray), uma artista em busca de inspiração e Fred (Amit Shah), um jovem indiano que está se encontrando. Posteriormente aparecem Colin (Adrian Scarborough), um colega de trabalho de Kate e Lulu (Phoebe Waller-Bridge, que também é criadora da série), melhor amiga de Anthony desde a infância.

Lulu sai para visitar Anthony em busca de novas experiências e acaba fazendo parte dos moradores do hospital e então, seus sentimentos entre amizade e algo a mais entram em cena. Os dois vivem flertando e Kate começa a ter reações sobre a amizade especial dos dois. Lulu é meio doida, largada e cheia de atitude, enquanto Kate é brincalhona, porém mais reservada e praticamente a mãe do grupo e Anthony se ve meio balançando entre as duas e a trama se concentra bastante aí, com algumas boas cenas dos coadjuvantes.

A série só tem uma temporada de 6 episódios e cada um tem em torno de 20 minutos, facinho de terminar.

Las Chicas Del Cable

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A série é a primeira produção espanhola original Netflix e aborda a luta feminina no finalzinho da década de 20. A trama é bem fácil de acompanhar e, às vezes até lembra uma novela de época, bem mais elaborada. A trilha sonora é muito gostosa e a música de abertura, Salt, da B. Miles é apaixonante.

A história se passa em Madri, quando algumas mulheres vem de diferentes lugares do país para trabalhar em uma grande companhia telefônica, cada uma com objetivos diferentes, mas todas em busca de sua liberdade na sociedade como mulheres.

Alba (Blanca Suárez) é uma moça enigmática que sempre tenta ajudar outras mulheres, ela guarda um passado difícil e cheio de segredos e para conseguir trabalhar, precisa assumir um outro nome e se torna Lidia. Ela se envolve com a polícia e reencontra um grande amor da adolescência, que mudou sua vida, mas ela precisa esconder isso e toma ações que, muitas vez, são tidas como suspeitas pelas amigas. Marg (Nadia de Santiago) a é uma moça simples e tímida, vinda do interior e cheia de sonhos amorosos, que sempre tem uma palavra ou atitude pra ajudar as outras meninas. Carlota (Ana Fernández Garcia) é minha personagem preferida, dona de uma personalidade forte, a moça não tem medo de buscar sua independência, mesmo vivendo com ajuda financeira dos pais, ela começa a se auto-descobrir e se vê em um triângulo amoroso entre seu namorado e outra mulher, pela qual se apaixona. Angéles (Maggie Civantos) é uma ótima mãe e esposa, dedicada ao seu trabalho, mas é traída pelo marido violento. Sara (Ana Polvorosa) é uma mulher decidida, centrada em seu trabalho, mas também é ativista e livre. Em certo momento essas mulheres fortes se tornam amigas, sempre uma fortalecendo a outra e a profissão de telefonista é o que as une de início.

Os homens são personagens super secundários na trama, mas fundamentais, pois sempre aparecem como obstáculos na vida dessas moças, sempre impondo o machismo de forma prepotente e autoritária. Nessa série percebemos ainda mais o quanto as mulheres sofriam. Chega a subir um ódio em muitas cenas.

A narração é envolvente e te faz assistir aos 8 episódios da primeira temporada com muito interesse. Acho até que dá pra maratonar, mas eu levei alguns dias pra ver tudo. Cada capítulo tem em torno de 50 minutos. Recomendo muito que assistam, acho que é uma série bastante necessária.

Corra! (Get Out)

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Fazia tempo que não tinha um suspense assim nos cinemas, sem espirito ou assombração, apenas psicopatas. O filme “Corra!” é um suspense escrito e dirigido pelo comediante Jordan Peele que consegue trazer um formato de terror com uma pitada de comédia.

Tudo se passa em um fim de semana em que Chris (Daniel Kaluuya) é convidado por sua namorada, Rose (Allison Williams), a visitar seus pais e passar o fim de semana com eles. Chris não gosta muita da ideia, pois ele é negro e a família de sua namorada é branca, então acha que os pais dela podem não gostar muito dele.

Ao contrário do que imaginava, os pais de Rose o recebem muito bem e são super simpáticos com ele, porém ele nota algo estranho no ar, principalmente na mãe de Rose e nos dois empregados negros da casa. Na primeira noite de Chris na casa algo esquisito acontece, ele acredita que foi hipnotizado, mas não consegue ter certeza se aconteceu de verdade ou se foi um sonho.

Aos poucos Chris descobre que toda a família de sua namorada, inclusive a própria Rose, são psicopatas que hipnotizam negros e vendem em um leilão para lunáticos que desejam seus corpos para uma espécie de transplante de cérebro.

O suspense é bem envolvente e desperta uma grande curiosidade para entender tudo o que está acontecendo.  O comediante LilRel Howery que interpreta o amigo de Chris dá todo ar cômico a trama deixando o suspense um pouco mais leve e divertido.

Da Magia à Sedução (Practical Magic)

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Um dia eu estava zapiando os canais da TV e me deparei com esse filme, que posso dizer ser um dos nossos favoritos dos anos 90, então não resisti e assisti novamente esse romance maravilhoso! “Da Magia à Sedução” é uma comédia romântica de 1998, foi dirigido por Griffin Dunne e conta com esse elenco maravilhoso, Sandra Bullock, Nicole Kidman, Stockard Channing, Dianne Wiest, Aidan Quinn e Goran Visnjic.

A história gira em torno da família de bruxas Owens, que no passado uma jovem bruxa lançou um feitiço sobre si mesma após uma decepção amorosa, fazendo com que o feitiço se tornasse uma maldição para todos seus descendentes, causando a morte da pessoa amada. Gillian e Sally são descendentes da família Owens e vivem com suas tias bruxas, um dia Sally (Sandra Bullock) lança um feitiço de amor verdadeiro para se proteger da maldição enquanto Gillian (Nicole Kidman) decide se apaixonar e viver intensamente cada paixão que aparecer em sua vida.

Sally um dia acaba se apaixonando e construindo uma família, que anos depois acaba sofrendo a maldição e seu marido morre atropelado. Gillian se envolve com um cara barra pesada e pede ajuda de Sally para se livrar dele, mas as duas acabam cometendo um assassinato e tentam usar a magia para concertar.

As duas ficam em perigo por causa dessa magia, mas logo aparece um policial para ajuda-las e Sally percebe que o policial na verdade é seu feitiço de amor que foi feito quando criança e agora apareceu em sua vida para quebrar a maldição.

O filme é cheio de romance e magia, com uma trilha sonora super gostosa composta por Alan Silvestri. Foi super nostálgico rever esse filme, o figurino anos 90, as músicas e essas duas atrizes que sempre gostei muito! Vale super a pena ver ou rever “Da Magia à Sedução”.

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