Arte: Os gatinhos de Raphaël Vavasseur

Que eu sou completamente apaixonada por gatinhos não é nenhuma novidade, né? Por isso, estou sempre buscando coisas relacionadas aos felinos ou sempre me indicam, me marcam ou simplesmente alguém se lembra de mim quando os gatíneos são o tema.

Recentemente, passeando pelo Pinterest, me deparei com o trabalho maravilhoso de Raphaël Vavasseur e fiquei maravilhada, com vontade de ter todas as artes dele em casa.

Raphaël é um pintor e designer gráfico que viveu e estudou em Paris, mas acabou se mudando e se estabelecendo em um cantinho super bucólico e inspirador da Normandia, localizada a noroeste da França, onde ele vive atualmente com 3 gatinhos que o ajudam em seu trabalho.

 

Os gatos sempre foram sua paixão, mas se tornaram o tema principal de sua arte quando ele tinha por volta de 20 anos e, através desses pequenos felinos lindos ele transmite diversos sentimentos e também a relação dos gatos com os humanos.

Assim como os gatos, suas pinturas trazem sensibilidade e um lado místico e misterioso, o que foi um dos traços que mais me despertaram a atenção. Outra coisa que eu gostei muito e que está relacionada a esse lado místico foi a relação dos gatinhos, principalmente os gatinhos pretos, com a Lua e o Cosmos, porque além de catlover eu sou moonlover e amante do universo!

Raphaël tem uma obra bastante original e tem como objetivo criar tudo de forma acessível, por isso, é fácil ter contato com o seu trabalho através das mídias sociais e comprar sua arte pela internet, em sites como Etsy e Society6. E é tudo tão lindo que eu não tinha como não dividir um pouquinho com vocês e olha, foi muito, muito difícil selecionar as imagens para o post!

Já conheciam a arte dele? Tenho certeza de que mesmo quem não é tão amante dos gatos como eu irá gostar!

*todas as imagens são criação Raphaël Vavasseur e foram coletadas do Pinterest
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Séries: Maratona Dia das Crianças

Oba! É dias das crianças!!!

Todo mundo, não importa a idade, ainda tem uma criança dentro de si e isso torna esse dia mais especial. Claro que nós também amamos a data, porque somos super nostálgicas com as coisas que marcaram a nossa infância e por ser um feriado, quase sempre prolongado!

Então resolvemos dar dicas de 5 séries que tem crianças como protagonistas ou personagens importantes para fazer maratona nesse feriadão!

Stranger Things 

A série é protagonizada por 5 crianças, Eleven, Dustin, Mike, Lucas e Will que se metem em perigo por causa de um experimento super secreto, que abre um portal para um mundo paralelo cheio de criaturas monstruosas. Will é capturado por uma dessas criaturas e fica sumido, dando apenas alguns sinais de que ainda esta vivo.

Eleven, que foi cobaia por muitos anos desse experimento secreto, é a única pessoa que pode proteger seus amigos e ajudar no resgate de Will, com seus super poderes telecinéticos. Uma história cheia de mistérios e muito suspense que já conquistou milhares de pessoas e com certeza vai te conquistar também!

Stranger Things só tem uma temporada, mas a segunda estreia neste dia 27 e estamos ansiosas para ver essa criançada em ação!

Two and a Half Man

Série protagonizada por dois adultos, Alan Harper e Charlie Harper e uma criança,  Jake Harper. É uma comédia americana que conquistou o mundo todo com o cotidiano de um solteirão e seu irmão recém divorciado, com um filho para criar.

Alan e o filho Jake passam a morar com Charlie, irmão rico de Alan e que vive em Malibu. Os dois irmãos são muito diferentes na personalidade o que acaba gerando algumas confusões, mas ambos amam muito Jake e estão sempre pensando em seu futuro.

A série é muito boa, super engraçada e o nosso protagonista mirim, Angus T. Jones, tem grande presença com seu papel. Ao longo das temporadas é possível acompanhar sua evolução como ator e também como pessoa, já que na primeira temporada ele tem apenas 9 anos de idade e ao final da série ele está com 19 anos.

Game Of Thrones

A série não é recomendada para crianças, mas está no nosso top 5 por causa de alguns de seus protagonistas, na verdade dois deles tem grande destaque na série e começaram bem crianças, Arya Stark e Bran Stark. Os dois irmãos apareceram na primeira temporada bem crianças e sem criar muita expectativa ao púbico, o que foi mudando completamente ao longo das temporadas, mostrando que eles tinham um grande destino a seguir.

Arya que sempre foi muito corajosa, conseguiu sobreviver a toda a decadência e perseguição que sua família sofreu, se tornando uma grande guerreira e que tem sede de vingança. Bran, ficou aleijado na primeira temporada, mas isso não o impediu de se tornar uma peça fundamental em toda a trama, ele se tornou O Corvo de Três Olhos, uma incrível habilidade de poder ver o passado e o presente, além de conseguir entrar na mente de pessoas e animais.

Não podemos esquecer também de citar outras crianças que tem ou tiveram funções importantes na série: Lyanna Moromon, Lady da Casa Mormon que precisa cuidar de todos de sua casa e tomar decisões importantes; Shireen Baratheon, filha de Stanis, a menina é rejeitada por ter escamagris e seu único amigo verdadeiro é Sor Davos, ela também sofre fortemente as consequências das loucuras do pai; Rickon Stark, que não tem muita ação na série, mas completa a família Stark como irmão mais novo e é peça chave em um do melhores episódios de GOT; Tommem Baratheon, que na verdade é um Lannister, parece ser a pessoa de coração mais puro da família e precisa assumir o Trono de Ferro ainda muito jovem; Olly perdeu sua família pelas mão dos rebeldes e se vê fazendo parte da Patrulha da Noite, onde desenvolve um sentimento de ódio por Jon Snow; Hot Pie, o garoto que escapou com Arya e Gendry das torturas de Tywin e ajudou a encontrar a garota posteriormente;

Modern Family

A série de comédia mais premiada dos últimos tempos, mostra a vida de 3 famílias que, na verdade, forma uma só, cheia de pessoas divertidas e diferentes, trazendo às vezes até um pouquinho de dramas da vida real ao longo dos episódios.

