Séries e Filmes do mês #setembro

Aqui contamos um pouco sobre as séries e filmes que vimos durante o mês de setembro!

The Mist (O Nevoeiro) – 1 ª Temporada

Uma série original da Netflix inspirada na obra de Stephen King, traz muito suspense e terror que vão conquistar os amantes desse gênero! Ainda não da para afirmar se a série será um sucesso, mas a primeira temporada nos deixou com vontade de quero mais.

A história se passa na cidade de Bridgton, no Maine, na qual uma densa névoa toma conta de toda a cidade e com ela, coisas estranhas começam a acontecer, as pessoas começam a ser mortas por animais, monstros e seres macabros que estão presentes nessa névoa. Alguns grupos de pessoas conseguem se proteger em lugares fechados como igreja e shopping, porém elas começam a surtar sem entender o que está acontecendo, precisam enfrentar seus “demônios” internos e a falta de suprimentos.

A série lembra bastante Under the Dome, que foi outra série baseada em uma história diferente de Stephen King e que foi cancelada, por não agradar muito ao público com sua adaptação. Esperamos muito que isso não aconteça e que The Mist consiga ser mais fiel a história original.

Para quem curte um suspense com mortes bem assustadoras nós super recomendamos essa série!

Orphan Black – 1ª, 2ª e 3ª Temporada

Orphan Black eu comecei a assistir faz um tempo, mas acabei deixando acumular para escrever aqui, então vou falar um pouco das três primeiras temporadas, já que ainda estou terminando a terceira. A série é produzida pela Temple Street Productions, em associação com a BBC America e o canal Space e recentemente a Netflix adquiriu os direitos de exibição.

Sarah Manning ( Tatiana Maslany ), uma garota órfã, encontra em uma estacão de metrô uma mulher igualzinha a ela, e que acaba cometendo suicídio bem na sua frente. Sarah, intrigada pela semelhança entre elas, decide assumir a identidade dessa mulher e se passa então pela detetive Elizabeth Childs. Conforme ela vive a vida da detetive Beth, acaba descobrindo que exitem mais mulheres com a mesma aparência que ela, suas irmãs clones.

Porém há uma diferença genética entre elas, apenas Sarah conseguiu engravidar e ter uma filha, Kira (Skyler Wexler), a qual acaba sendo perseguida pela organização responsável pelos clones. Sarah se une a suas irmãs para conseguir escapar dessa organização e proteger sua filha.

Quando menos se espera, todas as irmãs são surpreendidas pela existência de mais um grupo de clones, mas dessa vez masculinos e de outro projeto secreto, realizado pelo exercito. Uma das irmãs de Sarah é sequestrada pelo exercito e agora elas correm contra o tempo para tentar resgata-la e acabam descobrindo mais sobre o passado.

Orphan Black é uma série intrigante e muito bem executada, créditos para a atriz Tatiana Maslany que interpreta todos os clones femininos, ela consegue deixar cada uma delas com uma personalidade totalmente diferente e ainda fazer o mais difícil, um clone se passando por outro, então é um trabalho de atuação incrível.

La La Land

Um filme musical de 2016, ganhador de vários prêmios, estrelado por  Ryan Gosling e Emma Stone, dirigido e escrito por Damien Chazelle. A história se passa em Los Angeles e gira em torno de Sebastian (Ryan Gosling), um pianista de jazz e Mia (Emma Stone) uma atriz em ascensão que está buscando crescer em sua profissão.

Os dois, apesar de serem muito bons no que fazem, não tem muita sorte na vida profissional e isso acabou os unindo. Ambos se apoiam e se incentivam a ir atrás dos sonhos, porém o problema financeiro falou mais alto e obrigou Sebastian a topar um trabalho de pianista em uma banda de pop, o que tomou todo o seu tempo.

Mia se manteve atrás dos seus sonhos e montou sua própria peça de teatro, porém no dia da inauguração de sua peça, não havia quase ninguém e Sebastian não conseguiu comparecer por causa da banda. Isso foi a gota d’água para o relacionamento dos dois que acabaram se separando. Com a separação Sebastian percebe que estava no caminho errado e volta a se dedicar ao que ama, o Jazz, Mia é chamada para um entrevista por uma produtora que esteve em sua peça e gostou de sua atuação e roteiro.

Os dois se encontram novamente 5 anos depois, Sebastian conseguiu abrir seu club de Jazz e Mia se tornou uma grande atriz, casada e com um filho. Ao se reencontrarem por acaso, a história dos dois repassa de uma forma diferente em que tudo poderia ter dado certo para eles ficarem juntos e realizarem seus sonhos, porém a realidade é outra, eles sorriem um para o outro e seguem suas vidas.

O musical é realmente lindo, envolve muitas cores, sapateado, ritmos diferentes o que deixa o filme cativante. É uma obra de arte completa, recebeu 14 indicações ao Oscar e recebeu 6 prêmios, além de outras premiação.

Death Note (Filme)

O anime Death Note foi adaptado para filme e lançado pela Netflix recentemente, ele é um terror/suspense dirigido por  Adam Wingard e elenco composto por Nat Wolff, Keith Stanfield, Margaret Qualley, Shea Whigham, Paul Nakauchi e Willem Dafoe.

O filme conta a historia de um estudante,  Light Turner, que encontra um livro místico, chamado “Livro da Morte”, em que a pessoa portadora do livro pode escrever o nome de quem quer tirar a vida e escolher a forma como isso irá acontecer. Ao abrir o livro, o deus da morte, Ryuk, aparece para Light e mostra como funciona, fazendo com que o estudante elimine sua primeira vítima, um colega da escola que adora atormentar a vida dos outros.

Light não gosta da ideia de tirar a vida das pessoas, mas junto com sua nova namorada, Mia Sutton uma líder de torcida da escola, eles decidem acabar com a vida de criminosos, assim estariam fazendo um “bem para o mundo”. Com tantas mortes de criminosos causadas pelo livro, Light e sua namorada decidem criar um nome, Kira, assim eles tentam despistar os policiais, deixando a entender as mortes são obras de uma organização.

Um detetive especial, chamado L, acaba ajudando a policia a tentar encontrar essa tal organização, porém L descobre que é Light quem está por trás de tudo e começa uma perseguição. No meio dessa confusão Mia tenta ficar com o livro e escreve o nome de Light para caso ele não deixe ela ficar com ele, porém Light é mais esperto e consegue virar o jogo e se safar de Mia e do detetive L, continuando a ser o portador do “livro da morte”.

A adaptação possui muitos pontos semelhantes com o anime, mas fica bem longe de toda a obra original e tudo o que ela representa. É uma espécie típica de filme adolescente americano mas, ainda assim, consegue passar uma ideia geral da história.

The Founder (Fome de Poder)

Um filme de John Lee Hancock que apresenta o conceituado ator Michael Keaton como o protagonista Ray Kroc, “fundador” da rede americana de fast food Mc Donald’s e conta a história do surgimento e ascensão da empresa dos irmãos Richard e Maurice McDonald.

Ray Krock era um homem de negócios um pouco frustrado que, na época, vendia máquinas de milkshakes e descobriu uma lanchonete na cidade de San Bernadino, com um método de funcionamento ágil, através de uma linha de montagem que tornava todo o preparo rápido, além de dispensar os garçons  e as embalagens. Logo ficou impressionado e super interessado na ideia e no público que a lanchonete atraía, formado por famílias, que pareciam estar super satisfeitas e contentes com o serviço, com isso, Krock quis fazer parte do negócio.

Ray conseguiu convencer os dois irmãos a aceitá-lo como sócio, com o argumento de que a lanchonete deveria estar presente em toda a extensão dos Estados Unidos e passar a ser um símbolo do país. Richard e Maurice aceitaram, com a condição de que o serviço devia manter o seu formato e novas ideias só seriam aderias se aprovadas por eles. Franquias foram abertas por diversas cidades e as propostas eram coordenadas por ele que, aos poucos, passou a apresentar a ideia como de sua autoria e os irmãos começaram a se ver cada vez mais fora do projeto que criaram.

As franquias passaram a fazer tanto sucesso, que Ray expandiu o formato e começou a incrementar as lojas com novos conceitos, desagradando cada vez mais os donos da lanchonete. Vendo o crescimento rápido dos negócios, Harry J. Sonneborn, que viria a ser o primeiro presidente e chefe executivo da rede, aconselhou Ray a focar na parte imobiliária e de licenciamento da marca, o que foi acatado e se transformou na criação da Mc Donald’s Corporation, deixando os irmãos Mc Donald’s sem escolha, a não ser vender a marca para Ray. Eles também foram obrigados a deixar de usar o nome de seu próprio restaurante (seu próprio sobrenome) e declararam falência pouco tempo depois de Ray abrir um Mc Donald’s bem em frente a sua lanchonete .Ele também simplesmente deixou os irmãos Mc Donald’s de escanteio, se declarando fundador da marca.

A história se mostra bastante triste ao expor a forma como essa marca tão conhecida por todos nós chegou a todas as partes do mundo, a partir da apropriação de ideias e conceitos. Apesar disso, o filme é muito elaborado e recomendamos a todos.

 

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Séries e Filmes do mês #julho

Aqui mostramos as séries e os filmes que acompanhamos no mês de julho!

Anne With an E – 1ª Temporada

Não sabemos descrever o quanto amamos essa série desde o primeiro segundo. Ela tem uma mistura de elementos que despertam um pouquinho de tristeza e bastante alegria. A abertura, a fotografia e os cenários são incríveis, alguns dos melhores que já vimos e séries.

A produção Canadense é baseada no livro “Anne of Green Gables”, o qual nós já havíamos visto e nos apaixonado pela capa, mas ainda não sabíamos do que se tratava.

A séries conta a história de Anne (Amybeth McNulty), uma menina de 13 anos, ruiva, com sardas e que gosta de deixar bem claro que há um E no final de seu nome. Anne teve um passado difícil, se tornou órfã muito cedo e precisou viver em um orfanato e na casa de pessoas que a “adotavam” para que ela trabalhasse para conseguir sobreviver, mas ela acaba precisando voltar ao orfanato  e é adotada por engano por Matthew Cuthbert (R. H. Thomson) que precisava de um menino que o ajudasse nas atividades da fazenda, na qual vive com a irmã, Marilla Cuthbert (Geraldine James).

Matthew acaba se encantando por Anne e a leva para casa, para que a irmã a conheça, o que não deu muito certo no começo, mas a garotinha faz de tudo para demonstrar que é capaz de fazer as mesmas atividades que um menino. Sim, ela é uma menina de 13 anos já toda empoderada. E um laço de amor acaba se formando entre eles.

Anne tem diversos desafios em sua jornada e é muito difícil ter que provar que mesmo sendo uma órfã, feia (segundo a sociedade da época) e sem muitos recursos, ela se preocupa com o próximo e, mesmo quando acaba aprontando, está tentando algo para tentar agradar aos outros.

Conseguimos acompanhar as mudanças da personagem e também o seu amadurecimento, na personalidade, nas atitudes e na vida. Ela desenvolve uma amizade linda e verdadeira com Diana Barry (Dalila Bela), com a qual até faz um pacto e é lindo de ver o quando essa união dá forças pra Anne.

Com certeza o que mais gostamos foi a personalidade de Anne. Forte e sonhadora, a menina nos encantou com seu jeitinho, seu amor pelos livros e sua forte imaginação. A atriz merece um grande destaque, porque se expressa muito bem e nos emociona com seu papel.

Não tem como não nos identificar com algumas coisas! A Anne se identifica de cara, já pelo nome, exatamente igual ao dela e também, porque é meio ruivinha e tem sardinhas. A Eve, com a mente sem limites, imaginação fértil e com a coisa de criar um mundo único para se sentir livre dos problemas e das coisas chatas da vida, pois era assim quando criança.

Nem precisamos dizer o quanto recomendamos, né? São 7 capítulos lindos do início ao fim, disponíveis na Netflix.

Pretty Little Liars – 7ª Temporada – Final

Uma das séries de maior sucesso nos Estados Unidos e no Mundo e a que teve um dos maiores suspenses, tipo novela da Globo, chegou a sua sétima e última temporada e acompanhamos os últimos episódios dessa história de Aria (Lucy Hale), Hanna (Ashley Benson), Spencer (Troian Bellisario), Emily (Shay Mitchell) e Alison (Sasha Pieterse).

Já mostramos a série por aqui e acho que a maioria das pessoas conhece, principalmente as mais novinhas, porque sim, a série é Teen, mas gosto e assumo.

Vou até repetir o que escrevi em setembro do ano passado:  A série, baseada nos livros de Sara Shepard, é muito famosa e talvez dispense apresentações, mas basicamente conta a história de 5 amigas da cidade de Rosewood que eram super unidas e foram manipuladas por Alison, a mais popular da turma, a agir de forma um tanto quanto cruel. Alison some em um determinado encontro das amigas e é dada como morta por muitos anos, mas um assassino chamado “A”, que as meninas associam a ao nome de Alison, começa a cometer vários crimes pela cidade e a perseguir Aria, Hanna, Emily e Spencer, as 4 amigas que permaneceram vivas e guardam inúmeros segredos e mentiras. No decorrer das temporadas, descobrimos que Alison está viva e sofreu bastante durante o tempo em que esteve longe. “A” também é revelado e a vida das amigas passam por muitas transformações e temos um novo inimigo, AD.

Após as meninas voltarem a Rosewood, já mais velhas, elas passam por coisas que são decisivas em suas vidas. Spencer descobre que é filha de Mary Drake e, consequentemente, irmã de Charlotte e isso mexe muito com ela. Aria e Ezra estão organizando o seu casamento e a liar fica com os nervos a flor da pele, preocupada com acontecimentos do passado que podem atrapalhar esse momento especial e acaba tomando atitudes assustadoras e até se juntando ao inimigo por um tempo. Alison, que está grávida, descobre que o filho é, na verdade de Emily, que teve seus óvulos usados para a inseminação, por AD. Apesar de estar se acertando com Paige, Emily decide apoiar Alison e as duas acabam firmando uma relação e têm as filhas juntas, sim, são gêmeas, Lily e Grace. Hanna está em uma relação estável com Caleb e parece ser a que mais se compromete em proteger o grupo de amigas.