As crianças da família são personagens super importantes e ajudam a deixar o enredo mais legal. Haley Dunphy, Alex Dunphy e Luke Dumphy são irmãos de personalidades completamente diferentes: Haley já não mais criança,  é uma jovem popular, que se preocupa muito com a aparência,  Alex é a irmã do meio, super inteligente e tem como prioridade estudar, mas sempre ajuda a resolver os problemas da família, Luke é muito engraçado e está sempre metido em alguma confusão ou alguma coisa que dá errado.

Manny Delgado é um jovem super a frente da sua idade, está sempre envolvido com os problemas dos adultos e é viciado em café, por ser uma das especialidades de sua terra natal, a Colômbia. Ele é filho de Gloria Pritchett e enteado de Jay Pritchett e irmão de Joe Pritchett, que nasce ao longo das últimas temporadas.

Lily Tucker-Pritchett é filha de Cameron Tucker e Mitchell Pritchett, que ela foi adotada ainda bebê pelo casal diretamente do Vietnã. Ela é super fofa, inteligente e tem as melhores reações e atitudes sobre sua vida com dois pais.

Como a produção já está na sua 9ª temporada, as crianças foram crescendo ao longo da série, uma coisa que é legal de acompanhar.

Full House 

E não podia faltar uma série das antigas na nossa listinha! Pensamos em Punky, a Levada da Breca, Eu a Patroa e as Crianças, Todo Mundo Odeia o Chris e muitas outras, mas optamos por uma que está disponível na Netflix e teve até uma spin-off recente.

Full House conta a história de Danny Tenner, um pai que perde a esposa em um acidente de carro e precisa cuidar de suas 3 filhas sozinho. Mas ele acaba contando com a ajuda do cunhado, Jesse e do melhor amigo Joey, para encarar a difícil tarefa de criar as 3 meninas, DJ, Stephanie e Michelle.

DJ é a filha mais velha e a que mais sente a ausência da mãe e a que mais se constrange com as atitudes do pai e dos tios, diante dos acontecimentos da fase de sua vida, se revoltando muitas vezes, mas ela também sempre se mostra sensível quando precisa ajudar e cuidar das irmãs mais novas.

Stephanie é a irmã do meio e a que tem a personalidade mais interessante, ela é muito tagarela e divertida e às vezes tem atitudes ousadas. A menina sempre disputa um pouco a atenção com a irmã mais velha e adora xeretar suas coisas e ler seu diário, reflexo da falta da mãe, mas as duas acabam se tornando muito mais próximas ao longo dos episódios e ajudam na criação da irmãnzinha mais nova.

Michelle era ainda um bebê quando tudo começou (interpretada pelas gêmeas Olsen) e, por isso não se lembra da mãe, tendo como exemplo as duas irmãs mais velhas, herdando traços da personalidade de cada uma, é um pouco revoltadinha como DJ e super tagarela como Stephanie. Ela é tão lindinha que todos se derretem por sua carinha fofa e acabam fazendo suas vontades.

Full House também é uma série que teve um número relativo de temporadas e podemos acompanhar o crescimento e desenvolvimento das crianças ao longo dos episódios. O spin-off  Fuller House mostra a vida das irmãs (exceto Michelle, pois as irmãs Olsen não se interessaram em participar) já adultas, precisando enfrentar seus problemas e buscando o carinho e apoio na família.

Gostaram da nossa listinha? Quais séries com crianças marcantes vocês também gostam? Contem pra nós nos comentários!!

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!!!

 

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Game: Stranger Things para celular

No comecinho da semana vi em alguns lugares a divulgação do lançamento do jogo da série Stranger Things para celular e tive que baixar pra jogar, claro! Ainda mais com todo esse climinha de Dia das Crianças!

O jogo é gratuito, está disponível para IOS e Android e é uma parceria entre a Netflix e a BonusXP. Ele tem todo um estio retrozão, que relembra mesmo os joguinhos 16-bits, clássicos dos anos 80, como Super Mario Bros. e The Legend of Zelda, principalmente na forma de jogar. O jogador precisa testar suas habilidades e ultrapassar os puzzles para avançar. A trilha sonora é polifônica, o que também é muito nostálgico e torna o jogo ainda mais divertido.

A história é baseada nos acontecimentos de Stranger Things de uma forma compilada, trazendo em evidência alguns momentos principais da primeira temporada.

O jogo apresenta 2 níveis de dificuldade e tem 6 fases. Começamos jogando com o xerife Hopper e vamos encontrando outros 7 personagens principais da série e, com isso, temos a opção de jogar com cada um deles e usar suas habilidades especiais individuais para vencer os inimigos e desvendar os mistérios ao longo do caminho, passando pelo Mundo Invertido. Em cada fase há itens colecionáveis e um chefão diferente. Muito amor! <3

Ele é  um jogo fácil, mesmo no nível mais difícil e é super rapidinho também, então dá pra jogar várias vezes.

A ideia principal do lançamento é divulgar a segunda temporada da série, que estreia dia 27, na Netflix, por isso pode haver algumas dicas presentes no jogo, além de uma surpresa para aqueles que chegarem ao final do game!

Eu achei o jogo muito legal, já que eu amava esse estilo quando era criança, então pude unir o meu gosto pela série ao meu amor por games antigos! Recomendo pra todo mundo, principalmente para o fãs de Stranger Things, que podem aliviar a ansiedade da estreia da próxima temporada de uma forma super divertida!

Veja abaixo o vídeo oficial de lançamento

 

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Começando a Desenhar

Sempre falei por aqui, no post da semana, que amo arte e estou sempre estudando essa área, atualmente estou fazendo um curso de computação gráfica que envolve desenho, pintura digital e animação. Eu desenho desde 2004, apesar ser bastante tempo, eu fiquei um bom tempo sem praticar e voltei a pegar firme esse ano, então resolvi compartilhar com vocês um pouco da minha experiência e dar dicas para quem quer começar a desenhar.

Observar

O princípio de desenhar vem de observar objetos, pessoas e transmitir o que vê no papel, então para quem quer desenhar é sempre bom começar a reproduzir algo, uma referência de personagem, um objeto, em fim, escolha algo e fique bastante tempo praticando reproduzir isso, para pegar prática, desenvolver o traço e só depois disso você vai ter uma base boa para conseguir criar seus próprios desenhos, personagens ou cenários.

Praticar

Como eu falei no tópico acima, é importante praticar bastante, assim você consegue se desenvolver e estar sempre evoluindo. Pratique por um tempo apenas o traço, depois pratique sombrear os desenhos (nesse caso é bom voltar ao princípio de observar para identificar as áreas de luz e sombra) e depois pratique pintar.

Não se preocupe se no começo ficar estranho, a prática vai levar a um trabalho bonito, então é normal ficar um pouco feio o desenho ou a pintura quando está começando. Eu estou aprendendo a pintar com aquarela, estou buscando vídeos no Youtube e praticando, vou deixar aqui duas imagens de primeiros trabalhos com aquarela, uma é com uma paleta que tenho e outro é com a tinta Ecoline, mas no formato de pontilhismo.

Estudar

Busque estar sempre estudando, seja sozinho vendo vídeos  no Youtube ou em cursos, a arte requer muita prática e estudo sempre, por mais que pareça ser algo que não mude, a arte está sempre mudando, e tem suas tendências o que é legal de acompanhar se você quer trabalhar com isso.

Gosto muito de alguns canais no Youtube que dão dicas e ensinam técnicas, um deles é Frannerd, já falei um pouco sobre ela no post de ilustradoras, Alisa Draws que dá dicas de como pintar com aquarela, Iraville que também falei um pouco em outro post, ela mostra como faz seus desenhos e pintura e por último o canal Kelogsloops que ensina as técnicas de pintura e ele realmente é ótimo para que quer aprender.

Utilizar Softwares

Esse tópico envolve todos que eu falo aqui no post, mas deixei ele em destaque por achar realmente importante investir em desenhar no computador. Com o Photoshop e Illustrator você consegue fazer suas artes já digitalizadas, em vetor e a pintura por lá é muito mais fácil também, se você já está desenhando legal, eu aconselho a tentar desenhar nesses programas e quem quiser dá para ganhar dinheiro com as artes feitas neles.

Nós abrimos uma lojinha na Colab55, em que eu faço as artes no computador e disponibilizo como poster, caneca, agenda, então se você já está fazendo artes legais, tente vender criando sua lojinha também!

Se inspire!

Todo mundo passa por um período de falta de criatividade, ou você precisa de referências para fazer um trabalho de ilustração, então busque sempre inspiração para o seu trabalho! Existem livros lindos, com muita ilustração legal e claro que existe o Pinteres!!! Eu sou apaixonada por essa rede social e quem não é? Lá é possível encontrar muita inspiração, desenhos lindos, estilos diferentes e pinturas incríveis.

Invista

Tudo nesse mundo precisa de investimento, com a arte não é diferente, procure investir em um bom material como lápis, borracha boa, esfuminho para sombrear, caneta nanquim para contornar, lápis de cor, tinta, pincel, em fim, tudo isso faz a diferença no seu trabalho, deixando com mais qualidade e mais bonito.

Investir em cursos também é ótimo, temos muitas escolas boas aqui em São Paulo, como Areae que é uma escola de arte que ensina desenhar, pintar e escultura (foi onde eu comecei a aprender desenhar!), temos a Escola Saga que é voltada para o universo digital e games e quem busca uma formação mais técnica tem a Melies que dá uma formação profissional e também tem cursos livres.

Essas são algumas dicas que eu considero muito importantes e espero que tenha ajudado vocês que gostam da área e querem entrar nesse universo da arte, ilustração e animação!

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Séries e Filmes do mês #setembro

Aqui contamos um pouco sobre as séries e filmes que vimos durante o mês de setembro!

The Mist (O Nevoeiro) – 1 ª Temporada

Uma série original da Netflix inspirada na obra de Stephen King, traz muito suspense e terror que vão conquistar os amantes desse gênero! Ainda não da para afirmar se a série será um sucesso, mas a primeira temporada nos deixou com vontade de quero mais.

A história se passa na cidade de Bridgton, no Maine, na qual uma densa névoa toma conta de toda a cidade e com ela, coisas estranhas começam a acontecer, as pessoas começam a ser mortas por animais, monstros e seres macabros que estão presentes nessa névoa. Alguns grupos de pessoas conseguem se proteger em lugares fechados como igreja e shopping, porém elas começam a surtar sem entender o que está acontecendo, precisam enfrentar seus “demônios” internos e a falta de suprimentos.

A série lembra bastante Under the Dome, que foi outra série baseada em uma história diferente de Stephen King e que foi cancelada, por não agradar muito ao público com sua adaptação. Esperamos muito que isso não aconteça e que The Mist consiga ser mais fiel a história original.

Para quem curte um suspense com mortes bem assustadoras nós super recomendamos essa série!