Em meio a tudo isso, AD começa um jogo com as meninas, em um tabuleiro que tem consequências na vida real, onde cada uma delas tem sua vez de jogar e devem montar as peças do quebra cabeças. Prestes a irem para a cadeia pelo assassinato de Rollins, Spencer parece retomar aos poucos a sua relação com sua verdadeira mãe, Mary e se reaproxima de Toby, que voltou. Hanna e Caleb se casam. Emily e Alison decidem ter as filhas juntas, sim, são gêmeas, Lily e Grace. E Aria revela seus segredos. Porém, Mary assume a culpa pela morte de Rollins e livras as meninas da prisão, mas o jogo continua. O casamento de Aria e Ezra não sai como o esperado e, com a ajuda de Mona, as liars descobrem finalmente a pessoa responsável por todas as torturas e coisas ruins que vinham acontecendo em suas vidas.

Não vamos revelar aqui, apesar de estar em toda a internet, quem é AD, mas não chega a ser chocante se você já conhece um pouquinho do universo de Pretty Little Liars.

O casamento finalmente acontece e as 5 amigas terminam a série em uma despedida, com Hanna revelando que está grávida. Também surge um novo grupo de meninas que deixam a entender que são a nova geração de liars, o que não achamos muito necessário.

Foram muitos parágrafos, mas quando  uma série chega ao final, é difícil poupar palavras.

Orange is The New Black – 5ª Temporada

Uma das séries mais queridinhas da Netflix chegou à sua 5ª temporada, com mais maturidade e até um pouquinho de enrolação, na nossa opinião, mas ainda assim, muito bem estruturada e com muitas mensagens importantes.

Após a morte de uma das detentas mais queridas, as mulheres da penitenciária de Litchfield travam uma forte rebelião em busca de direitos humanos da responsabilidade e punição pela morte da amiga. Os 13 episódios que compõem essa temporada mostram os 3 dias dessa rebelião, onde as negociações são feitas principalmente por Taystee (Danielle Brooks), inclusive, todo o núcleo afro-americano passa a ganhar mais destaque nessa temporada e a protagonista Piper Chapman (Taylor Schilling), aparece bastante apagada, apesar de ainda um pouco perturbada. Seu relacionamento com Alex Vause (Laura Prepon) parece que chega a um ponto ideal, na medida do possível, e as duas estão se dando muito bem.

Durante a rebelião, alguns guardas são mantidos reféns e também Caputo (Nick Sandow) e um assessor de imprensa do complexo e todo acabam experimentando um pouco do que é a vida dentro da prisão e também são usados para as negociações. A famosa Judy King (Blair Brown), que estava prestes a encontrar a liberdade quando a rebelião se iniciou, também entra como moeda de troca para as negociações, mas acaba sendo liberta. Red (Kate Mulgrew) está obcecada com o passado de Piscatella (Brad William Henke) e o guarda acaba se tornando o grande vilão da temporada.

Cada personagem age de uma forma diferente diante da rebelião, algumas estão em busca de vingança do sistema, outras querem a sua liberdade e outras estão só ali, vivendo a sua maneira mesmo em meio ao caos, como por exemplo Flaca (Jackie Cruz) e Maritza (Diane Guerrero), que viram YouTubers e Leanne (Emma Myles) e Angie (Julie Lake), que só querem ser mais loucas do que nunca. Frieda (Dale Soules) também aparece como destaque e conhecemos suas origens, sua força e também o seu esconderijo secreto, que ajuda outras detentas no momento da confusão.

O final da temporada e da rebelião é triste, pois, como era previsto, as detentas não conseguem alcançar os objetivos que buscavam e são transferidas e separadas.

Percebemos que a a série, apesar de ainda ser maravilhosa, tomou um rumo um pouco mais raso, e muito episódios poderiam ter sido menores ou compilados, mas também, depois de uma 4ª temporada arrebatadora como foi a última, seria muito difícil conseguir manter o padrão.

Glow – 1ª Temporada

Glow, a nova produção da Netflix, trás uma história muito legal e engraçada, que se passa nos anos 80 em Los Angeles. A série conta sobre Ruth Wilder (Alison Brie), uma atriz que quer ter um grande papel nas telas da TV,  mas nessa época as mulheres eram pouco valorizadas e, na maioria das vezes os papeis eram para atuar como secretária, garçonete ou algo do tipo.

Ruth participa de um teste para atuar na série Gorgeous Ladies of Wrestling, ou melhor Glow, do diretor Sam Sylvia (Marc Maron), que nada mais é do que aquela famosa luta livre com golpes ensaiados que fez muito sucesso nos anos 80. Apesar de conseguir o papel, Ruth acaba sendo removida do elenco, porém ela não desiste do papel e ensaia alguns golpes para mostrar ao diretor e reconquistar seu lugar.

No dia em que ela resolve tentar reconquistar seu lugar em Glow, por azar ou sorte, sua melhor amiga Debbie (Betty Gillpin) descobre que Ruth transou com seu marido e vai até  o local dos ensaios tirar satisfação com ela. Elas acabam brigando de verdade, o que deixa Sam empolgado em utilizar as duas em sua série, então ele consegue convencer Dabbie e Ruth a serem, respectivamente, Heroína e Vilã de Glow.

A série é feita pelos mesmos produtores de Orange is the New Black e tem até um pouco do mesmo estilo, mas definitivamente Glow se apresentou uma obra prima. A fotografia é bem característica dos anos 80, assim como os figurinos e trilha sonora, a trama é muito bem pensada e bem elaborada, deixando cada episódio mais empolgante que o outro.

Gente não resistimos a essa versão de Glow com a Gretchen vs Cadillac, então vamos deixar o trailer original e essa versão muito engraçada que a própria Netflix fez com nossas “musas” do Brasil!

Okja

Um filme do cineasta sul-coreano Bong Joon-ho, produzido pela Netflix, trás uma fábula satírica sobre a super produção de carne no mundo. Na história eles utilizam um “super porco” fictício, um animal bem grande e que tem um olhar meigo, tipo o de um cachorrinho, mas essa nova espécie de animal foi criada apenas para ser a carne mais saborosa que o mundo já viu.

Lucy Mirando (Tilda Swinton), CEO da Mirando Corporation, lança ao mundo com orgulho seu mais novo produto, o “super porco”, que em 10 anos estará pronto para ser comprado e consumido. Ela lança um concurso em que o pequeno produtor que conseguir o melhor resultado na criação do “super porco”, receberá um prêmio e seu animal será mostrado ao mundo em um desfile.

Depois de 10 anos, quem conseguiu o melhor resultado foi de Okja, a porca de Mija (Ahn Seo-hyun), uma filha de fazendeiro que a criou como um membro da família, dando amor, carinho e atenção. O pessoal da Mirando Corporation tenta levar Okja para a empresa e Mija começa uma grande corrida para impedi-los, no meio do caminho aparece um grupo de defensores dos animais que ajudam Mija, porém o plano deles é utilizar Okja para registrar todos os abusos com animais que essa grande corporação faz.

O plano deles dá certo, conseguem mostrar durante o festival do “super porco” todas as cenas de abuso e maus tratos para toda a população, mas na hora de tentar resgatar Okja e devolver para Mija, o plano dá errado e ela é levada para a fábrica, onde todos os porcos estão sendo abatidos. Mija consegue impedir que Okja seja abatida e leva-la de volta para casa junto com um bebezinho “super porco”, porém todos os outros não tiveram esse final feliz.

Foi muito difícil de assistir esse filme, mesmo eles utilizando de um animal fictício, Okja representa todos os animais, toda essa criação em massa e super produção de carne. Não consegui comer carne por uns 3 dias depois que vi o filme e agora estou mudando minha alimentação.

Todo mundo sabe que essa crítica que o filme trás é real, mas estamos sempre ignorando essa questão da carne, eu ignorei por muitos anos, até que nesse filme me deu um “estralo” e decidi mudar, por essa questão de produção em massa, não por achar que é mais saudável ou não. O legal é que nesse formato que foi feito o filme, eles conseguem atingir todas as pessoas, homem, mulher, idoso e criança, assim a mensagem é entregue a todos e fica critério de cada um se que achar que é apenas um filme ou algo mais.

Só um aviso importante, se você não aguenta ver um animalzinho sofrer, acho que esse filme é um pouco pesado, não tem nada explicito, mas só de deixar subentendido eu chorei bastante.

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Cinema: 5 filmes dos anos 90 pra você amar também

Amo os filmes da década de 80 e até fiz um post sobre isso aqui no blog outro dia, mas também amo muito os filmes dos anos 90, principalmente porque eu cresci assistindo a eles quando estavam no auge, então hoje eu trouxe uma listinha de 5 filmes da época, de gêneros bem diferentes um do outro, que estão na entre os meus favoritos.

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Muitos dos títulos eram e ainda são muito vistos na Sessão da Tarde e alguns já viraram clássicos. Vem acompanhar:

Edward Mãos de Tesoura – 1990

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O filme que me fez conhecer Tim Burton e Jonny Depp, veio a se tornar um dos meus filmes preferidos da vida. “Edward Mãos de Tesoura” estreou em 1990 e eu o conheci na Sessão da Tarde, anos depois. Toda a fotografia e o clima dark, típico do diretor, me encantaram, mas eu morri de medo do Edward, quando assisti ao filme pela primeira vez e depois fiquei besta quando descobri que ele era o Johnny Depp, ator que eu passei a amar na adolescência. Enfim… voltando ao filme, ele é tocante e cheio de sensibilidade, nos faz refletir sobre ser diferente.

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Em um dia de inverno, uma senhora começa a contar uma história para sua netinha sobre a origem da neve, a partir de algo que ela realmente viveu. Edward (Johnny Depp) é um jovem diferente que foi criado por um inventor (Vincent Price), que veio a falecer antes de terminar o seu projeto. O rapaz possui tesouras no lugar das mãos e com elas, esculpe os jardins da mansão onde vive. Peg (Dianne Wiest) era uma revendedora da Avon um pouco frustrada que percorre de porta em porta tentando fazer o seu negócio decolar quando, acidentalmente, conhece Edward. Ao perceber que o jovem viveu sozinho durante todo esse tempo, Peg resolver levá-lo para casa para viver um pouco com sua família, que acha a ideia um pouco estranha, mas vê algo especial no rapaz e o acolhe de bom grado. Ao conhecer Kim (Winona Rider), filha de Peg, Edward se apaixona por ela e, mais tarde, a garota também acaba apaixonada por ele.

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Logo Edward vira fofoca e se torna uma espécie de celebridade entre os vizinhos, realizando os mais diversos tipos de atividades com suas mãos de tesouras, como cortes de cabelos inusitados, jardinagem e até um assalto, a mando de Jim (Anthony Michael Hall), o namorado de Kim, que coloca Edward em uma situação péssima e ele se torna rejeitado por todos os moradores da cidade e então, resolve fugir de volta para a mansão. Jim resolve perseguir o rapaz com o objetivo de matá-lo, mas acaba morrendo e, para que Edward não seja levado pela polícia, Kim resolver forjar a sua morte e leva consigo as tesouras reservas, como prova de que ele morreu, com isso, o casal se despede e nunca mais volta a se ver, mas sempre que Edward esculpe uma estátua de gelo para Kim, neva na cidade.

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O filme é muito, muito lindo e eu, sempre que posso, tento apresentá-lo a outras pessoas, principalmente mais jovens, para que conheçam essa história cheia de significados e com uma mensagem tão importante sobre as diferenças.

O Silencio dos Inocentes – 1991

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Pra mim, esse filme é uma das maiores obras primas cinematográficas já existentes, ao lado de grandes clássicos como “Psicose”, “Taxi Driver” e “Laranja Mêcanica”, além de ter atuações brilhantes e nos apresentar o vilão mais foda que já existiu, Hannibal Lecter. Baseado no romance de mesmo nome, escrito por Thomas Harris, o filme deu origem a outros 3 e foi vencedor de grandes prêmios, com destaque para 5 estatuetas do Oscar.

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A história se inicia quando a jovem estudante e agente do FBI, Clarice Starling (Jodie Foster) tem a chance de  investigar assassinatos em série de mulheres,  cometidos por Buffalo Bill (Ted Levine) e,  para ter ajuda com pistas sobre uma mente psicótica e criar o perfil sociológico de Bill, ela conversa com um psicopata perigoso que está condenado a prisão perpétua por 9 assassinatos envolvendo canibalismo, que nada mais nada menos é o próprio Dr. Hannibal Lecter (Anthony Hopikins). Além de criminoso, Lecter é um antigo psiquiatra, extremamente inteligente e com um forte poder de manipulação e consegue criar uma estratégia de fuga, a partir da sua “ajuda” ao FBI. Enquanto isso, com as pistas de Hannibal, Clarice está cada vez mais próxima de capturar Buffalo Bill e descobre que ele está se tornando uma transsexual que usa a pele de suas vítimas para construir a sua feminilidade, e daí surge a mariposa, como personificação dessa transformação.

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As cenas que acontecem no porão da casa do assassino compõem algumas das mais tensas do cinema e o filme, em geral tem o poder de transmitir uma sensação de medo sem realmente usar elementos ou violência exagerados, os sons e a fotografia por si, já são capazes de criar todo o suspense necessário para o desenrolar da história. É um filme que eu gosto do início ao fim e recomendo pra todo mundo. Já as sequências, eu considero um pouco fracas, e assistir ao último longa, foi uma experiência frustrante. Ainda não li os livros, mas vi por aí que são maravilhosos!

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Anthony Hopkins está radiante nesse papel, acredito que não haveria outro ator para transformar Haniball em referência dos personagens do terror/suspense e foi com esse filme que ele se tornou um dos meus atores preferidos. Jodie Foster também está espetacular e dá um tom feminista ao filme.