Orphan Black – 1ª, 2ª e 3ª Temporada

Orphan Black eu comecei a assistir faz um tempo, mas acabei deixando acumular para escrever aqui, então vou falar um pouco das três primeiras temporadas, já que ainda estou terminando a terceira. A série é produzida pela Temple Street Productions, em associação com a BBC America e o canal Space e recentemente a Netflix adquiriu os direitos de exibição.

Sarah Manning ( Tatiana Maslany ), uma garota órfã, encontra em uma estacão de metrô uma mulher igualzinha a ela, e que acaba cometendo suicídio bem na sua frente. Sarah, intrigada pela semelhança entre elas, decide assumir a identidade dessa mulher e se passa então pela detetive Elizabeth Childs. Conforme ela vive a vida da detetive Beth, acaba descobrindo que exitem mais mulheres com a mesma aparência que ela, suas irmãs clones.

Porém há uma diferença genética entre elas, apenas Sarah conseguiu engravidar e ter uma filha, Kira (Skyler Wexler), a qual acaba sendo perseguida pela organização responsável pelos clones. Sarah se une a suas irmãs para conseguir escapar dessa organização e proteger sua filha.

Quando menos se espera, todas as irmãs são surpreendidas pela existência de mais um grupo de clones, mas dessa vez masculinos e de outro projeto secreto, realizado pelo exercito. Uma das irmãs de Sarah é sequestrada pelo exercito e agora elas correm contra o tempo para tentar resgata-la e acabam descobrindo mais sobre o passado.

Orphan Black é uma série intrigante e muito bem executada, créditos para a atriz Tatiana Maslany que interpreta todos os clones femininos, ela consegue deixar cada uma delas com uma personalidade totalmente diferente e ainda fazer o mais difícil, um clone se passando por outro, então é um trabalho de atuação incrível.

La La Land

Um filme musical de 2016, ganhador de vários prêmios, estrelado por  Ryan Gosling e Emma Stone, dirigido e escrito por Damien Chazelle. A história se passa em Los Angeles e gira em torno de Sebastian (Ryan Gosling), um pianista de jazz e Mia (Emma Stone) uma atriz em ascensão que está buscando crescer em sua profissão.

Os dois, apesar de serem muito bons no que fazem, não tem muita sorte na vida profissional e isso acabou os unindo. Ambos se apoiam e se incentivam a ir atrás dos sonhos, porém o problema financeiro falou mais alto e obrigou Sebastian a topar um trabalho de pianista em uma banda de pop, o que tomou todo o seu tempo.

Mia se manteve atrás dos seus sonhos e montou sua própria peça de teatro, porém no dia da inauguração de sua peça, não havia quase ninguém e Sebastian não conseguiu comparecer por causa da banda. Isso foi a gota d’água para o relacionamento dos dois que acabaram se separando. Com a separação Sebastian percebe que estava no caminho errado e volta a se dedicar ao que ama, o Jazz, Mia é chamada para um entrevista por uma produtora que esteve em sua peça e gostou de sua atuação e roteiro.

Os dois se encontram novamente 5 anos depois, Sebastian conseguiu abrir seu club de Jazz e Mia se tornou uma grande atriz, casada e com um filho. Ao se reencontrarem por acaso, a história dos dois repassa de uma forma diferente em que tudo poderia ter dado certo para eles ficarem juntos e realizarem seus sonhos, porém a realidade é outra, eles sorriem um para o outro e seguem suas vidas.

O musical é realmente lindo, envolve muitas cores, sapateado, ritmos diferentes o que deixa o filme cativante. É uma obra de arte completa, recebeu 14 indicações ao Oscar e recebeu 6 prêmios, além de outras premiação.

Death Note (Filme)

O anime Death Note foi adaptado para filme e lançado pela Netflix recentemente, ele é um terror/suspense dirigido por  Adam Wingard e elenco composto por Nat Wolff, Keith Stanfield, Margaret Qualley, Shea Whigham, Paul Nakauchi e Willem Dafoe.

O filme conta a historia de um estudante,  Light Turner, que encontra um livro místico, chamado “Livro da Morte”, em que a pessoa portadora do livro pode escrever o nome de quem quer tirar a vida e escolher a forma como isso irá acontecer. Ao abrir o livro, o deus da morte, Ryuk, aparece para Light e mostra como funciona, fazendo com que o estudante elimine sua primeira vítima, um colega da escola que adora atormentar a vida dos outros.

Light não gosta da ideia de tirar a vida das pessoas, mas junto com sua nova namorada, Mia Sutton uma líder de torcida da escola, eles decidem acabar com a vida de criminosos, assim estariam fazendo um “bem para o mundo”. Com tantas mortes de criminosos causadas pelo livro, Light e sua namorada decidem criar um nome, Kira, assim eles tentam despistar os policiais, deixando a entender as mortes são obras de uma organização.

Um detetive especial, chamado L, acaba ajudando a policia a tentar encontrar essa tal organização, porém L descobre que é Light quem está por trás de tudo e começa uma perseguição. No meio dessa confusão Mia tenta ficar com o livro e escreve o nome de Light para caso ele não deixe ela ficar com ele, porém Light é mais esperto e consegue virar o jogo e se safar de Mia e do detetive L, continuando a ser o portador do “livro da morte”.

A adaptação possui muitos pontos semelhantes com o anime, mas fica bem longe de toda a obra original e tudo o que ela representa. É uma espécie típica de filme adolescente americano mas, ainda assim, consegue passar uma ideia geral da história.

The Founder (Fome de Poder)

Um filme de John Lee Hancock que apresenta o conceituado ator Michael Keaton como o protagonista Ray Kroc, “fundador” da rede americana de fast food Mc Donald’s e conta a história do surgimento e ascensão da empresa dos irmãos Richard e Maurice McDonald.