Pulp Fiction – 1994

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Esse foi o primeiro filme do Tarantino que eu vi antes mesmo de saber quem era o Tarantino. Me encantei pelas cores e pelos personagens, que me lembravam personagens de desenhos, isso quando eu ainda era bem novinha. Depois eu assisti novamente e vi o quanto a produção era rica em detalhes, falas, atuações e trilha sonora.

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São narradas histórias separadas, que acabam se encontrando em um determinado ponto e 3 delas tem mais destaque e são as que dão sentido ao filme. Vincent (John Travolta) e Jules (Samuel L. Jackson) são dois assassinos profissionais que trabalham para um poderoso gângster Marcellus Wallace (Ving Rhames). Pumpkin (Tim Roth) e Honey Bunny (Amanda Plummer) são um casal que decide assaltar um restaurante durante seu café da manhã no local. Bunch Coolidge (Bruce Willis) é um pugilista frustrado que aceita uma boa quantia de Marcellus para perder sua próxima luta.

Mia (Uma Thurman) é a esposa de Marcellus e acaba conhecendo Vincent meio que sem querer e ele a chama pra sair. Os dois vão ao Jack Rabbit Slim’s, um restaurante com temática dos anos 50, e lá conversam e protagonizam a famosa cena da dancinha, ao som de “You Never Can Tell” de Chuck Berry e é essa a minha cena preferida do filme, mas também gosto de outras, como as que envolvem as falas de Jules citando passagens do livro de Ezequiel da Bíblia e a overdose de Mia, que tornou famosa a música “Girl You’ll be a Woman Soon, do Urge Overkill.

Os diálogos são maravilhosos e o roteiro é bem elaborado, com um dos personagens aparecendo como protagonista em momentos diferentes da história e, apesar de não ter estrutura linear, conseguimos acompanhar as narrativas isoladas associando ao filme como um todo. Eu realmente acho que é um filme muito difícil de descrever, então recomendo que assistam, tenho certeza que não vão se arrepender! Todos os atores são fantásticos e a trilha sonora é uma das melhores do cinema de todos os tempos.

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Jovens Bruxas – 1996

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Desde muito novinha eu sempre me identifiquei com o mundo e com a cultura da magia e sempre busquei pesquisar sobre o tema. Quando eu era adolescente, me deparei com Jovens Bruxas e amei de cara.

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A história começa de uma forma bem clichê, Sarah (Robin Tunney) é uma adolescente que se muda de São Francisco para Los Angeles e precisa também mudar de colégio, onde ela conhece e faz amizade com 3 meninas Nancy (Fairuza Balk), Bonnie (Neve Campbell) e Rochelle (Rachel True),  que lhe ensinam um pouco sobre bruxaria e ela decide se aprofundar no assunto, descobrindo que nasceu com a magia dentro de si, sendo uma espécie de bruxa natural. Juntas, as 4 garotas formam um Coven (grupo de bruxos e bruxas), invocando e representando os 4 elementos naturais. Elas se especializam cada vez mais e se tornam mais poderosas e a amizade corre bem, até que começam a se envolver com magia ruim e, através dela conquistam algumas coisas, que se revertem em coisas negativas com o passar do tempo. Ao ver que a situação estava saindo do controle, Sarah decide se afastar das amigas, causando um forte desequilíbrio no Coven e na vida de cada uma delas.

Apesar de trazer a bruxaria, inspirada na Wicca, como tema principal, o filme também aborda problemas que costumam ser recorrentes na vida dos adolescentes, através das personagens. Sarah passa pela mudança de cidade, de colégio, a perda dos pais e a auto-descoberta. Nancy é uma jovem problemática que enfrenta dificuldades em casa com a mãe e o padrasto. Bonnie sofreu fortes queimaduras no corpo, o que gerou complexos em sua personalidade e aceitação. Rochelle é vítima de preconceito racial todo o tempo pelos colegas de colégio.

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Eu gosto muito do filme e do tema principal e apesar de ter alguns pontos semelhantes com o que encontrei nas minhas pesquisas da época e com o que conheço da cultura pagã, o filme é uma ficção cheia de referências ao paganismo moderno e foi acompanhado de perto por Pat Devin, uma sacerdotiza real que ajudou o elenco os roteiristas a separar a verdade da ficção para que não fossem criadas coisas possíveis de se reproduzir fielmente. “Jovens Bruxas” foi um fenômeno entre os jovens dos anos 90 e influenciou até a moda, com o que hoje, conhecemos como “gótica suave” e eu confesso que fui fortemente influenciada pelas roupas da Nancy. Amo a trilha sonora e o filme era um dos que mais assistia com as amigas nas tardes da adolescência.

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10 Coisas que Eu Odeio em Você – 1999

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O filme é do finalzinho da década de 90 e é um dos queridinhos de todos os tempos desde então. Ele traz Heath Ledger como um dos personagens principais e foi um dos primeiros filmes do ator, ajudando a impulsionar sua carreira. Ledger interpreta o “bad boy” Patrick Verona, um cara que quase todos tem medo no colégio e dono das 10 coisas mais odiadas.

A história, totalmente baseada na peça “A Megera Domada”, de Shakespeare, não se concentra apenas em Patrick, além do rapaz, temos também Kat Stratford (Julia Stiles), uma jovem inteligente, cheia de atitude e antissocial, que não liga para a moda, o materialismo e a popularidade e também se acha livre das paixões da adolescência. Bianca Stratford (Larisa Oleynik), irmã mais nova de Kat, que é “toda mocinha” e sonha em ser popular, mas que só pode começar a sair e a namorar depois de sua irmã e Cameron James (Joseph Gordon-Levitt), um aluno novo no colégio que se apaixona por Bianca e tenta conquistá-la de várias formas.

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Tanto Patrick quanto Kat são contrários ao lance de paixão na adolescência, inclusive, os dois vivem se desentendendo, mas acabam se tornando amigos de uma forma inesperada e assim também, se dão conta de que estão apaixonados.

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As referências ao conto de Shakespeare são bastante presentes até nos nomes e na personalidade dos personagens. A história é bem clichê, uma comédia romântica feita pra agradar até mesmo às pessoas que, como eu, não gostam tanto do gênero. As duas partes que mais gosto são quando Kat lê um poema listando as 10 coisas que odeia em Patrick e quando o rapaz canta “Can’t Take My Eyes Of You” pra ela na arquibancada no colégio. As atuações são muito boas, Ledger é realmente apaixonante e acho Joseph Gordon-Levitt a coisa mais fofa nesse longa.

Gostaram da minha listinha de filmes dos anos 90? Este foi só o início, não quis trazer muitos títulos pra não ficar tão cansativo, mas me contem nos comentários se gostariam de uma segunda parte deste post, que eu vou adorar saber? Também me digam quais os filmes preferidos de vocês da década de 90.

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Séries e Filmes do mês #junho

Começamos este post com uma dose de tristeza pelo cancelamento de Sense8, uma das séries que mais gostamos! Ainda não acreditamos, a série não pode morrer assim, sem fim e ainda temos esperanças de que isso é uma jogada de mkt ou que alguém vai bancar uma última temporada que seja!

Desabafos a parte, vamos aos filmes e às séries que assistimos no mês de junho!

Bates Motel 

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A série de Anthony Cipriano, foi um prelúdio moderno do clássico filme e livro Psicose, de Alfred Hitchcock e chegou ao fim em abril, mas só assistimos recentemente e, exatamente no post de séries e filmes de junho do ano passado, falamos sobre ela.

Acompanhamos os últimos episódios que fizeram Norman Bates se tornar aquele rapaz que conhecemos no filme e também tivemos a super conhecida cena da morte no chuveiro, que aqui foi refeita de uma forma a lembrar o clássico e não simplesmente copiá-lo. Marion Crane, a famosa moça da cena icônica é vivida por Rihanna, que desempenha um bom papel, trazendo modernidade e um olhar diferente à personagem.

Norma não está mais fisicamente presente na vida do filho, mas não sai de seu lado, em seus pensamentos e atitudes. Acompanhamos de perto a transformação do filho em sua própria mãe e todos os distúrbios que envolvem esse processo. Os personagens secundários se tornam um pouco dispensáveis, mas ajudam a esticar a série até os seus últimos minutos.

Apesar de ter uma aceitação difícil desde o seu início, Bates Motel conseguiu ser uma série brilhante, sem copiar a sua referência como um todo, agindo mais como uma homenagem. As atuações principais de Vera Farmiga e Freddie Highmore são uma obra à parte e conseguiram ilustrar perfeitamente Norma e Norman Bates.

Crashing 

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Estava passeando pela Netflix vendo algumas recomendações e me apareceu Crashing, relacionada a Lovesick, uma série que já comentamos por aqui também. Enfim, peguei o primeiro episódio pra assistir e quando eu vi, terminei a primeira temporada em um dia. Ela é britânica, do Channel4 e traz aquele tom de humor britânico que muitas pessoas acham difícil de entender ou não gostam mesmo. Crashing sofre de um mesmo problema que Lovesick, é uma série que tem uma ideia geral bacana, mas que poderia oferecer muito mais, ainda assim acho legal pra assistir naqueles momento descontraídos ou quando não queremos esquentar a cabeça com um conteúdo muito pesado.

A série se passa em um hospital abandonado onde várias pessoas moram juntas e pagam um valor super baixo de aluguel por meio de um “guardião” que assina o contrato, mas ainda assim vivem a beira do despejo. De início acompanhamos um grupo principal de jovens divertidos, entre os quais estão Kate (Louise Ford) e Anthony (Damien Molony), um casal que está juntando dinheiro pra casar, Sam (Jonathan Bailey ), um rapaz que vive o luto pelo falecimento do pai e alguns dramas sobre sua vida sexual, Melody (Julie Dray), uma artista em busca de inspiração e Fred (Amit Shah), um jovem indiano que está se encontrando. Posteriormente aparecem Colin (Adrian Scarborough), um colega de trabalho de Kate e Lulu (Phoebe Waller-Bridge, que também é criadora da série), melhor amiga de Anthony desde a infância.

Lulu sai para visitar Anthony em busca de novas experiências e acaba fazendo parte dos moradores do hospital e então, seus sentimentos entre amizade e algo a mais entram em cena. Os dois vivem flertando e Kate começa a ter reações sobre a amizade especial dos dois. Lulu é meio doida, largada e cheia de atitude, enquanto Kate é brincalhona, porém mais reservada e praticamente a mãe do grupo e Anthony se ve meio balançando entre as duas e a trama se concentra bastante aí, com algumas boas cenas dos coadjuvantes.

A série só tem uma temporada de 6 episódios e cada um tem em torno de 20 minutos, facinho de terminar.

Las Chicas Del Cable

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A série é a primeira produção espanhola original Netflix e aborda a luta feminina no finalzinho da década de 20. A trama é bem fácil de acompanhar e, às vezes até lembra uma novela de época, bem mais elaborada. A trilha sonora é muito gostosa e a música de abertura, Salt, da B. Miles é apaixonante.

A história se passa em Madri, quando algumas mulheres vem de diferentes lugares do país para trabalhar em uma grande companhia telefônica, cada uma com objetivos diferentes, mas todas em busca de sua liberdade na sociedade como mulheres.

Alba (Blanca Suárez) é uma moça enigmática que sempre tenta ajudar outras mulheres, ela guarda um passado difícil e cheio de segredos e para conseguir trabalhar, precisa assumir um outro nome e se torna Lidia. Ela se envolve com a polícia e reencontra um grande amor da adolescência, que mudou sua vida, mas ela precisa esconder isso e toma ações que, muitas vez, são tidas como suspeitas pelas amigas. Marg (Nadia de Santiago) a é uma moça simples e tímida, vinda do interior e cheia de sonhos amorosos, que sempre tem uma palavra ou atitude pra ajudar as outras meninas. Carlota (Ana Fernández Garcia) é minha personagem preferida, dona de uma personalidade forte, a moça não tem medo de buscar sua independência, mesmo vivendo com ajuda financeira dos pais, ela começa a se auto-descobrir e se vê em um triângulo amoroso entre seu namorado e outra mulher, pela qual se apaixona. Angéles (Maggie Civantos) é uma ótima mãe e esposa, dedicada ao seu trabalho, mas é traída pelo marido violento. Sara (Ana Polvorosa) é uma mulher decidida, centrada em seu trabalho, mas também é ativista e livre. Em certo momento essas mulheres fortes se tornam amigas, sempre uma fortalecendo a outra e a profissão de telefonista é o que as une de início.

Os homens são personagens super secundários na trama, mas fundamentais, pois sempre aparecem como obstáculos na vida dessas moças, sempre impondo o machismo de forma prepotente e autoritária. Nessa série percebemos ainda mais o quanto as mulheres sofriam. Chega a subir um ódio em muitas cenas.

A narração é envolvente e te faz assistir aos 8 episódios da primeira temporada com muito interesse. Acho até que dá pra maratonar, mas eu levei alguns dias pra ver tudo. Cada capítulo tem em torno de 50 minutos. Recomendo muito que assistam, acho que é uma série bastante necessária.

Corra! (Get Out)

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Fazia tempo que não tinha um suspense assim nos cinemas, sem espirito ou assombração, apenas psicopatas. O filme “Corra!” é um suspense escrito e dirigido pelo comediante Jordan Peele que consegue trazer um formato de terror com uma pitada de comédia.

Tudo se passa em um fim de semana em que Chris (Daniel Kaluuya) é convidado por sua namorada, Rose (Allison Williams), a visitar seus pais e passar o fim de semana com eles. Chris não gosta muita da ideia, pois ele é negro e a família de sua namorada é branca, então acha que os pais dela podem não gostar muito dele.

Ao contrário do que imaginava, os pais de Rose o recebem muito bem e são super simpáticos com ele, porém ele nota algo estranho no ar, principalmente na mãe de Rose e nos dois empregados negros da casa. Na primeira noite de Chris na casa algo esquisito acontece, ele acredita que foi hipnotizado, mas não consegue ter certeza se aconteceu de verdade ou se foi um sonho.

Aos poucos Chris descobre que toda a família de sua namorada, inclusive a própria Rose, são psicopatas que hipnotizam negros e vendem em um leilão para lunáticos que desejam seus corpos para uma espécie de transplante de cérebro.