Ray Krock era um homem de negócios um pouco frustrado que, na época, vendia máquinas de milkshakes e descobriu uma lanchonete na cidade de San Bernadino, com um método de funcionamento ágil, através de uma linha de montagem que tornava todo o preparo rápido, além de dispensar os garçons  e as embalagens. Logo ficou impressionado e super interessado na ideia e no público que a lanchonete atraía, formado por famílias, que pareciam estar super satisfeitas e contentes com o serviço, com isso, Krock quis fazer parte do negócio.

Ray conseguiu convencer os dois irmãos a aceitá-lo como sócio, com o argumento de que a lanchonete deveria estar presente em toda a extensão dos Estados Unidos e passar a ser um símbolo do país. Richard e Maurice aceitaram, com a condição de que o serviço devia manter o seu formato e novas ideias só seriam aderias se aprovadas por eles. Franquias foram abertas por diversas cidades e as propostas eram coordenadas por ele que, aos poucos, passou a apresentar a ideia como de sua autoria e os irmãos começaram a se ver cada vez mais fora do projeto que criaram.

As franquias passaram a fazer tanto sucesso, que Ray expandiu o formato e começou a incrementar as lojas com novos conceitos, desagradando cada vez mais os donos da lanchonete. Vendo o crescimento rápido dos negócios, Harry J. Sonneborn, que viria a ser o primeiro presidente e chefe executivo da rede, aconselhou Ray a focar na parte imobiliária e de licenciamento da marca, o que foi acatado e se transformou na criação da Mc Donald’s Corporation, deixando os irmãos Mc Donald’s sem escolha, a não ser vender a marca para Ray. Eles também foram obrigados a deixar de usar o nome de seu próprio restaurante (seu próprio sobrenome) e declararam falência pouco tempo depois de Ray abrir um Mc Donald’s bem em frente a sua lanchonete .Ele também simplesmente deixou os irmãos Mc Donald’s de escanteio, se declarando fundador da marca.

A história se mostra bastante triste ao expor a forma como essa marca tão conhecida por todos nós chegou a todas as partes do mundo, a partir da apropriação de ideias e conceitos. Apesar disso, o filme é muito elaborado e recomendamos a todos.

 

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Livro: You Belong Here

Várias vezes eu falei em nossas redes sociais e cheguei a mostrar bastante também esse livro ilustrado, You Belong Here, escrito por M.H. Clark e ilustrado por Isabelle Arsenault. Ele é um livro infantil, em inglês e o que me motivou a comprar foram as ilustrações, que para mim, são uma inspiração e referencia de estilo de pintura, traço, é algo simples, mas com uma beleza indescritível.

Ele é um livro com capa dura, com textura e profundidade no título, sua lombada é em tecido preto e a contra capa possui uma das frases mais lindas que já vi!

“You are a dream that the world once dreamt

and now you are part of its song.

That’s why you are here, in the place where you’re meant,

for this is right where you belong.”

Traduzindo, ela diz que você é o sonho que um dia o mundo sonhou e que agora faz parte dessa canção, é por isso que você está aqui, no lugar que deveria estar, por isso você pertence ao lugar certo. Essa frase de certa forma resume o livro, ele é todo escrito como um poema, mostrando com suas lindas ilustrações, em um estilo suave de aquarela e com cores mais apagadas, que cada ser do mundo pertence ao lugar que deveria pertencer.

As baleias e os peixes pertence ao mar, os passarinhos pertencem ao ninho que eles mesmos construíram para ficar seguros e quentes. Cada criatura pertence a um lugar, terra, ar, mar e elas estão em casa porque estão no lugar certo que elas pertencem.

You Belong Here trás uma mensagem de amor, um encorajamento de que nós estamos no lugar certo e que fazemos parte do mundo, não importa onde estamos, se em uma viagem, em outro país, nos sempre vamos estar no lugar certo. É um livro infantil e que eu super recomento para as mamães, pois é um poema leve, motivador e suas ilustrações são tão delicadas e lindas.

Eu não sou mãe, mas como eu disse lá no começo, esse livro ilustrado é uma fonte de inspiração para mim como artista, então se você também desenha ou pinta é legal conferir o estilo da ilustradora Isabelle Arsenault, que é reconhecida mundialmente por suas obras em livros infantis. O livro pode ser encontrado na Amazon BR ou em outras livrarias que trabalham com encomendas de livros estrangeiros.

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Trilha Sonora: Séries de terror e suspense

Quando você gosta muito de músicas e de filmes, séries e etc, acaba associando uma coisa a outra através das trilhas sonoras dessas produções, seja pela abertura, música tema ou qualquer outra música que componha essa trilha ou que esteja presente.

Eu me encaixo exatamente na descrição aqui de cima e hoje trouxe músicas que fazem parte da trilha sonora ou de momentos musicais icônicos de 6 séries de terror e suspense que eu gosto bastante:

Twin Peaks

Uma série dos anos 90 que está entre o clássico e o cult, Twin Peaks, de David Lynch e Mark Frost é adorada por muitos e não entendida por muitos outros. Trata-se de uma produção investigativa com toques de suspense e com muitas coisas bizarras envolvendo terror psicológico, personagens esquisitões e bastante surrealismo lúdico.

A trilha sonora é muito boa e super importante na série, marcando os principais acontecimentos. Ainda não vi a nova temporada, mas já soube que tem Nine Inch Nails, banda famosa de rock industrial que eu adoro. Mas, para este post, escolhi a música “Into the Night”, da Julee Cruise, que também canta a música tema da série. A música que faz parte do “Episode 5”, 6º episódio da primeira temporada.

True Blood

True Blood foi uma daquelas séries que eu amava e quase todo mundo não gostava. É uma série de horror (nada assustador) e ficção que mostra a existência de vampiros no mundo dos homens e os relacionamentos entre eles. Ao longo dos episódios também passamos a conhecer outros tipos de seres encantados como lobisomens, bruxas e fadas.

Na trilha sonora encontramos diversos tipos de músicas que ilustram bem o clima da série e o estilo country é o que mais aparece, acredito que por conta do local no qual a história se passa, no interior dos Estados Unidos, onde esse estilo predomina. Para minha listinha, escolhi a musica de abertura, “Bad Things” do Jace Everett, porque combina demais com a série e eu amei tanto que adicionei na minha playlist da vida!

The Mist – Nevoeiro

A série é baseada no conto de mesmo nome de Stephen King, que fala sobre uma cidade americana que é envolta repentinamente por um nevoeiro que esconde seres estranhos de outro mundo, os quais os moradores do local precisam enfrentar. A série segue exatamente a mesma linha de forma bem executada.

Ainda não encontrei a trilha sonora completa, não sei se já existe, mas quando eu estava assistindo ao segundo episódio, uma música me chamou a atenção ao final, “Riverside”, da Agnes Obel, da qual eu já falei pra vocês no post de músicas pra relaxar. O momento é muito tenso e a música calma surgindo para dar o desfecho, deixou tudo mais interessante. Eu gostei tanto da música que fui procurar conhecer melhor o trabalho da cantora e amei!

Salem

Salem é uma série que traz mais uma versão fictícia da perseguição às bruxas, que aconteceram na cidade de Salem, nos Estados Unidos, no final do século XVII. A produção mostra todos os acontecimentos da cidade na época e traz John Alden e Mary Sibley como protagonistas. Ele é um herói da guerra, que retorna a cidade em meio ao caos da caça às bruxas e ela é a bruxa mais poderosa de Salem.

A partir do segundo episódio a abertura da série passou a ser a música “Cupid Carries a Gun”, do Marilyn Manson. E como sou super fã dele, a abertura me deixou ainda mais interessada pela série, que eu acompanhei até o seu final, que aconteceu em janeiro deste ano.

Hannibal

A história de Hannibal praticamente dispensa apresentações, né? E a série é baseada no livro Dragão Vermelho, que descreve a relação entre o agente do FBI Will Graham e o Dr. Hannibal Lecter. A série começa majestosa, com interpretações fantásticas e uma fotografia maravilhosa mas, com o passar das temporadas, a história não conseguiu se fortalecer o suficiente e foi cancelada em 2015, o que é uma pena!

A trilha sonora é de extremo bom gosto e é composta por muitas músicas clássicas, com participação de artistas como David Garret, mas o que eu realmente amei e me surpreendeu foi a canção escrita para o final da série pela Siouxsie Sioux, cantora que fez grade sucesso nos anos 80 e que eu amo. Ela não lançava nada novo desde 2007, então foi emocionante ver o quanto a série foi inspiradora para ela nessa canção que fez com Brian Reitzell, “Love Crime”.

American Horror Story

Uma das produções mais doidas dos últimos tempos, se não for a mais doida mesmo, American Horror Story é uma série antológica de terror, que aborda um tema novo a cada temporada e trabalha com o psicológico, o medo e o bizarro.

A trilha sonora é extensa e acompanha os temas em questão e teve até uma temporada com números musicais, onde os personagens interpretavam músicas famosas. Eu escolhi uma música que ficou marcante pra mim quando ouvi na segunda temporada, Asylum, “Dominique”, uma música popular francesa, que é originalmente católica, mas que tem um lado todo macabro e assustador, que combinou perfeitamente com a série.

Claro que eu fiz uma playlist com as músicas lá no nosso perfil no Spotify:

Gostaram da minha listinha? Vocês também se ligam nas músicas das séries que assistem?
Me contem quais são as que mais gostam.

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Decoração Geek

A decoração de casa ou de um cômodo diz muito sobre uma pessoa, nós amamos o universo Geek e vamos mostrar aqui para vocês um pouco de decorações nesse estilo, mesmo que você não se considere uma pessoa Geek, tenho certeza que vão curtir as inspirações para decorar.

Vocês podem também visitar nossa Loja Garota ao Quadrado! Lá tem algumas artes para vocês utilizarem como poster, caneca, almofadas, camiseta e muito mais, aos poucos vamos adicionando mais opções para vocês e pode deixar que sempre tiver coisa nova nós avisamos!

Quadros Geek

Os quadros são as opções mais utilizadas na decoração Geek, o estilo minimalista está bastante presente nos quadros, deixando uma decoração suave,m as ao mesmo tempo super estilosa!

 

Almofadas Geek

As almofadas dão aquele charme na decoração e se for Geek vão mais além, dão também um ar mais descontraído, deixando qualquer ambiente mais alegre.

Livros na Decoração

Se você é uma pessoa mais discreta, mas gosta do estilo Geek, pode usar e abusar dos livros como decoração de ambientes. Pode ser usado em uma estante, prateleira e até mesmo no chão que eles vão fazer toda a diferença na sua decoração.

Vasos de Plantas Geek

Essa também é uma decoração Geek mais discreta e que dão um charme a mais no ambiente. Vasos de plantas no estilo desenho japonês ou personagens deixam seu ambiente mais alegre e estiloso.

Miniaturas Geek

Claro que não poderia faltar as famosas miniaturas de personagens! O modelo Funko Pop é super acessível e deixa sua decoração com um toque de fofura!

Essas foram algumas ideias de decoração Geek para sua casa ou cômodo, claro que tem muito mais coisa nesse estilo para decorar e o melhor é que você consegue deixar o lugar super estiloso e ao mesmo tempo ser discreto.