O suspense é bem envolvente e desperta uma grande curiosidade para entender tudo o que está acontecendo.  O comediante LilRel Howery que interpreta o amigo de Chris dá todo ar cômico a trama deixando o suspense um pouco mais leve e divertido.

Da Magia à Sedução (Practical Magic)

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Um dia eu estava zapiando os canais da TV e me deparei com esse filme, que posso dizer ser um dos nossos favoritos dos anos 90, então não resisti e assisti novamente esse romance maravilhoso! “Da Magia à Sedução” é uma comédia romântica de 1998, foi dirigido por Griffin Dunne e conta com esse elenco maravilhoso, Sandra Bullock, Nicole Kidman, Stockard Channing, Dianne Wiest, Aidan Quinn e Goran Visnjic.

A história gira em torno da família de bruxas Owens, que no passado uma jovem bruxa lançou um feitiço sobre si mesma após uma decepção amorosa, fazendo com que o feitiço se tornasse uma maldição para todos seus descendentes, causando a morte da pessoa amada. Gillian e Sally são descendentes da família Owens e vivem com suas tias bruxas, um dia Sally (Sandra Bullock) lança um feitiço de amor verdadeiro para se proteger da maldição enquanto Gillian (Nicole Kidman) decide se apaixonar e viver intensamente cada paixão que aparecer em sua vida.

Sally um dia acaba se apaixonando e construindo uma família, que anos depois acaba sofrendo a maldição e seu marido morre atropelado. Gillian se envolve com um cara barra pesada e pede ajuda de Sally para se livrar dele, mas as duas acabam cometendo um assassinato e tentam usar a magia para concertar.

As duas ficam em perigo por causa dessa magia, mas logo aparece um policial para ajuda-las e Sally percebe que o policial na verdade é seu feitiço de amor que foi feito quando criança e agora apareceu em sua vida para quebrar a maldição.

O filme é cheio de romance e magia, com uma trilha sonora super gostosa composta por Alan Silvestri. Foi super nostálgico rever esse filme, o figurino anos 90, as músicas e essas duas atrizes que sempre gostei muito! Vale super a pena ver ou rever “Da Magia à Sedução”.

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Séries e Filmes do mês #maio

Aqui mostramos as séries que assistimos em maio. Estamos fracas de filmes esses tempos, precisamos ir mais ao cinema rsrsrs.

Girlboss

séries girlboss

A série, original Netflix, que gerou um super burburinho é derivada do livro de mesmo nome e fez alguns amarem e muitos odiarem. Ela conta a história da criadora da Nasty Gal, Sophia Amouruso e como a menina que vivia trocando de emprego para conseguir se manter, se tornou uma super empreendedora do mundo da moda em apenas 6 anos e construiu um enorme império online.

Tudo começou quando Sophia (Britt Robertson) é demitida pela última vez na vida e tem a ideia de garimpar roupas em brechós antigos, dar uma customizada e vender em sua lojinha no eBay e já a primeira peça, uma jaqueta vintage, foi comprada por um precinho super em conta e vendida por muitas vezes mais. Depois do primeiro insight, a garota cria uma ambição para que seu negócio e ainda mais paixão pela moda, porém Sophia é  bastante impulsiva, egoísta e inconsequente e faz o que acha que deve ser feito para chegar aonde quer.

Seus relacionamentos, namoro e amizades, são abalados pela forma como ela age com as pessoas, muitas vezes as desmerecendo e isso torna a personagem irritante na maior parte da série, porém, é também inspiradora e mostra todo um lado #girlpower cheio de atitude e personalidade.  Aos poucos ela vai se dando conta de que está agindo de forma escrota com as pessoas que estão ao seu redor buscando apenas ajudar, principalmente sua melhor amiga, Annie (Ellie Reed) e busca se redimir.

A série é bastante equilibrada, tem seus pontos negativos, e a protagonista é um deles, mesmo com a atriz fazendo uma ótima interpretação, mas a produção é ótima, os figurinos são incríveis, a trilha sonora é uma volta aos anos 2000, a locação (São Francisco) é a coisa mais linda e gente, tem RuPaul Charles fazendo umas pontinhas maravilhosas! Não li o livro pra comparar, mas acredito que ele seja mais interessante, apensar disso eu  até recomendo a série, mas não comesse assistir esperando se apaixonar loucamete. Os episódios são bem curtinhos, então dá pra maratonar em um dia brincando!

Dear White People

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Essa série é ótima que gerou bastante polêmica antes de sua estreia! Ela é baseada em um filme homônimo de 2014, que eu não assisti, e é original Netflix. Ela aborda o racismo de uma forma única e muito real com alguns pontos de comédia e críticas fortes. Uma curiosidade é que o 5º episódio, e mais intenso, foi dirigido por Barry Jenkins, vencedor do Oscar deste ano, com Moonlight como melhor filme.

As coisas acontecem na Universidade de Winchester, formada por uma maioria de estudantes brancos e alguns grupos de estudantes negros que se unem contra os atos racistas. Samantha White (Logan Browning) é a protagonista da história, ela é uma estudante negra e ativista e locutora da rádio universitária e decide criar um programa intitulado “Cara gente branca”, para criticar a forma como o racismo é tratada e mostrar as coisas de um outro ângulo. Além de Sam, a série conta com mais 4 personagens principais que fazem parte de um mesmo grupo, mas tem personalidades completamente diferentes, Lionel (DeRon Horton) faz parte da equipe jornalística da universidade e está descobrindo sua sexualidade, Coco Conners (Antoine Robertson), que buscou mecanismos para se livrar do racismo e, muitas vezes, ignorá-lo, Troy Fairbanks (Brandon P Bell), filho do reitor e precisa esconder quem realmente é, para acatar aos mandamentos do pai e Reggie Green (Marque Richardson), apaixonado pela Sam e um super gênio da programação, além de poeta, mas é visto como uma pessoa potencialmente violenta apenas pela cor de sua pele.

A série não economiza nas sátiras à outras séries como Scandal e Game of Thrones e também faz referências a filmes como Django Livre, de Tarantino e Faça a coisa certa, de Spike Lee. A produção também mostra muitas dificuldades que os negros sofrem por puro racismo e o quanto é difícil para se “encaixarem” em algum grupo que não seja de negros. Tudo parece ser intensificado por conta da cor da pele, a homosexualidade, a violência, o instinto de defesa e a série mostra isso com exemplos bem posicionados. Até mesmo os relacionamentos parecem mais difíceis, principalmente se for de uma pessoa de pele negra com uma de pele branca, caso de Sam e Gabe, seu namorado. Achei muito bacana que mostram que o racismo também existe em relação a outras etnias, por exemplo, orientais e que, sim, os brancos, em sua maioria, acreditam que palavras não importam e não ofendem.

O conteúdo inteiro da série é muito interessante e tem muito o que ser dito, eu ficaria horas escrevendo aqui e não conseguiria dizer tudo o que ela transmite, então recomendo que assistam com o coração aberto. Os episódios são curtinhos, com cerca de 25m cada, então também dá pra maratonar fácil.

Sense8 

séries sense8 2

Depois do que pareceram mil anos, finalmente estreou em maio a segunda temporada completa de Sense8 e está muito boa, porém eu me perdi um pouco e alguns pontos, tenho que confessar, mas acho que foi pela distância de uma temporada a outra. A série dos Irmãos Wachoswski e de J. Michael Straczynski não foi feita pra agradar a todos e traz uma diversidade de temas misturados de uma forma que se encaixam perfeitamente. Mais uma vez, não é uma série que dá pra abordar em poucos parágrafos com precisão, então… assistam!

A segunda temporada começa logo após o especial de Natal e mostra os sensates ainda mais fortes e conectados em uma espécie de esfera global, onde às vezes eles todos parecem se tornar um só com as habilidade dos 8. Eles estão unidos independente do acontecimento, mas sim pelos sentimentos também e se unem desde momentos de alegria pela, como a parada gay em SP, até decisões importantes, como matar o próprio irmão.

Nesta temporada também vemos problemas e conflitos pessoais em uma proporção maior, como a relação de Nomi com a família, o casamento de Kala, a carreira de Lito, vida política na qual Capheus está se inserindo e toda a vida de Sun, que é a personagem mais completa, na minha opinião. Sussurros agora mostra suas fraquezas e intensifica sua busca pelo grupo, não se concentrando somente em Will e outros grupos de sensates aparecem, principalmente para Wolfgang e Riley.

A aparição desses outros sensates traz também informações do passado que se tornam cruciais para a luta contra Sussurros e geram muitos questionamentos no grupo todo, principalmente em relação à Jonas e Angélica e também ao seu primeiro grupo de sensates. Inclusive, esse núcleo me despertou muita raiva e me deixou mais confusa do que nunca. Jonasestava sofrendo nas mãos da equipe dos Sussuros e, de repente, resolve se tornar um traíra, ou ele sempre foi apenas um cara falso que se fazia de duas caras para ajudar a capturar o grupo? Enfim… essa temporada está ainda mais recheada de dúvidas e é necessário prestar muita atenção e lembrar de detalhes fundamentais para entender um pouco mais.

Espero que a terceira temporada não demore tanto e que a série não se perca em sua própria história para que possamos ter uma conclusão bacana.

Better Call Saul

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Uma série original da Netflix que está agora na terceira temporada, mas como até então eu só tinha visto a primeira, resolvi ver tudo de uma vez, emendei a segunda temporada na terceira e agora estou acompanhando os novos episódios.

A série é bem gostosa de assistir pois tem um formato bem contínuo, tanto que nem percebi quando comecei  a terceira temporada, agora as coisas estão começando a se desenvolver melhor e caminhando para o personagem Saul Goodman que conhecemos na série Breaking Bad. Outro personagem que vem se destacando e se transformando no que conhecemos da outra série é o Mike, que começa a se envolver cada vez mais com negócios para traficantes de drogas e acaba conhecendo outro personagem de destaque em BB, Gus Fring dono do Los Pollos Hermanos.

Jimmy tenta seguir o cominho certo e ser um advogado correto, sem dar seus jeitinhos de sempre, mas isso não é para ele, toda vez que tenta fazer o certo ele acaba se dando mal e quando sua amiga/namorada Kim decide atuar por conta própria ele também decide ser o que é de verdade, então os dois começam uma sociedade, abrem um escritório de advocacia, porem seguem separados, dessa forma cada um atua do seu jeito.

Jimmy e Mike continuam trocando alguns favores e aproximando a relação dos dois com o mercado do crime e dos grandes carteis. A trama está ficando cada vez mais envolvente e confesso que está dando muita vontade de rever a série Breaking Bad que consideramos uma das melhores que já vimos!

Sherlock

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Uma versão de Sherlock Holmes bem moderna com uma mistura dos personagem Dexter e Will Graham da série Hannibal na minha opinião, pois a habilidade de Sherlock em deduzir as coisas de forma tão precisa e fria lembra um pouco desses personagens. A série mantem os personagens principais da tão famosa história que possui algumas versões em filmes, o Sherlock Holmes  (Benedict Cumberbatch) e Doutor John Watson (Martin Freeman), sendo que agora tudo se passada nos dias atuais em Londres.

Os episódios são bem longos e cada um tem aborda um vilão ou crime diferente, o legal dá série é que alem de ter um pouco de suspense pois os personagens estão sempre desvendando alguma coisa, tem bastante comédia no meio, com algumas piadas engraçadas o que quebra a tensão dos episódios deixando a série mais leve do que as que eu citei acima, Dexter e Hannibal, que são bastante semelhantes, mas possuem um lado de terror.

Nos episódios da série, mesmo os crimes sendo diferentes exite uma ligação em todos os acontecimentos, um arqui inimigo de Sherlock que a principio não conseguimos identificar qual o jogo dele, pois ele nunca tenta atingir de forma certeira Holmes, mas atua de forma que envolva ele em todos os casos para desvendar e salvar pessoas.

Quem curte um bom mistério essa série é ideal, pois é envolvente e cheia de crimes para serem resolvidos com muito suspense e uma pitada de comédia.

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Séries e Filmes do mês #abril

Aqui mostramos as séries que assistimos em abril.

13 Reasons Why

series 13rw

A série mais falada do mês e uma das mais polêmicas dos últimos tempos aborda temas como, bullying, violência, isolamento e, principalmente, suicídio e fatos que podem indicar tendências ao suicídio. Realmente é um conjunto de fatores fortes, mas que não podem ser passar despercebidos, fato que torna a série, de certa maneira, necessária.

Baseada no livro de mesmo nome do escritor Jay Asher, publicado em 2007, a série gira em torno da personagem Hannah Baker e das 13 razões que a levaram ao suicídio. Ela grava 1 fita para cada um desses motivos e cada uma delas corresponde a uma pessoa e a uma atitude tomada, que de alguma forma, impactou sua vida.

A narrativa acontece através das fitas deixadas por Hannah e que, segundo seu desejo, devem ser repassadas àqueles que são citados nelas e o andamento da série começa quando Clay, um jovem com jeitão de nerd e que sempre foi apaixonado por ela recebe as fitas com indicações dos lugares onde cada coisa aconteceu para que possa acompanhar tudo ainda mais fielmente. Clay demora demais pra chegar em sua fita e ainda mais para terminar todas elas, o que acaba nos irritando um pouco, e ele busca uma forma de fazer justiça com as próprias mãos por tudo o que aconteceu.

Todos os personagens acabam tendo um papel fundamental na história, mesmo Tony, que é o único a não ser citado em nenhuma fita e também os pais de Hannah, que tentam entender como a filha acabou chegando àquele ponto.

A série aborda temas pesados e muitas pessoas podem se identificar de alguma forma, por ter sofrido bullying, ou até mesmo feito bullying com outros colegas na época do colégio. No geral, é uma história reflexiva, que mexe bastante com nossos sentimentos, por tratar de assuntos tão atuais e que podem estar presentes na vida de muitas pessoas, demandando cautela no momento de assistir, não apenas pelas cenas, mas pelo contexto em geral, pois pode desencadear algum tipo de gatilho em pessoas que estejam passando por problemas semelhantes.