Todas essas inspirações foram retiradas do Pinterest, assim como as imagens também! Quem quiser explorar mais desse universo de decoração e Geek, basta acessar o Pinterest e buscar Decor Geek. A maioria dos itens apresentados estão disponíveis do site Etsy, Elo 7 e Amazon e se você comprar em sites do EUA, basta redirecionar sua encomenda para o Brasil através da Yellow Box USA.

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Podcast: 5 opções que estão nos meus players

Acho que não é muita gente que sabe que curto podcast. Eu escuto alguma coisa enquanto trabalho há mais ou menos uns 6 ou 7 anos. Obviamente, em uns 80% do tempo é ouvindo música mas, principalmente depois que comecei a trabalhar home office, passei a dar mais atenção aos podcast e hoje eu escuto também em outros momentos,  além do horário de trabalho.

Existe uma infinidade de podcasts, especialmente os gringos, com os mais diversos temas, gêneros e tipos de conteúdos. Eu escuto os podcasts basicamente pra me atualizar das coisas que estão acontecendo, com mais propriedade e diversão, mas também gosto de acompanhar alguns que contam histórias, principalmente sobre crimes, mas vou fazer um post só com esse tema mais pra frete.

Hoje vim compartilhar com vocês os 5 podcasts mais básicos da minha lista atual e que recomendo fortemente. Acredito que são bem populares para quem já está acostumado com podcasts mas, pra quem está começando a se interessar por isso ou ainda não conhece muitos, podem ser boas opções:

Mamilos

Mamilos é um daqueles podcasts necessários pra ficar sabendo um pouco mais sobre os temas que andam nas maiores pautas do momento. Em forma de jornalismo aberto, ele é apresentado de uma maneira única pelas maravilhosas publicitárias Juliana Wallauer e Cris Bartis, que debatem os assuntos de um jeito único e gostoso de ouvir, sem cansar e com uns toques polêmicos, claro!

O que mais gosto, além de ficar a par das coisas que aparecem na minha timeline de uma forma mais interessante, é o jeito como as meninas abordam temas como, suicídio, depressão, relacionamento abusivo, artes, política, entre outros. Quase sempre há convidados especialistas para complementar os programas agregando ainda mais informação e conteúdo.

As edições dos podcasts são de utilidade pública, principalmente para estudantes e pessoas que precisam absorver informações de forma rápida e bem explicadinha. Muitas delas ajudaram diversos estudantes em fases de ENEM, por exemplo.

Outra coisa que acho super legal é o espaço “FAROL ACESO”, onde as meninas e seus convidados deixam indicações e sugestões de filmes, livros, séries, aplicativos e outras coisas bacanas.

Onde ouvir: http://www.b9.com.br/podcasts/mamilos/
Quando: Toda sexta

Dica pra ouvir agora:

Nerdcast

Acho que o Nerdcast é o podcast que escuto a mais tempo e é o mais antigo, conhecido e acessado da minha lista. Ele é referência quando se fala de podcast e está no ar há 11 anos e é apresentado pelo Jovem Nerd (Alexandre Ottoni) e Azaghal (Deive Pazoz), que falam das coisas que todo o nerd gosta, claro, mas também traz assuntos atuais pra diversos públicos.

Eles falam sobre séries, filmes, literatura, games, tecnologia, RPG, profissões, memes e outros temas e quase sempre trazem convidados pra discutir e gargalhar com a gente. A ironia e o humor comandam os programas e isso é uma das coisas que mais gosto.

Sempre que é lançado um filme super aguardado ou uma nova temporada de série estreia, eu corro pro Nerdcast pra saber a opinião, porque eles acabam ajudando a entender alguma coisa que ficou no ar, além de fazer críticas com as quais eu geralmente concordo.

Além de todo o papo nerd, que eu adoro, uma das coisas que mais gosto é um “quadro” sobre empreendedorismo que vai ao ar na última sexta-feira de todo mês, com dicas para novos empreendedores.

Onde ouvir: https://jovemnerd.com.br/nerdcast 
Quando: Toda sexta-feira

Dica pra ouvir agora:

Fama, pra que te quero?

Feito por Elas

O Feito por Elas é o podcast mais recente da minha listinha e que eu tenho amado. Nele, Angélica Hellish e Isabel Wittmann discutem e valorizam o protagonismo das mulheres no audiovisual abordando obras cinematográficas que, muitas vezes, são ignoradas pelo público geral.

A ideia surgiu a partir do projeto #52FilmsbyWomen, criado pelo Women in Film, organização que visa a a valorização e igualdade para as mulheres. Nos episódios do Feito por Elas, as apresentadoras e seus convidados discutem a obra de uma diretora em específico, abordando todo o seu trabalho e suas produções, destacando grandes curiosidades das carreiras de mulheres tão brilhantes.

O podcast desempenha um papel importante, pois não é todo o amante de cinema que conhece a fundo filmes comandado por mulheres. Eu me interessei por obras que ainda não conhecia e me surpreendi ao descobrir que filmes tão marcantes na minha vida, como Jardim Secreto, foram dirigido por mulheres. E foi uma surpresa no sentido de eu mesma nunca ter ido atrás de conhecer mais sobre as mulheres no cinema além da atuação. Mas ainda bem que isso mudou!

Gosto muito das indicações de outros filmes e de alguns livros que são citados ao longo dos programas e também das resenhas que são deixadas como sugestões. E claro, adoro ir procurar o trabalho das diretoras que são pauta de cada edição.