Apesar de polêmicas e críticas, a série tem um fundamento bastante importante e teve um retorno positivo em relação as pessoas que precisam ou estão buscando ajuda para enfrentar situações parecidas com as da Hannah e dos demais personagens e a procura pelo CVV (Centro de Valorização da Vida)* teve um aumento de aproximadamente 445%.

Em termos de produção, a série é excelente, com uma fotografia linda e bem elaborada com detalhes que nos ajudam a acompanhar os tempos apresentados na história, além de ter uma trilha sonora maravilhosa!

Quem quiser conferir na integra nossos comentários e opiniões sobre 13 Reasons Why é só conferir nosso vídeo abaixo!

*Fonte: Estadão

Love

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Sabe aquela série ideal pra assistir rapidinho, sem muitos objetivos nem expectativas, mais pra distrair mesmo? Pois Love é assim. Criada por Judd Apatow, responsável por produções como, “Girls”, “O Virgem de 40 Anos” e “Ligeiramente Grávidos”, a série segue a linha comédia romântica, mas com um pouquinho de drama.

Não é uma produção que agrega muito conteúdo, mas consegue prender o espectador até o final. Os protagonistas tem um estereótipo americano bastante conhecido e clichê, de um lado temos Gus, um professor de atores mirins de sets de filmagem que sonha em emplacar um roteiro um dia. Ele é bastante sensível, tem um jeito particular de tratar as mulheres e acaba sofrendo uma desilusão amorosa. De outro lado temos a Mickey, uma mulher bonita, independente (apesar dos perrengues) e que já passou por vários tipos de relacionamentos. Mickey é viciada em drogas, sexo e álcool e leva uma vida muito louca e daí temos aquela velha historinha do nerd que se apaixona pela menina linda e louca, exatamente o seu oposto. Gus e Mickey se conheceram meio que do nada e começaram a se envolver, mas enquanto o rapaz leva tudo com mais seriedade e busca comprometimento, a moça não consegue lidar muito bem com um relacionamento e seus vícios.

A segunda temporada traz uma mudança no rumo das coisas e Mickey está em busca de se tornar uma pessoa melhor pra si mesma tentando se curar de seus vícios e, assim, não sabe se Gus pode fazer parte de sua vida nesse momento, mas eles acabam tentando e engatam um relacionamento com mais compromisso, o que às vezes parece um pouco entediante para Mickey. Gus, que parecia sempre pacato e meio passivo na primeira temporada, também começa a expor um pouco de suas fraquezas e também tem que tomar algumas decisões na vida profissional.

Apesar da história já manjada, acho uma série gostosa de ver, principalmente quando não queremos pensar muito e me dá vontade de ser amiga da Mickey, porque adoro ter amigas loucas. As duas temporadas completas estão na Netflix e uma maratona é super válida e rápida, já que cada ep tem em média 25 minutinhos.

The Good Wife

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Às vezes acontece de a gente começar uma série muito boa, se empolgar, maratonar e vibrar com cada episódio novo, mas aí as coisas vão esfriando ao ponto de assistirmos até o final por uma espécie de orgulho, pois bem, foi isso o que aconteceu com The Good Wife. A série de Robert King e Michelle King, começou em 2009, mas eu só comecei a ver em 2014 e me intriguei pela história da Alicia Florrick, uma advogada que resolveu tentar retomar a carreira e a vida após seu marido se envolver em um escândalo com prostituição e corrupção alcançando uma projeção nacional. Eu me apaixonei pela Julianna Margulies há muitos anos atras, quando ela deu vida a Morgana em “As Brumas de Avalon” e a série me despertou ainda mas admiração pela premiada atriz.

Ao longo das primeiras temporadas acompanhamos a evolução da personagem, que mesmo entre constantes altos e baixos estava cada vez mais forte, mas sem deixar de ser uma “boa esposa” para manter as aparências. Cada episódio trouxe uma história diferente em paralelo aos acontecimentos da vida da Alicia e dos personagens principais e algumas delas até duraram do início ao fim, mas, a saída de um dos protagonistas fez com que a série começasse a perder um pouco de brilho e eu fiquei mais de um ano sem vontade de assistir, até que, mês passado resolvi retomar e ir até o final. Alguns outros personagens foram deixando a série aos poucos e a trama foi perdendo o sentido, mas ainda pude acompanhar o ícone da história, Alícia, que agora estava ainda mais forte e, mais uma vez precisando recomeçar de algum ponto.

Apesar de manter alguns pontos positivos, a série se tornou monótona e praticamente fui arrastando as duas últimas temporadas até chegar ao final que, infelizmente foi muito inferior ao que eu esperava e ao que a série merecia em geral, por todos os bons momentos que teve e que não foram poucos. O episódio final em si, foi o que mais me incomodou, foi bastante forçado e não favoreceu a personagem principal de nenhuma forma.

A série acabou no ano passado e, mesmo com um final injusto, eu recomendo, pois é uma boa produção com uma ótima intenção e episódios brilhantes. Também há um spin-off de The Good Wife, “The Good Fight”, que traz a antiga sócia de Alícia, Diane Lockhart, como personagem principal ao lado de alguns nomes conhecidos e outros novos, como Maia Rindell, vivida por Rose Leslie, a Ygritte de “Game of Thrones”, mas eu ainda não cheguei a assistir.

Não achei um vídeo oficial do trailer que desse pra incorporar no post: http://www.adorocinema.com/series/serie-5205/video-19546778/

 

The Walking Dead

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A sétima temporada terminou e no estilo tradicional do TWD, a segunda parte dessa temporada foi bem monótona e com poucos momentos de emoção, mas é claro que eles iriam caprichar no último episódio, e foi bem legal, com emoção perdemos mais um personagem querido.

Como esperávamos desde que o Negan apareceu para a turma do Rick, uma guerra está sendo preparada, a maioria das comunidades estão cansadas dessa ditadura Negan e estão se juntando ao Rick, que com muito esforço está fazendo de tudo para vingar a brutal morte de seus amigos e claro transformar esse apocalipse zumbi em um lugar melhor. Durante toda segunda parte da sétima temporada basicamente não aconteceu nada muito impactante, apenas a tentativa de unir as comunidades para formar um exercito, mas confesso que foi um pouco difícil de acompanhar tudo nesse ritmo.

Como é tradição da série o último episódio da temporada é sempre agitado e com muita emoção, então depois de tanta monotonia finalmente chegou o dia do confronto de Rick e Negan, que acabou virando uma emboscada para a comunidade de Alexandria, mas graças ao sacrifício de Sasha, que sai de um caixão como zumbi e assusta a todos, Rick consegue aproveitar a distração do pessoal e contra-atacar, podendo ter assim mais uma chance de acabar com seu arqui-rival.

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Séries e Filmes do mês #março

Aqui mostramos os filmes que assistimos em março. Normalmente também trazemos séries nesta categoria, mas este mês só demos andamento em algumas que já estávamos assistindo e já mostramos em posts anteriores ou ainda não chegamos ao ponto de fazer uma resenha mais aprofundada.

A Bela e a Fera

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Um clássico da Disney que finalmente recebeu uma versão live action tão boa quanto o desenho e fiel ao original, o remake do filme A Bela e a Fera chegou aos cinemas esse mês e já conquistou a todos os fãs com sua magia, elenco e com uma história mais completa.

Uma produção da Disney com a Pixar, direção de Bill Condon, roteiro de Stephen Chbosky e conta com um elenco incrível, composto por Emma Watson , Luke Evans , Dan Stevens , Ewan McGregor , Ian McKellen e Kevin Kline. Nessa versão Bela, interpretada por Emma Watson, é muito mais parecida com a original e o Gaston, interpretado por Luke Evans, é a melhor atuação do longa, fiel ao personagem e com uma interpretação excepcional.

Outro personagem que ganha destaque na trama é LeFou, fiel companheiro de Gaston e que ganha uma versão mais engraçada e gay. Também é legal ver que o personagem no filme tem um pouco mais de opinião do que no desenho, percebendo as atitudes erradas de Gaston e diferente do final original, LeFou tem um final feliz.

A história todo mundo já conhece bem, mas nesse remake foi adicionado uma nova parte em que conta um pouco sobre a mãe de Bela e o que aconteceu no passado para ela ser criada apenas pelo pai Maurice. Em uma viagem no tempo através de um livro mágico que a feiticeira deu de presente para a Fera, Bela consegue ver o local que seus pais moravam em Paris e descobre que seu pai teve de fugir com ela  para protege-la da peste, que já estava consumindo todo o corpo de sua mãe.

O filme A Bela e a Fera é um dos nossos preferidos devido a simplicidade e a mensagem que passa, nos mostra como é importante valorizar o interior das pessoas, ser alguém menos fútil e mais inteligente, valoriza a leitura, a engenhosidade, enfim são muitos aprendizados que a história nos transmite e por isso esse sucesso no mundo todo.

Logan

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Um filme dirigido por James Mangold focado no personagem Wolverine da Marvel Comics, mostra como esse nosso grande herói chega ao fim de sua longa jornada como um X-Man, Inspirado na série de quadrinhos do Velho Logan por Mark Millar.

Logan, interpretado por Hugh Jackman, está bem velho, alcoólatra e fraco, seu poder de cura já não funciona como antes e está “doente”. Sua vida agora é como motorista de limousine e cuidar de seu grande e velho amigo Professor Xavier, que vive escondido sob os cuidados de Logan e está também com problemas sérios de saúde, necessitam de medicação para controlar suas crises de convulsão que além de fortes causa um trastorno nas pessoas em sua volta.

Tudo estava normal até que uma garotinha com os mesmos dons de Wolverine cruza seu caminho, ela fazia parte de um experimento e que agora ela e outros mutantes estavam sendo caçados. Logan então parte junto com a garotinha Laura e o Professor Xavier na tentativa de protege-los.

Apensar de haver muita ação o filme tem bastante drama também com cenas marcantes, talvez a que mais emocionou foi a morte do Professor Xavier (Patrick Stewar), também há muita emoção na relação de pai e filha que é construída aos poucos durante o longa.

O filme é uma despedida de Wolverine ou talvez apenas dessa versão com o ator Hugh Jackman, explora bastante as características do personagem dos quadrinhos trazendo um Logan mais semelhante ao que conhecemos e encerra com chave de ouro a trilogia do nosso querido X-Man.

Split (Fragmentado)

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Um dos nossos diretores favoritos voltou com tudo,  M. Night Shyamalan, dos filmes O Sexto Sentido, Sinais e Corpo Fechado, volta esse ano com o longa de Terror/Suspense Split, aqui no Brasil Fragmentado.

O filme conta a história de Kevin (James McAvoy), um cara que possui 23 diferentes personalidades que dominam completamente seu corpo. Ele acaba sequestrando três garotas e as mantem em cativeiro, sendo que algumas de suas personalidades entra em contato com elas, deixando-as confusas e mais assustadas.

Apesar de ter esse problema de personalidade múltipla ele se trata com uma senhora psicologa toda semana. Com as garotas em cativeiro ele acaba se sentindo confuso e inseguro, mandando vários email para sua psicóloga solicitando consultas especiais, mas na hora de conversar com ela, ele não consegue dizer o que está acontecendo e apenas transmite que há algo errado.

Em uma das consultas de Kevin com a Dra. Karen Fletcher (Betty Buckley), ele conta que sua 24ª personalidade está prestes a ser solta e é conhecida como “A Besta”. A Dra. sentindo que algo muito estranho estava acontecendo, vai até a casa de seu paciente tentar ajuda-lo e então acaba encontrando as três garotas trancafiadas e fracas, porém não consegue fazer nada para ajudar, pois Kevin a faz dormir.

A Besta toma conta de seu corpo e ele se transforma em uma pessoa com uma força fora do comum, assassinando a Dra. e devorando o estômago de duas das garotas sequestradas. A terceira garota, Casey (Anya Taylor-Joy), consegue fugir e pegar uma arma, a Besta vai atrás dela e mesmo levando 2 tiros nada acontece, então em um momento em que Kevin, a Besta, consegue ver melhor Casey, percebe que ela possui marcas em seu corpo de auto-agressão (devido a seu passado traumático), então ele a considera uma pessoa pura, que não merece ser devorada pela Besta e a deixa viver.

A melhor parte do filme é exatamente o final, em que você pensa que era apenas mais um filme de terror, porém na última cena em que as noticias são transmitidas na TV, aparece Bruce Willis como David Dunn, que para quem não sabe é o nosso herói do filme Corpo Fechado que enfrentou o Sr. Vidro (Samuel L. Jackson) e então podemos concluir que haverá uma sequencia para nosso herói e nosso vilão.

 Kong: A Ilha da Caveira

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Uma superprodução de Hollywood, dirigida por Jordan Vogt-Roberts, traz uma história repaginada do gigante King Kong, com um elenco de peso e fortes referências aos clássicos dos anos 30 e 70.

Os eventos acontecem nos anos 70, quando uma equipe de cientistas busca ajuda para realizar uma inspeção em uma ilha até então não visitada e nem contada no mapa. Na expedição também estão presentes James Conrad (Tom Hiddleston), um guia especializado em aventuras, Mason Weaver (Brie Larson), uma fotógrafa em busca de novas descobertas e um grupo de militares, comandados por Preston Packard (Samuel L. Jackson), um veterano obsessivo com a Guerra do Vietnã.

Já ao entrar nos limites da ilha, os boatos de que criaturas desconhecidas habitam o local se tornam realidade e a expedição se torna uma luta pela sobrevivência, porém nos mostra que a real ameaça contra a natureza e seus mistérios são os seres humanos. Diferente das versões mais clássicas, nessa adaptação não temos uma mocinha indefesa trazendo um drama já conhecido, mas uma mulher forte em busca do desconhecido e da forte relação com sua profissão.

Os atores formam realmente um belo time, apesar de não haver nenhum destaque que se sobressaia. Os efeitos são muito bons no melhor estilo que Hollywood está acostumado a nos mostrar e a trilha sonora foi a minha parte preferida da produção, tem nomes como Bowie,Creedence Clearwater Revival, The Monkees e Black Sabbath.

É um bom filme, apesar de não ser do meu estilo preferido e de ter uns monstros gigantes que são os inimigos do Kong, que eu achei meio nada a ver. Tem alguns pontos semelhantes aos clássicos e é bastante superior ao de 2005 e não faz homenagem ou cópia mal feita das versões anteriores. Tem um toque de quadrinhos e inspiração em filmes como Apocalipse Now e também aos longas orientais.

 

 

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Séries e Filmes do mês #fevereiro

Aqui mostramos as séries e os filmes que assistimos em fevereiro. Muita coisa boa estreou na Netflix e é claro que não poderíamos ficar sem acompanhar.

American Crime Story: The People v. O.J. Simpson

series fev ach

Essa série da FOX ganhou vários prêmios em 2016, ano de sua estreia e estreou na Netflix no dia 02 e conta um caso real, assim como serão todas as outras temporadas da produção que é comandada por Ryan Murphy.

A história se inicia em junho de 94, quando Nicole Brown Simpson, ex mulher do  ex  jogador de futebol americano e astro de cinema, O.J. Simpson (Cuba Gooding Jr.), é encontrada morta em casa junto ao amigo Ron Goldman. Muitas evidências do caso levam a crer que o culpado pelo duplo assassinato é O.J, conhecido entre as celebridades e os fãs como Juice e sua prisão é decretada.Ao ser informado dos fatos, O.J inicia uma fuga pela cidade de Los Angeles, que foi televisionada e exibida ao mesmo que a Copa do Mundo de 94, que ocorreu na mesma época, ganhando repercussão mundial e dividindo opiniões, pois a cidade passava por uma série de conflitos raciais com a polícia desde 92, fato exibido logo no comecinho do primeiro episódio e parte da população tomou a acusação de O.J. como mais uma perseguição racista.

Depois se entregar para a polícia, o julgamento de O.J. Simpsons tem início em setembro de 94 e dura até outubro do ano seguinte, cheio de reviravoltas que nos deixam de boca aberta. De um lado temos a promotoria, representando o povo e comandada por Márcia Clarck (Sarah Pulson <3), uma mulher determinada, muito dedicada ao trabalho, ligada ao empoderamento, que está passando por um processo de divórcio e que se vê atacada pela mídia de diversas formas por conta de sua exposição no julgamento. Ela conta com a ajuda de Christopher Draden (Sterling K. Brown), que é excelente no que faz, mas se encontra em conflitos internos por estar contra as causas raciais que deveria defender.

Do outro lado temos um supergrupo de advogados, Robert Shapiro (John Travolta), Johnnie Cochran (Courtney B. Vance),  F. Lee Bailey (Nathan Lane) e seu melhor amigo Robert Kardashian (David Schwimmer) e diversos auxiliares, todos focados em inocentar O.J. utilizando diversos argumentos, porém focados no preconceito racial, alegando que o ex jogador foi incriminado pela polícia.

Robert Kardashian tem um papel importante em toda a história, pois é amigo pessoal de O.J. Simpson e tenta entender as coisas de outra forma e, muitas vezes, demonstra uma certa desconfiança de que o amigo não seja inocente de fato.

Após quase um ano de julgamento, muitas evidências, testemunhos e um juri cansado, o caso finalmente chega ao fim e temos um último capítulo clássico, mostrando a comparação dos personagens reais com os atores.

Amo séries e filmes criminais e investigativos, mas essa primeira temporada de American Crime Story foi sensacional, umas das melhores produções que vi nos últimos tempos, ela prende o expectador de uma forma surreal, fazendo com que paremos pra pensar e com que duvidemos dos nossos palpites a cada episódio. O elenco é uma sensação a parte, é perfeito! Todos os atores estão incríveis! Assisti tudo em 2 dias e recomendo pra todo mundo!

Santa Clarita Diet 

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A série estrelada por Drew Berrymore também teve sua estreia em fevereiro pela Netflix, que liberou os 10 episódios da primeira temporada de uma vez, e divide opiniões, alguns amaram e acharam super divertidas e outros detestaram.

A produção conta a história de Sheila Hammond (Drew Barrymore), uma corretora de imóveis que leva uma vida pacata e até um pouco entendiante na cidade de Santa Clarita com marido Joel Hammond (Timothy Olyphant), também corretor e a filha Abby (Liv Hewlson). Um dia Sheila acorda se sentindo um pouco diferente e começa a pensar que não tem aproveitado muito a vida de verdade, fazendo coisas que a deixam feliz. O pensamento permanece na cabeça, mas então ela sai com o marido para mostrar uma casa a possíveis compradores e começa a passar intensamente mal até que vomita uma quantidade equivalente ao seu próprio peso e… morre! Minutos depois ela volta a vida completamente diferente, sem pulso ou sangue circulando nas veias e cheia de vontade de aproveitar cada pequeno momento da vida, como o sexo, a diversão e um desejo devorar carne humana.

Joel e Abby tentam se adaptar ao novo estado zumbi de Sheila e contam com a ajuda do vizinho Eric (Skyler Gisondo) e eles passam a ter que lidar com assassinatos, cadáveres e ainda os seus problemas comuns como, escola, vizinhança e relacionamento familiar.

A família até tenta estabelecer uma rotina normal, mas é praticamente impossível já que Sheila começa a perder o controle emocional e sua vontade por carne humana só aumenta. Eles então partem em busca de estudos que possam levar a uma possível cura para reverter a situação e trazer a Sheila de volta à vida.

A série conta com efeitos bem elaborados e traz cenas pesadas de canibalismo e assassinatos, com muito sangue, mas dentro de um tom cômico. É uma comédia que apresenta piadas nem sempre engraçadas ou fáceis de entender e ainda chega a fazer uma certa crítica a um estilo de vida fake e superficial, mas sem se aprofundar no assunto. Aliás, nada na série parece ter profundidade ou senso e é isso o que a torna boa até certo ponto. Um fato curioso é que Drew Berrymore é vegetariana!

Ela é ideal pra assistir quando está procurando por alguma coisa pra distrair a mente, sem muito conteúdo e de forma rápida. Cada episódio tem menos de 30 minutos e eu terminei de assistir a primeira temporada em 2 dias.

Os protagonistas também atuam como produtores executivos de Santa Clarita Diet, que é criação de Victor Fresco e já tem sua segunda temporada praticamente confirmada pela Netflix.

Star Wars Episódio III – A Vingança dos Sith

Séries e filmes Star Wars ep 3

Terceiro filme da série na ordem cronológica e o sexto de lançamento, Star Wars Episódio III mostra como Anakin Skywalker é levado para o lado negro da força e se torna o temido e maior vilão da história, Darth Vader.

Anakin, após voltar de uma missão de resgate do  Chanceler Palpatine, começa a ter pesadelos com sua esposa secreta, Padmé Amidala senadora de Naboo, que está grávida. Nos pesadelos ele a vê morrer, assim como nas visões que teve com sua mãe, falecida no episódio anterior e isso o perturba  muito, causando um desequilíbrio em sua força interior.

Palpatine, um lord Sith camuflado no senado, percebe essa instabilidade em Anakin e tenta trazê-lo para o lado negro como seu aprendiz. Para persuadir o jovem Jedi ele conta como é poderoso os conhecimentos do lado negro, sendo capaz de conseguir tanto poder que pode enganar a morte e salvar vidas, exatamente o que Anakin procura para salvar Padmé.

Anakin decide se juntar a Palpatine e ser seu aprendiz, traindo e eliminando todos os Jedis, sendo conhecido agora como o Sith Darth Vader. Os únicos Jedis sobreviventes são o Mestre Yoda e Obi-Wan, tutor de Skywalker e que decide enfrentá-lo. Porém, no confronto, Anakin mesmo todo mutilado sobrevive graças a ajuda de seu novo mestre, que o resgata e cuida de seus ferimentos, dando um novo corpo e nova aparência para seu pupilo.

Padmé dá a luz a gêmeos, um menino chamado Luke e uma menina chamada Leia, após dar os nomes aos bebês ela não resiste e morre. Obi-Wan resolve esconder as crianças de Anakin, sendo Luke levado para sua própria família e Leia é levada para a corte de Alderaan.

Star Wars Episódio IV – Uma Nova Esperança

Séries e filmes star wars episódio 4

Primeiro filme da saga Star Wars e o quarto na ordem cronológica, Star Wars Uma Nova Esperança nos introduz nesse incrível universo criado por George Lucas, claro que é meio estranho começar pelo meio mas não é que deu certo?! E a saga é sucesso para todas as gerações.

Quem assistiu Rogue One pode perceber que o final do filme é o começo exato de Uma Nova Esperança, no qual a Princesa Leia recebe os planos da Estrela da Morte e, com a a ajuda do R2-D2, envia os planos para Obi-Wan ajudá-la a entregar ao Rebeldes. Na tentativa de cumprir a missão dada pela Princesa, R2 e o C-3Po são capturados e colocados à venda, mas eles acabam sendo comprados justamente por Luke, “sobrinho” de Ben, mas conhecido como Jedi Obi-Wan Kenobi. Luke ao conhecer os segredos do tio, decide ajudá-lo nessa missão de levar os planos até a Aliança Rebelde e se tornar um Jedi.

Luke e Obi-Wan vão atrás de um piloto para chegarem ao planeta Alderaan e contratam os serviços de  Han Solo e seu co-piloto Chewbacca que os levam, a bordo da nave Millennium Falcon, até seu destino. Ao chegar na localização do planeta eles descobrem que o mesmo foi destruído pela Estrela da Morte, a qual atrai a nave com seu campo magnético.

Dentro da Estrela da Morte eles se infiltram na tripulação para tentar resgatar a Princesa Leia que é tida como prisioneira do Império, enquanto Obi-Wan vai atrás de Darth Vader, seu antigo pupilo. Apesar de uns contratempos Han, Luke e Chewie salvam a Princesa, porem Obi-Wan é morto, ou melhor, some na frente de Vader e Luke, durante a batalha.

Agora junto com a Princesa Leia, a Millennium Falcon parte para base da Aliança Rebelde para planejar o ataque ao reator da Estrela da Morte. Luke junta-se a missão Rebelde e, junto com outros pilotos, vão tentar destruir o reator. Com ajuda da força e da voz de Obi-Wan, Luke acerta em cheio o alvo e consegue destruir a arma mais poderosa do Império.

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Filmes dos anos 80 que marcaram minha vida

Sempre fui completamente fascinada pelos anos 80, pelo estilo de roupas, pelos pensamentos da época e principalmente pela música e pelos filmes. Eu nasci no finalzinho da década, mas cresci assistindo aos clássicos que mudaram toda uma geração e que assim como a música,  geraram grande influência mundial.

anos 80

Depois de assistir Stranger Things no ano passado e, mais recentemente, ao filme Sing Street, me deu uma saudade de rever filmes da época. Fucei arquivos antigos e, claro, todo o catálogo da Netflix e resolvi reunir os 10 filmes dos anos 80 que mais marcaram minha vida. A maioria é de filmes adolescentes da época e muitos parecem super bobinhos hoje em dia, mas alguns me ensinaram lições de vida, outros me ajudaram  conhecer ainda mais a música a década e outros ainda, me passam aquele sentimento de nostalgia, saudade de algo que eu nem cheguei a viver. Outros são fortes ou trazem um toque de fantasia, gênero que eu amo até hoje.

O Iluminado (1980)

Foi esse filme o responsável por toda a admiração que tenho por Jack Nicholson e também por despertar ainda mais a minha curiosidade em conhecer um pouco mais do trabalho de Stanley Kubrick, além disso, ele é baseado no livro de mesmo nome do meu autor preferido, Stephen King, mais um motivo pra eu amar. Ele não está apenas na minha lista de filmes dos 80 preferidos ou que me marcaram, mas também é um dos meus preferidos de todos os tempos. A interpretação de Nicholson é uma coisa de outro mundo, é excelente do início ao fim e às vezes e ele sim, me causou um pouco de medo quando assisti, até hoje fico besta quando revejo. Abordar temas psicológicos, como a loucura e também trazer  e o sobrenatural da forma como foi feito, tornou o filme ainda mais especial e épico.

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Durante o inverno, um homem (Jack Nicholson) é contratado para ficar como vigia em um hotel no Colorado e vai para lá com a mulher (Shelley Duvall) e seu filho (Danny Lloyd). Porém, o contínuo isolamento começa a lhe causar problemas mentais sérios e ele vai se tornado cada vez mais agressivo e perigoso, ao mesmo tempo que seu filho passa a ter visões de acontecimentos ocorridos no passado, que também foram causados pelo isolamento excessivo.

Christiane F. (1981)

Um filme da década de 80 que me marcou muito foi Christiane F. (“Eu Christiane F., 13 Anos Drogada Prostituída”). Ele é um filme baseado em um livro homônimo e em fatos reais e foi bastante chocante para a época. Pra mim, era um daqueles filmes que os pais não deixavam a gente assistir na adolescência, mas assistíamos mesmo assim, com as amigas depois da escola e foi exatamente assim que conheci o filme e também o cinema alemão. Realmente fiquei um pouco chocada também, afinal eu tinha uns 12 anos quando vi e aquela realidade acontecendo com uma garota que tinha quase a minha idade, me deixou bem pensativa. Li o livro algum tempo depois e mais de 10 anos depois, uma nova história da verdadeira Christiane e pude conhecer mais detalhes dessa triste história. Apesar de ser um filme forte e muito marcante, eu amei a ambientação toda da obra e foi ai que tive interesse em conhecer a Alemanha pela primeira vez. Além de tudo, há uma participação especial de David Bowie, protagonizando um show ao vivo.

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Na cidade de Berlim, nos anos 70, a adolescente Christiane (Natja Brunckhorst) é uma jovem comum que mora com a mãe e a irmã caçula. Ela sonha em conhecer a “Sound”, discoteca mais moderna e badalada do momento. Menor de idade, ela consegue entrar com a ajuda de uma amiga, conhece Detlev (Thomas Haustein) e começa a se aproximar das drogas. Primeiro álcool, depois maconha, calmantes, LSD, heroína. Imersa no submundo do vício, ela passa a prostituir-se.