Onde ouvir: http://anticast.com.br/podcast/feitoporelas/
Quando: Em dias alternados, podcast quinzenal

Dica pra ouvir agora:

Um Milkshake Chamado Wanda

Talvez o podcast mais bobinho, porém mais engraçado, nota-se pelo nome,  desta minha lista, Um Milkshake Chamado Wanda é comandado por Phelipe Cruz (do Papel Pop), Samir Duarte e Marina Santa Helena, que geralmente trazem pelo menos um convidado para cada edição.

O podcast fala sobre os últimos acontecimento do mundo das celebridades e de cultura pop. Ok. Não são temas que costumo gostar e buscar mais informações a respeito, mas os programas são tão divertidos que acho um bom meio de me manter atualizada sobre esses assuntos.

As edições tem alguns quadros especiais que acho super engraçados como o “Interessanteney” (inspirado na Britney Spears), que traz os filmesney, seriadosney e livrosney (filmes, seriados e livros) indicados pelos apresentadores. Tem também o “Ajuda Wanda” com conselhos para relacionamentos  e o “Lotus e O Maryl” da semana, referências a uma tour malsucedida da Christina Aguilera (Lotus) e a diva master do cinema, Maryl Streep, onde eles falam das coisas zuadinhas e as mais legais da semana.

Como eu já falei, não é o meu estilo de assunto preferido, mas me garante boas risadas durante o trabalho.

Onde ouvir: http://www.papelpop.com/podcast/
Quando: Toda quinta-feira

Dica pra ouvir agora: (útima edição)

My Favorite Murder

O único podcast gringo desta listinha é My Favorite Murder. Eu comentei ali em cima que adoro podcasts criminais, mas esse não é um simples podcast criminal com pesquisa de fatos e informações sobre casos. É praticamente um papo descontraído entre duas amigas que gostam de falar sobre crimes reais sem parecer insanas.

As duas amigas, no caso, são Karen Kilgariff e Georgia Hardstark, as apresentadoras do My Favorite Murder. Elas abordam os crimes, como serial killers e homicídios, por exemplo, de uma forma tão tranquila e com um toque de humor, que não tem como não se interessar.

Elas levam tudo como se fosse mesmo um mesmo entre amigas, falando sobre compras, roupas, maquiagem, pets e outras coisas da vida no meio da conversa sobre crimes, além de dar suas recomendações de séries filmes e documentários sobre o assunto.

O que mais gosto é a conexão das duas e que elas sempre trazem uma coisa boa que aconteceu com elas durante a semana, amenizando o clima e, às vezes, rola uma participação especial do Elvis, o gatinho da Georgia. Será que amo?

Onde ouvir: https://itunes.apple.com/us/podcast/my-favorite-murder-karen-kilgariff-georgia-hardstark/id1074507850?mt=2
Quando: Toda quinta-feira

Dica pra ouvira agora: (o primeiro pra conhecer)

https://itunes.apple.com/br/podcast/1-my-firstest-murder/id1074507850?i=1000360625480&mt=2

A maioria dos podcasts que acompanham estão disponíveis gratuitamente no SoundCloud ou no iTunes, mas alguns tem seus próprios players e todos os que eu listei tem a opção de baixar.

Gostaram das dicas?
Sempre estou em busca de novas sugestões pra conhecer então, se souberem de algum podcast legal que eu preciso conhecer, me contem nos comentários.

 

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Black Mirror: San Junipero

Esse é o segundo post sobre um episódio da série Black Mirror, então já deu para perceber o quanto eu gosto dessa série né? Mas se você não curte ou nunca viu, tente ver San Junipero, que não apenas eu, mas como muitas outras pessoas e sites consideram o melhor episódio de Black Mirror!

San Junipero é o quarto episódio da terceira temporada e se passa em “vários anos”, mas vamos considerar que ele é predominantemente anos 80, com o melhor da moda e da música, com certeza vocês vão amar a trilha sonora dele. Esse lugar nada mais é do que um paraíso do futuro, quem está assistindo só vai compreender isso ao final, mas San Junipero é um espaço virtual criado para as pessoas que estão em fase terminal poderem continuar vivendo, como se fosse um sonho induzido e mesmo quando morrerem podem ficar para sempre nesse “paraíso”.

As protagonistas são duas jovens garotas, Yorkie (Mackenzie Davis) e Kelly (Gugu Mbatha-Raw), que se encontram em uma festa e se tornam mais do que amigas, Yorkie acaba se apaixonando por Kelly, porem Kelly não busca um relacionamento sério, apenas diversão. Por um tempo, Yorkie não consegue mais encontrar sua amiga e então ela a procura passando por várias décadas, anos 80, anos 90, 2000 e por ai vai, até que uma hora ela consegue encontrar Kelly e as duas abrem o jogo sobre suas vidas.

Yorkie na verdade é uma senhora que sofreu um acidente quando nova e nunca mais teve os movimentos do corpo, viveu toda sua vida como um “vegetal” e agora quer viver tudo o que perdeu em San Junipero, já Kelly, também uma senhora, viveu muito bem sua vida, foi casada e teve filhos, porém todos já partiram dessa vida e ela sonha em um dia reencontra-los.

Kelly se sente tocada pela história da amiga, então decide abandonar seu sonho de morrer e encontrar as almas de sua família para viver o sonho de Yorkie e viver uma nova vida no “paraíso”. Elas se casam na vida real e ao morrer, vivem para sempre uma grande história de amor em San Junipero.

O único episódio de Black Mirror com um final realmente feliz, possui a melhor trilha sonora e figurino, todos de acordo com a década que se passa no momento. A música Heaven Is a Place on Earth da Belinda Carlisle foi a escolha perfeita para San Junipero, o que acabou revivendo a música no Youtube, ganhando vários comentários no clipe.

Pessoas, assistam esse episódio! Sério, é muito bom e tenho certeza que todo mundo vai amar, está disponível na Netflix, então é só dar o play e preparar a pipoca.

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