Star Wars: Episódio VI – O Retorno de Jedi (1983)

Me encantei pela saga de Star Wars no Episódio IV: Uma Nova Esperança (1977) e pelo segundo filme da série, Episódio V: O Império Contra-Ataca,  mas foi o terceiro filme que me fez entender um pouco melhor o universo incrível criado por George Lucas. Pude conhecer melhor os personagens, seguir os passos do Luke, rir com o mestre Yoda, me apaixonar pelo Han Solo e me sentir realmente inspirada pela princesa Leia, que estava mais linda do que nunca. Acho que por questão de enredo e por revelações decisivas, é o meu preferido de todos até hoje e, ele e toda a série, se tornaram atemporais e estão sempre em alta com filmes novos, interpretações e teorias.
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O imperador (Ian McDiarmid) está supervisionando a construção de uma nova Estrela da Morte. Enquanto isso Luke Skywalker (Mark Hamill) liberta Han Solo (Harrison Ford) e a Princesa Leia (Carrie Fisher) das mãos de Jaba, o pior bandido das galáxias. Luke só se tornará um cavaleiro jedi quando destruir Darth Vader, que ainda pretende atraí-lo para o lado negro da “Força”. No entanto a luta entre os dois vai revelar um inesperado segredo.

Clube dos Cinco (1985)

Amo demais esse filme e pra mim é muito difícil escolher um filme que tenha a Molly Ringwald como protagonista, já que ela era a musa dos filmes adolescentes da época, mas esse é o meu preferido. Pra mim, é um daqueles filmes que, quando assisti, parei e pense “Nossa, esse é o tipo de coisa que eu queria ter vivido”, além de me identificar com alguns dramas pessoais apresentados ali. Outra coisa que me apaixonou no filme foi a trilha sonora e a icônica canção “Don’t You Forget About Me”, gravada pela banda Simple Minds, especialmente para o filme.

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Em virtude de terem cometido pequenos delitos, cinco adolescentes são confinados no colégio em um sábado, com a tarefa de escrever uma redação de mil palavras sobre o que pensam de si mesmos. Apesar de serem pessoas completamente diferentes, enquanto o dia transcorre eles passam a aceitar uns aos outros, fazem várias confissões e tornam-se amigos.

De Volta Para o Futuro (1985)

Já assisti a esse filme milhares de vezes. Toda a ideia do enredo e o elenco me fizeram apaixonar pela série de filmes. O fato de o Dr. Emmet ajudar Marty McFly a se transportar pra uma outra realidade além daquilo que vivia como um adolescente comum, me fez gostar ainda mais de tudo, sempre fui muito sonhadora e achava que um dia poderia acontecer algo do tipo comigo. O mais legal de tudo foi poder passar por 2015, o ano em que McFly chega ao futuro, no segundo filme da série, claro que estava tudo meio diferente, mas esse detalhe acaba tornando o filme ainda mais especial. As interpretações de Michael J. Fox e Christopher Loyd são um show a parte.

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Um jovem (Michael J. Fox) aciona acidentalmente uma máquina do tempo construída por um cientista (Christopher Lloyd) em um Delorean, retornando aos anos 50. Lá conhece sua mãe (Lea Thompson), antes ainda do casamento com seu pai, que fica apaixonada por ele. Tal paixão põe em risco sua própria existência, pois alteraria todo o futuro, forçando-o a servir de cupido entre seus pais.

A Hora do Pesadelo (1986)

Esse foi o primeiro filme de terror que vi e ajudou a tornar esse o meu gênero preferido da vida. Logo de cara eu adorei o Freddy Krueger e não consegui sentir medo, muito pelo contrário, achei um personagem muito divertido, irônico e cheio de personalidade e se transformou no meu vilão preferido. Já assisti a todos os filmes da série, que conta com 7 filmes, mas o primeiro sempre será especial e conta com a estreia de Johnny Depp nas telinhas.

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Um grupo de adolescentes tem pesadelos horríveis, onde são atacados por um homem deformado com garras de aço. Ele apenas aparece durante o sono e, para escapar, é preciso acordar. Os crimes vão ocorrendo seguidamente, até que se descobre que o ser misterioso é na verdade Freddy Krueger (Robert Englund), um homem que molestou crianças na rua Elm e que foi queimado vivo pela vizinhança. Agora Krueger pode retornar para se vingar daqueles que o mataram, através do sono.

Curtindo a Vida Adoidado (1986)

Clássico da Sessão da Tarde, acho que quase todo mundo já assistiu a esse filme pelo menos uma vez na vida ou conhece de nome, né? A direção é de John Hughes, famoso diretor dos anos 80 e responsável por vários outros clássicos da época. “Ferris Bueller’s Day Off” me despertou um pouco de rebeldia na fase em que vi, eu era muito nerd e não fazia nada errado na escola sabe? E, depois de assistir ao filme, fiquei curiosa e pensando que às vezes, pelo menos um dia na vida, precisamos fazer as coisas sem pensar tanto e aproveitar cada segundo daquilo, mesmo que não seja 100% certinho, mas também não necessariamente errado. E ver Ferris naqueles momentos de diversão ao lado dos amigos, me fez amar ainda mais o filme e também a interpretação de Mattew Broderick, que dá vida ao protagonista, por ser única até hoje.
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No último semestre do curso do colégio, Ferris Bueller (Matthew Broderick) sente um incontrolável desejo de matar a aula e planeja um grande programa na cidade com sua namorada (Mia Sara), seu melhor amigo (Alan Ruck) e uma Ferrari. Só que para poder realizar seu desejo ele precisa escapar do diretor do colégio (Jeffrey Jones) e de sua irmã (Jennifer Grey).

Labirinto – A magia do tempo (1986)

Gente, como esse filme é lindo! Eu adoro histórias de fantasia, magia, bruxas, magos e etc e sempre me encantava quando os filmes abordavam esses assuntos então, quando eu assisti Labirinto, fiquei paralisada. Queria estar ali junto com a Jennifer Connelly, tentando passar pelo labirinto e fazendo novas amizades mágicas e cumprindo os desafios na tentativa de salvar o irmão das mãos do rei dos duendes, que nada mais, nada menos, é interpretado por um dos meu ídolos, David Bowie. Na primeira vez que assisti, eu nem sabia direito quem o Bowie era e já me encantei por tudo aquilo, quando conheci um pouco mais o seu trabalho, voltei a ver o filme com outros olhos. Ele foi responsável por toda a trilha sonora do filme e, após sua morte, o filme se tornou ainda mais especial pra mim.

anos 80 labirinto

Frustrada por ter de cuidar do irmão caçula enquanto seus pais estão fora, a adolescente Sarah (Jennifer Connelly) sonha em se livrar da criança, que não para de chorar. Atendendo seu pedido, o Rei dos Duendes (David Bowie), personagem de um dos livros de Sarah, ganha vida e sequestra o bebê. Arrependida, a menina terá de enfrentar um labirinto e resgatar o irmão antes da meia-noite para evitar que ele seja transformado em um duende.

Dirty Dancing (1987)

Acho que esse foi o filme que mais vi na Sessão da Tarde, mais do que A Lagoa Azul, juro rsrs! Pode até ser meio breguinha, mas é tão anos 80 e tem uma história tão linda que não tinha como eu não me apaixonar e olha que nem sou fã de romances. Por tratar dessa coisa de “amor impossível” aos olhos da sociedade, o filme se torna ainda mais interessante e cheio de pontos altos. Patrick Swayze e Jennifer Grey estão ótimos no filme e, em conjunto, fazem uma interpretação intensa. Pra completar, a música (I’ve Had) The Time of My Life é lindaaa e foi feita exclusivamente para o filme.

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Em 1963, Frances Houseman (Jennifer Grey), ou “Baby”, como é chamada pela família, uma jovem de 17 anos, viajou com seus pais, Marjorie (Kelly Bishop) e Jake Houseman (Jerry Orbach) e sua irmã Lisa (Jane Brucker) para um resort em Catskills. Ao contrário de Lisa, que pensa em roupas, Frances é idealista e quer estar no próximo verão no Corpo da Paz estudando a economia dos países do Terceiro Mundo. Assim, ela espera que este seja o último verão como uma adolescente despreocupada, mas Baby não se dá muito bem com sua irmã mais velha e está entediada em tentar distrair os hospedes mais velhos (foi envolvida nesta situação por seu pai). Até que numa noite Baby ouve algo que parece ser um som de festa no alojamento dos funcionários (que os hospedes não podem ter acesso). Ela consegue entrar na festa graças a um empregado e descobre que ali o pessoal realmente se diverte com danças, que Max Kellerman (Jack Weston), o dono do hotel, não permite. Baby chega a dançar com Johnny Castle (Patrick Swayze), um professor de dança, e logo fica apaixonada por ele. Quando Penny Johnson (Cynthia Rhodes), a parceira de dança de Johnny, fica grávida por ter se envolvido com Robbie Gould (Max Cantor), um dos garçons, Baby se oferece para aprender a dançar e substituir Penny, mas o pai de Baby, quando descobre, não gosta disto, pois considera que Johnny é de outra classe social e Baby é jovem demais para entender seus sentimentos.

Beetlejuice (1988)

Ahh! 1988 é o ano mais lindo que já existiu, meu ano sabe? rsrsrs Conheci Beetlejuice – Os Fantasmas se Divertem, ainda bem pequena e, com ele, fiquei completamente apaixonada pelo universo do Tim Burton, que veio a se tornar o meu diretor preferido, por trazer um pouco mais de fantasia e loucura ao meu conhecimento. Fiquei fascinada com aquele elenco incrível, com a fotografia do filme, com a mistura de coisas reais e não reais em cena, com a maquiagem e os efeitos especiais e, claro, com o Beetlejuice, Michael Keaton simplesmente nasceu pra esse personagem. Foi também nesse filme que passei a gostar da Winona Rider e acompanhar o trabalho da atriz.

anos 80 beetlejuice

Após morrerem quando o carro deles cai em um rio, Barbara Maitland (Geena Davis) e Adam Maitland (Alec Baldwin) se vêem como fantasmas que não podem sair da sua casa de campo na Nova Inglaterra, pois antes que possam ganhar suas asas têm que ocupar a casa como fantasmas pelos próximos cinqüenta anos. A paz é rompida quando Charles (Jeffrey Jones) e Delia Deitz (Catherine O’Hara), um casal de novos-ricos, compra a casa. Mas os Maitland são inofensivos como fantasmas e os esforços para espantar os compradores acaba em fracasso. E se o casal não fica apavorado, Lydia Deitz (Winona Ryder), a excêntrica e dark filha deles, pode ver e falar com Barbara e Adam, que contratam os serviços de um Beetlejuice (Michael Keaton), um “bio-exorcista”, para apavorar os moradores, apesar de sentirem simpatia por Lydia. Mas logo a situação foge do controle.

 Vocês também gostam dos filmes dos anos 80? Tem algum que marcou sua vida? Conta pra mim nos comentários.

*Todas as sinopses são do site Adoro Cinema.

 

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Séries e Filmes do mês #janeiro

Primeiro post dessa categoria em 2017 e vamos mostrar as séries e filmes que assistimos no último mês. Nossa, em janeiro teve muita coisa, assistimos filmes novos e também vimos novamente alguns títulos antigos.

Vikings

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A segunda parte da 4ª temporada retornou no final de novembro de 2016 e desde então estamos acompanhando, não falamos dela em dezembro, pois estava muito cedo para concluir como seria essa temporada, mas agora faltando apenas dois episódios para o fim, podemos comentar com mais propriedade.

Até então todas as temporadas se passaram em torno do grande Ragnar Lothbrok, mas agora o foco está em seus filhos, que estão grandes e mais fortes do que nucna. Quem conhece um pouco da história deve saber que Ragnar Lothbrok é considerado uma lenda por não possuir verdadeiras evidências de sua existência, apenas histórias, porém seus filhos são reconhecidos como grandes conquistadores e há evidências sobre suas viagens e batalhas. Um dos filhos que mais se destaca nessa temporada é Ivar the Boneless, que mesmo com sua deficiência surpreende a todos com sua disposição e força de vontade em batalhar e viver grandes feito.  O próprio Ragnar, que um dia desejou sua morte, reconhece que o filho tem um dom e que, se souber usar com inteligência, um dia o mundo todo irá conhecer e temer Ivar “O Sem Ossos”.

Essa fase da série foi intensa, com muitas batalhas e diálogos importantes que nos dão pistas sobre o que há por vir, conhecemos Magnus filho de Ragnar com a rainha de Mércia Kwenthrith e Alfred o filho de Athelstan, os quais terão papeis importantes no decorrer da história. Bjorn se mostra um grande líder e navegador, realizando saques em territórios nunca explorados pelos Vikings e passando pela França, onde reencontra com Rollo e ganha a ajuda do tio que, apesar desse feito, ainda é considerado traidor pelo seu antigo povo.

Lagertha aparece mais forte e finalmente realiza sua vingança contra Aslaug, retornando para seu verdadeiro lar, tornando-se rainha de Kattegat e provocando a ira dos filhos de Ragnar com a esposa, principalmente de Ivar.

Ragnar Lothbrok volta com o filho Ivar, para a Inglaterra em uma tentativa frustrada de reconquistar o que lhe pertence, mas ao chegar em Wessex, o rei Viking faz um acordo com o Ecbert, para que seja executado pelas mão do rei Aella, prometendo liberdade a Ivar. Antes de o filho partir, Ragnar o faz entender que ele deve juntar-se aos irmãos e vingar-se da morte do pai, tanto contra Aella, quanto contra Ecbert. Após momentos de tortura, Ragnar é jogado em um buraco cheio de cobras venenosas  e aí temos um dos pontos mais tensos da série e perdemos o maior rei Viking que já existiu.

Os filhos de Ragnar, com sede de vingança, passam a recrutar o maior número de pessoas que admiravam seu pai a fim de formar o maior exército já visto com um único objetivo em comum, cumprir a missão de se vingar da morte do rei Ragnar Lothbrok.

The OA

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Uma serie de drama e ficção cientifica criada e produzida por Brit Marling e Zal Batmanglij nos estúdios Plan B (empresa de Brad Pitt) e distribuída pela Netflix, conta a história de  Prairie Jonhnson (Brit Marling) uma garota cega que reaparece em sua cidade após sete anos com sua visão recuperada.

Sem muitas explicações Prairie, que agora se intitula como OA, junta um grupo de 5 pessoas para se encontrar toda noite numa espécie de seita secreta em que ela conta toda sua trajetória até o momento e explica o motivo de seu sumiço por 7 anos, em que durante esse tempo, ela acaba se tornando uma cobaia para estudo de experiências de quase morte, onde era forçada a passar por essa experiência e relatar o que via no “fim do túnel”. Em uma dessas experiências OA recebe uma sequencia de movimentos que a principio não entende, mas com o passar do tempo outra cobaia volta da experiência quase morte com outro movimento e então ela percebe que se tiver 5 movimentos feitos por 5 pessoas, é possível fazer coisas incríveis, como voltar dos mortos e até mesmo viagem no tempo.

A série a princípio é bem interessante, mas com o tempo fica cansativa, com um desenrolar lento e pouco embasamento científico, talvez na segunda temporada podemos esperar mais explicações convincentes sobre a teoria dos 5 movimentos e entender melhor ao que isso pode levar, se é apenas algo fantasioso ou há uma referência científica por trás de tudo isso.

Modern Family

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Uma comédia americana que estreou em 2009 e hoje está em sua 8ª temporada. Não é de longe o meu estilo de série preferido, mas fiz uma troca com meu namorado por Game of Thrones e até que tenho gostado.

É uma daquelas séries ideais pra assistir quando você está a procura de momentos descontraídos, no horário de almoço ou entre séries pesadas. Os episódios costumam ter 22 minutos de duração e o humor, apesar de ser leve, às vezes perde um pouco a noção, mas rende boas risadas e eu assisti tão rápido que já estou na 6ª temporada, de um total de 8.

A série mostra a vida de 3 famílias modernas, que na verdade formam uma só. Jay Pritchett é o pai de Claire Dunphy e Mitchell Pritchett, está na casa dos seus 60 anos e se casa pela segunda vez com Gloria, uma colombiana anos mais jovem e que em um filho do primeiro relacionamento, o qual ele ajuda na criação. Jay é meio desencanado, mas ainda o mais careta de todos e se assusta com alguns dos acontecimentos que envolvem a família e sente dificuldade de se adaptar a algumas coisas. Gloria é extremamente bonita (interpretada pela Sofía Vergara) e escandalosa enquanto seu filho é super maduro para a idade, poético e romântico.

Claire é casada com Phill Dunphy, o cara mais engraçado da série e eles têm 3 filhos, Haley, Alex e Luke, que tem personalidades completamente diferentes e lidam com seus problemas da juventude das formas mais absurdas possíveis, mas sempre em família.

Mitchell e Cameron são namorados que, futuramente se casam. Eles adotam uma menina, ainda bebê, diretamente do Vietnã e, sempre unidos, aprendem a lidar com as dificuldades do dia a dia de um casal homoxual e pais de uma filha adotiva.

A premiada série aborda temas como relacionamentos homoafetivos, adoção, imigração, divórcio e outros temas comuns da sociedade atual de forma bem humorada.

Sing Street

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O filme é um drama/comédia que foi lançado em 2016 e já está disponível na Netflix. Dirigido e escrito por John Carney, conta com um elenco novo e muito talentoso, os atores em destaque são Lucy Boynton, Maria Doyle Kennedy, Jack Reynor, Kelly Thornton, Aidan Gillen (nosso Mindinho de GoT) e Ferdia Walsh-Peelo.

A história se passa nos anos 80 em Dublin, na Irlanda, no auge do Pop quando surgiam artistas como Duran Duran, The Cure, The Jam, A-Ha, entre outros grande nomes da década, que inspiram o jovem Conor (Ferdia Walsh-Peelo) a montar uma banda, que vem a se chamar Sing Street, na tentativa de conquistar Raphina (Lucy Boynton), uma modelo que conheceu por acaso. Com o objetivo de conseguir alguns encontros com a modelo, Conor e sua banda fazem alguns vídeos clipes de suas composições, nos quais Raphina topa participar, além disso ela é musa inspiradora de algumas letras e se sente tocada sempre que escuta em primeira mão, as músicas que Conor entrega a ela em uma fita cassete. A banda acaba dando certo e cada nova música ou banda que eles conhecem, faz com que eles mudem o visual e também o som e, aos poucos, Raphina acaba cedendo e se deixando ser conquistada.

Em paralelo ao romance, também são abordados temas como brigas de família, separações, traição e a vida em uma escola católica da Irlanda nos anos 80.

A ambientação do filme é maravilhosa e te leva direto aos anos 80, parece realmente que ele foi rodado naquela época, até o humor meio bobo e os problemas típicos de adolescentes da década são muito semelhantes. Se ele passasse na Sessão da Tarde, você mal iria perceber que é do ano passado.

O filme é repleto de músicas famosas dos anos 80 e já começa com Motorhead, passando por The Cure, Duran Duran e David Bowie e todas as composições da banda Sing Street foram criadas especialmente para o longa e são muito boas. Quem curtir as músicas, assim como nós, a trilha sonora está disponível no Spotify, é só buscar pelo título do filme, aumentar o som e se jogar nos anos 80.

Sixteen Candles

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Ainda no climinha dos anos 80, me deixei levar pelas sugestões da Netflix e assisti Seventeen Candles, de 1984, que aqui no Brasil leva o título tosco de “Gatinhas e Gatões”.

É um filme clássico e que tem como protagonista a musa dos filmes adolescentes da época, Molly Ringwald, no papel de Samantha Baker, uma estudante que acaba de completar dezesseis anos em meio a confusão da organização do casamento de sua irmã mais velha, por isso ninguém em sua casa lembra de dar parabéns a ela. Sam é apaixona por Jake Ryan, um veterano que namora Caroline, uma garota mais velha e bastante popular. Enquanto isso, Farmer Ted, um calouro que “stalkeia” Sam, percebe o interesse da menina pelo garoto mais velho e que aos poucos ele também passa a se interessar por ela. Ted então da dicas a Jake e faz uma aposta com os amigos envolvendo Sam, que o ajuda a vencer e acaba se surpreendendo quando o garoto revela que seu paquera também passou a notá-la.

Acontece um baile na escola, onde Sam e Jake trocam olhares e depois Caroline da uma festa na casa de Jake, mas fica completamente bêbada e acaba amanhecendo nos braços de Ted. Finalmente chega o momento do casamento de Ginny, a irmã mais velha, que está meio dopada de remédios e torna o momento super engraçado. Ao sair da igreja Jake está na porta esperado por Sam e a leva para comemorar o seu aniversário com um bolo coberto por 16 velas.

O filme é escrito e dirigido por John Hughes, famoso diretor, escritor e roteirista de clássicos década de 80 e início dos anos 90 como, Clube dos Cinco e Curtindo a Vida Adoidado e, além de Molly Ringwald, traz um John Cusack super novinho e Anthony Michael Hall, outro ator ícone dos anos 80, no papel de Farmer Ted.

(500) Days of Summer

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(500) Dias com Ela é dirigido por Marc Webb e é um daqueles filmes gostosos de ver e rever que mescla drama e comédia romântica de um jeito super fofo e tem como protagonistas Joseph Gordon-Levitt, que torna tudo ainda mais fofo e Zooey Deschanel. Ele mostra, de uma forma não cronológica os 500 dias do relacionamento de Tom e Summer.

Tom é um arquiteto que trabalha como escritor em uma empresa de cartões  para datas especiais e conhece Summer, a nova assistente de seu chefe, por quem já sente um interesse logo de cara. Summer é uma garota descolada e que não acredita em amor verdadeiro e nem quer ter um namorado e, em uma noite de karaokê entre os colegas de trabalho, ela deixa isso bem claro a Tom, mas os dois começam a se aproximar cada vez mais e começam a fazer várias coisas juntos, ele mostra a ela seu lugar preferido da cidade e até entra em uma briga por ela mas, no dia 290 os dois acabam se separando e o rapaz não consegue lidar muito bem com isso e pede conselhos aos amigos e até para sua irmã mais nova (Chloë Grace Moretz).

A moça acaba deixando o escritório e os dois ficam sem se ver por vários dias e Tom fica cada vez mais irritado e deprimido e é transferido para o departamento de consolações. Alguns meses depois, uma colega do escritório se casa e Tom encontra Summer no trem, a caminho do local e os dois aparentemente voltam a se envolver, dançam e se divertem no casamento e ela o convida para uma festa em seu apartamento. Ele fica mega empolgado e as cenas que seguem mostram a expectativa de Tom versus a realidade, Summer mal conversa com ele e um certo momento ele repara que a garota está usando um anel de noivado, logo ela, que não acreditava em amor verdadeiro. Depois disso, ele sai correndo da festa e entra em depressão profunda e também abandona a empresa de cartões.

Tentando se recompor, Tom se dedica mais a arquitetura e passa a procurar emprego, agendado várias entrevistas e em meio a isso os dois voltam a se encontrar, no lugar preferido dele na cidade, e ele declara não compreender as atitudes de Summer, que diz que ele estava certo sobre o amor verdadeiro e que ela finalmente encontrou o seu. Então eles se despedem e ele volta a se concentrar em suas entrevistas e, em uma delas, conhece uma menina que está disputando a mesma vaga. Rola um interesse entre os dois, ele a convida para um café e, ao perguntar seu nome, se surpreende quando ela responde “Autumn”.

Miss Peregrine’s Home For Peculiar Children

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O Lar das Crianças Peculiares no Brasil é um filme dirigido por Tim Burton e baseado no livro de mesmo nome do autor Ransom Riggs e traz Eva Green e Asa Butterfield como protagonistas e ainda conta com uma pequena participação de Samuel L. Jackson e Judi Dench.

Jacob é um jovem que cresceu ouvindo histórias mágicas que seu avô, Abraham, contava sobre um orfanato para crianças com poderes especiais, que eram chamadas de peculiares, comandado pela Miss Peregrine.Para acompanhar as histórias,Abraham mostrava fotos das crianças, entre elas Emma, a menina que flutuava e podia respirar dentro da água, Enoch, um menino que tinha a capacidade de ressuscitar os mortos e dar vida a objetos, Olive, uma menina que emana fogo pelas mãos e Millard o garoto invisível.

Abraham acaba morrendo misteriosamente e Jacob então percebe que toda a história contato pelo avô reunia pistas sobre o orfanato e decide viajar até o País de Gales para saber mais sobre o local, mas descobre a mansão em ruínas após ser bombardeada na Segunda Guerra Mundial e ao investigar mais a área acaba parando em uma fenda do tempo que o leva diretamente ao Lar das crianças peculiares que são protegidas pela Miss Peregrine através do controle do tempo.

Jacob descobre que seu avô fez parte do orfanato e ajudava Miss Peregrine viajando no tempo e informando sobre os acontecimentos de cada época, assim o garoto se envolve ainda mais, acontecendo até um pequeno romance entre ele e Emma e ele se vê responsável por ajudar a todos contra os acólitos e etérios, inimigos e monstros que tentaram dominar o mundo com um experiência científica que deu errado.

O menino então percebe que um daqueles monstros foi responsável pela morte do avô e, ao lutar ao lado das crianças com poderes especiais, ele mesmo é um peculiar.

Rogue One: A Star Wars Story

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Mais um filme da franquia Star Wars, de George Lucas e produzido pela Disney foi lançado em dezembro de 2016 e ainda está nos cinemas. Dessa vez o longa se passa entre o Episódio 3 – A Vingança dos Sith  e o Episódio 4 – Uma Nova Esperança, mostrando a história de um grupo da Aliança Rebelde que tem por objetivo roubar os planos da Estrela da Morte.

O cientista Galen Erso (Mads Dittmann Mikkelsené forçado pelo Império a continuar com os planos da Estrela da Morte, uma arma que é capaz de destruir um planeta em questão de segundos e Jyn Erso (Felicity Jones), sua filha, acaba sozinha e criada por seu grande amigo, o revolucionário Saw Gerrera. Treze anos mais tarde, Galen consegue enviar uma mensagem para a Aliança Rebelde através de um piloto de carga e Jyn, que agora é adulta, é a única a ver essa mensagem na qual o pai revela existir uma falha proposital no reator da Estrela da Morte.

Mesmo após a morte de seu pai, causada pela Aliança Rebelde, Jyn acaba se juntando a eles e com ajuda de Cassian Andor (Diego Luna), um integrante da Aliança, monta uma equipe para ir até o planeta Scarif roubar os planos da Estrela da Morte. Ela consegue chegar até o sistema de comunicação básico para enviar os esquemas da arma Imperial ao navio de comando Rebelde e, após isso o planeta é destruído com todos estavam participando da missão, inclusive Jyn e Andor.

No mesmo momento Darth Vader intercepta a nave rebelde, mas os planos já estão em posse da Princesa Leia, que consegue mantê-lo em segurança através do R2D2 e, a partir do fim de Rogue One se inicia Uma Nova Esperança.

O filme foi muito bem feito, retrata uma das missões mais importantes da história de Star Wars de forma fiel aos fatos, além de contar com a ajuda da tecnologia CGI para os personagens Moff Tarkin (interpretado pelo ator já falecido Peter Cushing) e a Princesa Leia (atriz Carrie Fisher que morreu pouco depois do lançamento do filme). Um grande destaque no filme foi a pequena atuação do nosso querido vilão Darth Vader, que aparece mais imponente do que nunca, tirando o fôlego de qualquer fã da saga, além disso o final do longa é exatamente o ponto de início do Episódio 4, então vale a pena assistí-lo na sequência de Rogue One.

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